Bom
Iguatemi S.aIGTI11
Comércio (Atacado e Varejo) · CVM 008672
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Bom
dia e obrigado por aguardarem. Sejam bem-vindos à Teleconferência da Iguatemi S.A. Para discussão dos resultados referentes ao segundo trimestre de 2026. Estão presentes hoje conosco o senhor Ciro Neto, diretor-presidente, e o senhor Guido Oliveira, vice-presidente de Finanças e diretor de Relações com Investidores. Informamos que este evento está sendo gravado, e que todos os participantes estarão apenas ouvindo a teleconferência durante a apresentação da Iguatemi.
Em seguida, iniciaremos a sessão de perguntas e respostas, quando mais instruções serão fornecidas. A apresentação está disponível para download no endereço r i.iguatemi.com.br. Antes de prosseguir, gostaríamos de esclarecer que eventuais declarações que possam ser feitas durante esta teleconferência, relativas às perspectivas de negócios da Iguatemi, projeções e metas operacionais e financeiras, constituem-se em crenças e premissas da diretoria da companhia, bem como em informações atualmente disponíveis. Considerações futuras não são garantias de desempenho. Elas envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer.
Investidores devem compreender que condições econômicas gerais, condições da indústria e outros fatores operacionais podem afetar o desempenho futuro da Iguatemi e podem conduzir a resultados que diferem materialmente daqueles expressos em tais considerações futuras. Agora, gostaríamos de passar a palavra ao senhor Ciro Neto, que iniciará a apresentação de hoje. Por favor senhor Ciro, pode prosseguir.
Bom dia a todos, é muito bom estar aqui com vocês novamente para gente falar aqui do nosso resultado, o resultado da Iguatemi agora no segundo trimestre. Atingimos aí uma venda de 6,6 bilhões, um crescimento de 4,6% com relação ao mesmo período do ano passado, um desempenho que reafirma a força dos nossos ativos não é, a qualidade do nosso mix e a capacidade da Iguatemi de continuar capturando o crescimento mesmo em um cenário macroeconômico mais desafiador e com uma Copa do Mundo no meio desse calendário que para o nosso cliente de alta renda esse ano foi bastante atrativo foram mais jogos, uma Copa muito próxima não é um passeio bastante familiar, então muitos dos nossos clientes viajaram mas mesmo assim a gente conseguiu atingir um crescimento aqui de 4,6%. Na visão proporcional acho que vale também destacar, na nossa participação da Iguatemi o crescimento nas vendas por metro quadrado nos shoppings foi de mais de 13%, isso ou seja um crescimento robusto, refletindo a estratégia nossa de alocação de capital com ativos de maior produtividade não é acho que vale destacar nas vendas, que após o final da Copa do Mundo a aceleração das vendas voltaram aos patamares anteriores, e também o nosso fluxo de veículos olhando para os nossos fluxos dos nossos shoppings a gente voltou a patamares anteriores à copa do mundo.
Olhando
aqui para nossa para os nossos aluguéis a nossa operação segue bastante equilibrada, os aluguéis das mesmas áreas atingiram 2,5% no trimestre, na visão proporcional à participação da Iguatemi o crescimento do aluguel por metro quadrado shoppings foi de 11,8%, refletindo a estratégia de alocação de capital com ativos de maior produtividade. O custo de ocupação permaneceu em um patamar saudável de dez ponto dez ponto oito preservando o equilíbrio da operação para os nossos lojistas e a capacidade de geração de valor aqui nos nossos empreendimentos. Nós encerramos o trimestre olhando para nossa taxa de ocupação com 96,9% de taxa de ocupação, resultado que reforça a atratividade dos nossos empreendimentos. Tivemos a chegada da et n m no Iguatemi Porto Alegre e também no praia de Belas tem sido um sucesso absoluto, a Birkenstok no Rio Sul, a expansão da azar e da e a chegada da Caroline Herrera, e a assinatura da Birkenstok no Iguatemi Campinas, não é e além de tudo a abertura aqui da área wartaniã no Iguatemi São Paulo.
