Construção Civil, Mat. Constr. e Decoração · CVM 025100
R$ 32,50
Fechamento B3 · 23/10/2026
Teleconferência de resultados do 2T26
Data não confirmada1:18:30Português8 perguntas
Áudio · Companhia (cópia servida pelo Atlas)
Transcrição automática · Atlas
Apresentação · Companhia, arquivada na CVM
Release · Companhia, arquivado na CVM
Transcrição · Companhia
PParticipante 1
Bom dia, senhoras e senhores. Sejam bem-vindos à videoconferência da CURY Construtora para a discussão dos resultados referentes ao segundo trimestre de 2026. Esta videoconferência está sendo gravada e o replay poderá ser acessado no site da companhia, em w w w ponto r I ponto CURY ponto net. A apresentação também está disponível para download. Informamos que todos os participantes estarão apenas assistindo à videoconferência durante a apresentação e, em seguida, iniciaremos a sessão de perguntas e respostas, quando mais instruções serão fornecidas.
Antes de prosseguir, aproveito para reforçar que as declarações prospectivas têm como base as crenças e suposições da administração da CURY, e as informações atuais disponíveis para a companhia. Essas declarações podem envolver riscos e incertezas, tendo em vista que dizem respeito a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer. Investidores, analistas e jornalistas devem levar em conta que eventos relacionados ao ambiente macroeconômico, ao segmento e outros fatores podem fazer com que os resultados sejam materialmente diferentes daqueles expressados nas respectivas declarações prospectivas. Estão presentes nesta videoconferência o senhor Leonardo Mesquita, copresidente executivo, senhor Paulo Cury, copresidente de engenharia, senhor João Carlos Mazuco, diretor financeiro, e o senhor Ronaldo Cury, diretor de relações com investidores. Gostaria agora de passar a palavra ao senhor Ronaldo Cury, que dará início à apresentação.
Apresentação
RCRonaldo Curydiretor de relações com investidores
Por favor, senhor Ronaldo, pode prosseguir.
OPOperador
Bom dia a todos. Muito obrigado mais uma vez pelo interesse na CURY, e por acompanharem a nossa teleconferência de resultados do segundo trimestre de 2026. Hoje, representando a CURY, temos, além de mim, Leonardo Mesquita, nosso copresidente executivo, Paulo Cury nosso copresidente de engenharia, e João Mazuku nosso CFO. Ao longo da apresentação, comentaremos sobre os principais destaques do desempenho operacional e financeiro da CURY, e ao final, abriremos para a sessão de perguntas e respostas. A seguir, temos a mensagem da administração.
Bom dia a todos. O primeiro trimestre
RCRonaldo Curydiretor de relações com investidores
de 2026 foi marcado por resultados operacionais robustos, refletindo a consistência da estratégia da companhia e a disciplina de sua execução. Mantivemos elevados níveis de lançamentos, vendas e forte geração de caixa, reforçando os diferenciais do nosso modelo de negócios. Ao longo do segundo semestre, o ambiente macroeconômico permaneceu desafiador, influenciado por incertezas e tensões geopolíticas. Diante desse cenário, seguimos atuando com disciplina, priorizando a proteção das nossas margens. Nos indicadores financeiros registramos receita líquida recorde, impulsionada pelos avanços consistentes na produtividade das obras, pelo foco contínuo em eficiência ao longo de toda a operação.
Esse direcionamento também se refletiu na aceleração dos repasses de registros, elevando as despesas comerciais no período, mas contribuindo de forma decisiva para a forte geração de caixa. Como resultado, a conversão do lucro percentual CURY em caixa operacional atingiu 72% nos últimos doze meses. Seguimos fiéis aos pilares que sustentam nossa trajetória. Seleção criteriosa de terrenos, uso estratégico do modelo de crédito associativo, e excelência na execução, sempre com foco na geração de caixa e na rentabilidade. Tivemos ótimo desempenho comercial em julho, com destaque para os lançamentos saudosa praça onze, na região central do Rio de Janeiro com v g v de 171 milhões, e venda acima de 80%, e cidade de Guarapiranga, zona sul de São Paulo, com v g v de 375 milhões, com mais de 40% das unidades vendidas, reforçando a solidez da demanda pelos nossos produtos e assertividade da nossa estratégia comercial.
Como parte da evolução da nossa agenda ESG, publicamos em de agosto a quarta edição do relatório de sustentabilidade, e lançamos o novo site de sustentabilidade da companhia. Ampliando a transparência sobre a nossas iniciativas e reforçando o nosso compromisso com a criação de valor sustentável no longo prazo. A remuneração dos nossos acionistas permanece como uma prioridade da nossa estratégia de alocação de capital, refletida na distribuição de dividendos anunciada hoje, que demonstra a nossa capacidade de transformar resultados operacionais e geração de caixa em criação de valor. Passo agora a palavra para o Ronaldo Cury.
OPOperador
A partir de agora, vamos explorar os destaques de nosso desempenho operacional e financeiro do segundo trimestre de 2026. Alcançamos recorde de produção, com 5.737 unidades, marca histórica de R$ 26,1 bilhões em Land Bank, e uma geração de caixa operacional, de R$ 144,9 milhões, nosso vigésimo nono trimestre consecutivo de geração de caixa positiva. Também tivemos recorde de receita líquida, no valor de 1,7 bilhões, margem bruta ajustada de 39,8%, lucro líquido particure de 270,5 milhões, e nosso ROE atingiu 73,6% nesse trimestre. Agora, irei trazer mais detalhes de nossos resultados operacionais. No período, lançamos onze empreendimentos com v g v de 2,3 bilhões, tendo aumento de 1,4% ante o segundo trimestre de 2025, e uma redução de 14,7% frente ao primeiro trimestre de 2026.
No acumulado dos seis meses, de 2026, atingimos 4,9 bilhões em lançamento, uma redução de dois vírgula um em relação ao mesmo período do ano anterior. No próximo slide, destacamos os principais empreendimentos lançados no período. Live Água Branca, na zona oeste de São Paulo, lançado em abril, um v g v de 343 milhões, com mais de 60% das unidades vendidas. Luzes do Rio, condomínio Lamparina, lançado em abril na região do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, totalizando o VGV de 139 milhões, com 68% das suas unidades vendidas. Novo Mundo Carrão dois, lançado em abril, na região Leste de São Paulo, com um VGV de 424 milhões, com mais de 80% das unidades vendidas.
No que se refere às vendas líquidas, nesse trimestre, atingimos o valor de R$ 2 bilhões. Tendo redução de 9,5% ante ao mesmo período de 2025, e de 11,2% frente ao primeiro trimestre de 2026. Além disso, nossa VSO, líquida no trimestre, foi de 40,5%, 4,6 p.p. menor do que o primeiro trimestre de 2026, e 7 p.p. menor do que o segundo trimestre de 2025. No acumulado de seis meses, de 2026, as vendas líquidas atingiram 4,4 bilhões, redução de 0,4% frente ao mesmo período do ano anterior, a v s o líquida, nos seis meses de 2026, foi de 59,1%. Passando para o próximo slide, o preço médio de vendas no segundo trimestre de 2026, atingiu o patamar de R$ 331.000 por unidade, representando um aumento de um vírgula sete em relação ao primeiro trimestre de 2026, e 6,9% em relação ao segundo trimestre de 2025.
Nos últimos seis meses, o preço médio atingiu 328.000 por unidade, representando um aumento de cinco vírgula oito, ao mesmo período no ano passado. Nesse trimestre, 95,8% das vendas realizadas, possuíam um preço unitário de venda até R$ 600.000. Em relação ao banco de terrenos, encerramos o segundo trimestre de 2026, com recorde de R$ 26 bilhões em v g v potencial, correspondendo a 84.055 unidades. Atualmente, o banco de terrenos da CURY é composto por 19,2 bilhões localizados em São Paulo, e 6,8 bilhões no Rio de Janeiro. Finalizamos os indicadores operacionais, com a geração de caixa, atingindo 144,9 milhões no no trimestre, o vigésimo nono trimestre consecutivo de geração de caixa positivo.
Já nos últimos seis meses, atingimos a marca de duzentos e trinta e oito vírgula dois milhões, oitenta e quatro vírgula cinco por cento, acima do mesmo período do ano passado. Com isso, passo a palavra para o nosso CFO João Mazuco. João, por favor, pode prosseguir.
