Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos à conferência de resultados do Grupo Equatorial referente ao segundo trimestre de 2026. Estão presentes o CEO da companhia, senhor Augusto Miranda, o VicePresidente, senhor Leonardo Lucas, o Diretor de Regulação, senhor Cristiano Logrado, a Diretora de Estratégia e RI, senhora Tatiana Vazquez, e o senhor Lio Aquino, presidente da EQCO Energia, que ao final estarão à disposição para responder a eventuais perguntas. Destacamos que a ferramenta de tradução simultânea está disponível na plataforma. Para acessar, basta clicar no botão interpretation na parte inferior da tela e escolher o idioma de preferência.
Esta conferência está sendo gravada e ficará disponível no site de relações com investidores da companhia r I ponto equatorial energia ponto com ponto b r, assim como a apresentação aqui exposta. Informamos que todos os participantes estarão apenas ouvindo a conferência durante a apresentação e, em seguida, iniciaremos a sessão de perguntas e respostas, quando mais instruções serão fornecidas. Antes de prosseguir, aproveitamos para reforçar que as declarações prospectivas têm como base as crenças e suposições da administração do Grupo Equatorial e as informações atuais disponíveis para a companhia. Estas declarações podem envolver riscos e incertezas, tendo em vista que dizem respeito a eventos futuros e, portanto, que dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer. Investidores, analistas e jornalistas devem levar em conta que eventos relacionados ao ambiente macroeconômico, ao segmento e a outros fatores que podem fazer com que estes resultados sejam materialmente diferentes daqueles expressados nas respectivas declarações prospectivas.
Daremos início à apresentação passando a palavra ao senhor Augusto Miranda. Por favor, senhor Augusto, pode prosseguir.
PParticipante 2
Boa
Apresentação
AMAugusto Miranda
tarde a todos e obrigado pela presença no nosso colo de resultados. Antes de iniciarmos os destaques do trimestre, gostaria de ressaltar que, para melhor comparação dos números aqui apresentados, com o segundo do Trid vinte e cinco, realizamos ajustes excluindo o resultado do segmento de transmissão,
PParticipante 4
o qual desinvestimos em dezembro de 2025. Entendemos que essa abordagem oferece uma visão mais clara e comparável da nossa performance contínua. Da nossa
PParticipante 2
performance contínua.
AMAugusto Miranda
Encerramos o período com aproximadamente R$ 10 bilhões em caixa, o que representa duas vírgula cinco vezes a dívida de curto prazo, reforçando uma posição de liquidez importante para lidar com o ano de 2026. Em relação ao indicador de dívida líquida dívida líquida por EBITDA, observamos um um aumento de zero vírgula quatro vezes, em relação ao primeiro tri de vinte e seis, influenciado principalmente pelo pagamento de R$ 5,6 bilhões pela aquisição da participação da COPASA. Vale lembrar que o EBITDA de doze meses ainda consta o ganho de capital decorrente da venda dos ativos de transmissão, que permanecerá até o terceiro tri de vinte e seis. No que tange as compensações, seguimos uma trajetória positiva de redução de R$ 16 milhões, ou 18,3%, refletindo o nosso foco na melhoria contínua da qualidade de serviço. Do lado operacional, tivemos um segundo tri marcado por avanço.
O mercado q u b cresceu 4,2%, impulsionado pelas nossas concessões do Pará, Amapá, Goiás, Maranhão, Rio Grande do Sul e Piauí. Neste tri, tivemos uma mudança no faturamento do grupo a de Alagoas, que ocasionou um escorregamento de um mês de faturamento para o terceiro trimestre. A ajustar esse efeito, o mercado fio b teria crescido 5%. O indicador de perda se manteve abaixo do nível regulatório em uma visão consolidada, com uma diferença de 1 p.p. com destaque para o Maranhão, com destaque para o Maranhão que passou a figurar novamente dentro do patamar regulatório. Em relação aos indicadores de qualidade, observamos redução do deck em todas as distribuidoras do grupo, no comparativo com o primeiro tri de vinte e seis.
