Atacadista de autosserviços · Comércio (Atacado e Varejo) · CVM 025372
R$ 7,81
Fechamento B3 · 29/10/2026
Teleconferência de resultados do 2T26
Data não confirmada1:11:16Português10 perguntas
Transcrição automática · Atlas
Apresentação · Companhia, arquivada na CVM
Release · Companhia, arquivado na CVM
Transcrição · Companhia
OPOperador
Bom dia a todos e obrigado por aguardarem. Sejam muito bem-vindos à videoconferência de divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2026 do açaí atacadista. Destaco aqueles que precisarem de tradução simultânea, que temos essa ferramenta disponível na plataforma. Para isso, basta clicar no botão interpretation através do ícone do globo na parte inferior da tela, e escolher o seu idioma de preferência, português ou inglês. Informamos que esta videoconferência está sendo gravada e será disponibilizada no site de RI da companhia, no endereço RI ponto Assaí ponto com ponto b r, onde já se encontra disponível o release de resultados.
Durante a apresentação da companhia, todos os participantes estarão com o microfone desabilitado. Em seguida, daremos início à sessão de perguntas e respostas. Para fazer perguntas, clique no ícone Q Any, na parte inferior de sua tela, e escreva o seu nome, empresa e idioma para entrar na fila. Ao ser anunciado, uma solicitação para ativar seu microfone aparecerá na tela. E então, você deve ativar o seu microfone para fazer perguntas.
Orientamos que as perguntas sejam feitas todas de uma única vez. Ressaltamos que as informações contidas nesta apresentação, e eventuais declarações que possam ser feitas durante a videoconferência, relativas às perspectivas de negócios, projeções e metas operacionais e financeiras do açaí atacadista, constituem-se em crenças e premissas da administração da companhia, bem como informações atualmente disponíveis. Considerações futuras não são garantias de desempenho. Elas envolvem riscos, incertezas e premissas, se referem a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer. Investidores devem compreender que condições econômicas gerais, condições de mercado e outros fatores operacionais podem afetar o desempenho futuro da companhia e conduzir a resultados que diferem materialmente daqueles expressos em tais considerações futuras.
Gostaria agora de passar a palavra à Gabriele Elu, diretora de relações com investidores.
Apresentação
GEGabriele Elu
Olá, bom dia a todos, obrigada pela participação na nossa videoconferência dos resultados do segundo trilho vinte e seis. Vou apresentar os executivos presentes hoje, Belmiro Gomes, nosso CEO, Rafael Sachet, v p de finanças e r I, Anderson Castilho, VP comercial e logística, Sérgio Leite, VP de operações e novos negócios, e a Sandra Vicard, VP de gestão de gente e sustentabilidade. Agora, como de costume, eu passo a palavra para o Belmiro para o início da apresentação.
BGBelmiro GomesCEO
Obrigado Gabi, bom dia a todos, bom dia a todas, obrigado pela participação, não é os números não é, se quiser colocar já na primeira página. Número do segundo trimestre não é, é um trimestre que ainda se tem um consumo pressionado, acho que vocês já tiveram, quem teve a oportunidade de ver os números, mas de execução muito consistente nesse trimestre. Nós ganhamos participação, fizemos uma muito importante ampliação de fluxo, um patamar recorde em número de clientes atendidos, preservando rentabilidade e avançamos de forma relevante na nossa desalavancagem, não é ou seja, não é um trimestre de aceleração de demanda, é um trimestre de resiliência, disciplina, mas principalmente também de evolução financeira, é ou seja, mesmo no cenário econômico o açaí ganhou market share, ampliou fluxo de cliente, preservou margem e chegou no nível de alavancagem de dois ponto trinta e sete. Fluxo de cliente ele mostra que mesmo com o tíquete pressionado, o cliente ainda segue escolhendo o açaí como destino de abastecimento e economia. Faturamento, base total ele sobe dois ponto quatro, mesmo as lojas ele fica não é, em zero vírgula nove, não é, ou seja, que ele mostra não um ambiente desafiador, mais a companhia ganha dentro do mercado de atacarejo um share de 0,3%.
Ponto positivo do trimestre, aumento do fluxo de cliente, sobre esse aumento ele ocorre tanto na base mesmas lojas, como na base total, que é os três vírgula quatro. Não é e aí você explica não é esse movimento que nós temos observado é o quê? Um consumidor que ele tem preservado a frequência mas ele tem ajustado ainda a sua cesta, seu mix de compra por busca de produtos mais baratos não é, a manutenção das taxas de dos níveis de endividamento de famílias, juros no patamar elevado, que acho que todos nós que estamos acompanhando a economia brasileira tem visto, tem dado esse contexto macroeconômico não é, esse ambiente de consumo ele não é um ambiente homogêneo, a gente já destacou em outros trimestres tem visto um movimento heterogêneo, aonde você tem as classes sociais mais baixa, especialmente o público de classe c d e com maior nível de pressão. Então quando você olha para uma dinâmica de consumo o que que a gente vê? Uma persistência de traid-own.
Então ou seja não nós tivemos oportunidade de mostrar no Investor Day dois carrinhos da mesma loja, mesmo imposto, os dois com noventa e um quilo, um custava oitocentos e trinta, que era a marca líder, nem é os produtos premium, e o outro carrinho custava quatrocentos e trinta e sete, então essa rampa de migração ainda de marca no momento de pressão econômica o consumidor continua realizando. Então o que que ele faz, ele acaba usando o tradeow como amortecedor da inflação. Então muito do que a gente vê da inflação alimentar ela é o quê? Uma medição de cestas iguais, e não necessariamente ela reflete as escolhas do cliente. Então para não engolir a inflação total, o consumidor ele tem feito escolhas como forma de quê?
Preservar o máximo possível o quilo comprado, o volume dele comprado. Então esse movimento de traidal que a gente observa nas classes sociais mais baixas, e um movimento também que a gente tem observado nos pequenos PJ's que são operadores de Food Service ele mantém frequência com uma pequena redução de volume, explica um cenário que é um fluxo crescente de cliente, mas sem um aumento do tíquete médio. A despeito disso os os esforços que nós fizemos em equilíbrio de margem faz com que a margem bruta ela tenha uma evolução importante no trimestre em torno de aproximadamente zero vírgula dois, o número real é zero vírgula quatro, mas depois eu vou explicar, tem um efeito da substituição tributária, retirada de produtos da ST que o estado de São Paulo tem feito que ele tem causado uma diferença de correlação entre a venda bruta e a venda líquida. Independentemente disso, a margem bruta ela seguiu em evolução dentro desse trimestre, isso reflete muito dos serviços que nós implantamos alguns anos atrás, algumas iniciativas que nós temos feito em termos também da dinâmica comercial, e em um cenário também que a gente tem visto com o mercado pouco elástico, uma cautela também na precificação e no nível de compra.
As despesas não é, ela sofre um efeito aproximadamente de zero vírgula vinte por causa do efeito da ST, ela tem um aumento mas um aumento muito menor do que o nosso aumento de fluxo. Quando a gente olha a despesa por cliente atendido, pode, volta ainda um slide, ela sobe 1,6% abaixo da inflação, abaixo da inflação geral ou da própria inflação de alimentar, uma vez que a despesa ela está muito ligada também à quantidade de clientes atendido a fluxo atendido. Lucro líquido recorrente do trimestre, 344 milhões, uma evolução de 94% em relação ao mesmo trimestre do ano passado, no contábil quinhentos e trinta e sete, a companhia está sendo bem conservadora e bem transparente ao dar os discreme e mostrar o desempenho operacional, sem nenhum impacto de crédito tributário de forma que o mercado consiga acompanhar a evolução operacional real da companhia. E aí ponto destaque, depois o Sachste vai falar na fala dele, a geração de caixa operacional, de que a redução da dívida líquida em 1,4 bilhões nos últimos doze meses, chegando ao nível de alavancagem em dois ponto trinta e sete.
Uma disponibilidade de caixa também importante, e um ponto importante que a gente viu que tem que nós temos feito e o Rafael vai explicar um pouco mais, que é propositalmente uma redução nos recebíveis descontados que nós tínhamos feito, uma vez que nesse processo de desalavancagem, quando se olha para a disponibilidade, permite com que nós trabalhemos com nível de antecipação menor do que nós tivemos que trabalhar em trimestres anteriores. Pode avançar para próxima página. Com isso, acho que um pouco do que eu já falei na outra parte, mas o importante aqui é que ele mostra esse efeito da substituição tributária, quando o produto está sujeito à substituição tributária a venda líquida ela fica igual à bruta para efeitos de de tributos estaduais, quando esse produto sai da substituição tributária acaba caindo a venda líquida não é, ou seja, quando a gente olha e normaliza esse efeito, isso tem um efeito de 0,26% dentro do lucro bruto e de zero vírgula vinte na despesa não é, então quando se olha a comparação obviamente a companhia ela mede, gente demonstra o resultado pela venda líquida, que é o padrão de mercado, mas a comparação ela é feita sempre a despesa sobre a venda bruta não é, então quando se olha isso é importante destacar esse efeito, o EBITDA não é dado essa pressão um pouco maior da despesa, ele tem uma ligeira mas na nossa visão estável, em um patamar estável que a gente mantém do segundo trimestre em relação ao ano passado, o EBITDA mantido na casa dos cinco ponto seis.