JMJoão Mazuco
Bom dia a todos. Começamos destacando nossa receita líquida. No trimestre atingimos R$ 1,7 bilhões, representando crescimento de 4,8% em relação ao primeiro trimestre de vinte e seis, e 25,5% comparado ao segundo trimestre de vinte e cinco. Nos últimos seis meses, a receita líquida atingiu R$ 3,3 bilhões, crescimento de 28,9% frente ao mesmo período no ano anterior. No próximo slide, registramos um recorde de nosso lucro bruto, que atingiu 668,4 milhões no segundo trimestre de vinte e seis.
Uma alta de 25,5% em relação ao mesmo período de 2025, e 6,1% em relação ao primeiro trimestre de 2026. Nossa margem bruta atingiu 39,5% no trimestre, uma redução de 0,1 p.p. em relação ao segundo tri de vinte e cinco, e um aumento de 0,5 p.p. em relação ao primeiro tri de vinte e seis. Nos últimos seis meses, houve um aumento no lucro bruto de 28,8% em relação ao mesmo período de 2025, acompanhado pela estabilidade na margem bruta. No próximo slide, destacamos o lucro líquido 100%, que atingiu 311,2 milhões no segundo trimestre de 2026. Dezesseis e meio por cento acima do mesmo período de 2025, e redução de 11,4% em relação ao primeiro tri de vinte e seis também.
A margem líquida do trimestre atingiu 18,4%, redução de 1,4 p.p. em relação ao segundo tri de vinte e cinco, e redução de 3,4 p.p. em relação ao primeiro tri de vinte e seis. Nos nos últimos seis meses, apropriamos um lucro de 662,4 milhões, o que representa um crescimento de 32,3%, em relação ao período equivalente um ano atrás. No slide 18, mostramos o lucro líquido atribuível a CURY. Esse indicador atingiu 270,5 milhões, no segundo trimestre de 2026, registrando crescimento de 14,3% em relação ao segundo TRID vinte e cinco. E uma redução de 10,7% em relação ao primeiro tri de vinte e seis.
Com a margem líquida tendo atingido 16%, redução de 1,6 p.p. em relação ao mesmo período do ano passado, e 2,8 p.p. menor que o primeiro tri de vinte e seis. Nossa atividade nos últimos seis meses, gerou um lucro de 573,3 milhões, representando crescimento de 27,3%, em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem líquida atingiu 17,4%, redução de 0,2 p.p. em relação ao mesmo período do ano anterior. Ainda em 2026, o nosso retorno sobre o patrimônio líquido na forma do ROE atingiu 73,6% nos últimos doze meses. Por fim, destacamos o perfil de nosso endividamento financeiro.
Fechamos o trimestre com uma dívida bruta total de 1,3 bilhões, e com uma posição de caixa de 1,6 bilhões, o que se traduz em um caixa líquido de 290,6 milhões. Muito obrigado, e volto a palavra à operadora.
PParticipante 1
Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas, para investidores e analistas. Caso deseje fazer uma pergunta, por favor, clique em levantar a mão. Se a sua pergunta for respondida, você pode sair da fila clicando em abaixar a mão.
Perguntas e respostas
Pergunta 1Igor Altero, XP Investimentos
OPOperador
Nossa primeira pergunta vem do Igor Altero, da XP. Igor, seu microfone está liberado.
IAIgor AlteroXP Investimentos
Oi pessoal, bom dia. Dois pontos aqui do nosso lado, primeiro entender aí um pouco com vocês nesse cenário mais cauteloso de Brasil, alavancagem com as, das famílias, maior restrição da Caixa, se isso poderia levar a companhia a a rever um pouco não é aí o o lançamento de 2026, talvez um pouco mais para nove bi do que para nove e meio, não ou se não muda absolutamente nada hoje não é como vocês estão vendo, e de agenda não é, de melhorias aí do Minha Casa Minha Vida, a gente tem visto notícias não é, falando de queda de juros faixa três, faixa quatro onde a a companhia tem uma exposição relevante, não então eu queria entender se, é não é se, se essas melhorias poderiam levar com vocês pensarem aí revisitarem tamanho de companhia aí pensando aí para 2027, se de repente vocês poderiam lançar mais 2027, a gente está vendo que o landing banking de vocês também está crescendo bastante, não então entender como é que está a cabeça nesses pontos.
PParticipante 5
Obrigado.
RCRonaldo Curydiretor de relações com investidores
Bom dia, bom dia a todos, bom dia Igor, obrigado pela pela pergunta. Eu acho, Igor, assim, que a sua pergunta já já tem um pouco da resposta, eu acho que a gente está aqui observando um pouco como como serão as vendas, a gente teve aí um mês de julho muito bom por conta dos lançamentos terem ido muito bem. Agora começa agosto, eu acho que é é isso, observar como o ambiente vai continuar, se a gente vai continuar tendo um volume de vendas interessante para que a gente possa aumentar ou adequar o volume de lançamentos do desse ano, ano que vem, e a e a outra e a o a a outra questão do minha casa pode ser sim um um um fator importante para gente nesse momento, de de para melhoria aí da da da condição de financiamento dos nossos clientes, que pode fazer com que a gente hoje consiga colocar mais projetos se as condições que vierem forem interessantes para impulsionar principalmente alguns tipos de produto. Eu acho que que Igor, a gente está trabalhando sim para ter uma uma uma eficiência aqui de de lançamentos muito próxima aos nossa à às nossas vendas que vão ser o grande fator.
E acho que hoje, a gente, como você também mencionou o LendBank, a gente tem está está bem mais preparado, para uma um eventual também momento de melhora, com mais projetos em condição de aprovação, em em em diversas regiões, tanto de Rio quanto de São Paulo para que a gente pudesse aproveitar um momento melhor mas, agora é hora de observar realmente, e acompanhar nossas vendas aí para que a gente se mantenha aí no ano com com com com a eficiência que a gente vem tido nos nos últimos trimestres.
IAIgor AlteroXP Investimentos
Está claro Leo, obrigado.
OPOperador
Nossa próxima pergunta. Nossa próxima pergunta, vem do Pedro Lobato, Bradesco BBI. Pedro, seu microfone está liberado.
PParticipante 6
É, bom dia pessoal, obrigado pelo espaço. São duas perguntas aqui do nosso lado. A primeira se vocês puderem assim, puderem detalhar aí, que foi a dinâmica de margem aí nesse tri não é então, no tri passado a gente teve essa revisão nos, não é em partes orçamentos aí que, que acabou penalizando a margem e ela já voltou nesse tri no comparativo com o primeiro. Então, só para entender mesmo se nesse tri é é esse impacto de de aumento de preço, e o novo projeto entrando com uma margem melhor do que que o anterior, que já impactou na margem reportada, Ou enfim, como que como que está essa dinâmica que vocês estão vendo? E a segunda assim, a gente tem visto, noticiário aí bem bem forte sobre sobre a questão da Caixa não seja a questão das entrevistas, de dessa preocupação aí com a com a inadimplência.
Queria entender se vocês, não é na visão de vocês têm alguma perspectiva aí de alguma mudança nas dinâmicas, seja de mudança de LTV, de regra de aprovação, como é que vocês estão com essa cabeça aí? Obrigado.
JMJoão Mazuco
Pedro, bom dia. O João Mazuco aqui. Sobre margem, também acho que parte da sua pergunta eu já contei a resposta também. O o ajuste claro que a gente fez no primeiro tri tende a puxar a margem um pouco para baixo, então a gente voltou aos patamares normais, os patamares que a gente vinha reportando aí no ano passado. E eu diria que daqui para frente é isso que a gente espera, manutenção dessa margem bruta aí nesses patamares de trinta e nove e meio, sempre, a gente gosta de dizer vai, sempre entre trinta e nove e quarenta.
Por quê? Porque oscilação de margem, triatri, sempre vai ser normal. Eu tenho um tri eventualmente que os lançamentos carregam umas margens melhores por conta de de localização, por conta de produto, e isso sempre traz um um peso relevante não é para para margem apropriada naquele trimestre. Em outros talvez um um um uns produtos com uma margem um pouco mais carregada para baixo mas, hoje, cenário de custos se mantendo como está atualmente, que eu acho que tem um um grande ponto de interrogação aqui não é, a a a guerra continua, ninguém sabe qual que vai sendo o desdobramento mas, em uma premissa de que os cenários de custo se mantenham, a nossa margem deve se manter aí como ponto médio digamos assim, nesses trinta e nove e meio, oscilando um pouco para cima e um pouco para baixo.
