Bom dia e obrigada por aguardarem. Sejam bem-vindos à teleconferência da ALOS para discussão dos resultados referentes ao segundo trimestre de 2026. Estão presentes hoje conosco os senhores Rafael Sales, presidente, Vicente Avelar, diretor de operações, e a senhora Daniela Guanabara, diretora financeira e de relações com investidores. Informamos que este evento está sendo gravado, e que todos os participantes estarão apenas ouvindo a teleconferência durante a apresentação da companhia. Em seguida, iniciaremos a sessão de perguntas e respostas apenas para analistas e investidores, quando instruções adicionais serão fornecidas.
Esse evento também está sendo transmitido simultaneamente via webcast, podendo ser acessado no endereço r I ponto Allos ponto com ponto b r, onde se encontra disponível a respectiva apresentação. O replay desse evento estará disponível logo após seu encerramento por um período de uma semana. Gostaríamos de informar que perguntas só poderão ser feitas através do aplicativo Zoom. Caso você esteja conectado pelo webcast, sua pergunta deverá ser enviada diretamente para a equipe de RI pelo e-mail RI arroba Allos ponto com ponto b r. Antes de prosseguir, gostaríamos de esclarecer que eventuais declarações que possam ser feitas durante essa teleconferência, relativas às perspectivas de negócios da companhia, projeções e metas operacionais e financeiras, constituem-se em crenças e premissas da diretoria da companhia, bem como em informações atualmente disponíveis.
Considerações futuras não são garantias de desempenho. Elas envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos futuros, e portanto dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer. Investidores devem compreender que condições econômicas gerais, condições da indústria e outros fatores operacionais podem afetar o desempenho futuro da companhia, e podem conduzir a resultados que diferem materialmente daqueles expressos em tais considerações futuras. Agora, gostaríamos de passar a palavra ao senhor Rafael Sales, que dará início à apresentação. Por favor, senhor Rafael, pode prosseguir.
Apresentação
RSRafael Salespresidente
Bom dia a todos e obrigado pelo interesse nos resultados da Allos. Tivemos um trimestre de bons resultados, com aceleração da receita, ganho de rentabilidade, apesar do cenário de incerteza e dos juros permanecerem altos. O que afeta certamente a demanda, e a capacidade de financiamento da economia brasileira. O crescimento da receita, a disciplina de despesas e a maturação das nossas novas verticais, mostraram mais uma vez os benefícios da nossa escala, e a solidez do nosso modelo operacional. No segundo trimestre as vendas, nos nossos shoppings cresceram 5%, chegando a R$ 10,5 bilhões no trimestre.
E o same sorry sales cresceu 2,6%. Vale destacar que as vendas no trimestre foram afetadas por fatores como a Copa do Mundo, e o descasamento do período da Páscoa que no ano anterior, havia sido em abril e esse ano ficou mais em março, o efeito então por isso, o resultado de vendas da páscoa ficou mais concentrado no primeiro trimestre. Mesmo assim, nós seguimos crescendo acima do varejo nacional, o que reforça a liderança dos nossos ativos, com os principais destinos de compra e experiência, em suas regiões. Falando sobre o resultado, da companhia, a receita alcançou 732 milhões no segundo trimestre, um crescimento de 12% sobre o ano anterior, impulsionado principalmente pelas verticais de mídia e pelas e pelo desenvolvimento imobiliário. O aluguel mesmo nas lojas, o Central Rent, cresceu 4,6%, refletindo um ganho real na base instalada de lojas, apesar do efeito negativo do IGPM no período.
O que confirma a nossa tese, de que os nossos shoppings haviam performado vendas de de uma forma muito forte nos últimos anos em que havia espaço para ganhos reais de aluguel, agora nesses próximos anos. Somando o crescimento de receitas, a disciplina de despesas, o o EBITDA chegou a 525 milhões, uma alta de 10,5% em relação ao segundo trimestre do ano passado. E o FFOMS sobou R$ 341 milhões, avançando 12% sobre o segundo trimestre. Excluído o efeito do shopping Tijuca, o crescimento de EBITDA e FFO seriam de 13% e 16% respectivamente. Esses resultados no nos deixam muito satisfeitos, porque estamos passando por um momento muito difícil na economia brasileira.
Com o consumidor alavancado em níveis historicamente muito altos. Desde o início do ano nós temos tomado providências, para atrair ainda mais os nossos consumidores, e aproximar ainda mais os nossos nossos lojistas. Criando mais oportunidades de eventos e ativações, exatamente pensando em como garantir o crescimento em um ano que certamente será muito desafiador para o varejo no Brasil. Crescer 16% do nosso c fou em um ano como esse, é reflexo de muito trabalho, e uma preparação e preparação da nossa companhia para navegar nos cenários mais diversos que o nosso país pode proporcionar, com tantos desafios para a sustentabilidade de um negócio. Por isso, eu queria aproveitar para agradecer ao nosso time, pelo trabalho espetacular que tem entregado desde a criação da ALOS.
Eu queria também comentar um pouco sobre a nossa plataforma digital aqui no slide 4. Hoje, a nossa plataforma segue ganhando relevância. No segundo trimestre, a audiência atingiu 17 milhões de sessões. Um crescimento de 12% sobre o segundo trimestre do ano passado. Já com presença em trinta e sete shoppings em todas as regiões do país.