Então dentro do ambiente de consumo mais desafiador o que a gente tem buscado é voltar com estratégia comercial mais eficiente, tem uma contribuição importante na margem da maturação operacional de lojas, principalmente as que vieram do período de conversão do extra no último grande lote de expansão do açaí, e também muito dos serviços adicionados como o açougue, o fatiamento, que eles obviamente já entraram em um volume de venda mas na medida que o tempo passa a gente vai investindo em produtividade, em forma de trabalhar, na precificação não é, e isso tem ajudado bastante na composição da margem bruta não E essa manutenção de margem ela tem sido feito com a manutenção da competitividade, acho que a maior demonstração disso é quando a gente olha para o fluxo de cliente ou até a venda por metro quadrado pela companhia, e principalmente quando se olha o market share que a gente foi feito. A despesa ela também tem um ligeiro impacto também das novas avenidas de crescimento que a gente vai destacar lá para frente, mas ela reflete o cenário combinado do fluxo de clientes aumentando com o cliente ainda mantendo o traidow.
Passar para o Sachet que ele vai destacar os pontos da parte financeira.
Pode avançar ao próximo.
PParticipante 4
Bom dia a todos, obrigado Belmiro pela apresentação. Vou falar aqui um pouquinho então dos nossos resultados financeiros, lucro líquido, endividamento e o nível de endividamento da companhia. Nosso resultado financeiro, lembrando que aqui a conta é é a nota é invertida, é? Então quanto melhor, menor melhor, a gente reduz então o impacto do resultado financeiro em 25%, comparado com o mesmo período do ano passado, que ajuda bastante o nosso lucro líquido, chegando a 2,2% da receita líquida, e quais foram os drives que ajudaram nessa melhora do resultado financeiro? Primeiro, a manutenção do EBITDA, geração de caixa da companhia, nossa estratégia de desalavancagem, o nível menor de dívida, então, através dessa estratégia de desalavancagem, o o volume bruto de dívida cai, e também a gente começa pelo primeiro trimestre depois de vários de crescimento de Selic até uma curva virada, ou seja, a taxa média de custo de dívida começa a cair, e essa dinâmica deve permanecer, não é, se não tiver nenhuma alteração na política econômica, sendo um apoiador aqui da do nosso resultado financeiro até o final do ano.
Por fim, tivemos um impacto positivo de atualização de créditos tributários, são aquelas correções de Selic sobre alguns créditos tributários. Falando do nosso lucro líquido, atingimos 344 milhões de lucro líquido recorrente, 93,6% de crescimento, em relação ao mesmo período do ano passado, e o nosso lucro líquido contábil de 537 milhões, aqui com efeitos não recorrentes de créditos tributários. Então, o o a base comparável aqui seria uns seriam os 344 milhões, apoiados pelo nosso EBITDA, e pelo resultado financeiro da companhia, que teve uma melhora significativa. Passando para o próximo slide, a gente fala desse pilar tão importante que é a estratégia da companhia de desalavancagem. Então tem um esforço hercúleo de todo o time para manter um alto nível de serviço, boas vendas, margem bruta alta, gestão muito eficiente das despesas, e aqui na alocação de capital, no nosso working capital, no nosso CAPEX, o foco aqui de desalavancar a companhia.
Então, o caixa geral gerado operacionalmente nos últimos doze meses foi de 3,3 bilhões, tivemos CAPEX Capex mais impacto de sales e lisback de 600 milhões, fazendo uma geração de caixa livre de dois ponto sete. Aí entra a nossa dívida, não é, os juros da dívida e os dividendos com dois ponto três, e temos então uma geração de caixa final de um ponto quatro. Por que não zero ponto quatro? Porque a gente tem uma normalização aqui dos recebíveis contatos. Ponto importante, não é?
Dentro dessa estratégia de, a gente está reduzindo substancialmente essa essa antecipação de recebíveis, e dentro de algum tempo aí é muito provável que a gente comece a não ter mais esse efeito dentro do resultado da companhia. Por hora, a gente tem 1 bilhão já apoiado aqui na normalização. Passando para o lado direito, a gente fala um pouquinho da alavancagem financeira. Então, na nossa alavancagem financeira, a gente tem uma queda de zero ponto oito vezes EBITDA atingindo dois ponto trinta e sete. Vocês podem ver a trajetória aqui realmente é uma curva descendente.
Essa tendência ela está estabelecida e ela deve permanecer até o final do ano. Então a companhia está muito confiante de que esse índice começa, segue caindo nos próximos trimestres. Falando um pouquinho aqui do caixa bruto, só reforçar não é, está no nosso release, a companhia tem uma posição de caixa extremamente sólida, super saudável, com, pode passar o slide por favor? A gente fecha o trimestre com 7 bilhões entre caixas e e disponibilidades e também os cartões que a gente poderia antecipar. É um crescimento de 20,9% contra o mesmo período do ano passado.
Então esse caixa robusto nos dá o conforto de que a gente tem dois anos da dívida aí, de qualquer vencimento de dívida suportado por esse caixa. A gente não precisa de captações de curto prazo, principalmente em um cenário mais estressado que possa haver, a gente está confortável, mas obviamente a companhia vai ficar monitorando o mercado e eventualmente tomando novas linhas aqui para ter um perfil de dívida bastante alongado, muita segurança financeira e para sustentar esse esse plano estratégico de desalavancagem do grupo Oçaí. Passo agora a palavra para Sandra, que vai falar um pouquinho da nossa área de gente e de sustentabilidade.
SASandra
Bom dia a todos e todas. Seguindo aí com o nosso compromisso com a sustentabilidade, cada vez mais gerar valor para companhia, a gente continua aí atuando, em uma estratégia estruturada em três pilares não é? Operações eficientes, desenvolvimento de pessoas e comunidades, e a gestão ética e transparente. E nesse trimestre nós avançamos aí de forma bastante consistente em toda essa agenda de ESG, eu queria destacar aqui, o reaproveitamento de 47% de resíduos, a expansão das nossas iniciativas de compostagem e eficiência hídrica, e também, a evolução aí pelo quarto ano consecutivo no índice do ISE, consolidando-se aí como um a o açaí como uma única empresa de varejo a integrar esse índice. A gente também segue fortalecendo na companhia um ambiente cada vez mais diverso e inclusivo, a gente ampliou a nossa representatividade aí de mulheres e pessoas negras em posições de liderança, e também seguimos criando aí oportunidades para diferentes públicos, como os profissionais cinquenta mais, imigrantes e refugiados, pessoas com deficiência, e eu destaco aqui ainda a participação agora de 5% de jovens aprendizes no nosso quadro de colaboradores.
Esse índice aí nos trouxe e contribuiu para um reconhecimento que a gente teve recentemente, com o prêmio Band jovem de empregabilidade. Complementando aí toda essa atuação, a gente também publicou o relatório anual de 2025 das ações do Instituto Assaí, que é responsável aí por todo o nosso investimento social, e que consolida os resultados do primeiro triênio de atuação do instituto, e também reforça todo o nosso compromisso com o desenvolvimento das comunidades onde nós estamos presentes. Então essas esses foram os avanços que nós tivemos aí em sustentabilidade. E eu passo agora para o Belmiro para para seguir com a apresentação.
PParticipante 3
Obrigado Sandra. E aí acho que falar não é das avenidas de crescimento não uma vez que, como a gente viu nos números cenário macro ele segue pressionado e a companhia não está sentada esperando simplesmente o cenário macro o cenário macro ter uma melhora, então ou seja o açaí não além disso nesse trimestre ele foi reconhecido mais uma vez como a marca mais valiosa do varejo alimentar não é, e nós temos talvez o que seria um dos maiores ativos do varejo brasileiro, que é o fluxo crescente aí de 40 milhões de pessoas passando todos os mês, essa fluxo ele vem de uma relação construída em confiança e preço baixo e abastecimento, e as avenidas de crescimento todas elas partem a partir desse ativo não é, o objetivo nosso é ampliar a presença do açaí na rotina do cliente, ou seja, sem perder o foco nosso que é o quórum alimentar que é preço baixo, não é assim, falando ah trocar o modelo mas sim uma evolução do modelo aproveitando fluxo existente, especialmente também as estruturas de lojas que nós já temos, boa parte da nossas despesas, tirando o pessoal e algumas outras elas são fixas em termo de estrutura de loja, é, para poder adicionar dentro da dessa missão de compra do do do cliente, nós aumentar o share of wallet especialmente com iniciativas que elas não requerem praticamente muito nível de investimento em CAPEX e melhorando a nossa disciplina de capital.