RCRonaldo Curydiretor de relações com investidores
Não é? Com relação, Pedro, eu vou pegar aqui a, é o Leo, vou pegar aqui a a segunda. Com relação à Caixa, eu acho que, primeiro o que que que é interessante aí, eu vou falar da da visão Cury com relação a isso. Essa questão da entrevista por exemplo, no Rio de Janeiro a gente já vem fazendo entrevista desde de janeiro, então já era uma uma realidade que a gente já conhecia e já vinha trabalhando. Com relação a a isso foi se expandindo para outras para outras regiões, e não acho que isso seja um problema operacional, acho que a gente como tem estrutura até leva uma certa vantagem em relação aos pequenos por ter uma estrutura de de de de empresa aí com relação com a, em uma relação com a Caixa que permite que isso seja feito de forma ágil.
Mas eu acho que é um processo, de certa forma o que a gente tem enxergado aqui, Pedro, é a Caixa, se adequando também a uma nova realidade não é, a gente vê aí, por exemplo você tem algumas profissões hoje que antes eram quase que passavam despercebida pela Caixa Econômica hoje tem tem tem normativos novos da Caixa, falando dessas novas profissões. Eu acho que principalmente quando a gente trata da renda informal, ela faz com que a Caixa esteja aí em um momento de maior atenção e readequação da sua política de crédito para talvez até se modernizar em relação a essas novas atividades, esse novo, são novos trabalhos, eu acho que isso é é importante. Isso pode causar em alguns momentos como causou lá no final de junho, alguns ajustes que passam às vezes um pouco do ponto, eles voltam para para para para normalidade. E hoje a Caixa inclusive tem um um um grupo de trabalho com o setor falando um pouco disso, eu acho que a gente tentando aqui da do nosso lado enquanto setor contribuir o máximo para que a política de crédito da Caixa e a gente, como a a as empresas aqui que são componentes da ABRAINC talvez tenham seja o grande volume, que abastecem esse esse esse mercado, a gente tem aqui uma uma quantidade de dados históricos muito grandes para até para ajudar nessa nessa nesse desenho de uma política que esteja mais condizente com a realidade hoje das pessoas, seja através seja por conta de das dos do, assim hoje a gente tem fenômenos diferentes do que a gente tinha no passado, então você tem de fato questões, como eu falei, profissões novas, você tem outros fatores como se fala muito em relação à Betty, como isso impacta em alguns casos, então acho que isso a gente tenha trabalhado junto com a Caixa, sempre com uma forma acho que, o que a gente sempre fala que a Caixa saudável significa que nós também ficaremos saudáveis e que o mercado ficará saudável, então acho que é importante para todos esse trabalho constante de de melhoria de análise e avaliação de crédito.
PParticipante 6
Está ótimo obrigado Léo, João, bom dia.
Pergunta 2Ana Júlia, UBS
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem da Ana Júlia da UBS. Ana, microfone está liberado.
AJAna JúliaUBS
Oi pessoal, bom dia, obrigada aqui pelo espaço. A gente tem uma dúvida aqui mais na na parte de despesa comercial, não Essa linha vem um pouco mais pesada do que pelo menos do que a gente estava esperando, E a gente queria entender assim se vocês pudessem abrir um pouco para gente o que que de fato motivou isso não é, se vocês acabaram vendo ali realmente um um esforço comercial um pouco mais forte, pensando ali eventualmente talvez nesses eventos de Copa, esse cenário um pouco um pouco mais difícil para venda pensando na Copa especificamente, e também assim, até pensando nas vendas de julho não se a performance de venda se se houve alguma necessidade de um esforço comercial mais forte, ou se foi uma coisa mais pontual mesmo, se a gente pode esperar que que essa linha volte ali para os 9% daqui para frente. E aí uma segunda pergunta que é um pouco mais específica aqui foi no resultado financeiro, aqueles 18 milhões ali na despesa financeira, na linha de outros. Se vocês puderem dar um pouco de abertura do que que travou nessa linha um pouco mais pesada, só para ajudar um pouco a gente entender como pensar nessa linha para frente.
São essas duas do nosso lado, obrigado. Oi oi Ana Júlia, eu eu, é o Leo aqui, eu vou pegar a primeira e a segunda o João complementa aqui, está? Com relação à despesa comercial, eu acho que ali a gente teve uma um efeito aqui, que é o seguinte, a gente primeiro teve um um mês de março, muito forte de de repasse, não é então, e aí isso continua no nos próximos meses aí, abril, maio, junho, a gente também teve um, foi um mês muito forte de repasse, e a gente acabou, tem, o que que acontece quando a gente tem um mês de repasse forte? A gente também teve um um trimestre muito forte de registro, o que também gerou uma despesa acima, e e te confesso que é uma despesa que a gente olha até com com, quando ela ela vem por esse motivo, a gente olha com até com com prazer, porque significa que a gente, nossos empreendimentos estão começando, estão sendo bem repassados, e também registrados, o que garante aí uma evolução da nossa obra com geração de caixa e é é sempre o que a gente, na verdade prioriza, então a gente priorizou muito esse tipo de gasto, e quando também, você tem que lembrar também que o nosso nosso modelo tem muito da do que de de comissão que está atrelada ao repasse então, isso acabou dando um gatilho maior para essa despesa.
A gente também eu eu a gente também imagina que isso deve ficar aí quando a gente olha o o semestre, isso deve ficar muito mais para o que a gente está olhando, quando olha o semestre do que o trimestre, está? E mas, se por acaso tivesse tivermos agora também essa surpresa positiva de um grande volume de repasses, não não teria também, não não não deixaria de antecipar o máximo possível que pudermos em nossos registros, porque isso significa que a nossa nossa perspectiva de geração de caixa melhora. Então, se for por esse motivo de novo que a gente tiver algum algum pico, não teremos nenhum, não não vemos isso como nenhum como nenhum problema. Vou passar aqui para o João para segunda questão da parte financeira.
JMJoão Mazuco
É. Miguel, se você me permite só complementar aqui também essa primeira, a gente tem aí, você você vê a gente teve um crescimento da receita, o crescimento dessa receita foi muito por conta de andamento de obra, porque às vezes as vendas se mantiveram até estar estava em estriatri. Quando você tem maior andamento de obra, você reconhece mais as despesas com com comissão, porque as despesas de comissão, primeiro, se eu se eu repassei bastante, eu aumento o meu estoque de de comissões a apropriar, e quando eu ando mais obra, eu aproprio também essas comissões. Então foram dois efeitos, teve o efeito do maior número de registro, e teve o efeito de maior andamento de obra, que acaba gerando um aumento também na apropriação de de de comissões sobre vendas, não é? Mas o o Léo já respondeu também, é de se esperar, assim, que a gente olha o olha o semestre, os oito vírgula sete, próximo aos nove aí que você mesmo comentou, é isso que a gente tem que olhar daqui para frente.
Em relação ao ao resultado financeiro, que isso está ligado diretamente Ana, alguns obrigações contratuais por atraso na entrega de algumas unidades, não é? Então tivemos algumas entregas para clientes em algumas obras que ultrapassaram o prazo contratual, e a gente tem sempre como prática aqui antecipadamente procurar esses clientes, notificar os clientes de uma forma ampla, propondo os acertos devidos, não é, por conta dessas entregas atrasadas. E aí a gente teve um esse desembolso no trimestre vinculado a isso. Então o aumento dessa despesa financeira está muito, está atrelada a justamente essas obrigações contratuais. A gente tem, foram cinco obras nessa condição, a gente e e a pergunta é como é que isso vai se comportar daqui para frente naturalmente não é?
Então a gente tem quatro obras ainda sendo monitoradas, é muito próximo pela engenharia, por nós aqui, e e já avaliando o que que pode vir a incorrer ainda nos nesses próximos semestres, próximos meses. É importante a gente dizer também, a gente está tendo um ganho de produtividade, de produção muito forte na engenharia, basta você ver o que eu acabei de falar. Assim, a receita veio, principalmente do de andamento de obra, as vendas não cresceram. Então a engenharia está com uma produção muito crescente, e e com foco aí muito grande nessas obras também que estão próximas a serem entregues, que correm o risco de de atraso na entrega de unidades, não é? Então a gente está monitorando isso e e acompanhando o que que pode vir a mais aqui de, de ajustes nessa despesa financeira nos próximos trimestres.