E com destaque para o Amapá que reduziu duas duas vírgula cinco horas e para o Piauí que se enquadrou dentro do limite regulatório. Este desempenho reforça o compromisso do grupo equatorial com a qualidade, eficiência e melhoria contínua do serviço sustentado com a disciplina na execução. Ainda neste tri, aderimos a aproximadamente R$ 911 milhões de um passivo total de dois vírgula R$ 2,8 bilhões ao acordo gaúcho na c e d, garantindo uma melhora relevante nas condições dos dos passivos da empresa. O desconto de 75% sobre os juros e multas, equivalente a 355 bilhões, já está refletido no resultado e sobre o saldo sobre o saldo remanescente e sobre o o saldo remanescente, até 60% do pagamento poderá ser realizado por meio de precatórios adquiridos com deságio, cuja liquidação está prevista para o segundo o segundo semestre. Por fim, gostaria de destacar a relevância da aquisição da participação da na COPASA, que representa um marco importante na trajetória de crescimento da Equatorial.
Essa conquista reforça a nossa capacidade de identificar e capturar oportunidades de geração de valor, refletindo mais de duas décadas de excelência operacional, disciplina na locação de capital e consistente capacidade de execução. Temos grande orgulho desse movimento estratégico que amplia a nossa presença em um setor no qual acumulamos experiências e resultados comprovados. Seguimos focados na conclusão das etapas regulatórias remanescentes e estamos preparados para implementar nosso plano de criação de valor, sempre comprometidos com a geração de retornos sustentáveis para nossos acionistas e demais stakeholders. Agora eu passo a palavra ao Leo no slide 5, onde vamos iniciar com a visão consolidada do desemprego econômico financeiro do grupo. Com você, Leo, por favor.
PParticipante 4
Obrigado, Augusto, e uma boa tarde a todos. Vou falar aqui rapidamente sobre a performance econômico-financeira do grupo. Em uma visão consolidada e ajustada. Nossa margem bruta, consolidada, cresceu 7,7%, impulsionada principalmente pelo desempenho do segmento de distribuição, refletindo o avanço do mercado e o aumento da tarifa fio b. O EBDA consolidou avanço de 0,8%.
Desconsiderando a equivalência da Sadesp, o nosso EBITDA, o crescimento teria sido de 4,1%, evidenciando a evolução do segmento de distribuição, iremos detalhar mais adiante. O lucro líquido societário antes das participações minoritárias, reportada no trimestre, totalizou 653 milhões, impulsionado pelo reconhecimento do ganho com a adesão do acordo gaúcho. Já na versão ajustada, que desconsidera esse efeito, e a retirada do resultado de transmissão para fins comparativos, o lucro líquido ajustado sofreu uma redução de 80%, refletindo principalmente o aumento da despesa financeira no período, tanto pelo aumento dos juros, como do saldo da dívida associado ao atual ciclo de investimentos antes das revisões tarifárias que se aproximam. A relação dívida líquida por EBITDA ficou em um patamar de três vírgula uma vezes, com uma elevação de zero vírgula quatro vezes em relação ao trimestre anterior. Principalmente, como já mencionado pelo Augusto, pela aquisição da participação na COPASA.
Vale destacar que, para fins de covenants, e conforme redação contratual, o EBDA considera, além do resultado da Equatorial e a equivalência da Sabesp, um cálculo pró-forma do que teria sido a equivalência patrimonial da participação da COPASA nos últimos doze meses. Desta forma, há uma compreensão melhor do verdadeiro impacto desta nova aquisição na alavancagem. Neste trimestre, continuamos com uma forte atuação no mercado de capitais, focando na melhoria do perfil da dívida, através do aumento do prazo médio e da redução dos spreads das dívidas em CDI, que hoje está em CDI mais zero vírgula cinquenta e sete pontos por cento ao ano. Para este trimestre, captamos 7,6 bilhões, sendo cinco vírgula um bi destinados para aquisição da COPASA, com custo médio de CDI mais 0,8% ao ano. O prazo médio da dívida, excluindo a dívida para aquisição de participação da COPASA, seria de cinco vírgula nove anos, e com COPASA, cinco vírgula seis anos.