Então algumas frentes e aí cada uma delas está em estágio diferente de evolução, a gente tem feito uma expansão muito rápida na parte de bem-estar, que é suplementação em vitamínica, isso já está presente hoje em noventa e três lojas, devemos chegar com essa nova categoria em trezentas lojas até o final de 2026 agora não é, aí estamos falando de o Whey Protein, creatina, produtos de pré-treino, estamos em uma sessão específica com um comprador específico, um um especialista nessa linha de produto, aproveitando não é, ou seja, se adaptando dentro das mudanças de hábito de consumo. Marca própria, o projeto segue no nível de avanço, a gente está aproximadamente com trinta produtos já lançado, algumas categorias já representam mais de 10% de participação da categoria, então tem-se um desenvolvimento, é uma alavanca importante na nossa visão, especialmente para ganho de margem para frente e também manter o nível de competitividade de preço, e oferecer para o cliente consumidor também uma uma oportunidade de um produto de qualidade, em uma marca conhecida, com um preço muito relevante.
Novos produtos estão sendo incorporado praticamente toda semana dentro do sortimento, a gente deve ter uma ampliação gradativa até o final do ano, acredito que o ano que vem ele já tem uma representatividade desses produtos, dado o volume que o açaí tem, especialmente em grandes praças como aqui em São Paulo.
Digital ele tem avançado, teve um aumento não mais de 200% de aumento não é, dentro das parcerias que a gente tem via Last Maio, nós temos cento e quatro lojas nesse momento com a operação do iFood, e 16 milhões de usuários do meu açaí que também recebe esses inputs através também de oferta, de preço, ajudando a aumentar a nossa base de de c r m. O in and out também a gente teve não nós vendemos compramos 11.000 refrigerador, vendemos todos eles, então é um projeto que ele segue também em evolução, objetivo desse projeto também é aproveitamento de fluxo, não ter uma linha fixa de produto, mas ter produtos em lotes de oportunidade que o cliente olhe e fale olha, aqui eu tenho uma oportunidade reforçando a imagem de preço baixo. Serviço financeiro, a gente infelizmente ainda está aguardando aprovação do banco central para segunda fase, para fase mais importante desse projeto, pois em perguntas e respostas a gente pode responder um pouco mais, mas o projeto piloto do açaí pay, que está em operações em 30% dessas lojas, tem evoluído, 55% são clientes novos que têm aderido o produto.
E há outras frentes em estudo e avaliação nesse momento, uma delas é a questão dos eletropostos. Não é, nós temos estacionamento grande, maior parte da nossa energia ela é no mercado livre, ela não está no mercado cativo, então nós temos um custo de energia aproximadamente metade da tarifa residencial que o consumidor paga, tão tão simples quanto, o objetivo é que a gente dê oportunidade ao cliente de recarregar um veículo híbrido ou elétrico mais barato do que ele pagaria para recarregar na casa dele. Nós recebemos aproximadamente atualmente em torno de 20 milhões de veículos mensalmente dos clientes que vêm se abastecer dentro da nossas loja, então na nossa visão o eletroposto é um projeto que a gente deve assim que terminar os estudos técnicos de viabilidade, uma vez que maior parte das lojas nossa tem sobra de demanda não expectativa é que o cliente enquanto carro carrega ele possa fazer compra, é um projeto que tem avançado muito em outros países aonde a eletrificação tem sido crescente, e a gente aposta também. Postos de combustível, a gente também tem avaliado uma vez pela quantidade de de fluxo de cliente e a possibilidade depois de integrar todo esse sistema, todo esse ecossistema, seja da compra do alimentar, seja da própria farmácia, seja do digital, seja do serviço financeiro, mas também em mais uma rotina, mais uma missão de abastecimento desse cliente.
E a iniciativa acho que talvez mais importante que eu gostaria de destacar para de avançar o próximo slide, foi que agora não é, nós inauguramos a primeira depois de mais de trinta anos não é aqui de mudança legal não é, nós lançamos a primeira farmácia dentro do ambiente de loja não é, acho que aí nós fomos extremamente rápido, uma vez que ela foi a primeira do setor no Brasil como um todo, ela foi lançada apenas quatro meses depois da sanção da nova lei, até então o setor alimentar ele não podia ter a farmácia dentro da loja, ela teria que ficar na galeria, se alguém perguntar o que que muda com isso, galeria não é, a dificuldade é que depois que o cliente já fez a compra, pagou o carrinho, é muito difícil para ele conseguir entrar dentro de uma farmácia e poder fazer o abastecimento não é, de medicamentos, tendo já produtos inclusive refrigerado no carrinho. Então a primeira unidade foi lançada na loja icônica da Anhanguera, foi a loja onde foi aberta, o primeiro extra mesmo, hipermercado, há mais de trinta lá atrás, é uma loja extremamente bem localizada, uma loja com mais de 180.000 pessoas que passam, quase 200.000 pessoas mensalmente nela, e totalmente integrada ao ambiente de vela.
A gente já está com duas unidades de operação, a gente deve estar com vinte e cinco unidades operando até o final de 2026, e nessa etapa a gente prevê que duzentas e cinquenta unidades potenciais no médio e longo prazo não é. É um projeto que como nós já temos piso da loja, energia elétrica, ar-condicionado, segurança, o Capex para implantação em uma farmácia deve ficar abaixo de R$ 400.000 ou em torno de R$ 400.000, hoje a gente deve ter um investimento total nas duzentos e cinquenta de aproximadamente apenas R$ 100 milhões, um um potencial de venda relevante. E essa farmácia ela tem o sortimento totalmente completo, ou seja, inclusive os medicamento prescrito, g l p um, controlado, além de dermocosmético, vitamina e suplemento, e isso vai estar integrado também ao açaí. O dia que nós inauguramos essa primeira unidade do açaí farma não é somente a primeira farmácia, mas é também foi a primeiro nossa operação online que a entrega é feita por nós. Então ou seja, dentro do açaí farma o cliente também pode comprar pelo aplicativo e vai receber medicamento na casa dele.
O que a gente tem visto nos primeiros dias de operação os números estão acima do que nós esperávamos, você percebe que para o cliente poder, já que ele tem que vim fazer a compra de abastecimento, poder comprar medicamento também é algo importante. Então é um passo importante, time que estava à frente trabalhou muito, a implantação ficou muito boa mas acho que melhor do que nós falarmos sobre a implantação, melhor do que nós falarmos sobre como está o açaí farma, eu gostaria de disponibilizar um vídeo que acho que talvez, que também não é feito por nós, que acho que mostra um pouco como que ficou a implantação da farmácia e qual a opinião do cliente.
PParticipante 5
Muito boa noite para você, começou a funcionar hoje aqui na capital a primeira farmácia de um supermercado. Desde março, esse tipo de estabelecimento varejista está autorizado por lei a vender medicamentos, até mesmo aqueles remédios controlados mediante receita médica. Todos os novos locais terão que seguir as mesmas regras das farmácias tradicionais.
PParticipante 6
Neste mercado da Vila Leopoldina, zona oeste da capital, a partir de hoje, é possível pegar uma cestinha e fazer como este casal.
SASandra
É bom não é, que a gente já aproveita, já compra os produto aí mantimento e já vem na farmácia, comprar os remédio não é, que todo mês tem que ter que comprar mesmo lá olha. Está aí como um cesto de remédio.
PParticipante 6
É tudo para o seu José, que costuma pesquisar os preços antes de comprar e está satisfeito.
PParticipante 5
Ajuda não é lógico, se o preço é competitivo no momento foi. Como eu sou o cardíaco eu tenho que procurar preço.
PParticipante 6
Esta é a primeira farmácia inaugurada nesta rede de supermercados, depois que foi aprovada em março deste ano, uma lei que permite este tipo de instalação. O estabelecimento precisa seguir uma série de regras, como a separação física entre a farmácia e o mercado, além da presença de um farmacêutico durante todo o horário de funcionamento.
SASandra
Hoje as pessoas procuram se exercitar, as pessoas procuram comer bem, e elas precisam de uma farmácia para se cuidar. A farmácia passou, deixou de ser uma um local para cuidar de doença e começou a ser um lugar para cuidar de saúde, então as pessoas procuram se prevenir dentro da farmácia. E a gente enxerga que com a farmácia dentro do supermercado a gente consegue entregar uma saúde mais integral para o cliente.
PParticipante 6
Estar dentro do supermercado não muda as regras. Os remédios isentos de receita podem ser comprados diretamente. Já aqueles que exigem prescrição, só podem ser vendidos se a receita for apresentada e depois retida. E a orientação dos especialistas continua. Medicação.
Para o professor de educação física, a maior vantagem é a possibilidade de ganhar tempo no dia a dia.
SASandra
Para mim eu acho que facilita não é porque você já faz tudo em um lugar só, fica mais prático não é? Eu no particularmente já venho na academia, já faço no mercado, se precisar pego alguma coisa já na farmácia.
PParticipante 3
Obrigado, e acho que depois do vídeo podemos já abrir não Gabi, para perguntas e respostas.
Perguntas e respostas
Pergunta 1Daniela Heger, x p.