AJAna JúliaUBS
Perfeito, super claro. Obrigada, pessoal.
Pergunta 3Fene Oren, Santander
OPOperador
Nossa próxima pergunta do Fene Oren, da Santander. Seu microfone está liberado. Fane seu microfone está liberado.
PParticipante 8
Estão me ouvindo?
PParticipante 4
Está me
FOFene OrenSantander
ouvindo, está me ouvindo o Ai desculpa
PParticipante 2
João.
FOFene OrenSantander
É, vamos lá então, bom dia
PParticipante 2
pessoal, bom
FOFene OrenSantander
dia Leo, bom dia João, Nádia, Ronaldo, vamos lá. Eu tenho duas perguntas, primeira pergunta, vocês lançaram agora a Praça Onze, pelo que eu entendi foi um sucesso. Queria entender qual o potencial que vocês veem dessa nova área, vocês acham que é uma região que pode se tornar tão relevante quanto o Porto ou seria algo mais parecido eventualmente só para base comparável com com Niterói? Então se vocês pudessem dar uma cor para gente disso. Segundo ponto também que eu queria entender, Leo, como é que você está vendo a dinâmica de demanda dentro do dentro dos dos estandes, não é?
Acho que tem muita gente preocupada não é, hoje em dia com a alavancagem do consumidor, e aí queria entender se vocês observaram uma redução no fluxo de cliente, se alguma coisa desse tipo está acontecendo e como é que vocês estão vendo também o ambiente competitivo, não é? Acho que principalmente na cidade de São Paulo, a gente escuta bastante outras empresas reclamando assim da, tanto tanto da competição por terreno, como da competição nos empreendimentos também na cidade de São Paulo. Então seria interessante também se você podia, pudesse dar uma cor, isso, seria isso.
PParticipante 2
Obrigada, pessoal.
RCRonaldo Curydiretor de relações com investidores
Opa, bom dia, Fanny, tudo bem? Seguinte, praça onze, eu eu até confesso que teve, foi um lançamento que a gente, teve um resultado até acima do que a gente esperava, entendeu? É uma situação que a gente que ficou, a gente e teve que atrasar aí um mês por conta de toda a questão da legislação, a gente, é uma região que quem quem mora hoje no Rio sabe que está tendo uma uma perspectiva de investimento muito grande, muito similar ao que aconteceu no Porto por por questões de investimento em em museu, investimento em mudança em em em novos equipamentos ali na região, e a gente acredita sim que vai ser uma região que vai ter uma atratividade muito grande, acho que ainda tem alguns passos aí para para destravar os terrenos da região, que que começa agora a ter uma uma um volume maior de análise pela por parte da prefeitura, mas a gente está acompanhando aí com com bons olhos. Mas eu eu acho que esse esse lançamento também, Fanny, eu acho que o que é que é além disso, o que a gente vem vem vendo agora, é quase que uma segunda fase do do do de uma segunda uma segunda etapa do que vem acontecendo, não só no Porto mas complementando com Praça Onze e o centro do Rio.
Eu acho que hoje está muito claro no Rio que está tendo um movimento, o que o hoje a gente está, quando você vai no Porto hoje, a sensação já é de um bairro que que com moradores, com o comércio começando a chegar, então a gente está vivendo hoje uma nova etapa, que traz até alguns algumas perspectivas diferentes. E e o próprio centro do Rio, que há quatro anos atrás, três anos atrás tinha preços muito baixos, hoje você já vê o lançamento saindo a quatorze, 15.000 metro. Então, eu acho que, aquela região, todo esse processo de revitalização ele começa a ganhar cara. E eu acho que a gente, principalmente, olhando bastante na Praça São José mas principalmente no Porto, a gente está muito muito bem posicionado para também surfar eu acho que talvez essa segunda onda agora dessa região que que passa, deixa de ser uma aposta e passa a ser um um um vetor de crescimento claro da cidade. Com relação à demanda, eu acho que sim Fanny, a gente demanda a gente está a gente tem visto sim um um uma um um volume até interessante de de pessoas, a gente pode ter tido alguns alguns eventos aí, pode ter tido Copa do Mundo ou algumas situações que geraram ali algum algum tipo de diminuição, mas no geral, eu não diria que o problema está na demanda, eu acho que sim, tem uma análise maior, eu acho que uma uma preocupação maior com crédito, então hoje a gente até tem se questionado aqui até para uma para uma uma busca de aumentar o volume dos nossos estandes para que a gente consiga suprir caso algum problema de ter que botar mais gente para tentar manter a velocidade de vendas no patamar que a gente gosta.
A gente tem buscado soluções e medidas para que isso aconteça. Acho que o desejo das pessoas ainda continua muito claro. E com relação à à competição, principalmente por exemplo agora julho deixou muito claro para gente que a nossa a nossa estratégia hoje, a nossa estratégia hoje não, na verdade a nossa estratégia é quase que filosofia, quase que mantra aqui, de ter localizações privilegiadas, se posicionar bem, ter um ter um produto, talvez isso até uma discussão nossa assim talvez, assim hoje a gente tem um momento, até gera não é Paulo, um pouco mais de complexidade para nossa engenharia por ter um produto talvez um pouco melhor para os nossos concorrentes diretos, a gente sabe aqui alguns concorrentes nossos diretos, que vieram do médio a alta renda, eles vêm com produtos de realmente de baixíssima renda, e a gente vem com produtos já bem mais bem localizados e de e com com uma infraestrutura melhor, eu acho que nos possibilita ter um um diferencial nesse momento. Então eu acho que isso para gente tem sido cada vez mais claro, que essa estratégia é assertiva e a gente, principalmente em em ambientes que ficam um pouco mais conturbados e mais competitivos, ter uma localização melhor e um produto melhor nos coloca em uma situação melhor de atração para para para os nossos clientes.
FOFene OrenSantander
Super claro Leo, obrigada, só um follow rapidinho e você continua, você vendo aí terceiro tri vendas acelerando então, porque a gente sabe, não acho que, entendi que os primeiros lançamentos do trimestre foram bem positivos, não é, mas eu acho que você também teve lançamentos agora em agosto, não é? E está vindo em linha com o que você esperava?
RCRonaldo Curydiretor de relações com investidores
Olha assim, é assim, ô Fanny, é que eu diria que assim, no eu não consigo ainda te precisar agosto que a gente está começando agora a soltar os lançamentos. Mas, acho que é natural ter ter, assim, dificilmente por exemplo no Rio, eu te dar, a gente está lançando agora um projeto que é em ramos, eu não vou ter a mesma velocidade que eu tive no Praça Onze que foi muito fora da curva. Com, ah não deve ser a mesma velocidade. Em São Paulo, a gente tem um lançamento aqui na na Vila Guilherme que está apontando que vai muito bem. Então tem um outro no Ipiranga que a gente está começando, então assim, eu acho que é natural, por isso que eu que eu que eu fico um pouco receoso quando a gente fica comentando, achando que qualquer mudança em quinze dias é uma mudança mercadológica, a gente a gente entende até esse questionamento de vocês muito por conta do que está acontecendo no macro, isso faz com que a gente ache que a qualquer momento alguma coisa pode acontecer.
Mas o o o natural do nosso negócio é que tenha seja uma coisa um pouco sazonal mesmo, empreendimentos que saem da curva, vão um pouco menos, a demanda continua boa. Mas é natural que esses lançamentos tenham aí uma variação, e a gente às vezes acerte exatamente no ponto e no preço e na e na e no no no produto que a gente está colocando, e às vezes tem uma velocidade um menor. Mas, de fato, a gente tem aí um um um início de trimestre aí com considerando agosto, ainda bem interessante, mas qual qual qual o ponto que eu gostaria de reforçar aqui, qual o nosso foco hoje? Nosso foco hoje, é a gente conseguir principalmente trabalhar com força de venda e muita assertividade no que a gente tem disponível. A gente quer que os nossos lançamentos vão bem, mas também a gente está trabalhando muito o nosso estoque, para que a gente consiga, principalmente daqui para o final do ano, vender, repassar e registrar, para que as nossas obras continuem girando com um volume de unidades repassadas e registradas em um em um elevado nível, que nos permita continuar a nossa a nossa política de geração de caixa, esse é o grande objetivo nosso aqui, para que a gente gire sempre com um volume de unidades muito bem repassadas.
