Boa tarde, senhoras e senhores. Sejam bem-vindos à teleconferência da DASA para discussão dos resultados referentes ao segundo trimestre de 2026. Esta teleconferência está sendo gravada e o replay poderá ser acessado no site da companhia, w.dasa3.com.br. A apresentação também estará disponível para download. Informamos que todos os participantes estarão apenas ouvindo a teleconferência durante a apresentação e em seguida, iniciaremos a seção de perguntas e respostas quando mais instruções serão fornecidas.
Ressaltamos que as informações contidas nessa apresentação, e eventuais declarações que possam ser feitas durante este evento, relativas às perspectivas de negócios, projeções e metas operacionais e financeiras da DASA, constituem-se em crenças e premissas da administração da companhia, bem como informações atualmente disponíveis. Considerações futuras não são garantia de desempenho. Elas envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos futuros e portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer. Investidores devem compreender que condições econômicas gerais, condições de mercado e outros fatores operacionais podem afetar o desempenho futuro da Dasa. Agora, passo a palavra ao senhor Rafael Lucchesi, que dará início à apresentação.
Por favor, senhor Lucchesi, pode prosseguir.
Apresentação
LULucchesi
Boa tarde a todos. Obrigado pela presença, mais uma vez, nossa teleconferência de resultados. Estou acompanhado aqui do Rafael Bossolane, nosso CFO e diretor de relações com investidores, além do nosso time de r I. Eu vou iniciar com uma visão geral do trimestre, e na sequência, eu passo para o Bossolane detalhar os resultados financeiros do período. Começando pelo slide 3.
Acho que a mensagem que eu gostaria de passar aqui, é de consistência e disciplina de execução. Seguimos focados na implementação, de um plano bastante detalhado, que além de trazer avanços importantes operacionais e financeiros em 2026, viabilizará o crescimento da companhia nos próximos anos. Conforme já comentamos nos outros calls, nossa prioridade neste momento é disciplina financeira e redução da alavancagem, até pelas condições de custo de capital no país. Temos avançado consistentemente nesse caminho, mas temos também conseguido avanços operacionais bastante significativos, em paralelo com a agenda financeira da companhia. Indo para o slide 4, olhando os números do segundo trimestre, tivemos um crescimento de 9% em diagnósticos, sobre uma base já de bom crescimento em 2025.
Seguimos com destaque para o segmento premium, serviços de atendimento domiciliar, e também crescimento de volume no b to b versus o ano passado. Em custos e despesas, seguimos com otimização relevante, que gerou um crescimento de EBITDA acima de 50% neste trimestre, considerando o escopo atual. Como já comentamos algumas vezes, temos crescido nosso volume e receita, com o Capex bastante controlado, utilizando melhor os ativos existentes, com boa alavancagem operacional, em paralelo avançando em agendas estruturantes, como a implementação das novas linhas de produção de exames de análises clínicas nos NTO's, que até trouxe algum impacto pontual de custos no segundo tri, e ótimas perspectivas de ganho de produtividade com a digitalização, que devem ser acelerados pelas oportunidades de inteligência artificial. Em relação ao caixa, tivemos uma forte geração operacional, que permitiu redução da dívida líquida, mesmo em um trimestre de sazonalidade não tão positiva. Também avançamos de forma importante na gestão de nosso passivo financeiro.
Recentemente concluímos uma emissão de debêntures, que contribui para o alongamento do perfil da dívida da companhia, e para o refinanciamento antecipado de obrigações financeiras de curto prazo, ampliando a nossa flexibilidade financeira, e reforçando as condições para a continuidade da execução da estratégia. Em paralelo, seguimos fortalecendo um dos principais diferenciais da DASA. Inovação na experiência do paciente e excelência médica. Os avanços que tivemos, principalmente no lançamento de novos produtos, de utilização de inteligência artificial, foram reconhecidos recentemente com o segundo lugar no prêmio valor inovação Brasil 2026, na categoria serviços médicos. Gostaria de reconhecer todo o nosso time médico de tecnologia por mais essa conquista.
Vale destacar também, a evolução da rede Américas no trimestre. A operação segue avançando em linha com o plano estratégico estabelecido, refletindo a captura contínua de sinergias, e evolução dos indicadores operacionais. Esse progresso reforça o potencial de criação de valor do ativo, e a qualidade da execução das equipes. Entramos na segunda metade de 2026 reforçando a nossa confiança na capacidade de execução do nosso time, e na construção de uma DASA cada vez mais forte, resiliente e preparada para os próximos ciclos de crescimento. Com isso passo agora a palavra para o Bosolane, que vai detalhar os resultados financeiros do trimestre.
BOBosolane
Obrigado Lukesi, boa tarde a todos e obrigado pela participação na nossa teleconferência de resultados do segundo trimestre. O Lucas já falou sobre a nossa visão estratégica e os principais destaques desse trimestre. Então, da minha parte, eu vou agora passar pelos resultados financeiros e operacionais, que acabaram sustentando a nossa performance aí do período. A principal mensagem desse trimestre é a qualidade dessa evolução que a gente observa nos resultados. A gente está confirmando uma trajetória de melhora que a gente apontou no início do ano, com crescimento de resultado, forte expansão de margem, e o mais importante, uma gestão cada vez mais disciplinada do caixa da companhia.