O GMV reconhecido pela plataforma chegou a R$ 1,6 bilhões, com avanço de 31% sobre o ano anterior. O que equivale a uma penetração de 27% nas vendas nos shoppings maduros, e de cerca de 17% da base total. O programa de benefícios continuou impulsionando a recorrência. Comparando o comportamento de cada cliente antes e depois da adesão, vemos um aumento médio de 15% na frequência de visitas ao shopping, e o número chega a 31% nos empreendimentos de maior maturidade e engajamento. Passando para o slide 5, eu queria comentar que nesse trimestre, nós continuamos fazendo lançamentos importantes no entorno dos nossos jovens.
Por exemplo, o projeto de Baylander já foi consolidado, e gerou um resultado de R$ 15 milhões para companhia. Em Campinas, nós lançamos o master o masterplan do parque Dom Pedro, que reúne moradia, educação, saúde, hospedagem e serviços em geral. Terá mais de 300.000 metros de área privativa, e o v g v potencial é de R$ 4,5 bilhões. O alvará de construção do primeiro empreendimento já foi, garantido, e que será um hotel, e deve ser o primeiro a entrar em implantação, logo logo aí nesse ano. Também entregamos a quinta torre do complexo residencial do parque shopping Maceió, o que consolida a essa região do shopping Maceió como uma das áreas de maior crescimento, de lançamentos residenciais da cidade.
Ao todo, nós já temos contratos assinados para mais de sessenta e três torres, ao redor redor dos nossos shoppings, que serão entregues nos próximos anos. Falando dos nossos projetos de expansão, em junho nós tivemos uma inauguração importante, no Shopping Tijuca, com a quarta unidade do têxtil, o nosso espaço, o nosso espaço gastronômico. O projeto transformou uma área de estacionamento em um rooftop gastronômico com lazer e experiências de alta qualidade. São vinte e duas operações de bares e restaurantes, um parque infantil e amplas áreas de convivência, que somam mais de 2000 metros de ABL ao atual, ao shopping atual. E por fim, eu queria encerrar, comentando o update sobre as movimentações de portfólio que nós estamos conduzindo este ano.
Nós concluímos a venda integral do chove Curitiba, e as permutas que ampliaram a nossa participação no Campo Grande, em 7,4%, e no Village Caxias em 5%, com redução de 8,6% no Shopping Taboão. Nós também assinamos um acordo para adquirir 1,6% adicionais do Shopping Regist, por R$ 42 bilhões, a um cap rate de 9%. Essas transações dão continuidade ao processo de fortalecimento do portfólio e à realocação de capital para os nossos ativos de maior performance e mais dominantes. Agora eu passo a bola para Dani e volto para a sessão de perguntas e respostas. Muito obrigado.
PParticipante 3
Obrigada Rafael e bom dia a todos. Vamos agora aos destaques comerciais e operacionais. Seguimos com os shoppings bem ocupados, cuidando da qualidade do mix e oferecendo as melhores experiências aos nossos visitantes. Fechamos o trimestre com taxa de ocupação de 96,3%, e mais de 27.000 metros quadrados de área em contratos assinados no período. Destaque para a on-ranning no shopping Leblon, primeira loja da marca no Rio de Janeiro, e para a segunda unidade do restaurante fazendo churrascada em nossos shoppings, agora no shopping tamboré.
No próximo slide, o custo de ocupação fechou em 10,3%, e a inadimplência líquida encerrou o trimestre em 1,4%, cinquenta bips abaixo do mesmo período do ano passado. Uma grande melhora em relação ao primeiro trimestre. O segmento de mídia manteve o ritmo acelerado de expansão. No trimestre a Hello protagonizou um projeto multiplataforma dedicado à cobertura da Copa do Mundo, que atraiu grandes anunciantes como C seis Bank, Coca-Cola e Hyundai entre outros. Também seguimos avançando em mídia nos aeroportos.
Com as novas inaugurações previstas para 2026, entre elas o novo terminal do aeroporto de Uberlândia, o consórcio vai consolidar a gestão de mídia em dois aeroportos ainda neste ano. No segundo tridente e seis, a receita de mídia cresceu 84,3% em relação ao segundo tridente e cinco, e passou a representar 10,6% da receita bruta da companhia. Um avanço de quatrocentos e vinte BIPS ano contra ano. Esse desempenho vem de um maior volume de negócios, com fortalecimento de todas as verticais de atuação. Seguimos avançando também na agenda de eficiência e simplificação operacional.
No segundo tri, as despesas de s d n a recuaram 5,6%, em termos nominais frente ao segundo tri de vinte e cinco, mesmo com efeito do dissídio. O que reflete os resultados do programa de simplificação. É um trabalho contínuo e disciplinado, conduzido com cuidado e alinhado à cultura da ALOS, sempre preservando a excelência na execução. A taxa média dos financiamentos da companhia segue caindo. No trimestre alcançamos um spread de CDI mais 0,6%, resultado das diversas ações de gestão de passivos que fizemos nos últimos trimestres, incluindo a emissão em abril de um CRI de R$ 1 bilhão, abaixo do CDI, vencimentos distribuídos em cinco, sete e dez anos, reforçando o nosso perfil de endividamento.