FOFene OrenSantander
Perfeito Leo, super obrigada.
Pergunta 4Bank of America
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem do Victor Tapia da do Bank of America. Victor, seu microfone está liberado.
PParticipante 9
Bom dia pessoal. Queria, o primeiro ponto que eu queria fazer aqui até na na resposta do Leo aí da, dessa última pergunta, assim, eu estou entendendo que, a demanda está aí, o cenário para vendas ele está bem melhor do que, não é o, o mercado financeiro pintou aí nesses seis primeiros meses não é, tudo em relação a custo, a venda acho que, foi mais, está parecendo ser mais barulho do que, do que alguma algum impacto muito negativo, não é? Mas aí Leo, na tua resposta você colocou aí o que mais te, o que mais te preocupa é o crédito, não é e e e se eu se eu entendi direito também você colocou que a saída, a solução que vocês estão tentando colocar para isso é aumentar o fluxo no estande para, de certa forma aumentar o funil, pegar um cara que tem uma uma renda um pouco maior mas, o que que é essa preocupação de fato com o crédito assim essa essa restrição que que teve aí não é recente da Caixa, e que está sendo ajustada ou você está falando de um cenário mais amplo de de endividamento, não é, das famílias e obviamente do consumidor, e e e aí qual que, assim, existe também uma intenção de além de aumentar o fluxo, vocês também aumentarem um pouco mais o, tem alguma outra condição comercial que vocês estão pensando também para contornar essa essa preocupação que você colocou, Leo?
Esse é o primeiro ponto, está? O segundo, é é mais aqui na na geração de caixa não é também assim, de novo não é assim, dado todos os barulhos que que aconteceram, a gente a gente enxerga aqui patamares de geração de caixa, ainda bem fortes não é, bem bem robustos. E, nesse cenário que a gente tem hoje não é de de um menor crescimento operacional que vocês estão estão passando, vocês veem aí alguma alguma possibilidade ou algum cenário que dá para aumentar o o a distribuição que vocês já vêm fazendo assim, existe algum cenário que que sobra mais caixa aí dado que está tudo indo, também acho que melhor do que o mercado estava esperando nesses primeiros seis meses?
PParticipante 2
São são esses os dois pontos.
RCRonaldo Curydiretor de relações com investidores
Bom dia Tapia. Eu vou pegar a primeira aqui e vou passar para o João a a segunda. Eu acho que, assim, a nossa preocupação hoje, Vitor, a gente tem, a gente olha, assim, a gente acompanha o dia a dia do nó do macro, a gente, assim, vamos vamos voltar um pouco não é? A gente começou o trimestre com notícias ali de uma inflação que podia vir de uma guerra muito maior, então a gente se preparou para um cenário talvez muito pior, não é, então a gente fez revisão, a gente pegou pegou, imputou preço, se preparou para para para uma turbulência que podia vir pela frente, e talvez possa vir ainda frente, gente aqui, esse esse é o o problema hoje, a gente trabalha com uma estabilidade maior do que a gente tinha em momentos atrás, então a gente começou um ano que parecia ser muito forte ali de vendas, e a gente começou a ter uma série de incertezas que para qualquer, acho que não é só para CURY, para qualquer empresário no no país ele vive isso.
E a gente acompanha e vê, o nosso cliente não é diferente de todos os clientes, de todos os bancos e de todos o todo o varejo, a gente vê que existe sim hoje um um as famílias estão mais endividadas e isso é isso é meio claro não é, então a gente, ciente disso, que que a gente está fazendo?
A gente tem que ser sim, já que a gente tem uma boa demanda, a gente também tem que ser mais seletivo, não é a gente tem que tentar daí tentar trazer o máximo de cliente para poder pegar sempre o melhor cliente então assim, eu acho que é o o nosso objetivo aqui, nossa preocupação, é olhando o que está acontecendo, a gente ter, não adianta a gente aqui ficar falando em mais mais mais, a gente já tem um já tem um volume de estoque que a gente entende como bom, para ser trabalhado, ser vendido, repassado, girar, registrar, então nossa nossa preocupação é fazer com que isso seja feito da forma mais saudável possível. Então vendo o ambiente macro, vendo tudo que está acontecendo, a gente sim tem que se se se precaver, e tem que tomar medidas para que a gente possa estar o mais saudável possível nesse momento. E a principal que a gente enxerga, já vou aqui passando até um pouco da bola para o João, é a gente gerar caixa. Então, em que forma a gente pode melhorar a geração de caixa, o que que a gente está vendo?
Eu vou te dar um exemplo aqui, que a gente fez em julho.
A gente pegou aqui vários empreendimentos que a gente sabe que tem muita liquidez, que estavam com clientes que não estavam, ah o cara demorou um pouco mais para repassar, estava demorando, é dez clientes em um, quinze no outro, vinte no outro, a gente foi a gente foi atrás disso para destratar quem não estava repassando para, porque são unidades líquidas que a gente sabe que a gente vende, a gente repassa e a gente registra ainda dentro do tri. Então, a gente quer é ter os nossos empreendimentos mais uma vez saudáveis girando com o maior volume de repasse e registro. Então, até já dando aqui já um uma bola aqui para o para o João, mas é o o o nosso objetivo é sempre esse, a gente girar da forma mais pura e e e clássica dos do crédito associativo, entendeu? Fazendo com, tocando as obras com maior volume de repasse possível.
JMJoão Mazuco
É está perseguindo na resposta aqui. Assim, aumentar a nossa distribuição, a nossa distribuição ela está muito muito limitada aí até pelo nosso PL, pelo meu aumento de PL a gente tem aqui um um uma restrição grande, tem tem todo o benefício aí de trabalhar com com esse PL baixo, baixo emprego de capital próprio, isso se traduz nos nossos ROE's aí que estão todos familiarizados então, assim, o o o crescer menos em termos de lançamento e vendas, não quer dizer necessariamente que eu vou liberar mais caixa, não é? A gente não tem essa relação aí direta aí por conta de de necessidade de capital de giro, não é? O crescer menos hoje, assim em vendas, em um primeiro momento não está se traduzindo em crescer menos em evolução de obra, a engenharia ainda está crescendo para integrar esses 30% de crescimento que a gente vinha tendo nos anos anteriores, e isso aumenta a minha geração de caixa, não é? Então eu vou continuar expandindo geração de caixa de uma forma muito forte, porque é das minhas obras em andamento que vem predominantemente a minha geração de caixa, não é?
Agora, também eu tenho uma restrição de PL aqui, hoje a gente já distribui aí em um em um em um limite quase de conversão aí de de caixa que eu tenho, não é? Então a a resposta é, continuar crescendo a nossa geração de caixa com o crescimento da operação, principalmente com o crescimento da engenharia, mas distribuindo dentro do limite que o meu balanço permite. Que que seria esse limite? O que a gente vem vem praticando até hoje, os meus sempre buscando aí os meus setenta, oitenta por cento do exercício anterior, que é onde as duas coisas se convergem, a conversão de caixa e e a minha capacidade de de balanço, não é? Então essa vai continuar sendo a nossa meta daqui para frente.
Como eu sempre respondi também no passado, a gente tem praticado, ninguém vai ficar sentado aí em um em um excesso de caixa desnecessariamente. Então oportunisticamente se a gente vê oportunidade para fazer distribuições adicionais, aí a gente vai fazer isso. Mas assim como como número indicativo é manter os níveis de distribuição que a gente vem praticando aí nesses últimos anos.
PParticipante 9
Está certo, pessoal. Obrigado, bom dia.
Pergunta 5André Mazzini, Citi
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem do André Mazzini da City. André, seu microfone está liberado.