PParticipante 3
Então começando agora
PParticipante 2
pela nossa principal operação de diagnósticos no slide de número cinco.
BOBosolane
Tivemos mais um trimestre de crescimento consistente, com a receita bruta avançando 9,2% em relação ao escopo comparável, e chegando a R$ 2,2 bilhões. Esse crescimento continua sendo puxado pelo aumento de volume, com destaque para a expansão do b to b, e do segmento premium. Vale destacar que esse crescimento veio sem necessidade relevante de expansão de capital. Do lado da rentabilidade, a margem bruta ajustada foi de 33,2%. Aqui é importante contextualizar a redução de 1,6 p.p. que vocês observam.
Ela é explicada em grande parte pelas realocações contábeis entre custos e despesas, alinhada à nossa nova estrutura organizacional, e efeitos pontuais no custo de produção pela implementação, das dos novos equipamentos no nos nossos NTOs. Além disso, parte dessa variação, também reflete reflete o efeito de mix, dada a participação crescente do canal b to b nos nossos negócios. Embora o B to B tenha uma margem percentual menor, ele contribui positivamente para o lucro bruto nominal, ajuda na diluição dos custos fixos da nossa plataforma, e é um vetor de crescimento eficiente, com baixa necessidade de investimento. Seguimos também avançando nas iniciativas de produtividade e digitalização, otimizando a capacidade instalada e melhorando a jornada dos nossos pacientes. Isso nos permite continuar crescendo de forma sustentável, com com eficiência e retorno atrativo.
Indo agora para o slide 6, com o resultado dos hospitais de oncologia do nordeste, que são representados pelo Hospital na Bahia e pelas nossa rede de clínicas Amo. Então esse segmento é um bom exemplo da nossa da nossa estratégia de buscar um crescimento rentável. A receita bruta apresentou uma redução de 4%, para 208 milhões, reflexo de uma reestruturação deliberada do mix de fontes pagadoras, principalmente na operação de oncologia, e de uma maior disciplina comercial no segmento como um todo. O resultado dessa estratégia aparece na rentabilidade. A margem bruta expandiu um ponto e meio percentual, e chegou a 32%.
Essa melhora, mesmo com a receita menor, demonstra o nosso foco na melhora de mix de procedimentos, na redução dos custos dos serviços prestados, e na otimização da estrutura operacional. Na operação hospitalar, seguimos avançando especialmente na gestão dos leitos, na ocupação e na eficiência operacional. No Hospital da Bahia, por exemplo, a taxa de ocupação subiu mais de sete 7 p.p. e o tíquete médio cresceu quase 15%. Então, mais do que acelerar o crescimento a qualquer custo, o foco aqui continua sendo crescer com disciplina e melhorar o retorno.
PParticipante 2
Esse trimestre reforça reforça justamente essa trajetória. Uma operação mais eficiente, mais equilibrada e com perfil de rentabilidade melhor. Passando agora para os resultados de Rede America no slide de número sete. Antes de entrar nos números, vale só um esclarecimento sobre a comparabilidade. Como a Rede America foi constituída a partir do segundo trimestre do de 2025, esse é o primeiro trimestre em que apresentamos uma comparação com o mesmo período do ano anterior.
Dito isso, a
BOBosolane
joint venture continua apresentando uma trajetória operacional bastante positiva. No trimestre, a receita líquida cresceu mais de 12%, o EBITDA avançou quase 39% em relação ao segundo trimestre de 2025, chegando a 441 milhões, com expansão de 2,6 p.p. de margem, atingindo 13,7%. Essa performance reflete a manutenção das iniciativas de integração, a captura de sinergias e uma melhoria no mix de procedimentos. Além disso, seguem em andamento iniciativas estruturantes para melhorar a jornada digital dos pacientes, junto com ações de revisão e condições comerciais e evoluções dos processos ligados ao ciclo da receita. Nesse contexto, temos um amplo programa de revisão de processos e padronização de sistemas que vêm contribuindo para redução de glosas, para melhoria operacional e para uma redução gradual do prazo médio de recebimento de Rede Americas.
Para Dasa, o resultado de Rede Americas é reconhecido via equivalência patrimonial. Embora a última linha contábil ainda tenha um impacto marginalmente negativo, a forte evolução operacional do ativo reforça o valor estratégico e o potencial de geração de valor nessa parceria de longo prazo.
PParticipante 2
Na frente de caixa, a geração operacional totalizou 435 milhões nos primeiros seis meses do ano, refletindo a evolução da rentabilidade operacional e a capacidade da joint venture de se autofinanciar, apesar de um consumo pontual no trimestre relacionados a eventos específicos de capital de giro. A dívida financeira líquida encerrou o período em R$ 2,8 bilhões, e a alavancagem financeira ficou em um ponto sessenta e nove vezes, praticamente em linha com o trimestre anterior.