O perfil das nossas dívidas hoje está 98,6%, indexado ao CDI, e 1,4% prefixado, com alavancagem estável e controlada em um ponto sete vezes dívida líquida EBITDA, mesmo com um pagamento de R$ 1,2 bilhões em dividendos do JCP em 2026. Obrigada pelo interesse na Allos, vamos abrir agora para a sessão de perguntas e respostas.
Perguntas e respostas
Pergunta 1
Pergunta 2Igor Altero, x p.
OPOperador
Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas, apenas para investidores e analistas. Caso haja alguma pergunta, por favor cliquem no botão levantar a mão. Para retirar a pergunta da fila, por favor cliquem no botão abaixar a mão. Por favor, aguardem enquanto coletamos as perguntas. E nossa primeira pergunta vem de Igor Altero, x p.
Por favor Igor, pode prosseguir.
PParticipante 4
Oi pessoal, tudo bem? Bom dia. Começando aqui com mídia, entender um pouco não é o que que motivou não é esse esse crescimento, qual o end game não é que você que a gente pode esperar que olhando para frente, níveis de crescimento não é que a gente pode ver, e e como tem sido também a evolução ali não é de ponto residencial, aeroporto, o que que a gente pode também esperar aqui de de crescimento, e e por fim não se puder comentar qual qual alguma métrica aí não seja de rentabilidade, que vocês pudessem dividir com a gente não nível de margem que vocês estão rodando, obrigado.
RSRafael Salespresidente
O Igor, bom dia obrigado pela pergunta. Bom, a gente já esperava um crescimento, e relevante nesse trimestre por conta do fato de que não tinha os aeroportos na base no trimestre, segundo trimestre do ano anterior então, é natural que um crescimento maior por conta disso. Além disso, de fato, o a operação dos aeroportos está indo bem da, como o esperado, a gente tem conseguido, utilizar melhor não é as áreas agora que é uma um só operador, nós e a nossa nosso parceiro na JV fazendo esse a venda da das áreas de de, esses passos de mídia no shopping então é natural que a gente tenha também uma melhora de resultado com com base nisso. Além disso também entraram alguns alguns aeroportos novos não então vou deixar o Vicente dar um pouco mais detalhes sobre o que a gente espera para o ano.
IAIgor Alterox p.
O Igor, Bom dia. De fato foi um um trimestre aí muito positivo, o semestre de uma forma geral. Como a gente comentou, o a Copa teve um impacto bastante positivo pelos pacotes que a gente conseguiu criar também em conjunto com os parceiros para ativar esse momento dentro dos shoppings e e através também das nossas plataformas digitais. E como o Rafa comentou, a vertical de aeroportos na comparação ajuda bastante. Mas acho que o ponto também positivo é o fato de que a gente cresceu aí mais de 20% nas linhas de mídia em shoppings e edifícios residenciais ou seja, o Business como um todo vem evoluindo muito bem, além dessa dessas novas verticais e novas frentes que a gente tem aberto.
Então a gente está bastante otimista aqui para frente na continuidade do ano e como a gente já falou também, a gente agora em agosto pega os outros seis aeroportos, que são aeroportos regionais, mas mas que também ajudam a compor o crescimento do
PParticipante 4
segundo semestre. Está claro. Métrica de de rentabilidade, vocês podem compartilhar alguma?
RSRafael Salespresidente
A gente ainda não tem, a gente não está abrindo o resultado da Hello separado, a gente com esse crescimento todo é, a gente está cauteloso na hora de abrir por conta de qualquer decisão estratégica que a gente venha a tomar, então está no a gente vai analisar ao longo do ano a consolidação do crescimento, o pop-up dos aeroportos para gente tomar a decisão de quando que a gente vai abrir rentabilidade e retorno. Está bom Iu?
PParticipante 4
Está claro, obrigado, obrigado Rafa.
Pergunta 3
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem de Ana Julia Zerkowski u b s. Por favor, Ana Julia, pode prosseguir.
PParticipante 6
Oi pessoal, bom dia. Obrigada aqui pelo espaço. Do nosso lado, acho que um ponto que chamou a atenção foi o sensor sales não chamou a nossa atenção positivamente, apesar dessa desaceleração de crescimento versus um q que foi geral na indústria, mas, enfim, chamou a nossa atenção positivamente, mesmo com impacto de tijuca, páscoa e até calendário de Páscoa, não é? Então assim, do nosso lado a gente queria só tentar pegar alguma leitura de como que está o terceiro trimestre. Então, se mudou alguma tendência, se estão vendo alguma aceleração, desaceleração até agora, não é?
O que vocês puderem dar de abertura do que vocês viram em julho, em relação às vendas, não é? E uma segunda pergunta, é nessa linha de receita de outros, que veio um pouco acima do que a gente, é do que a gente estava antecipando, é? Se vocês puderem dar algum detalhe do que que trigou isso e como que a gente pode esperar o comportamento dessa linha para frente. São essas duas, obrigada.