PParticipante 1
Bom dia, Leo, João, Ronaldo, Nadia. Duas perguntas, a primeira é sobre como está indo a introdução da forma de alumínio em alguns projetos, como está essa proporção não entre alvenaria estrutural e e forma que é algo que, mais mais recente que a companhia já fizeram lá atrás mas estão voltando agora, essa é a primeira. E a segunda, sobre margem bruta do do resultado apropriado, a REF, aumentou não é, para quarenta e três e meio versus quarenta e dois ponto nove no primeiro tri. Se essa melhora reflete principalmente novos projetos vendidos com margens mais altas, ou revisões favoráveis nos projetos existentes, e se tem alguma coisa a ver com, com os novos projetos de forma não é, se eles estão vindo acima da média, em termos de margem. Obrigado.
AMAndré MazziniCiti
André, bom dia, Paulo. Quanto à forma não é, a gente está em fase de contratação não é, de forma. O lançamento está previsto não é, do primeiro projeto nosso para o final desse ano, e a gente deve iniciar a obra no começo do ano que vem. Até a gente ter não é, números mais reais, a gente não vai acelerar o processo não é? O que a gente, o que eu posso dizer é, existem mais uma ou duas obras que a gente também vai fazer o teste da forma de alumínio, e, a gente entendendo que é um processo, não é, que está trazendo uma margem boa para empresa e uma capacidade boa de produção, a gente vai seguir em frente e acelerar.
Acho que é o outro ponto, acho que é do João não é? Quem acha é? Aham.
JMJoão Mazuco
A margem, é, Fernando, bom dia. É, é a primeira opção que você nos nos deu aí, é praticamente novos projetos vendidas com margens mais altas, o lançamento é um momento extremamente relevante das nossas vendas, se você até comparar quanto que foi venda de de lançamento do segundo tri como o primeiro tri, no segundo tri eu tive um uma proporção maior de vendas de lançamentos, é nesses lançamentos que a gente está buscando sempre que possível sair com margem mais forte, e à medida que eu tenho boa resposta do mercado a esses lançamentos, isso puxa a minha margem ré. É exatamente isso, a gente não vem apropriando ganhos aí em em de orçamento, ou que pudessem melhorar a minha margem REF ou, não é a questão da das das formas não é de de de como como o Paulo já respondeu. Mas é justamente o peso das vendas dos orçamentos no no todo que que por definição, vendas novas é o é o que impacta a minha margem REF mesmo.
PParticipante 1
Perfeito, obrigado, Paulo e João. Bom dia.
Pergunta 6Elvis Credenggio, Itaú BBA
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem do Elvis Credenggio, do Itaú BBA. Seu microfone está liberado.
PParticipante 1
Bom dia pessoal, eu queria abordar dois tópicos aqui o primeiro sobre custo de construção, No primeiro semestre a gente teve um susto ali com relação aos custos de materiais não é, eu queria entender de vocês não é, como que tem evoluído isso, é, os efeitos de segunda ordem, se de fato, aquilo que preocupava vocês de fato está se concretizando ou não. E se, quando a gente olha para para para as para orçamentação de vocês não vocês tinham revisado eu acho que, 8% de inflação ao ano para cada um dos projetos de vocês, queria entender se de vocês mantêm essas premissas hoje, não é, considerando esse novo cenário, a evolução desse cenário, para ser mais exato, e como que vocês imaginam, o que que vocês precisariam ver de fato para revisar de volta os patamares de inflação anteriores, não é? Sentirem mais confortáveis em assumirem as mesmas premissas anteriores. Aí a, o segundo ponto é mais sobre vendas de maneira mais estrutural, não é? Que vocês até comentaram não é, venda de julho recuperando, tivemos esses impactos pontuais aí ao longo de segundo tri, mas entender do lado de vocês que que vocês discutem internamente, se tem alguma coisa que preocupa, seja endividamento das famílias, seja uma competição um pouco maior não é, São Paulo que é principal praça de vocês, a gente vê várias empresas entrando no Minha Casa Minha Vida, o que que de fato, e se tem alguma coisa que de fato preocupa vocês, a ponto de diluir, não é, essa demanda e e mudar um pouco a rota de crescimento, não é?
Ou se, ou se não, se sentem confortáveis dada a qualidade de produto.
ECElvis CredenggioItaú BBA
É isso, obrigado, bom dia. Luiz, bom dia Paulo. Vou começar falando do da inflação não é? No começo do ano a gente teve não é essa turbulência com os preços não é, materiais por causa da guerra. A gente, depois disso, a gente entrou no período de acomodação, posso te dizer.
Então, aquilo que a gente previu, não é, como aumento estabilizou no patamar, não temos falta de insumo, nem falta de mão de obra hoje, não é? Acho que está bem equacionado, mas os preços mais ou menos se mantiveram naquele patamar que a gente previu. Então, não pressão inflacionária extra não estamos tendo nesse momento, mas a gente está muito atento não é, porque infelizmente a guerra não acabou. Então a gente está está de olho para saber como que vai ser os próximos passos disso. Só é isso, passar para o Leo aqui.
RCRonaldo Curydiretor de relações com investidores
Com relação à à segunda, Elvis, assim, eu acho que, o que preocupa a gente assim, a gente, acho que a gente é naturalmente preocupado todo dia aqui, brincadeiras à parte, mas eu acho que a gente tem, eu acho que esse tipo de situação, Elvis, nos traz um reforço dessa visão do quanto a gente tem que se preocupar na aquisição e renovação dos nossos produtos e empreendimentos. Então hoje, cada, isso tudo isso que que que que a gente está vendo, tentativas de players irem para para o segmento econômico, e aí ele tem que se adequar, a dificuldade que é se adequar a uma realidade no empreendimento que do do do crédito associativo, de repasse, de registro, a dificuldade que é ele se adequar ao produto, a a a linguagem equivocada de achar que está tratando um cliente que tem que ser um produto que é preço, preço, preço. Então isso reforça que a gente tem que ter uma conexão aqui muito grande com o nosso cliente, que é através de ter excelente localização, de ter um produto legal, mantendo a nossa a nossa força de venda sempre bem subsidiada e cada vez estando à frente aí da da da de do de tudo que que que o mercado acaba aí dando, indicando como uma uma nova tendência, eu acho que a CURY acaba sendo um indicador muito grande, mas eu acho que, cada vez mais também, pela complexidade de grandeza dos empreendimentos, e aí falando principalmente São Paulo, acho que o Rio também pela grandeza e complexidade, vai ficando muito claro que os os os pequenos e médios principalmente têm muita dificuldade de enfrentar esses momentos de qualquer tipo de instabilidade vira um um um grande problema.
Então quando você tem uma estrutura boa por exemplo, a gente citou aqui hoje um ponto de entrevista que para gente foi algo natural de quem já fazia e de quem rapidamente assim, gente nem nem notou isso como um problema, e a gente escutou de concorrentes no mercado principalmente pequenos e médios, como se isso tivesse sendo uma bomba atômica. E a gente trata isso de uma forma muito natural porque temos operação, equipe para fazer isso e já, inclusive no Rio já fazíamos então, eu acho que a gente aqui, a preocupação nossa, nesse momento, de um pouco mais de estabilidade, é o quanto a gente consegue ainda se tornar mais eficiente da da porta para dentro. O que a gente hoje vem buscando cada vez mais, a gente não consegue mudar algumas coisas macro aí e a gente vai passar por um período ainda de incerteza natural do momento. E é o que a gente quer é, a única coisa que a gente pode fazer para olhando para dentro é se tornar cada vez mais eficiente. Acho até que, a gente aqui, como a a o a a sua pergunta para o Paulo é o seguinte, a gente olha como as coisas mudam, a gente começou, a Cury começou o ano aqui sendo muito questionada com relação muito mais em relação à à à nossa capacidade de engenharia, do que efetivamente a nossa questão, a a nossa força de vendas.
Hoje, talvez esse essa certa instabilidade nos permitiu aumentar a nossa produtividade na engenharia, aproveitar o momento para que isso a gente conseguisse também estar preparado para caso, lá na frente, o mercado melhore, venham que se venham condições novas do minha casa minha vida, a gente hoje tem um landing bem, talvez mais bem preparado, uma engenharia que se aproveitou desse período também e vem se reestruturando e a gente tem visto aqui nossos índices de produtividade aumentando de forma muito elevada, porque o mercado acaba acaba também tendo, a gente vê aí o médio alto de uma diminuição que de certa forma nos ajuda, então acho que a gente está tentando desse momento um pouco mais conturbado, olhar mais para dentro de casa para ficar mais eficiente para que a gente possa, o nosso mercado tem momentos melhor, mercado, economia, momentos melhores e piores, para que tendo um um momento um pouco mais estável e mais tranquilo de economia e de condições mercadológicas a gente possa aproveitar, eu acho que esse é o nosso grande objetivo aqui hoje, estar bem eficiente e bem leve, eu diria para que a gente possa passar por momentos estáveis se vierem, e que a e e que a gente consiga em um momento mais estável poder voltar à nossa rota de crescimento normal.