Diante de um cenário tradicionalmente mais volátil, por conta das eleições, trabalhamos para antecipar nossas captações, preservando flexibilidade financeira e buscando condições competitivas de funding. Por último, trazemos o montante de investimentos realizados no trimestre, que somam cerca de 2,6 bilhões, uma redução de cerca de 4% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Vamos agora para o slide 7. Aqui, no slide 7, trazemos uma visão geral sobre a performance operacional e comercial consolidada das nossas distribuidoras. Além, dos destaques financeiros do trigo.
Do lado esquerdo, podemos observar, um forte crescimento de mercado, sendo quatro vírgula sete de energia injetada, e 4,2% do mercado fio b. Vale frisar, que mesmo com o cenário de expansão da base de mercado, a companhia manteve trajetória de redução de perdas, com queda de 0,2 p.p., ao comparar com o segundo tri de 2025. Neste trimestre, tivemos uma arrecadação de 97,32%, a PSLD de 1,26%. Influenciadas, de um lado, pelo aumento da inadimplência, e do outro, pelo crescimento forte de faturamento no período. Em relação aos indicadores de qualidade, apresentamos melhora em todas as distribuidoras do grupo, com cinco das sete enquadradas no limite regulatório do DEC.
Entre as companhias ainda fora desse limite, vale destacar que o Rio Grande do Sul possui um deck contratual específico para esse ano, enquanto Goiás segue com o waver para o indicador de deck estando apenas zero vírgula zero seis hora acima do regulatório. No FEC, todas as distribuidoras permanecem enquadradas nos limites regulatórios. E, como reflexo dessa evolução operacional, e da melhora de qualidade do serviço, registramos uma redução de 18,3% no nível de compensações na comparação entre os trimestres. Do lado direito do slide, podemos observar um crescimento de margem bruta das distribuidoras de 10,4% no trimestre, refletindo principalmente a maior tarifa fio b, e o maior mercado do período. Já o p m s o ajustado por consumidor, das distribuidoras nos últimos doze meses, apresentou crescimento de 4% em relação ao segundo trilho de vinte e cinco, abaixo da inflação do período.
Em uma visão ajustada pelas compensações, o crescimento foi de apenas 1,2%, refletindo os avanços na qualidade operacional, combinada com a disciplina de uso eficiente de recursos. Só nos últimos doze meses, tivemos uma redução de 102 milhões de compensações pagas aos consumidores. O crescimento do EBITDA ajustado da distribuição foi de cerca de 8%, influenciado principalmente pelo aumento da margem bruta. Vale lembrar, que o custo de remoção está sendo considerado para fins de comparação impactando o EBITDA ajustado em ambos os trimestres. Agora, vamos ao slide 9.
Vamos olhar aqui para os outros segmentos do grupo. No segmento de saneamento, apresentamos uma habitada de 6,6 milhões, uma redução de 10,4% em relação ao segundo tri de vinte e cinco. Porém, vale destacar que a comparação é impactada por um efeito registrado no segundo tri de vinte e cinco, relacionado a uma reversão de provisão em função da conclusão de um inventário. Desconsiderando esse efeito, o EBITDA apresentaria um crescimento de 24% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, fruto do crescimento da margem bruta. Adicionalmente, seguimos avançando com a cobertura de água e esgoto, e apresentamos um nível de PSLD sobre ROB menor que o trimestre passado.
No segmento de renováveis, apresentamos uma entidade do estado da Ecoenergia de 135,3 milhões. 22,6% menor entre os períodos, reflexo, principalmente da menor geração do período. Aqui, também trazemos uma visão do courateilment aberto pelos critérios de confiabilidade, energético e indisponibilidade externa, e o seu impacto financeiro desde 2023.