A gente também anunciou a chegada da Maison da Dior no Iguatemi São Paulo reforçando o posicionamento do empreendimento, como referência para os principais marcas globais de luxo, e evidenciando a confiança da marca no potencial de consumo dos ativos.
Além disso nós inauguramos a et n m no shopping Rio Sul, tem sido um sucesso absoluto a primeira loja no Rio de Janeiro, e vale destacar que a gente fez uma troca de operações que vendiam um determinado valor e que a Itinema está vendendo seis vezes mais nesse mesmo espaço com a chegada nesse shopping não é? Concentrando a venda no Rio de Janeiro sendo que foi a primeira loja da Eatemi no Rio que reforça o nosso posicionamento de ser a porta de entrada nos mercados a gente onde a gente atua, para marcas internacionais e para marcas nacionais, ainda as marcas internacionais continuam com bastante desejo de vir para o Brasil ampliar os seus negócios conosco, sendo que elas estão olhando para os mercados globais com maior desafio, e nós continuamos entregando uma performance muito acima da média, olhando para esse segmento então eu acho que isso reforça muito que a Iguatemi continua sendo a porta de entrada para essas marcas e para marcas nacionais relevantes nos mercados aonde nós atuamos. Falando aqui um pouco não é sobre a reciclagem de capital no comparativo entre o segundo tri de vinte e cinco e o segundo tri de 2026, nós promovemos mudanças de participação em nove ativos refletindo uma estratégia consistente de gestão ativa de portfólio, com aquisição seletivas aumento aumento de participação em empreendimentos estratégicos e reciclagem, e a nossa disciplina de capital que é um valor para nossa empresa.
Esses movimentos ampliaram nossa exposição nos ativos de maior produtividade como o pátio Gianópolis o pátio paulista o rio sul, elevando a qualidade do nosso portfólio e fortalecendo nossa capacidade de geração de resultados ao longo prazo. Acho que vale relembrar eu falei isso no primeiro trimestre mas eu acho que vale relembrar que quando a gente olha o ranking dos quinze principais moles de venda por metro quadrado a Iguatemi tem seis desses shoppings, e entre os cinco primeiros a Iguatemi tem três sendo que os dois primeiros colocados são o Iguatemi São Paulo e o JK sendo que o Iguatemi São Paulo é o dobro do terceiro colocado. Eu acho que isso reforça que a nossa alocação de capital tem sido cada vez mais inteligente no sentido de aumentar a nossa participação naqueles shoppings que têm uma alta produtividade de venda, e com com isso a gente consegue captar uma alta produtividade também nos nossos aluguéis. Olhando aqui, também não é os nossos resultados e olhando muito para consequência do resultado dessa estratégia não em 2025 o EBITDA ajustado alcançou algo em torno de um ponto, 178 bilhões desde 2022 acumulando um CAGR de mais de 18%, refletindo a evolução dos nossos aluguéis e a maior eficiência, aqui dos nossos ativos não é que é esse gráfico que eu estou mostrando aqui à direita no slide 6.