BOBosolane
Passando agora para o slide 8, nas nossas despesas. Esse é um ponto que merece destaque. As despesas comerciais gerais e administrativas, excluindo aqui a depreciação, totalizaram 279 milhões, que representa uma redução nominal de aproximadamente 25% em relação ao escopo comparável de dois do do segundo trimestre de vinte e cinco. Essa performance reflete por um lado, ganhos estruturais na eficiência e uma disciplina bastante forte dos nossos custos. Por outro lado, é importante colocar a comparação em perspectiva.
A base do ano passado estava mais pressionada principalmente pela linha de provisão para devedores duvidosos. Mas mesmo isolando esse efeito, ainda teríamos uma redução nominal de aproximadamente 15% nas despesas. Então, a mensagem aqui é que estamos de fato construindo uma estrutura mais leve e mais eficiente. Já aqui na linha de outras receitas e despesas operacionais, a gente vê um saldo positivo de 8 milhões no trimestre comparado a 25 milhões positivos, na base comparável do ano anterior, que é um reflexo da menor receita de serviços compartilhados no âmbito da formação da JV. Então de forma geral portanto, a leitura continua bastante positiva, seguimos evoluindo na disciplina de despesas, na captura de eficiência operacional, mesmo em um cenário de crescimento da nossa operação.
Essa combinação de crescimento, rentabilidade e eficiência nos leva a um EBITDA consolidado aqui no slide número nove. O EBITDA atingiu 446 milhões, que foi um crescimento de 53%, em relação ao escopo comparável de 2025. A margem EBITDA expandiu 5,8 p.p. e atingiu aí 20,1% em relação à receita líquida. Esse crescimento vem da performance operacional de diagnósticos, da melhora da rentabilidade nos hospitais, e de forma bastante relevante da captura de eficiência e da disciplina de custos que acabamos de mostrar aqui no slide de despesa. Agora passando para o slide de número dez, sobre os nossos investimentos.
Como antecipamos no último trimestre, o ritmo de investimentos começou a se normalizar ao longo do segundo tri, acompanhando a execução dos projetos previstos para o ano. Os investimentos totalizaram 59 milhões no trimestre, foi um aumento de 43% sobre a base comparável, refletindo principalmente a retomada gradual de iniciativas que haviam apresentado um ritmo de execução mais baixo no início do ano. Mesmo com essa normalização, o nível de Capex permanece contido e disciplinado, com uma alocação seletiva de recursos, e e a e a priorização de projetos com maior retorno e impacto sobre eficiência, produtividade e na qualidade dos nossos serviços. Os recursos foram direcionados principalmente para tecnologia e para modernização da infraestrutura, iniciativas que aumentam produtividade e melhoram a experiência do dos nossos pacientes. A gente segue demonstrando que o nosso modelo de negócio é capaz de crescer sem demandar uma alta intensidade de capital, priorizando sempre projetos com alto potencial de retorno.
Então quando a gente olha para o segmento, os investimentos permaneceram concentrados principalmente em diagnóstico e as iniciativas corporativas que são ligadas majoritariamente à tecnologia, à produtividade e à digitalização. É importante destacar também que parte dos investimento em nossas unidades de atendimento INTO's está sendo realizada por meio de parcerias estratégicas. Isso reduz a necessidade de de desembolsos diretos de capital sem comprometer o ritmo de modernização e expansão da operação. Então, a lógica aqui continua bastante clara. A gente segue investindo de forma seletiva e disciplinada, priorizando a eficiência operacional, produtividade, a geração de valor, sempre preservando o nível de serviço dos nossos negócios.
Passando agora para o slide 11, de geração de caixa. A geração de caixa operacional passou de 44 milhões para 247 milhões. Essa performance foi impulsionada pela maior geração operacional, refletindo a expansão do EBITDA, e também uma gestão mais eficiente aqui do nosso capital de giro. É importante lembrar que o primeiro semestre do ano é é historicamente mais pressionado em capital de giro, principalmente em função da dinâmica de recebimento da operação e de algumas despesas pontuais desse período. Mesmo com o crescimento da operação, o nosso ciclo de conversão de caixa reduziu em sete dias, o que mostra uma melhora estrutural na gestão dos nossos contas a, de dos nossos contas a receber e dos nossos estoques.
Na linha de fluxo de caixa livre, tivemos uma evolução ainda mais relevante. Saímos de um consumo de 18 milhões no segundo trimestre de vinte e cinco, para uma geração positiva de 292 milhões no segundo trimestre deste ano. É uma melhoria aqui de praticamente 310 milhões nesse período. Essa evolução ela mostra uma melhora estrutural na nossa geração de caixa, que é sustentada por um modelo operacional mais leve e mais eficiente, e menos intensivo em capital. Para concluir, avançando para o slide 12, sobre a estrutura de capital da DASA.
Aqui, a gente conecta toda essa evolução operacional e a geração de caixa com a nossa estrutura de capital. A dívida financeira bruta encerrou o trimestre em 6,4 bilhões, com prazo médio de três anos e meio, e um custo médio de CDI mais dois ponto quatorze. Ao final do período, a nossa posição de caixa e aplicações totalizou novecentos R$ 59 milhões, mantendo uma posição de liquidez adequada, para o nosso perfil dos vencimentos. A dívida líquida financeira, consequentemente após aquisições a pagar, antecipação de recebíveis, encerrou o trimestre em 5,6 bilhões. Em termos de alavancagem, quando olhamos para o escopo atual e comparável, o indicador encerrou o segundo trimestre de vinte e seis em dois vírgula nove vezes, abaixo do três zero nove vezes observados no primeiro trimestre de vinte e seis.