OPOperador
Agora começaremos a sessão de perguntas e respostas. Lembrando que para fazer perguntas, vocês devem clicar no ícone Q Any, na parte inferior da tela, e escrever o seu nome, empresa e idioma para entrar na fila. Ao ser anunciado, uma solicitação para ativar seu microfone aparecerá na tela, e então, você deve ativar o seu microfone para fazer perguntas. Solicitamos por gentileza que as perguntas sejam feitas todas de uma única vez. Dando início, a nossa primeira pergunta vem da Daniela Heger, x p.
Dani, pode prosseguir por favor.
SASandra
Bom dia Belmiro, bom dia Gabi, chat, obrigada por pegar minha pergunta. Eu tenho duas aqui do meu lado, a primeira é em relação à a perspectiva para frente, não é? Bem evidente que a gente está em um momento bastante desafiador de consumo e vocês se anteciparam e já, enfim, estão com diversas iniciativas aí para lidar com isso. Mas olhando o core, não é, em termos da da parte do alimentar, não é? Tem a questão dos suplementos que vocês estão trabalhando, marca própria também, mas como vocês têm visto e esperam que evolua tanto cesta, não é, e aí tanto o mix de categoria como também o tradeown que vocês que ainda estão vendo não é, quanto a parte de de preço considerando tanto a dinâmica de inflação de alimentos quanto esse mix de categoria não é então, se vocês pudessem tentar nos ajudar a a pensar para frente obviamente é meio que prever um pouco o futuro mas vocês têm muito mais conhecimento e dados do que a gente para para tentar fazer essa essa previsão, mas nos ajudar o que que vocês estão vendo aí em termos de de tendência do lado da cesta.
E aí a minha segunda é é, se possível, eu queria que vocês dividissem um pouquinho o que que vocês pensam de Economix para loja do Assaí Farma, não é? Você falou aí do Capex, Belmiro, mas assim, em termos de, de venda, de margem de contribuição incremental ou em montante nominal não é porque, você tem de fato uma margem melhor da do do da categoria, mas também tem que entender que vocês colocaram no lugar de alguma coisa que estava ali não então, imagino que cada loja vai depender da performance entre as categorias, mas seria bacana só para gente pensar um mais no médio prazo o que que isso pode trazer aí de evolução tanto do lado de crescimento quanto de rentabilidade. Obrigado.
PParticipante 3
Obrigado, Dani. Bem, ambiente de consumo de cesta, não o que a gente tem visto aqui, ou seja, a gente viu o número ele segue pressionado, acho que está muito ligado à baixa renda, quando a gente olha a gente olha para não é, para o canal atacarejo como um todo não é, e você percebe assim, é o canal que está mais impactado não é, pelo que a gente tem visto na baixa renda, um pouco do efeito k que eu já vinha destacando em alguns trimestres anteriores, quando a gente olha para inflação a gente olha na realidade não é, o que é com o índice correto, que é uma movimentação de uma cesta fixa, só que no caso do Brasil ela não é fixa não nós temos uma variabilidade de marca, quando você olha para trading out talvez em mercados mais maturo como Estados Unidos e Europa ele se dá em degraus, aqui é uma rampa, você tem uma quantidade tão grande de marcas que permite com que o cliente faça ajuste, tanto que o que a gente viu nesse trimestre foi o quê?
Um aumento de fluxo, base mesmo nas loja, base total, mas quando você olha ainda um tradingdown aí na casa de 3% aproximadamente, 2% que neta, ou seja, o o cliente ele não tem engolido a inflação, a inflação ela existe de fato quando você olha a cesta estável, mas não é o que está chegando, o que está saindo do bolso do cliente.
Então esse cenário enquanto tiver um cenário de endividamento elevado e uma boa parte da renda comprometida com o pagamento de juros, ou seja, um pouco na família o que acontece com o nosso resultado, gente não vê consumidor com espaço para isso. Então como você bem falou, a gente está com uma série de frentes olhando para isso, não esperando simplesmente o macro melhorar, algumas frentes colocadas que ela visa não é, no caso da marca própria ela deve ajudar bastante porque na medida que o consumidor também faz essa migração ele pode escolher o nosso produto de marca que vai nos dar uma margem maior não é, mas nesse momento a gente vê um consumidor pressionado. Então onde a gente tem sentido isso? No consumidor de baixa renda, alta renda, sinceramente não. Quando a gente olha as pesquisas por exemplo que o j p da Nilsen, é o varejo moderno, que ali o varejo pega mais, normalmente as empresas que atende alta renda, nós também temos loja que atende alta renda, impacto sinceramente nenhum.
Quando você pega a classe c, d e, aí você tem um impacto relevante, isso a gente sente direto nesse cliente que compra conosco, mas também no cliente p j que se abastece conosco para atender esse cliente. E o impacto como eu destaquei no início da fala do Food Service, que que a gente deve ver daqui para frente, julho, a gente já fechou o mês de julho, obviamente o número a gente já fechou com mesmas lojas positivo em zero vírgula cinquenta, sem nenhum impacto, calendário nem nada, então mostra que a gente deve ter um cenário de continuidade de mesmas lojas ali brigando com um pouco, ou seja em um ponto, um ponto e pouco, então ou seja é o que a gente tem trabalhado nesse momento, mas ainda em um cenário de pressão de consumo que na nossa visão ele deve perdurar por um tempo, então por isso que a companhia ela tem apostado em novas frentes de crescimento, foi assim quando nós colocamos por exemplo o açougue e fatiamento, hoje isso representa aproximadamente 5% da venda, então muito dessas avenidas obviamente elas também enfrentam um máximo madura não é, qualquer frente nova é um bebê novo que está nascendo, a Farm Farm ainda está no leite não é, então ou seja, mas a nossa convicção do sucesso é muito grande, especificamente do Farma.
Obviamente a gente espera um faturamento maior do que a média da Abrafarma, se você olhar para os 40 milhões de clientes a gente tem uma média aí de 200.000 pessoas passando nas lojas. A gente quis trazer esse vídeo porque o sentimento nosso é que ele captura exatamente o que é o sentimento do cliente, ele tem que vim fazer a compra de abastecimento, ele vem se abastecer de perecível, se ele consegue resolver isso em uma única jornada, nós também temos como interligar agora os dois para poder gerar cashback no alimentar para ele gastar no farma e assim sucessivamente. Então quais são os pontos que a gente tem acho que de positivos e negativo? O ponto positivo é a despesa operacional que já está lá. Então da mesma forma que o Capex ele está muito abaixo do que seria para você colocar uma farmácia de rua, quando você olhar para despesa operacional você pode fazer uma conta parecida com isso.
Então você tem um custo de pessoal, mas energia elétrica, aluguel, IPTU, segurança que é algo importante já está dentro. A maior parte das lojas do açaí tem espaço disponível para gente conseguir colocar uma farmácia sem ter que fazer nenhuma revolução grande no sortimento, dentro também desse movimento que tem tido o alimentar a gente tem feito uma revisão contínua da quantidade de produtos que nós temos trabalhado em algumas categorias, de modo que está sendo possível acomodar a operação do Farma sem nenhum grande impacto não é, o capex para colocar uma farmácia ela é um terço do que nós investimos por exemplo em açougue e fatiamento. Então ou seja não é, nossa visão é que, por isso que nós trabalhamos muito nessa mudança legal, porque é um investimento onde você vai gastar 100 milhões para um potencial de venda, que é o custo às vezes de uma loja e meia, mas para um faturamento de várias lojas, ainda não quer obviamente abrir qual que seria a nossa expectativa de faturamento por loja, projetar na fase embrionário, mas a gente vê com grande potencial de entrada do açaí nesse mercado.
SASandra
Excelente, muito obrigada, Bilmiro.
PParticipante 3
Obrigado,
Pergunta 2João Soares
OPOperador
Dani. A nossa próxima pergunta vem do João Soares Citiz. João, por gentileza, pode prosseguir.
SASandra
Oi, bom dia, pessoal. Belmiro, a primeira coisa que eu queria entender do teu lado é, esse cashback assim, fala para gente um pouquinho como é que está a estratégia para você. Quer dizer uma pergunta que a gente recebe, quando a gente compara com o histórico não é, as as farmácias em galerias dentro dos cash and careers, não Acho que aqui a, o grande, a grande evolução é que você tem um interesse mútuo aqui nessa, nessa, não é no nos dois irem muito bem não é então, e esse cashback acho que pode ser crucial aqui para você conseguir travar volume no no cash and care e também via via farmácia enfim e etcétera não é mas, queria ouvir um pouco quais são as iniciativas, como que você está vendo essa, essa, esse flywhill aqui de, de, de farmácia com cash and care. E o segundo ponto Belmiro, quando a gente olha os dados do setor, quebra o same store seu segundo semestre do ano passado, Estava olhando aqui, chama bastante atenção que os volumes caíram muito em agosto e e setembro.
Não é então parece que tem uma base mais favorável aqui pelo menos para volumes do setor aqui para para o terceiro trimestre.
Queria ouvir um pouco como é que você está vendo isso, se faz sentido, enfim, obrigado.