Além disso eu quero dar um destaque aqui para os nossos status de obra das nossas expansões, nós seguimos avançando no cronograma de obras dos nossos principais iniciativas, duas expansões o Rooftop do Iguatemi São Paulo, eu e Iguatemi Brasília, os dois com projetos absolutamente incríveis, desenvolvimento imobiliário também continua bastante forte olhando aqui para a Iguatemi Campinas não onde a gente iniciou as obras da nossa torre Iguatemi Tower, e a primeira fase também das obras de infraestrutura do bairro Figueira ambos em Campinas aonde a gente entrega as obras de infraestrutura do bairro este ano. Os projetos seguem evoluindo não é conforme o planejado não é como eu falei também com destaque aí para obra do Iguatemi tal e para o avanço das expansões, reforçando nossa estratégia investir continuamente na qualificação dos nossos ativos e na geração de valor de longo prazo. Olhando aqui também não é no slides oito para os nossos para as nossas experiências cultura e compromisso com a ESG, os eventos seguem como um importante diferencial da Iguatemi no contexto com os clientes com novas iniciativas que reforçam o posicionamento dos ativos como centro de cultura bem-estar lazer experiências, seguindo o sucesso do Iguatemi Talks nós realizamos a primeira edição do Iguatemi Talk Wellness, com especialistas nacionais e internacionais em debate sobre qualidade de vida, o evento gerou uma ampla repercussão com impacto potencial superior a a 2 milhões de pessoas, nós ainda também lançamos o Brasil contemporâneo que foi realizado no Teatro Iguatemi e conduzido pelo Fernando para debater o desafio e desafios e oportunidades do Brasil diante das transformações globais que nós temos não é?
Foi um sucesso realmente, soldout em todas as edições que nós fizemos muitas pessoas nos procurando para poder participar, em um debate sobre o Brasil e o futuro do nosso país. Nós também seguimos fortalecendo o nosso calendário de eventos proprietários com a décima segunda edição do Cine Vista no JK, o Arraial do Rio Sul o Patchul Gourmet todos os todos os eventos patrocinados nossos parceiros estratégicos como o Bradesco Principle, e isso reforça que nós criamos ao longo dos anos, eventos proprietários que são realmente atrativos não só para os nossos clientes mas para os anunciantes, e que hoje é uma fonte de receita importante no nosso resultado, e a gente vai continuar fazendo isso como um mindset importante de oferecer uma experiência diferenciada para o nosso cliente, de oferecer unicidade nos no nosso portfólio, mas ao mesmo tempo gerar receita proprietária aonde nós temos esses eventos e aonde a gente tem levado os nossos anunciantes para mais próximo dos nossos clientes. Na agenda ESG, o principal destaque foi a publicação da quarta edição do relatório de sustentabilidade, que reúne os principais avanços da companhia nas frentes ambiental social e de governança, e entre os destaques avançamos avançamos no nosso compromisso de descarbonização, nós mantivemos o uso de energia 100% renovados nas operações e reforçamos nossa governança com permanência na carteira do ISB três, e nota b no c d p e a evolução e a preparação para as normas no I r I f r s s um e s dois.
Eu gostaria de encerrar a minha participação aqui para passar a mensagem para o Guido, nós encerramos o trimestre com o portfólio ainda mais qualificado, indicadores operacionais consistentes, e uma disciplina na locação de capital reforçando nossa estratégia de geração de valor no longo prazo, Vou passar agora a a palavra para o Guida e volto a vocês na sessão de perguntas e respostas.
Olá, bom dia pessoal. É um prazer estar com vocês aqui no nosso segundo triad vinte e seis. Primeiramente na nessa tabela eu gostaria de mostrar a redução do nosso o b l próprio não a gente teve uma uma venda que que aconteceu no primeiro triad vinte e cinco, primeiro triad vinte e seis que a gente fez de alguns ativos, participações minoritárias em alguns ativos para ASPEMOLS, que foi divulgado no em março do primeiro tri, e a gente também fez no final de março, uma aquisição de 3% do do pátio paulista. Essa evolução gerou uma queda de doze ponto oito na nossa b l própria final, de 489.000 do segundo trilho em vinte e cinco para quatrocentos e vinte e seis. A b l total do portfólio se mantém em 789.000 metros, e o nossos shoppings em um número total dezessete shoppings.