Portanto, nessa visão comparável, seguimos uma trajetória consistente de redução. E aí é importante esclarecer que a evolução da alavancagem total reportada tem uma tendência diferente, e não representa a deterioração da performance operacional da companhia. Esse movimento decorre principalmente da composição do EBITDA dos últimos doze meses, à medida que saem da base de comparação os resultados dos hospitais que migraram para Rede Americas, e das operações que foram desinvestidas no ano passado, além dos efeitos contábeis relacionados a esses movimentos. Esse efeito essencialmente é matemático e deve continuar aparecendo nos próximos trimestres, até que o EBITDA LTM, passe a refletir integralmente o novo perímetro operacional da companhia, no quarto trimestre desse ano. Por isso, quando analisamos a evolução em bases comparáveis, a tendência de desalavancagem permanece bastante clara e sólida.
Para fins de covenant, a alavancagem encerrou o trimestre em três vírgula trinta e nove vezes, permanecendo abaixo do limite de quatro vezes previsto aí nas escrituras das das nossas dívidas. A gente também continua avançando na gestão ativa do nosso passivo e do perfil de de vencimentos. Em julho a gente concluiu a vigésima terceira emissão de debêntures no montante de 700 milhões, com prazo médio de dois anos. Os recursos foram utilizados para o resgate antecipado da décima sexta emissão de debêntures, cujo valor total, já incluindo juros e o prêmio, foi de aproximadamente 708 milhões. Então na prática, essa operação refinanciou a obrigação de de de prazo mais curto, reduziu a concentração dos vencimentos, não é, e reforçou a previsibilidade da nossa da nossa estrutura de capital, e acaba endereçando integralmente os vencimentos relevantes de 2026 e de 2027.
Então por fim, a leitura estrutural continua super positiva. A gente segue avançando na desalavancagem da companhia, apoiado aqui em três grandes pilares, um crescimento e expansão do EBITDA, na geração de caixa e essa gestão ativa dos nossos passivos. Então, a gente observa ali uma melhora na na conversão de caixa, que a gente mostrou no slide anterior, que combinado aí a um perfil de vencimentos mais equilibrado e compatível com a nossa liquidez, nos dá uma base sólida aí para gente continuar reduzindo a nossa alavancagem ao longo do tempo. Então com isso, eu encerro a apresentação dos resultados aqui, e podemos passar para sessão de perguntas e respostas.
Perguntas e respostas
Pergunta 1Flávio Yoshida, Bank of America
OPOperador
Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas para investidores e analistas. Caso deseje fazer alguma pergunta, por favor, pressione o botão levantar a mão. Se a sua pergunta for respondida, você poderá sair da fila clicando em abaixar a mão. Caso deseje fazer uma pergunta por escrito, por favor, digite sua pergunta no campo Q Any seguido de seu nome e companhia. A nossa primeira pergunta vem do senhor Flávio Yoshida do Bank of America.
Por favor, pode prosseguir.
FYFlávio YoshidaBank of America
Olá, boa tarde. Obrigado pelo espaço para fazer perguntas. Tenho duas aqui do nosso lado. As duas são referentes ao business de diagnóstico, está? Então, a primeira é com relação ao crescimento, não é?
Então, a gente viu que o crescimento desacelerou em relação a ao último tri, não é? Ainda assim um patamar bastante bastante bom, mas bem abaixo do que tinha sido o último tri, não de crescimento ano contra ano. Então eu queria entender se teve algum impacto específico ou se foi talvez uma redução de market share ou se na verdade a gente deveria considerar esse patamar aqui do do segundo tri como talvez um pouco mais recorrente, está? E aí a minha segunda pergunta ainda em diagnóstico é com relação à margem bruta, não que teve essa redução triatri, não é, acho que vocês comentaram um pouco que teve efeito do mix, teve um efeito de classificação e alocação entrelinhas. Então se vocês pudessem dar um pouco de cor para gente o quanto que cada um desses efeitos impactou, e se o mix ainda, quanto mais ele ele pode jogar contra aqui na margem.
PParticipante 4
Obrigado.
PParticipante 2
Oi, Flávio. Lucasi falando. Obrigado pelas perguntas. Vou falar de crescimento, eu passo para o Bolsolani falar aqui da margem bruta. Crescimento.
Bom, a gente, como você falou, a gente vem com uma boa taxa de crescimento considerando que é todo orgânico e semi-storsale, a gente até teve uma redução de número de unidades naquele ajuste fino que a gente tem feito, de unidades pequenas aí não produtivas, mas basicamente é semi-storsale. A gente segue bem na nas principais avenidas de crescimento, como segmento premium, como o atendimento domiciliar, como o volume do b to b. O volume do b to b com o crescimento versus o ano passado realmente um pouquinho menor do que a tendência do primeiro trimestre, mas ainda vindo bem. E acho que tem que considerar também que o trimestre, o segundo tri de vinte e cinco, a gente também tinha uma base que já tinha tido um crescimento bom, versus vinte e quatro considerando a sazonalidade do segundo trimestre, está? Então, considerando todos esses pontos, a gente veio com uma boa taxa de crescimento.