PParticipante 3
Obrigado, Nuno, quando você bem falou não há uma, assim quem imaginar que o o projeto que está sendo feito agora e aí eu convido quem tiver, tiver a oportunidade, vai lá na loja da Anger e olha por si próprio como que ficou a implantação da farmácia, é muito diferente do que era os projetos de farmácia em galeria, eu mesmo não acreditava em farmácia própria na galeria, tanto que a gente poderia ter feito mas nunca tivemos interesse, nossa visão ela precisa estar mais integrada à missão do cliente. Quando o cliente está dentro da loja ele pode passar, deixar a receita, ir lá fazer compra, largar o carrinho dele e voltar à lista de medicamento dele, está separado, ele dá um ganho de tempo importante não é, quando ele está na jornada mesmo isso já é mais difícil, ele não compra o medicamento e entra na loja, e principalmente depois que ele pega o perecível, quem ficou na fila do caixa, ele não para em hipótese alguma. Então a relação dele com o carrinho é muito diferente antes de pagar, depois de pagar.
Como você bem disse, qual que é a forma que nós temos para alavancar esse negócio?
A gente consegue em uma loja com 200.000 clientes passando, se eu gerar um cashback lá para um cliente de R$ 5 para ele gastar na farmácia, provavelmente ele vai fazer. Então ou seja, provavelmente ele vai frequentar e na nossa visão a gente vai de fato prestar um serviço ao cliente porque, o exemplo da reportagem que a gente trouxe aí da Globo, que é uma reportagem totalmente neutra, mostra não é, o cliente ele já tem, a maior parte do cliente crônico, a pessoa que frequenta muito para estabelecimento alimentar é esse mesmo cliente que precisa de medicação de uso contínuo, de medicação de uso crônico. Então ou seja, nós vamos ter um custo operacional, isso pode ser repassado parte para o cliente, na nossa visão é um projeto, até pelo nível de esforço para você ver, se nós conseguimos inaugurar a primeira quatro meses apenas após a mudança, significa que a companhia estava muito voltada, é um uma frente que na nossa visão ela deve agregar muito valor ao açaí, ela agrega muita venda, agrega margem e não agrega custo.
Acho que eu abri até o número do Capex, porque aí vocês podem comparar o que você está vendo para o Capex, talvez você pode trazer uma parte disso, do que seria não é, também com relação em relação à despesa.
Mesmo as lojas de agosto, setembro do ano passado ele tem uma queda de volume, foi um período que a gente sentiu aquela grande retração no consumo de commodities, então especialmente aquela queda não é, a gente pega não é, o ano passado não é, arroz, feijão, algumas alguns carboidratos. Esse consumo ainda tem se permanecido em patamares baixo, por isso que nós somos cauteloso em estimar que poderia ter uma recomposição por saber aonde ele foi concentrado. Então como ele foi muito concentrado em carbo na época, e quando a gente olha para os volumes de das commodities do primeiro agora e do segundo trimestre, é até o antes mesmo tinha mostrado, você vê que tem algumas pressões de preço que ela acaba não sustentando. A verdade é que tem uma redução no consumo de carboidrato e aumento no consumo de proteína. Então muito dos ajustes que nós fizemos em layout, sortimento, algumas coisas, foi se preparando para esse movimento, que é o movimento que a gente tem visto, como eu destaquei também quando você olha para cliente de Food Service, com 16 milhões de cliente no aplicativo a gente consegue acompanhar, recorrência e volume.
Então esse cara do Food Service, a pessoa da pizzaria, o restaurante, o pessoal, ele tem mantido frequência, a licitação dele não cai, mas ele tem uma queda de volume. Espero ter respondido, João.
PParticipante 2
Bom, com certeza.
Pergunta 3Vinicius Strano, UBS
OPOperador
Obrigado, meu. Próxima pergunta vem do Vinícius Estrano, UBS. Vinícius, por gentileza, pode prosseguir.
VSVinicius StranoUBS
Bom dia, Gabi, bom dia Belmiro e Sachet. Eu queria explorar um pouco o que que vocês enxergam de sensibilidade do consumidor a movimentos de preço hoje. E também pegar uma leitura sobre a sua visão com relação ao cenário competitivo. Teve uma troca de gestão no seu principal concorrente, então queria entender se você nota algum movimento diferente, por falar de precificação, práticas comerciais. E e um segundo ponto também um pouco atrelado à competição, se você pode comentar um pouco o market share por região, aqui no Brasil, e também na um pouco a performance aqui por por região, não é, tanto açaí quanto o mercado.
PParticipante 7
Obrigado.
PParticipante 3
Obrigado, Vinícius. Acho que indo de trás para frente aqui não é? Região do Brasil, assim acho que os movimento das regiões estão muito mais ligado às classes de renda do que a região. Então você vai ver por exemplo a região nordeste do Brasil e norte do Brasil com menor performance, por quê? Porque ela concentra a maior parte da população de baixa renda.
Então isso vai ser visível por exemplo dentro dos operadores dos setores e dentro das das e dentro de cada uma das regiões, e aí você sente por exemplo o sudeste muito mais resiliente. Mas quando você olha para dentro do sudeste você vai ver que lojas igual Congonhas por exemplo que está ali em uma população de alta renda não tem impacto, quando você olha na outra parte aqui você pega a população que está mais pressionada e aí está ligado o endividamento das famílias. Com oitenta e dois, acho que o último número agora de julho bateu um novo recorde de 82%, e o nível de comprometimento de renda isso não é uniforme na população. Então o que a gente está vendo talvez de forma dura, no setor alimentar, é exatamente a consequência não é de uma série de fatores que eu juro que não ia falar mais das Bethes não é, que acabou sendo em julho, em junho um efeito também pesado, mas ou seja não é, uma série de fatores dentro da economia que nesse momento ele tem repercutido.
Não é, o que a gente vê do consumidor é que a sensibilidade dele é assim, ele está com um limite do que ele pode gastar.
Então o que a gente observa no tíquete médio ele fala olha, eu posso gastar R$ 500. E aí dentro dos R$ 500 ele vai fazer trocas de produto sem nenhuma, assim, não quero citar marcas aqui mas assim, para quem vive no setor alimentar a gente viu movimentações emblemáticas. Qual é o lado positivo disso na nossa visão? É o melhor momento possível com a conjuntura, com projeto de marca própria, uma empresa do nosso porte, com a marca do tamanho que nós temos, com a quantidade de cliente para ele ter êxito. Porque se o cliente ele está disposto e ele também quer buscar ao mesmo tempo qualidade mas ele tem um limite de preço, marca agora ela pode ser algo muito relevante, eu tenho uma expectativa muito alta em termo de margem no caso da marca própria, mas você percebe o consumidor que ele está disposto a fazer troca de marca em praticamente quase todas as categorias, tirando o que se usa para o corpo, produtos de limpeza principalmente.
Então ele está com limite do que ele pode gastar. Você fez uma outra pergunta sobre gestão de.
PParticipante 2
Era sobre o
PParticipante 7
cenário,
PParticipante 2
obrigado
VSVinicius StranoUBS
pela resposta primeiro, e era sobre o cenário competitivo, tanto de uma maneira geral não é, e também especificamente sobre o seu competidor aqui.
PParticipante 3
Obviamente cada vez que cada companhia tem uma mudança, alguma outra alteração você sempre tem, mas assim, o grande acho que o que está não é, como a gente vem falando é o ambiente de consumo não é, não é, problema não é concorrencial, é um consumidor pagando juro, pagando juro elevado e sem poder levar. Tanto que pode ver as apostas e as iniciativas que eu tenho feito é muito aí em cima de manter o meu cliente dentro de casa, ganhar novos cliente e aumentar o share of wallet não é. Então quando a gente olha, você não vê uma elasticidade do mercado que permita também não é grandes movimento, obviamente cada competidor tem sua política, não é tem algumas alterações, você percebe na política comercial, mas não é nada que na minha visão faça porque nesse momento o que pressiona é o macro.
PParticipante 2
Está claro, obrigado.
Pergunta 4Irma Sgarz, Goldman Sachs
OPOperador
Dando continuidade, a próxima pergunta vem da Irmat Garz Goldman Sachs. Irmat, por gentileza, pode prosseguir.
SASandra
Boa, bom dia, Inda. Queria aproveitar deste último ponto que você fez que é um momento bastante oportuno para as marcas próprias. Se puder falar um pouco sobre os aprendizados até agora, acho que, é um momento bastante marcante não dado que no passado vocês, vocês tinham sempre um um pouco uma resistência, tendo todos os motivos não do tamanho da operação no no sudeste que agora permite que vocês, lança marca própria, mas eu queria basicamente ouvir um pouco como que vocês pensam, categorias adicionais, os produtos talvez desafio adicional novo que vocês encontraram no caminho. E talvez também como que vocês pensam sobre a estratégia de marca, não é? Tem a marca de chefe, não é?
Obviamente para para um um segmento desse dessa marca própria, mas se vocês também pensam em segmentar talvez marcas próprias dentro dessa marca própria, e se vocês acham melhor caminho seja de separar essa marca própria do marca açaí, trabalha com nome de fantasia, ou ou talvez ter uma uma maca guarda-chuva? Obrigada.