PParticipante 2
Em relação ao
PParticipante 4
ressarcimento do curtainment, tivemos um avanço importante nas últimas semanas. O ministério de minas e energia publicou a portaria normativa número cento e quarenta, que regulamenta os procedimentos para operacionalizar a compensação prevista na lei 15.269, abrangendo os eventos de confiabilidade e indisponibilidade externa ocorridos, entre setembro de 2023 e novembro de 2025. Entendemos que essa regulamentação representa um passo relevante para dar efetividade ao processo de ressarcimento. E seguimos acompanhando sua implementação, e contribuindo ativamente para as próximas etapas. Agora, passo a palavra para o Augusto.
AUAugusto
Obrigado, Leo. E para encerrar, gostaria de compartilhar nossas principais prioridades para os próximos meses. Na COPASA, o nosso foco no curto prazo está em concluir a definição do time de gestão, acompanhar o plano de cem dias e cumprir os ritos para assumir a companhia, que incluem a realização da AGE que deverá ser convocada nos próximos dias. No segmento de distribuição, temos uma agenda regulatória bastante relevante e positiva para as distribuidoras, onde estamos contribuindo ativamente, além das revisões tarifária da CED e da ACEA para este ano. Também concluiremos a liquidação do acordo gaúcho, com o pagamento utilizando os precatórios, capturando os benefícios adicionais previstos para a companhia.
Do ponto de vista operacional, manteremos a disciplina na gestão de custos, sem abrir mão dos recursos necessários para para melhorar continuamente a qualidade da operação e a experiência dos nossos dos nossos clientes. Por fim, continuaremos avaliando oportunidades que sejam aderentes à nossa estratégia, sempre mantendo a disciplina na alocação de capital característica da Equatorial. Agora, passo a palavra para a operadora para conduzir a sessão de de perguntas e
PParticipante 2
e respostas. Obrigado.
Perguntas e respostas
Pergunta 1Lucas Guimarães, Itaú BBA
OPOperador
Obrigado. Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas. Caso deseje fazer uma pergunta, por favor clique no ícone de QIA que aparece na parte inferior de sua tela e digite a sua pergunta. Para fazer perguntas através do microfone, clique em levantar a mão. A nossa primeira pergunta vem do senhor Lucas Guimarães do Itaú BBA.
Por favor senhor Lucas, pode prosseguir.
LGLucas GuimarãesItaú BBA
Oi pessoal, boa tarde. Duas perguntas rápidas aqui. Primeira, vocês podem dar uma cor sobre como que a gente vai ver a dinâmica de p m s o e capex voltado para qualidade? Que nas últimas semanas a gente viu uma preocupação um pouco maior com o aumento de despesas para atender as metas de qualidade principalmente a meta de conjunto, e a segunda pergunta é um pouco mais sobre estrutura de capital. Vocês divulgaram um covenant de três ponto uma vezes, mas ele ainda tem o one-off da venda da transmissão então, com o número ajustado em três ponto seis vezes vocês já comentaram algumas vezes que a estrutura de capital ideal ficaria entre algo de três a três vezes e meia, mas que em um cenário de juros um pouco mais pressionados ficaria mais próxima de três.
Então vocês consideram alguma coisa para otimizar a estrutura de capital, alguma reciclagem de ativos ou algum outro tipo de ação? Obrigado.
AMAugusto Miranda
Lucas, é. Ei Lucas, obrigado aí pela pela resposta. Aí eu eu e Leo vamos responder isso aqui, fazer um jogão. Na verdade sobre a qualidade você vê que a gente vem ao longo do tempo, os indicadores, não A gente a gente tem empresas em vários estágios de de estágio de vida, não Empresas mais maduras, empresas menos maduras, não é? E a gente vem, se você olhar, pilotando esse processo de uma forma assim muito, eu diria que muito feliz.