RSRafael Salespresidente
Oi Ana Júlia, bom dia obrigado pela pergunta, pelas perguntas. O Simplorer Sales foi afetado obviamente no segundo trimestre por conta da Páscoa e da copa não é, comparação, e agora no início de julho também um pouco afetado pela copa, e e no final de julho a gente já viu normalização, crescimento mais parecido com o que a gente estava vendo anteriormente então, a gente imagina que o trimestre deve fechar já mais normalizado com quanto a esses efeitos sazonais. Não dá, também não dá para esperar um ano de muito crescimento em um em um país com custo de capital tão alto, com as famílias endividadas então, obviamente a gente está fazendo um trabalho forte de estar próximo do dos lojistas e tentar fazer o máximo para atrair fluxo para os shoppings e isso tem se tem gerado bons resultados como você apontou. Então em uma margem a gente tem conseguido capturar o market share nos mercados que a gente está. Em relação ao, aos a receita, outras receitas, eu vou deixar a Dani Dani explicar quais foram as razões desse efeito.
PParticipante 3
Oi Ana Júlia, é Dani, bom dia. A gente teve dois efeitos principais aqui nessa linha está, o primeiro deles já é um recebimento em relação ao sinistro do Tijuca, cerca de 9 milhões, e a gente também registrou aqui a receita de desenvolvimentos imobiliários. A gente lançou uma torre em Uberlândia, então já caracterizou aqui mais 15 milhões nessa linha. Está então esses foram os dois efeitos principais aqui das outras receitas.
PParticipante 6
Está ótimo Rafa e Dani, muito obrigada.
Pergunta 4Mateus Meloni, Santander
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem de Mateus Meloni Santander. Por favor Mateus, pode prosseguir.
PParticipante 4
Opa, bom
MMMateus MeloniSantander
dia pessoal, tudo bom? Obrigado pelo espaço aqui de fazer a pergunta, do meu lado dois temas aqui. Primeiro queria falar um pouco sobre o fim com a quiné não é então entender se vocês podem dar algum update aí de como está rolando o processo, algum update do cronograma, e também entender ali na nas outras, despesa ali que passou não recorrente, que foi relacionado a isso então, se vocês puderem dar um pouco mais de cor do que exatamente foi isso, foi alguma mudança societária dos ativos para venda? Então entender o que que foi isso e também, se já foi tudo que precisava ser feito ou se pode ser que passe alguma coisa para frente, e também se essa despesa é exclusivamente relacionada a essa transação e se, por acaso vocês fizerem alguma algum outro tipo de transação teria que fazer algo semelhante então, esse é o primeiro tema. E aí o segundo tema é é também falar um pouco do Tijuca, tem tem entender um pouco como é que está ali o cronograma para para para normalizar a operação do shopping, e também em relação ali à receita do do do seguro não é entender o que que a gente pode esperar para frente nos próximos trimestres, se deve ter alguma mais entradas nesse mesmo patamar ou ou deve ir aumentando ao longo do tempo enfim, um pouco mais de cor também nesse tema.
PParticipante 7
Obrigado.
PParticipante 3
Bom, bom dia Mateus e a Dani, tudo bem? Na primeira pergunta em relação ao fio com quinéia, a gente está em processo de registro desse fundo, está? Então a gente realmente não pode comentar nada em relação a a cronograma está? Então essa a gente não vai poder a aprofundar aqui. Com relação a outras despesas não é que você viu, isso na verdade é resultado de uma reestruturação que a gente conduziu em abril está, e que tem o objetivo da gente simplificar a nossa estrutura societária, ganhar eficiência para companhia de uma maneira geral, e está ligado aí no nosso processo de gestão de portfólio como você falou não é.
Então essa incorporação não é, ela reverte parte dos efeitos contábeis que a gente teve com a fusão não é, que é ligada a esses ativos que a gente está falando como você pode ver também na reversão no imposto deferido que a gente teve nesse TI também. Então foi basicamente isso. Quando a gente fala de Tijuca, eu acho que segue um procedimento normal, a gente vem em negociações com seguro, vem tendo êxito nessas negociações, conforme a gente vem comprovando os gastos que a gente tem tido com com o shopping de maneira geral está?
MMMateus MeloniSantander
Não, muito obrigado, valeu.
Pergunta 5Pedro Peroni, Bank of America
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem de Pedro Peroni, Bank of America. Por favor Pedro, pode prosseguir.
PParticipante 4
Bom dia Rafael, Daniela, obrigado pelo espaço. Ultimamente a gente vem observado um mercado mais aquecido não em compra e venda de ativos principalmente agora na ponta, nessa semana teve um fundo anunciando duas movimentações importantes aí comprando outros dois projetos de Real State, e diante disso a gente gostaria de entender como é que vocês estão observando essa dinâmica na ponta para o contexto da Allos, não é? Principalmente pensando em apetite, como estão enxergando essa captação fundo, não é? Que vocês puderem explorar aqui já ajuda bastante a gente. Obrigado.
PParticipante 3
Oi Pedro, obrigada pela pergunta. A gente fica sempre observando as oportunidades aqui de compra e venda de ativos, a gente está acompanhando de perto aqui o mercado de fundos imobiliários e avaliando obviamente as janelas de oportunidades, está? Então a gente realmente está aproveitando, você viu que a gente concluiu a nossa permuta ali de redução de tabom e investimento tanto em Campo Grande quanto o Village de Caxias, mesma forma que a gente também concluiu o desinvestimento em Curitiba, aumentando a nossa participação no shopping da Amazônia e também anunciamos aqui uma aquisição pequena ali no shopping Recife está. Então a gente fica nesse, de olho aqui nesse mercado de compra e venda, e está sempre observando as oportunidades aqui.