PParticipante 3
Obrigado, Guilherme, assim acho que de fato sim, o momento ele tem uma conjuntura, por quê? Quando você olha e você tem um consumidor que ele está disposto a fazer uma troca de marca, a marca açaí é a mais valiosa e mais conhecida hoje no varejo alimentar brasileiro, qualquer pesquisa ela mostra isso. Obviamente que existe também um risco quando você associa todo o produto, então nós trouxemos uma equipe muito competente, com muito conhecimento do ponto de vista, muito experiente do ponto de vista de qualidade de marca própria que está na mão da Loyane, que está abaixo do Sérgio, os itens que a gente tem colocado até o momento e aí ou seja não é, talvez o projeto até poderia avançar mais rápido se a gente não tivesse também tão olhando do ponto de vista, nós temos laboratório aqui dentro, nós temos uma cozinha de teste, nós temos uma série de coisa para garantir que o que a gente vai entregar de fato para o cliente faz jus à marca. Então e pode haver sim subdivisões, nós lançamos agora o sabão líquido que ele tem a assinatura a sair, mas tem o nome Blue, quem puder ir comprar na loja eu agradeço também, não é?
Então ou seja não é, pode ser que tenha algumas divisões, o projeto ele está em fase da nossa visão também ainda de ajuste, de aprendizados, mas assim, as maiores dificuldades que a gente tem tido até o momento, por incrível que pareça, é até volume mesmo, porque você, Brasil não tem tantos fornecedores de marca própria, às vezes fornecedor não consegue ter um volume para atender, o volume nosso dentro do estado de São Paulo, com cento e vinte lojas de atividade, ele é um volume muito pesado. Então alguns casos a gente deve fazer até com fornecedores que já também, que já são fornecedores de marcas naturais, isso deve também esse projeto levar a uma redução de sortimento nosso, mas a gente vê com um potencial muito grande. Acho que temos agora um, como eu falei já já algumas vezes, uma conjunção dos AS's que permite que a gente consiga ter um projeto de marca própria com bastante relevância, o objetivo do projeto não é o momento de venda, acho que porque aí você vai trocar dentro da base do cliente, é melhoria de margem, e usar também isso como pressão com os fornecedores existentes.
Então ou seja, no momento que a gente vê o cliente bem aderente a comprar uma marca própria.
Pode ser que depois a gente tenha a Econobon também ou tem a Chef, pode ser que se desdobre mais guarda-chuva, mas nesse momento, como a gente tem necessidade, velocidade, vai vários produtos, eles vão seguir com sim, com a marca a sair. Não sei Sérgio, você quer fazer algum complemento?
SASandra
Não Belmiro, acho que foi bem-exposto. Dizer que nós conseguimos lançando toda a semana produtos novos, e ressaltar a preocupação da qualidade não é, não se trata de um produto de primeiro preço, é um produto de qualidade semelhante às marcas líderes, com preço muito acessível. Então reforçar que essa estratégia vem crescendo bastante não é, o número de itens na loja e com mais presença na cesta do cliente, a gente vai dando mais força para marca própria.
PParticipante 6
Obrigado.
Pergunta 5Lucas Esteves, Santander
OPOperador
A nossa próxima pergunta vem do Lucas Esteves Santander. Lucas, por gentileza, pode prosseguir.
SASandra
Bom dia Belmiro, Sachet, Gabi, todo o time aí. Obrigado pelo espaço. Tenho dois pontos que eu queria discutir com vocês. Primeiro, a margem bruta ela continua mostrando uma evolução bastante consistente, não é? Saber da visão de vocês quanto que dessa melhora vem de maturação das lojas abertas nos últimos anos e quanto que decorre de outras iniciativas estruturais como açúcar, padaria, delicatessen, serviços.
Sei que tem um efeito tributário também mas eu quero saber da operação. E se ainda existe algum espaço para expansão daqui para frente. E um outro tema, é que vocês colocaram, vocês já mencionaram também um pouco na apresentação que hoje o Assaí atende mais de 40 milhões de clientes por mês, mas que ainda conhece relativamente pouco sobre boa parte da base, não E o piloto do Assay Pay vem mostrando que mais da metade dos clientes identificados são novos para companhia. Até que ponto vocês enxergam a vertical financeira como uma ferramenta de monetização, e até que ponto ela é mais uma estratégia para construir relacionamento direto com o cliente e aumentar comercial e conversão?
PParticipante 3
Boa pergunta, Lucas, vamos lá. Vertical financeiro não é, estamos ansiosos para ter a liberação que na nossa visão não é, é diferente não é, porque é sempre as as parcerias obviamente o produto do passaí hoje ele é um produto bom, mas ele está restrito à parte do nosso cliente. Então provavelmente uma das maiores alavancas de valor que a gente tenha é exatamente essa questão financeira, seja do ponto de vista de que isso possa ajudar a venda, na medida que você consegue, concede crédito com o private label, aí ao mesmo tempo você consegue também ter uma receita nova, que na nossa visão a gente vê com potencial gigantesco não é, quando olha para base de cliente instalada ou até mesmo o que algumas outras empresas do nosso setor opera, que já opera há mais tempo com esse produto no mercado, ele nos dá uma disposição muito grande, felizmente, não é, a gente está aí esperando ainda a vendida aprovação não é, de de desse projeto, da cisão da FIQ, mas ele talvez seja não é de, assim, um projeto assim, mais de maior destravamento de valor, é que obviamente a gente está cauteloso por quê?
Nós tínhamos expectativa de ter colocado em pele antes não é, não imaginava-se que pudesse levar tanto tempo, mas é um produto de alto potencial, a gente tem aí o a a Benta trabalhando nesse projeto com a gente, então a gente tem uma boa ideia, boa clara do que que ele tem de potencial no mercado dentro da nossa base de cliente, o que que ele é capaz de adicionar de receita, qual o nível de taxa de penetração, e na medida que é um produto mais interno que você controla, vai ter momentos que você vai estar usando o produto financeiro para alavancar a venda, e vai ter momento que você vai usar o produto à venda para você te extrair mais valor da vertical financeira.
Hoje são mundos que estão meio que separados não é? Então do mesmo jeito que eu falei do do farma, lá na lá atrás não é, o que a gente está vislumbrando é criar um ecossistema mais rico para frente, não é, que seja quando você fala de um eletroposto, seja quando você fala do farma, dentro desse relacionamento que o cliente tem, que o açaí tem com essa base nossa de clientes. Margem bruta não é, acho que ela tem um pedaço da margem ele está, a que tem também não é, obviamente, no cenário de consumo a gente tem feito a oferta que jogaria um pouco a margem para baixo. Quando você olha para o aumento de margem não é, e ele deve se permanecer, você teria praticamente metade vem das maturações e metade vem das novas iniciativas. Alguns setores como o fatiamento que foi muito polêmico, hoje ele agrega muita margem dentro do negócio.
Quando a gente olha para frente, obviamente a gente sempre fica cauteloso, porque em um cenário de consumo desafiador não faria muito sentido você estar falando de expansão de margem, mas nós temos iniciativas muito fortes, seja nos produtos que nós trabalhamos, mas principalmente na questão da marca própria, que ele é para ser um agregador de margem. Então sim, o que a companhia trabalha é para trabalhar nos patamares com a margem ainda em ritmo ascendente, mesmo no ambiente de consumo que a gente já falou acho que de ambiente desafiador. Espero ter respondido,
SASandra
Lucas. Não, perfeito, obrigado aí e boa sexta-feira a todos. Obrigado.
Pergunta 6Ian Casquin, BTG Pactual
OPOperador
Dando continuidade, a próxima pergunta vem do Ian Cesquim BTG Pactual. Ian, por gentileza, pode prosseguir.
ICIan CasquinBTG Pactual
Bom dia Belmiro, Sachet, Sérgio, demais diretores. Acho que do nosso lado aqui são essencialmente três perguntas, não é? Acho a primeira delas e enfim, as três são são follow-ups aqui de temas que eu acho que já foram abordados. Primeira delas ainda sobre dinâmica de de demanda, não Eu queria entender olhando internamente quanto que vocês entendem que existe ainda espaço para traydowns não é, até para entender como que vocês vislumbram a continuidade não é dessas tendências mais desafiadoras que a gente vê no mercado, essa é a primeira pergunta. A segunda pergunta é é dentro das novas iniciativas não é, vocês explicam ali que que já tem trinta nova novas s k u's não é rodando, eu queria entender o que que vocês esperam alcançar pensando aqui em 2026, 2027 não é, qual que é a ambição, e talvez um último tema falando um pouco sobre subvenção não é, a gente a gente vê que vocês ainda têm mais ou menos 900 milhões restantes ali de créditos tributários com PIS e Cofins, eu queria entender, para ajudar a gente aqui a projetar não é, essa linha, quanto que vocês esperam capturar ao longo dos próximos trimestres, não se deve ser linear, assim como a gente viu de forma muito próxima nesse primeiro e segundo trimestres de 2026.
Então, são essas três perguntas aqui do meu lado. Obrigado, pessoal.