Se você olhar, a gente vem com os indicadores enquadrando as empresas, o FEC, não é? Se você olhar já vem há muito tempo bem enquadrado, o DEC você vê que a empresa também, cinco das sete empresas elas vêm enquadradas. E lembrando que Goiás, como o Leo bem citou, nós estamos apenas de zero vírgula zero seis já para atingir o regulatório que a exigência é para 2028, não é? A gente já está praticamente já tocando. E também no Rio Grande do Sul, que é uma uma situação um pouco atípica, você vê que a gente vem justamente, a gente tem uma curva lá ajustada pelo contrato, e que a gente está muito justamente em cima dessa curva, não é?
Então a gente está e e outra coisa são os conjuntos, não A gente sempre retratou aqui que a questão a a curva dos conjuntos, a gente negociou isso muito, negociou muito bem com o anel, a gente tem uma trajetória e a gente vem trimestre a trimestre, ou mês a mês eu diria, você vê que a gente vem cumprindo isso, não é, também com louvor. Ou seja, a gente vem tendo qualidade, você tem a questão da própria da perda também, não é, mesmo em ambiente mais mais, às vezes com alguns desafios, você tem o quê? Então o deck, o FEC, os conjuntos, não é? E você vê que o custo sob o controle. Então eu diria que a gente tem feito isso e com louvor, e continuaremos assim, está certo?
Continuaremos justamente conduzindo dessa maneira aí com com prudência na qualidade e conciliando o PMSO e também conciliando a questão da qualidade.
AUAugusto
Obrigado Lucas Oi? Pela pergunta. Com relação à alavancagem não é, de fato, estamos em um ambiente um pouco mais deteriorado não é, cuja melhora vem vem, vamos dizer assim, caminhando de um de uma maneira mais lenta, não é, as coisas têm começado a evoluir um pouco em termos de níveis de juro. Porém, muita das vezes é nesse tipo de ambiente que surgem oportunidades interessantes. Então, cabe sempre dizer, que nós temos um saldo importante não é, de obras que foram feitas, e que, nessa fotografia do momento, estão batendo na nossa dívida líquida, mas não estão repercutindo o nosso habitidar.
Então, esse ano nós vamos ter a revisão tarifária do Rio Grande do Sul e do Amapá, não é, que devem ter o seu desfecho esse ano. No ano que vem, no começo do ano, devemos ter a revisão tarifária do Pará, não é? No ano seguinte, vamos passar a ter a revisão tarifária de Goiás, que é uma das maiores, se eu não me engano, Piauí. Então, de forma que, a partir desses processos de revisão tarifária, essa parcela que hoje está batendo apenas do lado da dívida líquida vai passar, a partir então, a a fazer parte também do EBITDA, uma vez que essas bases sejam reconhecidas, não é? Então, nós temos uma uma uma flexibilidade também interessante, e tudo isso é posto na conta no momento em que a gente faz um movimento inorgânico não é visando gerar valor, mas sempre com muita responsabilidade, observando a a velocidade de quando as coisas passam a ficar equilibradas,
Pergunta 2Daniel Travitch, Banco Safra
OPOperador
A nossa próxima pergunta vem do senhor Daniel Travitch do Safra. Por favor, Daniel, pode prosseguir.
DTDaniel TravitchBanco Safra
Olá, boa tarde, obrigado pela oportunidade aqui, eu tenho duas perguntas, a primeira delas é relacionada à inadimplência não é, mais para entender como vocês estão vendo a dinâmica, de evolução desse indicador, tanto não é ao longo desse último ano e desses últimos trimestres, como para frente não é dado a situação um pouquinho mais deteriorada da economia e se puderem comentar também, como vocês esperam que evolua esse tema, o tema da atualização do banco de preços ali de da da e da inadimplência na ANEEL, e como isso pode contribuir para esse indicador aí na empresa, está essa é a primeira pergunta. E a segunda pergunta mais para pegar um um um pouco de vocês aqui ao o o cronograma não é, o calendário aqui para os próximos passos aí da da COPASA não quais seriam as primeiras, os primeiros movimentos aqui vocês já comentaram um pouquinho mas só pegar um pouquinho mais de detalhe aqui nesse tema, está? Obrigado.