PParticipante 4
Super claro Dani, obrigado.
Pergunta 6Elvis Credêncio
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem de Elvis Credêncio, Itaú b b a. Por favor, Elvis, pode prosseguir.
PParticipante 4
Bom dia, Rafa, Dani. Tópicos aqui. Primeiro sobre os custos operacionais. Eu queria entender do lado de vocês, o que que vocês pensam em termos de perspectiva para essa linha, não Porque eu imagino que, nesse trimestre em específico deva ter tido algum problema relacionado ao shopping Tijuca, algum custo adicional, ano-off, mas como a linha de serviços também tem ganhado relevância, e dado a rentabilidade um pouco diferente aí das outras linhas de receita, tentar explorar um pouquinho mais essa linha onde ela deveria, para onde ela deveria caminhar para frente está? E o segundo tópico é sobre alavancagem e distribuição de de dividendos não é?
Quando vocês anunciaram o guidance de alavancagem lá no final do ano passado, o macro era bem diferente, não é? E até aproveitando a fala que o Rafa deixou aqui no começo, perspectiva de taxa de juros é pior, não Do que aquele momento. Então eu queria entender, vocês continuam confiantes ou um pouco mais cautelosos em manter essa alavancagem duas vezes em um futuro próximo ano que vem, e e de fato continuar, dar uma continuidade a essa estratégia de retorno de capital aos ações nessa nesse mesmo nível de, nesse mesmo nível que vocês têm apresentado. É isso, obrigado. Elvis.
RSRafael Salespresidente
Elvis, obrigado pela pergunta, pelas duas perguntas. Bom, primeiro, a questão de custos, de operacionais ela tem uma variação trimestral que é, que não dá para gente a analisar não é, existem fatores pontuais. Nesse caso sem dúvida tem um efeito do Tijuca, tanto no PDD quanto nos custos, não é e e a gente se você olhar, sem esse efeito, o a gente teria um uma queda de p d de sete e meio por cento, em relação a 2025, e a a inadimplência ficou em um ponto dois também. Então acho que a a saúde do negócio está muito preservada, e a continuidade da da do crescimento de rentabilidade também. Sem dúvida o cenário não é um cenário fácil, não é, de fazer negócio no Brasil, mas mas ao mesmo tempo a gente tem visto que o que o a nossa empresa especificamente está está bem protegida, a gente está indo, está conseguindo extrair bons resultados apesar desse cenário mais difícil.
Em termos de, e isso tem se se conecta com a tua segunda pergunta que é sobre nossa capacidade de continuar pagando dividendos, a gente, nosso guidance é para esse ano não não é para o para todos os anos, porque o conselho tem que aprovar a cada ciclo não é de de de de resultados então, o o guidance oficial é para um para um ano, mas de fato a gente ainda continua com o balanço desalavancado, e enquanto o cenário de de custo de capital estiver nesse nível, as oportunidades de investimento são menores, não é então acaba, e que uma coisa leva a outra então a gente acaba desalavancando mais a companhia, e consequentemente podendo pagar mais dividendos então, é natural que a gente mantenha um nível desse esse nível de alavancagem que a gente se comprometeu porque não não faz sentido manter esse tanto capital dentro do do balanço da companhia. Está bom, obrigado.
PParticipante 4
Obrigado, bom dia.
Pergunta 7Herman Lee, Bradesco BBI
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem de Herman Lee, Bradesco BBI. Por favor Herman, pode prosseguir.
PParticipante 4
Bom dia Rafa, Dani e time, obrigado pelo espaço. São dois temas que eu gostaria de abordar, o primeiro sobre o Guiernes então, o o Guiernes foi reafirmado não é, mas considerando a performance do primeiro semestre e a contribuição crescente das nove verticais, queria queria entender assim, se seria razoável pensar que existe aí um up side risco para o ganho de te ajudar, se se isso faz faria sentido. E um segundo ponto aí sobre o digital então, como vocês bem mencionaram, o GMV cresceu 31%, a gente vê uma aumento de frequência de visitas, maior venda dos lojistas pelo programa de benefícios. Só queria entender se vocês têm sentido ou percebido aí algum, melhor aí nos prédios de aluguel por exemplo, alguma evidência de aumento de tíquete médio. Vou tentar só entender um pouco alguns dos benefícios que vocês têm sentido ao longo desse ano, com o aumento do do engajamento digital.
Obrigado.
RSRafael Salespresidente
Oi Raimon, eu vou primeiro responder aqui sobre o guidance depois eu passo para o Vicente falar sobre o o digital e o o nosso problema de benefícios. O guidance a gente mantém, porque primeiro que o segundo semestre a gente não tem ainda muita perspectiva de como vai ser, e e a gente entende que está em linha com o que a gente está estava esperando antes no início do ano. E o efeito do do Shopping Tijuca já está nesse nesse nos resultados que foram publicados agora não é, e e e a gente mesmo assim está reafirmando o Guidesk, então, a gente não vê agora, não tenho nenhuma ideia assim aqui de revisar a Guidesk ou alterar expectativa para o para o ano. Sobre o o o royalty, eu vou passar aqui para você a gente falar sobre, o efeito do programa.