PParticipante 3
Obrigado Ian, vou deixar a última para o para o Sachet falar sobre a subvenção e a parte dos crédito tributário e sub monetização. Sob demanda ou tradeow não é, a gente ainda tem visto é, acho que ele está muito ligado, você percebe uma correlação muito grande com a taxa de endividamento de família não é, então como está em oitenta e dois e acho que não dá para chegar em 120% das famílias, espera-se que não é, e à medida que você tem uma queda da taxa de juro que esse movimento de tradeo que ainda ele tem sido visto, ele regrida não é? Então ou seja, ou que ele regrida ou que pelo menos ele permanece. Só que obviamente gente também tinha essa expectativa para vinte e seis que acabou não se concretizando na medida que o endividamento das famílias ficou elevado, e o foi comprometido de renda com juros não os números fala em 20%, 26% da renda ele acaba pressionando, então a gente, por isso um pouco de cautela, o que a gente tem colocado não em muito das novas iniciativa, a companhia ela tem tentado agora na se ajustar rapidamente a esse cenário, e a hora que o mercado, que o macro melhorar, que eu acredito que também o cliente ele quer recuperar, é assim, nós já tivemos anos de bonança econômica que muito do mesmas loja nossa ele vinha do trade-up.
Então não é como eu falei não no Brasil isso talvez ele é mais forte, mais fácil para ser feito do que outros países não é, não é um degrau, é uma rampa não é, quem tiver curiosidade olha lá um carrinho do Investor Day e aí você vê o quanto que ele é possível para cima e o quanto que ele é possível para baixo. Então o que a gente acredita é que o que, nesse tradeo-down ele deve ainda manter nesse segundo trimestre, nesse terceiro trimestre e no quarto tri, mas na medida que caia a taxa de endividamento e a expectativa de queda de juro, que as famílias possam parar de fazer tradeo-down, que é o que é uma coisa que vem sido forte não é, foi em 2025 e agora em 2026, mas isso depende muito do cenário macro. O cenário está muito mais ligado nesse caso ao macro, o que a gente está vendo não e de um pouco do do nossa fala e dos nossos números, a gente está refletindo uma questão macroeconômica hoje que atende da dentro da população brasileira.
Não é, as novas iniciativa não é, então em termos de marca própria Sérgio, você quer comentar de quantas marca, qual a expectativa que a gente tem?
E aí depois já passa para o sashet. Sim.
SASandra
Esse ano a gente, 2026 fecha com cerca de duzentos e cinquenta s k u's lançados, não A gente vem evoluindo, a gente divulgou trinta do fechamento do tri, mas já tem bem mais do que isso disponível nas lojas. Imagina que para o final de vinte e sete a gente tem aí o dobro desse número em s k u's já lançados não é? E segue lançando nos próximos anos. Principalmente nas categorias com maior relevância, onde a gente pode buscar uma penetração grande ou uma rentabilidade bem acima da categoria. Obrigado.
PParticipante 4
Legal Ia. Sobre os nossos ativos contingentes aí que você enxerga do do dos creditamento de impostos não é, a gente vem então fazendo, a companhia tem uma série de créditos de impostos de diferentes origens, todos eles vinculados à aquisição de produtos ou eventualmente uma recuperação de créditos tributários e obviamente aqui a gente também fala do regime plurifásico. Então, esse ano a gente está tendo uma agregação um pouco maior nesse ativo, não é? E a gente tem o uso dele mensalmente, a gente vai continuar consumindo crédito aí mensalmente. E lembrando que, esse crédito ele é de uma utilização rápida.
A partir do momento que a gente consumiu os, a gente apurar todo o creditamento aí do regime fluorifásico que vai acontecer até o final do ano, a gente depois escoa esse crédito muito rápido, tanto como o PIS e Cofins como o CBS, quando a gente tiver a migração, que está proposta pelo governo aí do dos modelos tributários e o PIS e Cofins deixam de existir, viram um CBS, a gente vai fazer uma migração automática, e isso vira um crédito a recuperar, seja ele em caixa junto ao governo ou seja como compensação mensal, dado o nosso volume de faturamento e a margem que a companhia tem, a gente está muito confiante aí de um ciclo de menos de dezoito meses para consumir esse crédito todo.
ICIan CasquinBTG Pactual
Obrigado pessoal, ficou claro.
Pergunta 7Rodrigo Gastim, Itaú BBA
OPOperador
Valeu. Próxima pergunta vem do Rodrigo Gastim Itaú BBA. Rodrigo, por gentileza, pode prosseguir.
SASandra
Bom dia pessoal. Duas perguntas aqui. Primeiro, Belmiro, vou pedir só para você esclarecer porque chegaram algumas mensagens aqui em relação a julho, se você comentou do same store de meio por cento, sem efeito calendário. Queria só confirmar esse ponto e aí dentro dessa tendência, se você pudesse quebrar Belmiro, eu acho que você já falou bastante traydown etcétera mas, a composição ainda entre preço e volume, acho que seria legal, então um pouco dessa percepção de julho, um pouco mais a fundo. E a segunda dúvida, Sachat, sobre o tema do, dos créditos do, do, do s e p, não é?
Porque parte do fornecedor já tinha pago e você colocou no, no seu balanço sei lá, tributos a recuperar. Quanto que vocês acham que vocês, quanto não, não É tudo, mas quando vocês acham que vocês recuperam o cronograma de recuperação disso ao longo dos próximos tri's, para gente já incorporar isso como uma composição da sua geração de caixa também? São essas duas, obrigado.
PParticipante 3
Obrigado. Falando sobre julho, sim, o número está correto, que eu falei que o julho fechou com com mesmas lojas positivas, zero cinquenta. Volume sinceramente praticamente estável, ou seja, ele tem uma ligeira queda, que é como eu falei não é, principalmente quando você olha para o cliente oriundo de food service não é, então ou seja, julho ele mostra uma continuidade do segundo trimestre. Então ou seja, você percebe uma estabilidade de tíquete médio, não é, obviamente ainda foi o primeiro mês do trimestre, vamos ver como é que se comporta um mês de férias, então mas ele também pode às vezes não dar um bom cenário do que seria o trimestre, vamos ver agora agosto, tem ido forte até agora, mas a gente também percebe que nesse cenário de endividamento, uma concentração muito grande de compras no início do mês que é quando viram o cartão de crédito. Então você percebe que o cliente está ali na pressão, vira o cartão, vai, faz uma compra e depois, então ou seja, o mesmo peso entre os dias tem estado um pouco diferente do que a gente observava não é, em anos anteriores.
Mas julho ele mostra uma estabilidade com o número do mesmas lojas positiva em relação ao segundo trimestre.
PParticipante 4
Legal, Agostinho, vou pegar aqui a do tributário, então a gente tem dois créditos não é que elevam um pouco o nosso nível no balanço, O primeiro vem de PIS e Cofins, especialmente do regime plurifásico, que eu comentei antes aqui na resposta ao Ia. Em relação a a ao creditamento de ICMS da do ST São Paulo, fazendo uma explicação aqui um pouquinho mais ampla para que todos tenham a mesma base de entendimento, nós temos uma parcela relevante do nosso negócio no estado de São Paulo. O estado de São Paulo possuía um regime tributário de ST para uma gama muito grande, de itens, não é? E nesse modelo, o produto sai tributado da origem, e a gente não tinha então crédito de ICMS a ser gerado no nosso balanço, a gente apurava isso já como custeio, já no estoque do produto quando o produto entrava. O estado mudou, está mudando essa lista de produtos e até outubro a gente tem uma curva, então quase todos os meses está tendo uma rampagem de produtos que deixam de TST, e que começam a ir para o regime normal de tributação, ou seja, quando o produto entra, a nota fiscal entra, a gente tem uma entrada de saldo de estoque e uma entrada de saldo de ICMS a recuperar, está?
Como esse número não existia, gera algum impacto no trimestre, mas quando a gente olha para uma recorrência, esse número tende aí para para para consumo praticamente mensal, não é? Nosso giro de estoques é muito rápido, a gente gira o estoque aí em torno de trinta e cinco trinta e três dias. Então o produto entra, vira estoque, a gente apura isso como um saldo a receber de ICMS, no mês subsequente a gente já compensa esse ativo dentro do nosso balanço então, o o período de utilização dessa parte do ST ele é bem rápido.
SASandra
Excelente, super claro o sachetti, Belmiro. Obrigado pelas respostas.
Pergunta 8Wellington Santana, Bank of America
OPOperador
A nossa próxima pergunta vem do Wellington Santana Bank of America. Wellington, por gentileza, pode prosseguir.
SASandra
Opa pessoal, dia Belmiro, Gabi, Rafael, obrigado aqui por por pegar nossas perguntas. Eu tenho duas aqui do meu lado. Eu gostaria de entender, eu acho que tem todo esse ponto do, enfim, do consumo mais fraco, do consumidor um pouco mais cauteloso, do tradeown. Gostaria de entender como vocês enxergam isso em um contexto que a gente pode ser possível ao mínimo, uma aceleração da inflação de alimentos, o que você enxerga de capacidade de repasse de preço, o final. E como vocês enxergam isso também do lado, possivelmente ali do b two b, também de estratégias de de earnout.