JMJoão Mazuco
O o Elvis, só complementando aqui endereçando a tua questão sobre o orçamento, sobre os índices de inflação futura que a gente pratica também, vamos manter conforme os ajustes que a gente fez no e reportamos aí a vocês amplamente para o mercado no no trimestre passado. Tem muita incerteza ainda, muita coisa acontecendo, e é muito cedo a gente falar em cantar vitória contra a inflação. A inflação tem toda uma dinâmica própria, você tem aí uma situação que não está resolvida lá do conflito no Oriente Médio, então, se a gente tiver ganhos em termos de de inflação futura, a gente vai se apropriar desses ganhos lá na frente, mas no momento ainda é de um de uma certa cautela aqui então, fizemos os ajustes aí no tratamento das nossas viabilidades, vamos continuar com esse mesmo tratamento, por enquanto.
PParticipante 9
Excelente
PParticipante 1
João Paulo, Leão, obrigado e bom dia.
Pergunta 7Banco Safra
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem do Rafael Heder da safra. Rafael seu microfone está liberado.
PParticipante 1
Bom dia pessoal, tudo bem? Eu queria só retomar um o assunto da competição a, na compra de terreno. Acho que vocês comentaram já um pouco não é mas pô se for pegar esse triste vocês ainda conseguiram aumentar o o Landbank e a gente vê das outras empresas, falando que está tendo por esses melhores terreno uma disputa bastante alta assim aí queria ver que vocês se sentindo alguma diferença, e nesse ponto, eu lembro no começo do ano a gente estava conversando bastante também sobre aquelas melhorias no plano de intervenção urbana lá do Arco Tietê e do Arco de Pinheiros. Queria saber se tiver alguma novidade, talvez até abrir um, um leque novo assim de de espaço, de oportunidade de aquisição de terrenos. Obrigado.
RCRonaldo Curydiretor de relações com investidores
Bom dia, Rafael. Eu acho que, assim, não não essa esse essa melhora aí eu acho que não veio exatamente desse desse ponto, veio sim acho que a gente, como eu falei, a gente está em em regiões que a gente conhece bem, e consegue também entender quando a gente está diante de algumas oportunidades. Então, eu acho que esse aumento aí, por exemplo, ele veio de algumas aquisições recentes de terrenos que a gente já conhecia há muito tempo, já estava olhando há muito tempo, namorando, e talvez tenha chegado o momento certo, a condição certa, para que a gente pudesse aproveitar então, o que a gente hoje tem visto, é que de fato quando a gente está falando de pequenos e médios terrenos, acaba tendo uma competição maior porque acaba esse esse competidor que vocês falam que está querendo entrar no no no programa, ele ele também não quer entrar com com projetos, com grandes projetos então, a gente hoje vê também no no, principalmente em em em áreas de média para maiores, talvez o eu não a gente não esteja nessa competição tão acirrada aí porque não são tantas as empresas que têm capacidade de absorção e de pegar terrenos com um volume maior.
Então a gente, nesses negócios, quando eles chegam em um ponto de atratividade que a gente entende que é realmente tem uma oportunidade, a gente tem tentado nesses casos sim ser bem mais assertivo, porque eu acho que a já tem um landing bank que nos permite ser bem cirúrgico e ir na região que a gente entende que tem um, que que teria potencial de melhorar o nossa a nossa velocidade de vendas, aonde hoje a gente, dentro da cidade de Rio de São Paulo a gente sabe que a gente vai precisar para 2.000 e e e vinte e oito, já diria que 2027 a gente, grande parte já tem, grande parte não, praticamente tudo a gente já tem dentro de casa. Então a gente consegue hoje ser bem cirúrgico e assertivo e por isso acabam acontecendo acontecendo também como se tivesse hoje, sinceramente um um trimestre que não não tivesse uma uma oportunidade dessa não não não seria nenhum problema para gente hoje, eu acho que a gente consegue hoje enxergar e acompanhar até os terrenos que hoje a gente quer, que a gente entende vão ter uma localização diferenciada e um custo que vai nos colocar em uma condição, principalmente de competição, muito mais apropriada para para para enfrentar qualquer tipo de momento.
PParticipante 1
É não, perfeito. Só do do dos planos de intervenção, teve tiveram alguma novidade? Aquelas melhorias assim que a gente estava esperando?
RCRonaldo Curydiretor de relações com investidores
Não, assim teve do do de Pinheiros, a gente já tem, acabou tendo assim em relação a Pinheiros uma situação que até nos, eu diria que a gente teve um ganho muito expressivo em um determinado terreno grande que a gente tem dentro de casa, e assim, que até nos nos nos coloca em uma situação de não não precisar ali hoje atacar diretamente aquela região, porque a gente acabou tendo um ganho muito expressivo em um determinado terreno, então isso nos favoreceu e a gente vai obviamente desenvolver esse esse negócio que que que a gente comprou lá atrás em uma condição muito melhor do que a gente tinha, mas aí é, isso foi já devidamente apropriado aqui dentro do nosso Land Bank.
PParticipante 1
Ah não, é perfeito, super claro, obrigado viu pessoal, bom dia. Nossa próxima pergunta vem do Joel Guilotti, da Goldman Sachs. Jorel, seu microfone está liberado.
PParticipante 2
Bom dia a todos, eu tenho duas perguntas aqui. A primeira é, vocês poderia dar um golpe de como vocês a preparação de seus fornecedores para transição para o IVA a partir de 2027? E a outra coisa que eu queria entender, no caso de que minha casa minha vida desse, ou que dentro o programa decidem ir e e reduziu o juro para grupos três e quatro, eu queria entender como você, que vocês fariam, porque isso obviamente melhoraria o a fordby dos compradores, mas eu queria saber você estaria mais disposto a subir preços, se esse for o caso, ou se o foco seria mais em acelerar a velocidade de vendas. Seria isso. Obrigado.
JMJoão Mazuco
Joel, tudo bom? Falar sobre a preparação de fornecedores. A gente a gente sabe, você deve estar acompanhando aqui como nós, como o setor como um todo, que existem muitas incertezas em relação a a esse a implementação da reforma tributária. O que a gente fez aqui, a gente criou um grupo de trabalho interno, trouxemos consultores externos, temos inclusive tido também reuniões periódicas com os nossos pares aí, concorrentes, para ver como a como eles, trocando trocando ideias, como cada um está endereçando todas as questões da reforma tributária, não é? E uma das iniciativas nossas é justamente em relação aos fornecedores.
Fizemos um amplo levantamento aí com o apoio dessa consultoria, dos regimes tributários desses fornecedores, e que que isso, como isso se transformará na na transição aí no novo regime, e e já estamos aí em processo de de conduzir conversas com esses fornecedores, principalmente os pequenos fornecedores não é? Porque os grandes fornecedores eles vão estar estar muito mais preparados aí, eles eles saberão como se posicionar, eu acho que é o pequeno que a gente tem que ter aí um um trabalho corpo a corpo não é? Então é isso que a gente está fazendo dentro ainda das limitações que existem, aí das incertezas que existem. O que eu posso te te adiantar aqui, a nossa leitura e a leitura, assim acho que do setor como um todo não é, esse setor de de imóveis voltados à à classe econômica, imóveis aí com um tíquete médio como o nosso aí na faixa de R$ 300 a R$ 350.000 é que a reforma irá nos beneficiar, não é? Então o que a gente está fazendo é fazendo tudo o que está ao nosso alcance para, virou a chave, a gente já está pronto para migrar para esse novo regime.