PParticipante 4
Oi Erman, a
HLHerman LeeBradesco BBI
gente tem medido sim o crescimento do spending dos nossos clientes engajados no programa, isso já a partir desse ano, ano passado a gente começou a conseguir medir isso por conta das safras que foram se formando de de consumidores participantes do programa, e e esse ano isso inclusive entrou no nos objetivos, nos k p a's que a gente acompanha e incentiva o time, para que a gente desenvolva cada vez mais benefícios e propostas para os consumidores que aumentem o spending desses consumidores nos shoppings não então esse ano a gente ainda não não não deu o discolojo desses números mas posso te dizer que a gente está crescendo mais de dois dígitos o spending dos dos clientes engajados no programa, o que também reforça aí o indicador que a gente já mostrou não é de de aumento de frequência e justifica não é dentro da nossa visão essa estratégia que a gente entende que está funcionando muito bem para fazer com que o consumidor esteja cada vez mais próximo, engajado com os nossos shoppings não então a gente está bem, animado com essa com esses sinais e a gente continua investindo para tentar fazer com que esses spending vá aumentando ao longo do tempo.
PParticipante 4
Bastante claro, Vicente Rafa, obrigado e bom dia.
Pergunta 8André Mazzini, Citi
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem de André Mazzini, Citi. Por favor, pode prosseguir.
PParticipante 4
Bom
AMAndré MazziniCiti
dia, Rafa, Vicente, Dani, obrigado aqui pelo call. Duas também, a primeira é sobre a parte de desenvolvimento e multiuso não é, vocês estão acelerando, interessante ver essa aceleração. Então se vocês puderem lembrar a gente do Economics desses projetos para Allos não é, se é tudo em multa financeira, em que a Allos fica com um percentual do VGV e e qual o percentual em média, não é, desse desse VGV nesses vários projetos. Essa é a primeira. E a outra, sobre simplificar a Allos, Imagino que vocês estejam usando a I a automação no no programa e também a recente junção dos dos CRM's, os legados, deve estar ajudando na na simplificação certamente, não é?
Então, o que que ainda dá para fazer nesse programa para frente e se dá para esperar um impacto até positivo em margens com essa simplificação, é mais agilidade e et cetera, e não e não tanto em margens de fato, não é? Obrigado.
RSRafael Salespresidente
André, obrigado pela pergunta, pelas perguntas. O desenvolvimento imobiliário multiuso ao redor dos shoppings é uma estratégia muito importante hoje nossa, a gente trabalhou nos últimos anos para criar os os os master plans e as aprovações para gente poder fazer os lançamentos e vender os projetos não como a gente tem feito, você acho que teu ponto é bem importante que é, a nossa estratégia principal é permutar por conta do fato da gente já ser uma empresa que carrega não bastante bastante ativos imobiliários, a nossa ideia é não adicionar risco de incorporação, além do fato de da gente já ter os imóveis, não é, já ter os terrenos dentro do balanço, então, e além disso trazer especialistas como nossos sócios para desenvolverem os projetos, na verdade trazerem produtos que sejam adequados àquele mercado que a gente está, então essa é a nossa estratégia principal no desenvolvimento imobiliário, lembrando que não não importa só somente o o percentual de permuta, varia muito de região para região e de uso, varia de uma forma muito diferente de de doze a vinte e cinco ou 30%, então é muito, caso a caso a permuta por conta do, por conta da nossa, das peculiaridades de cada mercado e também do tipo de de produto que a gente vai lançar, mas o o importante é agregar qualidade e densidade de renda e de potencial de consumo para que para aquela para vizinhança do shopping, então esse é também um driver super importante em uma decisão do do que a gente vai lançar de multiuso.
No no simplificá-los, a gente não tem dado um guidance firme de em termos de número, porque ao mesmo tempo que a gente tem queda de de despesas por conta desses fatores que você colocou de automação, ganho de eficiência, todos esses fatores estão impactando sem dúvida essa essa capacidade nossa de de ganho de eficiência, porém a gente também teve revisões de estruturas que foram feitas após a consolidação da integração. Então óbvio que esse ano agora essa queda nominal que a gente espera ter é é um fator que vai ser certamente mais firme, mais forte esse ano. Mas de qualquer forma a gente está crescendo em outros negócios não e ao crescer em outros negócios a gente acaba também e crescendo despesas, crescendo, aumentando o time, então, não é que a companhia não está crescendo, então ao ao crescer a gente também precisa de estrutura, então, a queda de G and A deve continuar esse ano, ano que vem a gente continua esperando ganhos de eficiência por conta da desse de vários fatores, inclusive pelo fato da gente esse programa de simplificação ser algo que é perene, não é?
A gente vai continuar reavaliando processos, fazendo iniciativas de redução de de de despesas com sistemas e tecnologia que que impactam bastante resultado.
Margem é difícil de de projetar porque as ou darge guidance porque na verdade a gente tem tido um queda de temos queda de de de despesas, porém alguns dos nossos negócios que estão crescendo têm margens diferentes das margens de de aluguel, margem de de real state, então acaba tendo uma diferença de imagem que é de não necessariamente conversa com os ganhos de eficiência que é basicamente queda esse ano nominal e para frente ganhos de com ganhos de escala e e crescimento menor do que inflação que é o que a gente espera.
PParticipante 7
Perfeito,
PParticipante 4
obrigado Rafa. Bom dia.