AUAugusto
Daniel, obrigado, só para confirmar sua pergunta. A primeira é com relação à inadimplência, e a outra é com relação a ao banco de preço, correto? Também. Inadimplência e banco de preço.
PParticipante 2
Ah, regulatório. De preço é inadimplência também, é o banco banco de dados de inadimplência tridimensional.
PParticipante 3
Ok.
PParticipante 2
Pois é, Daniel.
PParticipante 3
Ok? Alarel.
AUAugusto
Bom, com relação à à à inadimplência, com relação à inadimplência que é verificada no trigo, a gente tem visto, não é, tem visto um um ambiente com uma inadimplência realmente um pouco piorada, é um reflexo, parte disso é um reflexo do que a gente tem visto. A gente segue com um número muito interessante de arrecadação nas categorias de poder público e de alta tensão, não é? E a gente observa esse movimento mais no mercado de baixa tensão onde também, por outro lado Daniel, a gente tem tem visto um faturamento não é, mais robusto, especialmente em função do volume e de, em alguns outros lugares de função de de tarifa,
PParticipante 2
não é.
AUAugusto
Recentemente, a cada dois ou três anos, nós conduzimos um trabalho aqui dentro não é, Augusto, de de trazer sempre alguma consultoria diferente para fazer uma análise de todas as ferramentas que a gente vem fazendo, de régua de cobrança, de distribuição de equipes, não é? E esse ano é um desses anos que a gente faz a a cada tempo em tempo, não é? Então, recentemente também concluímos a fase de diagnóstico, de preparação, e a gente está aí, espera também no segundo semestre poder já lançar mão, além das iniciativas que a gente busca aqui fazer para eficientizar, as ações nesse sentido também de contar com com com novas contribuições não é? Então, e a gente segue aí buscando melhorar a performance nesse nosso nível de de arrecadação. Com relação à parte Aí,
PParticipante 2
Léo, vale lembrar
AMAugusto Miranda
que desde abril não a gente sentiu algum esse movimento, a gente realmente fez esse trabalho que você citou, a gente está realmente readequando as as ferramentas não é, Olhando em cada segmento qual comportamento, em cada região, esse trabalho a gente já está, continua a mergulhar no meio justamente para enfrentar esse ambiente, não é, que mostre algum sinal, algum sinalzinho de de deterioração, ok?
AUAugusto
É, com relação, e essa deterioração se comunica muito com a sua outra pergunta não é, que eu vou passar aqui para o Cristiano, nosso diretor de regulação, que ele vai responder essa segunda parte.
PParticipante 2
É, eu acho que vocês devem ter acompanhado, porque a Néla viu recentemente a a consulta pública sobre o componente p d do fator x, uma abordagem interessante. E a o o cronograma da agência prevê a abertura agora em setembro de uma outra consulta pública para abordar três temas, receitas irrecuperáveis, perdas não técnicas, e as áreas de severa recessão operativa, está? Os três temas estão interligados, e a expectativa é a conclusão para ser aplicada na revisão tarifária da Light no ano que vem, em março, do próximo ano. Então a ideia é abrir agora em setembro, fazer a discussão, e concluir ainda no primeiro tri de 2027, esse é o cronograma que está posto hoje pela pela agência não é? A expectativa é que venha um uma tenha reformulação metodológica como um todo, mas dado todo a defasagem que tenha, ainda assim isso espera um bom, um bom um sinal positivo para todas as distribuidoras na atualização dessa base de dados.
DTDaniel TravitchBanco Safra
Perfeito. Daí se puderem só comentar um pouquinho sobre a, a o cronograma para para COPASA não é, vocês comentaram um pouco dos dos primeiros movimentos aí se puderem só para gente entender aqui como que isso caminha aqui ao longo dos próximos meses, agradeço.
PParticipante 2
Está.
AMAugusto Miranda
Com o passar ali daquele rito você viu aí aquele processo todo com a, com o CAD não é depois que o CAD liberou e publicou a ata lá da reunião então em cima disso agora, a gente tem que ir encaminhando os procedimentos para quê? Para você para você fazer a g e onde a gente naturalmente nós iremos encaminhar as providências de eleição do conselho não é, em posse do conselho, e as demais providências que advirão daí. Então breve aí vai ser essa convocação, está certo? E justamente seguir aqueles aquele rito normal que a gente, que já é de praxe, ok?