O que a gente tem que fazer aqui é, não posso deixar de migrar no novo regime por questões operacionais, por questões sistêmicas, e aí que a gente está se se resguardando, não é? Então, seria isso o que a que a gente está fazendo, isso está parte muito forte da nossa agenda aqui interna, para que a gente se beneficie o quanto antes desse desse novo regime, O
RCRonaldo Curydiretor de relações com investidores
Leo, aqui em relação à segunda pergunta, eu acho que tem duas situações aí. A gente por por exemplo não é, saindo, como que saia em agosto, em setembro, a gente tem um produto para lançar agora no Porto em em setembro, que seria um produto muito, assim, muito claro de um produto de faixa quatro. Então, é até um bom teste para gente entender ali os impactos desse efeito do novo programa. Mas eu também acho que tem um um um dever de casa em um primeiro momento também, é que esse esse cliente do faixa quatro, principalmente, ele é um cliente que hoje, em muitos momentos ele ele opta a ficar em uma tabela direta, e para repassar um pouco mais à frente, não se sentindo talvez tão atrativo o repasse com a taxa hoje vigente. Tendo uma taxa mais atrativa, acho que o primeiro dever de casa é levar isso ao conhecimento de todos os nossos clientes também que já têm dentro da tabela direta, tentar seguindo aqui a nossa linha de fazer mais repasses, mais registro, geração de caixa, eu acho que também pode ser uma uma primeira alternativa nossa aqui é é dar conhecimento para todos esses clientes para que eles possam, com essa nova taxa, entender que sim é uma oportunidade a gente ter um repasse nesse momento.
Então acho que tem dois trabalhos aí, um de venda, no primeiro momento entender qual é o o ganho que a gente vai ter na ponta, e o segundo é para dentro de casa também poder pegar o que a gente já tem e e transformar em em repasse.
PParticipante 2
Não entendi. Um um follow-up rapidinho aqui, então, só só para entender, vocês estariam, você como Cury, estaria mais disposto a fazer a transição para o IVA, ou ficar no Hatch, para no no próximo ano?
JMJoão Mazuco
Não, mais disposto a fazer a transição para o para o IVA, claramente. Assim, tudo indica-se todas as simulações que a gente fez, o que a gente tem feito é o que todo mundo tem feito, tem feito, fizemos simulações, diversos estágios de projetos, projetos já em fase final, projetos em fase de lançamento, projetos com tíquete médio mais alto, mais mais baixo, e todas essas simulações tudo indica que a gente vai se beneficiar do novo regime. Então, a resposta é simples, Joel. Estamos dispostos a migrar e migrar na primeira oportunidade, não é?
Pergunta 8Marcelo Motta, JP Morgan
OPOperador
Está, boa. Obrigado. Nossa próxima pergunta vem do Marcelo Motta da JP Morgan. Marcelo, seu microfone está liberado.
PParticipante 1
Oi, bom dia, dois pontos também. Aqui o primeiro você fazer mais um um follow-up aqui naquela questão do dos atrasos de obra e das obras que a CURY está monitorando não é, só que vocês comentaram quatro projetos só entender se essa não é, cinco projetos tiveram impacto 18 milhões então faz sentido pensar que quatro projetos é um impacto, não é, 20% menor ou ou talvez esses projetos já são, não é, maiores, então quando a gente pensar em v g v não necessariamente é essa relação, não é então só ver quais detalhes vocês podem comentar aí sobre sobre esses projetos, e também não é o que causou esses atrasos, é é mão de obra, a complexidade de engenharia, não sei se é alguma coisa relacionada não é com com permits enfim só para para fechar um pouco essa questão. E o segundo ponto é é é dos minoritários ali dentro de, não é participação nos lançamentos não é, vocês tinham comentado no qual passado que a ideia era voltar para aqueles noventa a 95% participação cura em lançamento esse tri acabou sendo pouco abaixo disso, também perto de trinta e cinco oitenta e seis não é, não sei se depende mais uma questão pontual, mas só entender se depende alguma mudança de estratégia, ter um pouco mais de parceiro, ou pelo mix de lançamento algum tipo projeto acaba tendo mais parceiro que o que o normal.
São esses dois pontos, gente. Obrigado.
MMMarcelo MottaJP Morgan
Mata, eu, Paulo, bom dia. Começando pelo atraso não é, que você colocou. A gente reportou não é, o João começou falando hoje, cinco cinco obras impactaram não é, em atraso, não é, de noventa obras que a gente tem. São foram pequenos atrasos que a gente teve, e e daqui para frente a gente está monitorando muito de perto quatro obras não é, que a gente entende que são obras que possível, tem a possibilidade de se acontecer, vai ser um pequeno atraso, está? Não tendo um impacto muito grande nos nossos números.
O que impactou realmente foi mão de obra, não é, e um pouco de equipamento também não é? A gente pegou o momento não é de crescimento do mercado, com uma um grande demanda não é, de material em mão de obra, e a gente não conseguiu recuperar essas obras a tempo. Porque elas tinham um prazo também muito apertado que a gente a gente vinha com uma produtividade muito boa antes, que a gente projetou que ia continuar. Então acabou pegando a gente em uma contramão. Isso não é, já está, as obras agora com a melhora de produtividade que a gente tem tido não é?
Uma ideia para você ter, Mota, em São Paulo, nos seis primeiros meses, a gente melhorou em 20% em relação ao ano passado e no Rio de Janeiro 30% a nossa produtividade. Então isso nos dá um conforto não é, de que essas obras têm chance de a gente recuperar os prazos delas, e e nas outras obras não é, daqui para frente, a gente seguir o rumo natural da empresa não é, de não ter nenhum problema de atraso nas suas obras. Agora eu vou passar aqui para o Léo e para o João.
RCRonaldo Curydiretor de relações com investidores
Eu vou, em relação aos lançamentos, Mota, eu acho que, é uma questão, assim, faz parte do negócio assim, a gente de fato tem aí uma proporção mais próxima aí de 90% mas, acabou que, que que a, que que que a gente teve nesse primeiro momento? Naquela restrição que a gente teve lá no início do ano, em São Paulo, acabou que os nossos lançamentos que estavam mais disponíveis eram lançamentos que tinham sócios. E agora, assim, a gente até teria uma um pouco, uma melhora até, subiria até um pouco mais a questão dos lançamentos nesse tri, só que, aí é uma, assim, são coisas da da do nosso negócio e a gente tem que, na verdade isso isso não é, não não não não pode ser um norteador para nossa para nossas decisões aqui, principalmente comerciais. A gente teve um lançamento por exemplo com a EZTEC agora em julho, que ele foi, que ele estava previsto para lançar uma fase dele nesse trimestre, a gente lançou já as duas fases em julho, de tão forte que foi o lançamento.
Então, isso vai aumentar um pouco a participação de sócio no trimestre mas, faz parte do jogo, então a gente não tem, não tem aqui, a gente tem mais ou menos esse número de 90% mas pode acontecer uma situação como essa, eu estou relatando em julho, que fez uma antecipação nossa aí de de uma fase de lançamento acontecer, por conta da da força que o não está que o lançamento teve, e a gente sempre que tiver isso vai aproveitar.
Mas, no geral, se a gente for olhar do ano, deve se aproximar sim nesses 90%, só se se vai que algum lançamento a gente que tenha sócio acabe tendo que antecipar alguma coisa e se tiver, se for por esse motivo não teria problema nenhum que o nosso percentual baixe um pouco porque o que tem que ser respeitado é a é a realidade da ponta lá e não se tem ou não sócio, entendeu?
JMJoão Mazuco
Mota, só complementando então os seus questionamentos não é, assim a gente, reforçando, a gente está monitorando muito muito próximo aqui à engenharia com todos os esforços para evitar que a gente tenha problema nessas quatro obras adicionais que a gente mencionou, e se vier a ter problema acho que o impacto financeiro vai ser da mesma ordem de magnitude que a gente reportou ao longo desse primeiro semestre, sabe? E no primeiro indício assim, primeira confirmação de que se virar atraso nessas obras, a gente estará pronto para provisionar já qualquer impacto financeiro que fique claro irá ocorrer. Mas estamos falando da mesma ordem de de magnitude do que tivemos até o momento.
PParticipante 1
Então super claro, gente. Obrigado. Bom dia. A sessão de perguntas e respostas está encerrada. Encerramos a videoconferência da CURY Construtora, agradecemos a participação de todos e tenham uma boa tarde.
CURCURY3 · 2T26Teleconferência de resultados
Cury S/A · 2T26
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-1:18:30
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