Pergunta 9Mário Simplício, Morgan Stalley
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem de Mário Simplício, Morgan Stalley. Por favor Mário, pode prosseguir.
PParticipante 4
Bom dia time Allos, obrigado por tomar a minha pergunta. A minha pergunta é mais sobre, vocês estão vendo os leasing spread dos os contratos de renovação nesse período, e também queria entender um pouco mais como vocês estão vendo as tendência da taxa de ocupação para próximos quares, e também se vocês pudessem dar um pouco mais de cola sobre o desempenho entre as regiões, a gente vê uma região norte performando melhor que as outras nesse começo de ano, eu queria entender um pouco mais como vocês estão vendo isso para frente no, para o resto do ano. Obrigado.
PParticipante 3
Oi Mário Dani, tudo bem? Com relação a leasing spread eu achei que a gente ainda está em patamares bastante saudáveis está? Ele é perto aí de dois dígitos tanto para o faturado quanto para renovações. A gente já comentou da da saúde dos lojistas um pouco aqui de maneira geral não é a gente teve uma taxa de inadimplência bastante baixa, tirando os efeitos do Tijuca que a PDD teria tido uma queda ano contra ano, a gente continua com uma demanda comercial bastante saudável que está traduzida também na nossa taxa de ocupação está? Então eu acho que isso é reflexo e são é o que suporta aqui a nossa capacidade de manter os leasing spreads nesses patamares positivos está?
E quando a gente olha da performance entre as regiões não é a gente realmente teve uma performance muito forte na região norte, mas quando a gente olha para o resto do Brasil a performance é um pouco mais uniforme, mas acho que de qualquer maneira, o Rafa até já comentou aqui quando a gente olha para o setor de shopping trimestre a trimestre você pode ter variações muito grandes. A gente vem conseguindo manter uma constância aqui de crescimento em venda total que eu acho que ela é bastante positiva, ao redor ali entre cinco 7% ao longo de vários trimestres não só esse ano, apesar dos desafios que a gente tem aqui no cenário econômico. Fruto aí da nossa capacidade de qualificar o mix dos shoppings, de promover eventos nos shoppings, trazer públicos em horários diferentes ou seja, encantar o cliente todos os dias nos nossos shoppings.
PParticipante 4
Obrigado Dani, parabéns pelo resultado.
Pergunta 10Jorel Guilot, Goldman Sachs
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem de Jorel Guilot, Goldman Sachs. Por favor, Jorel, pode prosseguir.
PParticipante 4
Bom dia a todos, obrigado por tomar minha pergunta. A primeira sobre hello, eu queria saber se vocês podem nos relembrar onde vocês enxergam as maiores oportunidades para a Hello. Seria em aeroportos, condomínios residenciais, outros shoppings? E também eu queria entender um pouco mais de como a gente deve pensar sobre esse Capex, vamos dizer, de expansão para a Hello. Eu um ano típico deveria ficar, sei lá, 5% do Capex total.
Segunda pergunta sobre estacionamento. A gente viu que a receita de estacionamento cresceu 6% ano contra ano. Então queria entender quanto desse crescimento estava vindo por reajustarifa versus aumento do fluxo de veículos e queria entender também se vocês veem mais reajustes de preço em 2026 para estacionamento, seria isso. Obrigado.
RSRafael Salespresidente
Leonel, obrigado pelas perguntas. Primeiro, o, sobre o Hello não é? A gente já esperava um crescimento forte esse ano como eu falei, mas eu destacaria, como o Vicente falou também no no início do COL, que o negócio de as a mídia em shoppings e e edifícios cresceu 24%. Então mostra que a gente via sinergias comerciais entre ter aeroportos dominantes importantes não é, nas cidades que a gente tem shoppings, isso está se confirmando, a gente está atraindo anunciantes que têm, ou não, talvez não tivessem tanto hábito ou ou conhecimento do da do potencial da mídia out of home em shoppings, que é um público muito qualificado. Ao a gente estar no aeroporto a gente consegue contactar com esse com essa base de anunciantes e aumentar a a a percepção e a e a melhorar na verdade o conhecimento sobre os canais que a gente oferece.
A gente tem muito para fazer no no nesse nessa nessa nas ativações, e nos shoppings e nos aeroportos a gente tem mídias novas que nem nem existiam nos nos aeroportos anteriormente que a gente está trazendo, um a pegada do do do que a gente está fazendo nos shoppings. O lado do estacionamento, a gente ainda tem hoje um fluxo, o fluxo tem voltado a crescer, mas o principal driver tem sido a tarifa por conta da da dominância dos nossos shoppings, a relevância dos shoppings, então tem espaço para aumentar o estacionamento gradativamente, e sempre muito específico cada mercado, cada região especificamente, está bom?
PParticipante 4
Obrigado.
Pergunta 11Rafael Heder, Banco Safra
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem de Rafael Heder Safra. Por favor Rafael, pode prosseguir.
RSRafael Salespresidente
Pessoal, acho que agora foi, desculpa. Eu tenho dois pontos também que eu queria abordar, o primeiro eu queria voltar na questão do m n a, mas mais na na ponta compradora, se agora com esse macro mais desafiador não é, se vocês estão vendo a possibilidade de aumentar a participação nos ativos mais dominantes a CAPS mais atrativos. E o segundo ponto só falar um pouco da reforma tributária, mais entender como que estão sendo as conversas com os lojistas, se vocês estão sentindo que os lojistas já estão preparados para reforma ano que vem, mas assim qualquer update que vocês tiverem ajudaria bastante, obrigado.