PParticipante 6
Perfeito, muito obrigado.
Pergunta 3Arthur Pereira, JP Morgan
OPOperador
A nossa próxima pergunta vem do senhor Arthur Pereira, do JP Morgan. Por favor, senhor Arthur, pode prosseguir.
APArthur PereiraJP Morgan
Boa tarde, pessoal. Duas perguntas sobre a agenda regulatória. É uma que o Cristiano chegou até a comentar sobre o fator de produtividade. Queria saber se vocês poderiam elaborar um pouco mais como que é a visão de vocês da proposta ali já publicada, e quais que são as contribuições que vocês esperam ali entregar para essa consulta pública. E além disso, qual qual que é o timeline também para discussão e possível aplicação da nova metodologia.
E, e aproveitando, não é, a gente acabou passando aqui por vários outros assuntos da agenda regulatória, não só, apenas o setor de distribuição, mas também de geração, queria ouvir de vocês, além do que já foi colocado aqui, do fator p d, das receitas recuperáveis, não é, e ali do próprio cartellemann também, é o o, quais outras agendas no setor de distribuição que vocês acreditam que podem avançar nesses próximos doze meses? Sei que tem uma discussão sobre a a regulação, o lote regulatório, até o banco de preço, quais temas que vocês acreditam que há tempo hábil para avançar nos próximos doze meses? Obrigado.
PParticipante 2
Fecha? Boa tarde, obrigado pelo questionamento. De fato, a ANEEL abriu a consulta pública da p do p d, não é, da componente p d do fator x, o prazo de contribuição é até trinta de agosto, e está todo mundo empenhado nesse trabalho, até para garantir que a ANEEL cultua esse esse essa essa consulta ainda em 2026, está? A nossa visão geral é que a abordagem veio positiva, principalmente a opção número três da ANEEL, que ele calcula a produtividade média do setor com a média da companhia. Tem ganhos interessantes ali para todas as companhias e principalmente para gente, que tem um mercado um pouco mais forte do que a média do setor.
Em termos de contribuições, a gente visualiza sim alguns pontos-chaves ali. Acho que um dos principais é a forma a fórmula de extrapolação da base de remuneração depois da última revisão tarifária das companhias. A abordagem da Amel muito conservadora, a gente tem a visão de que é possível fazer um trabalho mais realista nesse aspecto e isso tem um impacto importante para gente, principalmente quando você tem uma aceleração do ritmo de crescimento de investimentos em relação ao ciclo anterior, não é? Também se avalia a possibilidade de segregar empresas de grande e pequeno porte, e isso gera uma, deixa mais claro e especifica de forma mais clara a produtividade das empresas de grande porte. E também a atualização da agenda temporal, avançando até 2025, não é?
Isso já é uma etapa importante. Claro que a gente já sinalizou que pretende fazer atualizações periódicas a cada ano. Esse conjunto de de contribuições deve gerar um benefício bem interessante em relação ao que está posto lá, não é? Para os, para o dia do final do doze meses, tem dois temas importantes aí que a gente está trabalhando. Um deles é o banco de preço regulatório para base de remuneração, também está com uma depradar interrogante, e eles pretendem buscar um trabalho em duas etapas, uma simples atualização da base de dados mantendo a metodologia atual, e depois uma discussão metodológica.
Esses dois trabalha a discussão metodológica começaria no primeiro semestre do próximo ano, e a atualização da base de dados pode ser que seja ainda no finalzinho desse ano e no início do próximo ano, mas é uma etapa importante. E a gente está em um trabalho de sensibilizar a ANEEL quanto a importância de revisitar também a metodologia do WOC. Não é então, já houveram alguns trabalhos que foram divulgados no final do ano passado sobre esse assunto. A gente tem trabalhado internamente junto com a ABRADE nesse assunto com a ANEEL, para sensibilizar a ANEEL da necessidade de fazer uma atualização metodológica da do cálculo do WOC também, por conta da mudança estrutural que teve no desenvolvimento do mercado como um todo desde que a metodologia foi defendida em 2020, está? Também um elemento importante de trabalho que deve avançar nos próximos doze meses.