Acho que vale falar também, a gente sentiu sim um impacto de copa, a gente tem esse dado bem detalhado, tanto nos dias de jogos apesar de ter sido mais tarde pegou um pouquinho alguns horários de unidades de atendimento, e nos dias seguintes também, principalmente um pouco no primeiro horário então, aí um ponto mais ou menos até no máximo um ponto e meio de impacto de copa que a gente sentiu. Dizendo tudo isso para você, a gente continua super confiante no crescimento do que vem pela frente. Julho vem com um mês de muito bom crescimento, a gente viu acelerando nas últimas semanas. A gente tem outras iniciativas já mapeadas, bastante consistentes, em bons acordos comerciais, tem crescimento em todos os segmentos. Então, acho que a gente está confiante, apesar desses impactos um pouquinho maiores no segundo trilho, confiantes com uma boa taxa para frente, seguindo aí uma rota positiva aqui para DASA.
Passando para o Bolsolani que foi falar da margem bruta.
BOBosolane
Oi Flávio, tudo bem? Obrigado pela pergunta. Eu acho que o primeiro ponto assim que a gente observa é que essa dinâmica, não é, de crescimento de receita associada a uma uma queda de de de rentabilidade ela não implica uma uma dinâmica diretamente relacionada está? Então, assim, a gente teve ali de fato uma uma uma alocação diferente de entre custos e despesas, está? Que representou aproximadamente um ponto o percentual da receita líquida, isso reflete evoluções que a gente vem fazendo na nossa estrutura organizacional não é, com foco em em produtividade.
Tem um segundo efeito, menos relevante, que está associado aí a custos duplicados, adicionais e são pontuais, com a implementação de novos equipamentos mais eficientes do NTO. Então você tem um um um custo inicial ali que acabou sendo duplicado. E aí terceiro, e e menos relevante a gente tem um efeito associado a um mix de canais não é, com onde a gente observou o crescimento mais forte do nosso b to b, não é então a gente sabe que o b to b a margem percentual dele é menor, do que alguns canais prêmios, mas essa não é uma métrica correta para avaliar a atratividade econômica desse negócio. É um canal que adiciona volume, sobre a a infraestrutura já instalada, que exige baixo capex incremental e acaba gerando um lucro bruto incremental, o que contribui para diluição de custos fixos não é? Então, a nossa prioridade aqui é maximizar a contribuição econômica e retorno aí sobre o capital, não é?
E não necessariamente uma avaliação pontual ali da margem percentual de cada um dos canais não é? E quando a gente a gente observa esse efeito, não é, junto com as despesas para rentabilidade total da companhia, a gente vê uma expansão ali bastante material, excluindo ali a equivalência patrimonial de acima de trezentos bases points e essa, então é bastante estrutural essa evolução.
FYFlávio YoshidaBank of America
Está bom. Se se me permite só um um follow-up aqui na na resposta do Luquezi. Você comentou, Luquezi, que julho vem acelerando, não é? Você acha que na verdade é só um um picape da demanda aí que você mencionou que teve talvez um impacto pelo efeito da copa, ou você acha que talvez é uma, não é só isso e e ela até se transbordou aí para o que a gente viu até agora do mês de agosto?
PParticipante 2
Não, não parece ser só, parece ser só isso não, Flávio. Vem bem constantemente desde o final, desde o começo de julho. Então parece ser uma demanda consistente, e de novo, também reflexo de outras iniciativas de receita que a gente tem trazido. Então de maneira geral, tendência positiva.
FYFlávio YoshidaBank of America
Está ótimo, obrigado pessoal.
Pergunta 2Leandro Bastos, Citi
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem do senhor Leandro Bastos do Citi. Por favor, pode prosseguir.
LBLeandro BastosCiti
Oi pessoal, boa tarde, obrigado. São são duas aqui também. A primeira, em diagnósticos, acho que é até mais um follow-up aqui nesse ponto do Flávio. Assim, eu entendi aqui os, as explicações de imagem bruta, não é, e até que uma parte aqui dos ofensores, não esses cursos duplicados eles deveriam ter natureza mais temporária. Então se vocês puderem aqui passar um um indicador assim de qual que deve ser assim no no mix atual, qual que deveria ser uma margem recorrente aqui, margem bruta para diagnóstico, acho que ajudaria no trabalho de de modelagem, esse seria o primeiro ponto.
O segundo é é mais voltado para para America, não é? Acho que a gente viu nesse tri, uma melhora no EBITDA não é assim de de margem, mais uma queima de caixa, e um caixa, essa uma posição de caixa relativamente baixa assim para o que é o tamanho da empresa, o tamanho da dívida. Eu queria entender um pouquinho assim, como que a gente reconcilia não é, se lidar melhor com com a dívida líquida aumentando, E como é que vocês pensam assim o nível de de liquidez assim que a empresa deveria deveria ter para para rodar confortável? São esses dois pontos, obrigado.