RSRafael Salespresidente
Oi Rafael, tudo bem? Obrigado pelas perguntas. O a a estratégia de aumento de participação em shoppings dominantes, ou aquisição de shoppings novos, depende não só do fator preço, mas também depende da do posicionamento estratégico do dos ativos. Então no caso agora do shopping Recife a gente está fazendo uma aquisição pequena mas, do de nove a a nove e meio por cento de cap rate, então é um cap que a gente entende, bom, importante para o jovem além de melhorar bastante a governança. Apesar de ser uma questão pequena para gente, ela resolve alguns aspectos de governança, então gradativamente a gente com esse com isso também o shopping tende a poder crescer mais, a gente aprovar projetos de uma forma mais ágil e isso acontece em alguns, em alguns outros ativos que a gente tem também então, é natural que a gente continue avaliando, obviamente como sempre a companhia vai ter muita disciplina especialmente em um em um momento de incerteza, de custo de capital mais alto e também de volatilidade não é, das taxas de juro, das expectativas futuras então, se tudo é levado em consideração na hora de tomada de decisão, certamente não não não é um ano que a gente está fazendo grandes transformações aqui de sonhos, mas a gente espera que, com talvez a com o final da da eleição com o resultado, essa incerteza diminua, que qualquer que seja o resultado da eleição, e com isso a gente possa avaliar como vai ser o cenário final do ano e início do que vem.
PParticipante 3
Rafael, em relação à reforma tributária, o nosso foco hoje é estar pronto tecnicamente do ponto de vista de sistema para atender as obrigações da emissão dos documentos não é, nos prazos que a receita definiu. A gente tem trabalhado nesse tema desde as primeiras versões da reforma está, a gente já está bem estruturado aqui dentro de casa para seguir o cronograma está, então estamos tranquilos em relação ao cronograma e da mesma forma que a gente está se preparando, os lojistas também estão se preparando então a a, as relacionamentos entre shoppings, lojistas, emissão de nota, tomada de crédito, isso tudo vai mudar, então do ponto de vista técnico também, a gente tem que se preparar e os lojistas também, então estamos aqui dentro do prazo com tudo indo em linha.
RSRafael Salespresidente
É não, está ótimo, Dani e Rafa. Obrigado viu pessoal, bom fim de semana.
Pergunta 12Jonatha Coutras, JP Morgan
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem de Jonatha Coutras, J P Morgan. Por favor Jonatha, pode prosseguir.
RSRafael Salespresidente
Oi, bom dia, obrigado. Bom dia, Aff e Dani. Tem só uma do meu lado ainda no Guidance, mas sobre o CAPEX não Se a gente analisa o primeiro semestre parece que a companhia deve ficar mais perto do LOW ali dos trezentos e cinquenta a quatrocentos e cinquenta, através por conta do macro pior, segurando mais investimentos enfim, só confirmar se faz sentido se tem algum investimento de desenvolvimento ou expansão maior específico para o terceiro ou quarto tri. Obrigado.
PParticipante 3
Oi Jonatha e Dani tudo bem? Em relação ao guidance de CAP é que se a gente geralmente tem sazonalidade está é natural que a gente tenha um investimento um pouco menor no primeiro semestre acelerando um pouco ali para segundo semestre, então a gente está mantendo o guidance de Capex também, finalizado ali o terceiro trimestre acho que a gente tem uma ideia um pouco melhor e que em patamar ali do range do guidance que a gente pode terminar o ano está, mas por enquanto está mantido o guidance entre trezentos e cinquenta e 450 milhões.
PParticipante 4
Perfeito, obrigada.
Encerramento
OPOperador
Não havendo mais perguntas, gostaria de passar a palavra para o senhor Rafael Sales para as considerações finais. Por favor, senhor Rafael, pode prosseguir.
RSRafael Salespresidente
Bom, a todos pelo interesse nos nossos resultados, eu queria destacar que realmente foi um trimestre bom, muito bom para para gente, desse cenário tão desafiador que a gente está cruzando aqui no no país, mas vamos lá, a companhia está preparada para qualquer que seja o cenário, e isso que eu acho que é importante em um em uma nesse momento que a gente está passando não é, seja como país, seja economia, as incertezas todas, não só aqui no Brasil como no mundo. Então, o time RI fica à disposição para responder mais perguntas, e obrigado e bom fim de semana.
OPOperador
Obrigada. A teleconferência dos resultados do segundo trimestre de 2026 da ALOS está encerrada. Agradecemos a participação de todos, e tenham um bom dia.
ALLALOS3 · 2T26Teleconferência de resultados
Allos · 2T26
0:00
-50:17
Transcrição automática · Atlas (Deepgram nova-3, pt-BR, revisão 1), gerada a partir do áudio da companhia; pode conter erros, confira no áudio. Números falados não viram dado do Atlas. 7.145 palavras. Site de RI
Fontes desta páginaCVM até 2026-06-30 · Companhia 2026Q3, parcial · B3 até 29/10›
CVM · demonstraçõesdesde 2010-12-31 até 2026-06-30