PParticipante 7
Super claro, obrigado.
Pergunta 4Guilherme Lima, Santander
OPOperador
A nossa próxima pergunta vem do senhor Guilherme Lima do Santander, que diz, podem comentar a atual expectativa de vocês para o comportamento de custos de remoção nos próximos trimestres?
AUAugusto
Boa tarde aí, obrigado Guilherme pela pela pergunta, não é? Bom, o custo de remoção, ele ele tem uma relação direta com o ritmo dos investimentos. Então, na medida em que você vai se aproximando dos processos de revisão tarifária, é normal que você acelere os investimentos, especialmente aqueles investimentos de substituição, onde você faz uma substituição não é de equipamentos ou redes que estão mais degradadas não é, por redes novas. Então nesses tipos de investimento de substituição há há a presença do custo de remoção. Além dessa relação com o nível de investimento, que tende a ser maior na segunda metade dos ciclos tarifários, tem também uma outra relação com, vamos chamar assim a campanha, ações que você faz para promover o encerramento dessas obras.
O O encerramento que vem junto com a capitalização, por exemplo. Nos momentos em que você intensifica esse processo de de capitalização, naturalmente o registro desse curso de remoção ele ele ele aparece. Então ele tende a ter um comportamento vinculado ao nível de investimento e o nível de capitalização, ou seja, na as próximo dos processos tarifários, que é um pouco onde nós estamos, ele tende a ser mais alto, passado isso ele tende a a recuar um pouco. Neste trimestre em particular, podemos observar que boa parte desse, do crescimento do custo de remoção se deu nas empresas que estão em processo de revisão. Notadamente o Rio Grande do Sul, onde dos 70 milhões de crescimento desse custo, cinquenta ocorreu na empresa do Rio Grande do Sul.
Nós investimos cerca de, pouco mais entre três bi e meio mais ou menos de investimentos feitos no ciclo, mas nesse último trimestre nós capitalizamos R$ 900 milhões, uma concentração grande que traz junto no bojo desse encerramento o registro não só das obras que você concluiu e adicionou na base, como também dos custos de remoção associadas às substituições.
Encerramento
OPOperador
Lembrando que para fazer perguntas, basta clicar no ícone de q I a, que aparece na parte inferior da sua tela e digitar a sua pergunta. Para fazer perguntas através do microfone, clique em levantar a mão. A sessão de perguntas e respostas está encerrada. Gostaríamos de passar a palavra aos diretores para que façam as considerações finais da companhia.
AMAugusto Miranda
Obrigado. E para encerrar eu gostaria de reforçar o nosso compromisso com a geração contínua de valor para os nossos investidores, sustentada pela entrega consistente de resultados nos diferentes segmentos em que atuamos e por uma gestão financeira sólida e disciplinada. Aproveito também para lembrar que nosso time de relações com investidores permanece à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas e apoiá-los após este colo. Novamente, agradeço o interesse da da na companhia e por fazerem parte do nosso qual de resultado. Tenham todos uma boa tarde.
OPOperador
A conferência está encerrada. Agradecemos a participação de todos e tenham uma boa tarde.
EQUEQTL3 · 2T26Teleconferência de resultados
Equatorial · 2T26
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-36:52
Transcrição automática · Atlas (Deepgram nova-3, pt-BR, revisão 1), gerada a partir do áudio da companhia; pode conter erros, confira no áudio. Números falados não viram dado do Atlas. 5.261 palavras. Site de RI
Fontes desta páginaCVM até 2026-06-30 · Companhia 2026Q2, parcial · B3 até 29/10›
CVM · demonstraçõesdesde 2010-12-31 até 2026-06-30