PParticipante 2
Oi Leandro, obrigado pelas perguntas aqui. Vou também responder a primeira e passo segunda para o Bolsolani. Não, gente não vai falar uma tendência de margem bruta, mas a gente pode falar o que que foi o impacto do segundo tri. Então, o Bolsolane já falou ali entre despesa e custo tem mais ou menos um ponto, nessas mudança de geografia. Essa parte dos NTO's, esse overlap de custo pela implementação das novas linhas, que são mais modernas mas tem um ramp up, tem mais ou menos meio ponto, que impactou nesse trimestre.
E a questão do mix entre b to b e b to c aí acho que dá para você ir projetando em relação ao que o Bolsodany falou, que quanto aumenta mais o volume do b to b, ele tem uma margem percentual menor apesar de ser super positivo na questão de retorno de investimento e de rentabilidade como um todo. Então acho que com esses, essa ideia de ordem de grandeza dos impactos acho que, você consegue ter uma visão de como deve caminhar a nossa margem bruta aí para frente, está bom? Passando aqui para a pergunta sobre Américas.
BOBosolane
Oi, Leandro. Obrigado pela pergunta. Falar um pouquinho da da performance de Américas, assim primeiro, eu acho que a Américas teve uma uma performance super positiva do ponto de vista de resultado, termos de crescimento, expansão de EBITDA ali na ordem de quase 40% não é, em bases comparáveis. Então, é uma operação que ela vem seguindo o plano financeiro não é, de forma bastante diligente não é? Quando a gente vê assim a leitura de um trimestre isolado, ele pode distorcer um pouco essa trajetória, não é?
Especialmente ali porque o caixa hospitalar ele pode ter alguma alguma volatilidade relevante de capital de giro, principalmente relacionado a negociações comerciais que podem afetar o recebimento em um único mês ou em um único período, está? Então, quando a gente olha especificamente o segundo trimestre, a gente vê um consumo de aproximadamente 60 milhões de caixa operacional, que é associado exatamente a essa dinâmica de capital de giro, do período quando a gente, é um faseamento ali dentro do do do semestre. E quando a gente olha o semestre, é uma operação que gerou 435 milhões de caixa operacional, e isso é super importante porque mostra, apesar dessa volatilidade trimestral, que é uma plataforma que tem capacidade de se financiar operacionalmente, não é? Então, a dívida líquida em 2026, quando ela comparada comparada ao início do ano, ela se manteve basicamente ou praticamente em linha ali, em 2,8 bilhões, não é, ao mesmo tempo que o EBITDA vem crescendo ali quase quarenta, então a gente naturalmente vê uma desalavancagem bastante grande, quase uma vez o EBITDA da companhia, não é?
Então, em termos de de de liquidez, é uma é uma empresa que tem uma posição de liquidez confortável, tem, fechou ali com quase 360 milhões de caixa, e a gente está ativamente trabalhando na gestão do passivo aí dos próximos vencimentos dos períodos, o que para gente não é um ponto de de de atenção nesse momento.
PParticipante 5
Maravilha pessoal, obrigado.
Pergunta 3Felipe Amâncio, Itaú BBA
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem do senhor Felipe Amâncio do Itaú BBA. Por favor, pode prosseguir.
FAFelipe AmâncioItaú BBA
Opa, bom dia pessoal.
PParticipante 7
São duas perguntas aqui do meu lado. A primeira delas é sobre o segmento premium, não é o que vocês puderem comentar aqui sobre o desempenho da marca alta nesse trimestre, e também até aproveitando para entender um pouco melhor a cabeça companhia para expansão dessa marca não é, se tem alguma geografia em específica, em em específico aqui com potencial de expansão, que acaba chamando atenção. E a minha segunda pergunta sobre geração de caixa, do DASA em si, a gente consegue notar aqui a melhora da do ciclo de conversão não ao longo desses últimos trimestres e também o foco da companhia nesse ponto. Então eu queria pegar um pouco a cabeça de vocês para geração de caixa olhando para esse segundo semestre, não é porque, me corrijo se eu estiver errado aqui, dada a sazonalidade do business, eu imagino que o segundo semestre devia mostrar uma aceleração nesse sentido não é de repente, até sustentar aqui uma uma queda de dívida ali pelo ano. Mas enfim, só queria entender se se faz sentido aqui essa hipótese.
Obrigado, pessoal.
LULucas
Oi Felipe, o Lucas falando aqui. Sobre o segmento premium, a gente, como vocês sabem, a gente não abre esse número, mas a gente segue crescendo no alta, em um ritmo bem mais forte do que a nossa média de crescimento, e pelos dados de mercado que a gente tem, a gente também tem um ganho importante aqui de mercado no segmento premium.
BOBosolane
Hoje o alta ele está em São Paulo e no Rio, A gente tem sim um plano
LULucas
de expansão, mas é um plano de expansão bastante, é baseado na ocupação das unidades que a gente já tem, então é um plano de expansão que a gente tem bastante segurança na captura de novas receitas. A gente tem sim um mapa da onde a gente, a nossa ocupação já está demandando mais metro quadrado. Como vocês sabem não é, nos últimos trimestres o nosso foco em desalavancagem e em rodar melhor os ativos existentes fez com que a gente tivesse uma expansão bem pequena, mas agora para frente a gente sabe as áreas de oportunidade, e nós estamos planejando sim algumas novas unidades em São Paulo, e potencialmente uma expansão de área e serviços no Rio também, no Rio Menor, em São Paulo provavelmente maior, para seguir capturando esses ganhos de mercados consistentes aí que a gente tem nos últimos anos. Passando aqui para o Gossolane para falar um pouco do caixa.