E acho que se você puder dar dar uma atualização também da da parceria que vocês têm com o Mercado Livre, em que pé está, como vocês estão, estamos chegando nessa integração só, só para gente ter um atendente desse lado seria bem interessante também. Muito obrigado.
PParticipante 3
Obrigado, Wellington. Efeito do El Mino, obviamente, assim, gente está olhando aparentemente tudo indica que ele deve se confirmar. O que a gente tem visto é assim não é, o que a gente imagina é assim, a capacidade de repassar preço ela vai ocorrer. Então ou seja não é, dentro desse cenário, até porque normalmente a leonina ele pode influenciar as commodities que já estão com preços muitas vezes depreciado, Então pode ser que a gente tenha um efeito positivo em relação a isso. Obviamente a gente fica com um pouco de cautela e aí é um produto consumidor ele tem que continuar comprando, mas ele pode ser que ele tenha um efeito ligeiramente positivo.
Capacidade de repassar preço não é, se você olhar não é, mesmo em um período desse a gente tem conseguido manter o nível de margem, conseguido manter o nível não é de repasse de preço, o que a gente não tem conseguido fazer é o cliente comprar mais volume. Então isso é eclético como eu falei não está muito ligado à pressão do macroeconômico, não é, a parceria com o Mercado Livre, gente está com trinta e cinco itens nesse momento fazendo teste, é teve compra de cliente de mais de 1.600 cidades diferentes, então tem uma questão de integração do ponto de vista da plataforma tributária que está tomando um pouquinho mais de tempo, então ela deve avançar agora logo do terceiro trimestre não é, para ter números não é, então ou seja, gente já sabia que seria uma integração um pouco mais complexa, são duas grandes companhias integrando e uma variabilidade de itens com a questão tributária do Brasil que ele é pesado, então ele deve, acho que nós a gente deve ver números maiores no no terceiro ou quarto trimestre.
PParticipante 2
Perfeito, muito obrigado.
Pergunta 9Nicholas Larrain, JP Morgan
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem do Nicolas Lahain JP Morgan. Nicolas, por gentileza, pode prosseguir.
SASandra
Oi, boa tarde, pessoal. Obrigado, primeiro, obrigado a todo mundo pelo, pela COP, pegar nossa pergunta. Eu queria falar um pouquinho de capital de giro, Vermiro, se vocês enxergam em alguma mudança relevante agora, talvez que o estou lento um pouquinho mais, mais, mais devagar do que o, do que vocês esperaria, não E talvez com uma perspectiva para o segundo semestre, recuperação, mas ainda de um mercado muito pressionado, eu queria entender se vocês veem alguma mudança relevante aí nas linhas do working capital, obrigado.
PParticipante 3
Não, sinceramente não, Nicolas, ou seja, os prazo médio de compra, volume de estoque, até porque se o mercado ele está com a demanda curta nós não vamos sair formando não é, grandes volumes de estoque, então na linha de capital de giro eu acho que aí a palavra é estabilidade, pode ter um ou outro efeito pontual, por exemplo nós temos uma campanha de aniversário que vai ser feita não é agora não é, segundo semestre, mas não assim, nada nada relevante. Mudança mesmo em linha financeira, é como o Rafael falou, o Sachet falou, a questão do desconto recebível, que a companhia está trabalhando para poder ver se zera qualquer nível de desconto recebível nosso, não é, ou seja, quando for possível.
PParticipante 2
Muito claro, obrigado.
Pergunta 10Guilherme Domingues
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem do Guilherme Domingues, h s d c. Guilherme, por gentileza, pode prosseguir.
SASandra
Olá, pessoal. Obrigado pelo espaço. Eu tenho uma pergunta aqui sobre o self checkout, cresceu mais de 40% ano contra o ano. Vocês poderiam quantificar os ganhos de produtividade com a iniciativa e onde vocês pretendem chegar nos próximos anos? E também queria comparar aqui com os mercados maduros quando a gente olha ali para os players como Walmart, Target, dólar genero, eles investiram bastante nessa iniciativa ao longo dos anos e recentemente reduziram, não é, começaram a reduzir os c checkouts devido à experiência com com o cliente e e preocupação com o swing.
Então vocês poderiam comentar então como a a companhia avalia esse trade-off entre produtividade e controle de perdas? Obrigado, viu?
PParticipante 3
Obrigado. Assim, realmente a gente viu as iniciativas não a gente tem acompanhado muita questão de quebras, ela tem ficado estável, senão ela poderia ter tido um impacto no LB, mas em um cenário de escassez de mão de obra não é e principalmente concentração de grande volume também no início do mês, o atacarejo também não é, caixa-in-kerner, quando você coloca o serviço, você tem um cliente às vezes que entra para uma compra simplesmente de reposição, não é então ou seja no fim o self checkout é o que permite quando a gente olha para despesa e olha para fluxo de cliente, com que o o a o aumento da despesa por cliente atendido, que no fim do dia é o que vale, ele cresceu um vírgula seis na baixa da inflação. Então acho que hoje ele já está em um nível de maturidade o projeto, a gente tem novas iniciativas de produtividade dentro da operação, ou seja, gente tem feito não é, várias conversa com fornecedores para embalagens que já possam vim sem necessidade ficar fazendo a reposição unidade por unidade, então tem outras iniciativas de produtividade em andamento, mas acho que self checkout ele já está em um nível de maturidade, não é, e ele acabou ajudando fazer com que a despesa para o cliente atendido aumentasse abaixo da inflação.
PParticipante 2
Obrigado, primeiro.
PParticipante 3
Obrigado, Guilherme.
GDGuilherme Domingues
Continuando, vamos para a nossa última pergunta. É uma pergunta em inglês, e vem do Andrew Ruben, Morgan Stanley. Andrew, pode seguir, por favor.
PParticipante 3
Obrigado Andrew pela pergunta não é, obviamente como a companhia ela está muito focada na desalavancar, gente reduziu os níveis de investimento, seguramos uma série de projetos, tem alguns projetos estão no landing bank, então mesmo esse ano a gente executa alguns projetos, mas obviamente alavancagem, o foco da alavancagem, uma vez que a taxa de juro não ficou nem de perto no patamar que a gente esperava lá há cinco anos atrás, gente teve que fazer uma redução pesada não é disso. Quando olha depois disso não é, que obviamente a companhia não é, a questão de tempo para desalavancar, obviamente não é, o modelo a ser expandido já vai ser um modelo diferente, é um modelo que vai estar farmácia, um modelo com eletroposto, muitas vezes até a a coisa ou seja na nossa visão é um modelo mais completo que permite ter uma quantidade de lojas ainda para ser expandida para frente não é, que nesse momento acho que ainda fica difícil não é, qualquer coisa de avaliação seria difícil de pressionar, vai depender, curva de desalavancarte, assertividade das novas iniciativas na alteração desse desse modelo, não é, e de estrutura de capital da companhia.
SASandra
Obrigado Valéria, Clair, até aqui.
Encerramento
OPOperador
Encerramos nesse momento a sessão de perguntas e respostas. Gostaríamos de passar a palavra ao Belmiro para as considerações finais da companhia.
BGBelmiro GomesCEO
Obrigado Rodrigo não acho que o fim não uma iniciativa não é que a gente trouxe do início não é ou seja a gente tem um ambiente de consumo desafiador a companhia não está não é então você tem uma questão macroeconômica que não está totalmente obviamente sob o nosso controle, a companhia está muito focada com várias frentes seja de melhoria do core do que nós temos hoje de trabalho, o maior ativo nosso é o fluxo nosso mensal de clientes, você vai ver que todas iniciativas elas partem disso, isso não é um agora, uma adaptação porque está com um cenário mais desafiador, muito dessas novas frentes elas já eram previstas na medida que a gente fez a aquisição do extra, e coloca lojas de atacarejo em em público de maior renda, então essa evolução do modelo ela deve seguir, ela deve seguir, a gente tem aí uma convicção muito clara de que 40 milhões de clientes mensais, em um ritmo ascendente, nossa marca e tudo, vão ser uma plataforma muito forte para que as novas iniciativas não é, elas tragam resultados não é para para frente.
E agradecer mais uma vez o time pelo esforço do segundo trimestre, vamos para um terceiro trimestre e agradecer mais uma vez a quem ouviu a nossa call de resultados.
PParticipante 3
Muito obrigado.
OPOperador
A videoconferência de resultados referentes ao segundo trimestre de 2026 do açaí atacadista está encerrada. O departamento de relações com investidores está à disposição para responder as demais dúvidas e questões. Muito obrigado aos participantes, e tenham todos um excelente dia.
ASSASAI3 · 2T26Teleconferência de resultados
Assai · 2T26
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-1:11:16
Transcrição automática · Atlas (Deepgram nova-3, pt-BR, revisão 2), gerada a partir do áudio da companhia; pode conter erros, confira no áudio. Números falados não viram dado do Atlas. 12.712 palavras. Site de RI
Fontes desta páginaCVM até 2026-06-30 · Companhia 2026Q3, parcial · B3 até 29/10›
CVM · demonstraçõesdesde 2019-12-31 até 2026-06-30