BOBosolane
Oi Felipe, obrigado pela pergunta. Olhando assim o, dando uma geral do nosso do nosso fluxo de caixa assim, eu acho que é importante a gente separar duas duas etapas da nossa evolução financeira, está? A primeira, eu acho que está ligado à recuperação e à capacidade operacional que a gente tem de gerar caixa. Então nesse ponto, a gente teve uma evolução bastante relevante, não é? Então a gente sai de um fluxo de caixa livre negativo do segundo trimestre para quase 300 milhões positivos no segundo trimestre desse ano, não é?
Ou seja, mantendo ali a nossa disciplina de investimentos, não é? Ou seja, gente evoluiu, como eu falei aqui, quase 310 milhões da nossa geração de caixa livre. Acho que a segunda etapa é que esse, é fazer com que essa geração, ela possa superar de forma consistente o nosso custo financeiro, não é que se traduz na redução da dívida líquida. Não é então lembrando que, a gente ainda tem uma carga de juros relevante, consequência aqui da estrutura de capital atual, e que a gente vem melhorando, não é? A melhora de caixa é uma prioridade super estrutural para companhia, não é?
Historicamente, o primeiro semestre ele é mais intensivo em capital de giro, não é? Enquanto a geração de caixa ela tende ser mais favorável na segunda metade do ano, não é? Mesmo assim, Felipe, quando a gente olha a melhora operacional que a gente apresentou nesse trimestre, a gente vê que essa geração de caixa também se traduziu em uma redução do nosso saldo do de dívida líquida que está ali de aproximadamente 23 milhões. Então é justamente por isso que a gente está olhando cada vez mais para conversão de caixa, para conversão final do caixa na redução da dívida líquida. Então, essa evolução operacional ocorreu, o próximo estágio nosso é fazer que isso apareça de forma mais evidente no nosso balanço, e lembrando que o segundo semestre ele tende sim a ter uma uma geração mais positiva e consequentemente uma descompressão ali da nossa dívida líquida para o ano.
PParticipante 7
Perfeito, obrigado pessoal.
Pergunta 4Maurício Sepeda, Morgan Stanley
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem do senhor Maurício Sepeda do Morgan Stanley. Por favor, pode prosseguir.
PParticipante 4
Oi,
MSMaurício SepedaMorgan Stanley
Lukesi. Bousolane, boa tarde. Obrigado pelo espaço. Deixa eu pegar esse gancho aí do, teve da apresentação do do investimento seletivo, até foi até comentado na na resposta anterior, mas pegar um pouco mais um uma perspectiva de alocação de capital aqui. Porque é nítido, não é, que vocês estão avançando nessa agenda de desalavancagem, mas faria sentido tentar acelerar a geração de caixa por expansão orgânica, inclusive, não é, para para desalavancar mais rápido?
Ou seja, seria meio que um problema do do ovo ou da galinha aqui, não é, de de tentar sair da situação, inclusive investindo mais. Foi muito citado aqui que a Markovs está com uma boa performance, vocês têm outras marcas no Brasil também. Vocês estariam dispostos a essa esse movimento um pouco mais, digamos, agressivo nesse sentido? Qual o critério de retorno podia ser suficiente para desgargalar essa expansão, mesmo dentro dessa agenda prioritária de desalavancagem? Obrigado.
LULucas
JCP, da, obrigado pela pergunta. Vamos lá, a gente está realmente super criterioso na aprovação de expansão, até pelo nosso compromisso de desalavancagem. A gente viu que tinha ainda uma boa capacidade instalada para trazer receita dentro dessa capacidade, que é o melhor dos mundos não é? Porque, aí você acaba até tendo uma alavancagem operacional e diluindo o custo, então a gente vem com essa performance crescendo bem nos últimos trimestres mesmo sem expansão. E, a sua pergunta é boa porque nesse momento a gente está avaliando justamente esse ponto que você trouxe, do quanto a gente pode estar chegando em algumas regiões específicas e em algumas marcas específicas, em um ponto que o ramp up da expansão seria tão positivo, que já ajudaria a gente na desalavancagem não é na melhora de EBITDA e potencial desalavancagem, e e qual retorno a gente precisa esperar desses ramp ups está?
Nossas análises, esse essa possibilidade segue sendo uma possibilidade que tem que ter cautela, quer dizer acertar muito bem esses investimentos para o retorno ser rápido, mas sim, já está aparecendo que algumas expansões específicas passam a contribuir, inclusive para desalavancagem se bem feitas e bem implementadas. Dito isso, reforçando a minha resposta da da de alguma das perguntas anteriores, a gente tem sim um plano de expansão de metro quadrado, tanto em unidade existente com novos serviços como algumas novas unidades, e a gente deve começar a mostrar para vocês aqui nos próximos trimestres um caminho um pouco mais nesse sentido, e com isso a gente conhece bem não é o mercado, sabe onde as oportunidades estão, então com alto grau de confiança de que vai contribuir para o para o para o nossa performance.
PParticipante 6
Legal, Lukesi. Obrigado.
Pergunta 5Gustavo Tisseu, XP Investimentos
OPOperador
Nossa próxima pergunta vem do senhor Gustavo Tisseu da XP Investimentos. Por favor, pode prosseguir.
GTGustavo TisseuXP Investimentos
Boa tarde pessoal, tudo joia Lucchesi e time. São duas questões aqui do nosso lado também, a primeira eu queria explorar um pouquinho o LabtoLab. Ele vem crescendo bastante ele tem, mas eu queria entender um pouco, quando você olha para o passado o Alvaro em algum momento parou de de ter grandes investimentos e depois mais recentemente você voltou, eu queria entender qual é o grau dele de de melhora operacional e, você está, o quanto ele pode expandir de margem nesse meio tempo é só para comparar com o passado no momento que ele tinha um operacional, ah mais forte lá no passado, ah mais distante, ele deveria ter uma margem maior, Nesse, no momento atual ele já está, melhor em termos de margem e maior ou tem muito a a o que fazer? Só para gente tentar entender o que dá para expandir de margem de LabtoLab. E o segundo ponto eu queria falar um pouco de l p um, que a gente vem escutando um pouco de que talvez o g l p um já comece puxar volume de diagnóstico forte.
Vocês têm alguma ideia de se isso está fazendo um um, um volume maior para vocês, ou ainda é irrelevante, e se for relevante quanto que está impactando? Obrigado pessoal.
BOBosolane
Oi Gustavo. Falar do b to b.
LULucas
Respondendo de forma direta, não, tem bastante a capturar ainda, está? A gente, realmente voltou a ter um foco mais importante para o negócio, é um mercado que cresce bem, a gente está bem posicionado, mas precisava de algumas frentes estruturantes como eu já comentei anteriormente, de integração de sistemas, uso do nossos NTO's pelo Brasil, uma certa revisão da logística, e a gente tem um plano sendo implementado, tanto comercial como nível de serviço, como utilização dos NTO's, que começa uma captura agora está? Então ainda tem bastante coisa pela frente. No passado realmente, ele ele foi um serviço que ele ele era tocado mais separado da nossa operação quando a gente comprou lá atrás, depois a gente acabou integrando com a nossa operação como um todo, e e isso fez uma diluição de custo importante mas ele acabou ficando um pouco como um side business aqui dentro. E a nossa visão agora não é mais essa, é de que pode ser um negócio muito bom, olhado como um negócio relevante para companhia, e estamos tomando as ações para que ele tenha uma performance cada vez melhor, que a gente seja cada vez mais competitivo, trazendo todos os benefícios, tanto de diluição de custo como de incremento de margem.
Então tem bastante a capturar aqui está? Sobre a segunda pergunta, a resposta é não, a gente não tem nenhum
PParticipante 3
dado
LULucas
estatístico já que comprove uma questão de mudança de volume por esse fator, estamos acompanhando, é uma tendência, mas nenhum dado ainda estatisticamente que comprove uma mudança.
PParticipante 3
Está ótimo, obrigado.
Encerramento
OPOperador
A sessão de perguntas e respostas está encerrada. As perguntas recebidas por texto serão respondidas posteriormente por e-mail. Gostaríamos de passar a palavra ao senhor Luquezi para que faça as considerações finais da companhia.
LULucas
Agradecer mais uma vez a presença de todos. Acho que a palavra aqui é consistência. A gente vem implementando o nosso
PParticipante 3
plano,
LULucas
com as nossas prioridades claras. Acho que gente teve um trimestre como a gente comentou com algum impacto de sazonalidade em volume receita, mas seguindo em um forte crescimento. E também falar da esteira de implementação das frentes estruturantes que continuam muito bem. De novo, a gente sempre fala estamos estamos focado na entrega do ano, de compromisso muito forte, mas também construindo uma companhia preparada para crescimentos futuros importantes, esteja bem posicionada estrategicamente, que as nossas vantagens competitivas sejam reforçadas, como qualidade, excelência, inovação, com o número de pacientes crescente, reputação de marcas, enfim, tem um uma série de pontos que a gente tem trabalhado incansavelmente aqui, para que a DASA fique cada vez mais forte, e otimistas com o que vem pela frente, com os próximos trimestres a gente tem total convicção que a gente vai conseguir apresentar para vocês resultados cada vez melhores. Então, obrigada a todos, nos vemos no próximo trimestre.
OPOperador
A teleconferência da DASA está encerrada. Agradecemos a participação de todos e tenham uma boa tarde.
DASDASA3 · 2T26Teleconferência de resultados
Dasa · 2T26
0:00
-45:24
Transcrição automática · Atlas (Deepgram nova-3, pt-BR, revisão 1), gerada a partir do áudio da companhia; pode conter erros, confira no áudio. Números falados não viram dado do Atlas. 6.855 palavras. Site de RI
Fontes desta páginaCVM até 2026-06-30 · Companhia 2026Q2, parcial · B3 até 23/10›
CVM · demonstraçõesdesde 2010-12-31 até 2026-06-30