Como o Ciro já destacou, a venda total do portfólio chega e alcança seis bilhões e meio, não é quatro vírgula seis acima do segundo trilho de vinte e cinco, e nos seis meses uma venda total de 12,2 bilhões crescendo 8,2%. Importante mencionar, o semiary a sales se mantém aí em em torno de 5%, no seis nos seis primeiros meses cinco ponto seis, e no semiory sales do segundo tri, quatro ponto dois. Cabe destacar que ao longo do semestre vários shoppings estão com o semiory sales acima de 10%, principalmente Iguatemi, São Paulo e JK, com uma venda no semestre de 10% em média. Iguatemi e São Paulo com 10%, JK com dez e meio por cento, temos Sorocaba com onze e meio por cento. Desse número, além do impacto que a gente falou da da descasamento da páscoa, em março também teve o efeito de Copa do Mundo que a gente ressaltou, que as vendas sofreram impacto de, ficaram 32% menor em em quando comparado ao mesmo dia da dos jogos do Brasil no ano anterior, a gente comparou o dia do jogo com o dia do jogo do, o o dia do jogo do Brasil com o mesmo dia no ano anterior, ele teve uma queda de 32%.
Não fosse isso, como a gente mostrou não é, as nossas vendas teriam ficado em torno de 7% em junho, está? Mesmo considerando que teve uma um efeito de viagem do nosso cliente, tendo em vista que essa Copa foi uma Copa maior, não é ela foi diferente das outras copas com muito mais jogos, teve uma fase que não tinha, não é e sem contar que a última Copa foi no Catar e essa foi no Estados Unidos então muito mais próximo para para o nosso cliente, está? Então a gente o que o Ciro já ressaltou que a partir de quinze de julho, a nossa venda voltou ao normal, aos patamares pré-Copa, não é depois que a Copa acabou e aos nossos o nosso fluxo de veículos, e também com um grande evento aí do de entretenimento com os filmes Toys Story três, Odisé e o HomemAranha, não é que vem bombando aí os cinemas então a venda recuperou bem. Então olhando no semi-store rating e no semi-range a gente com dois ponto sete, dois dois e meio por cento, acima do repasse do IGPM com ganho real sobre o repasse do IGPM de zero nove, está?
Mesmo com uma uma venda menor a gente mostra aí a a taxa de ocupação em 97% e um custo de ocupação de dez ponto oito, super saudável, inadimplência líquida de zero e o desconto na, o desconto em torno de 2% sobre os aluguéis que é um desconto muito abaixo aí dos últimos anos, um patamar que a gente praticava há quinze anos atrás então mostra aí como está saudável o nosso portfólio. Mas cabe ressaltar aqui que o melhores números para gente ver é a é a nossa venda e aluguel por metro quadrado, que na nossa participação, crescendo 13% no segundo período de vinte e seis contra segundo turno de vinte e cinco, e 12% nos seis meses de vinte e seis, contra o seis meses de vinte e cinco, isso denotando a movimentação de portfólio que a gente fez, focando nos ativos com maior performance e produtividade do portfólio. Passando para página seguinte, a gente mostra aqui os efeitos dos resultados financeiros ajustados pelo Proforma não é?
Como a gente mostrou, não é no release e moção na tabela que o Ciro apresentou, a gente teve uma movimentação, se considerar desde 2024 em dez ativos, não é mas considerando o ano passado em nove ativos, não é entre as duas torres do marketplace, o galeria, o marketplace propriamente e as movimentações no Iguatemi Alphaville, no praia de Belas, no Ribeirão e e no Rio Preto.
Isso fizeram com que a gente, além de o que a gente já tinha feito no ano passado, de tirar o do nosso resultado, aquele resultado dos parceiros, tendo em vista o instrumento financeiro que a gente utilizou para compra do pátio paulista de Genópolis que foi um CRI, que os parceiros compraram logo no início de abril de 2025, e a gente liquidou esse CRI em trinta de junho, com a entrega da participação imobiliária para para os crisistas. Esse resultado passou no nosso operacional acima do EBITDA como o nosso resultado e saiu na despesa financeira como juros do CRI, está? E então a gente já tinha mostrado isso, então a nossa receita líquida recorrente no ano passado era de 389 milhões, já ajustado aos parceiros, tirando o efeito PROFORMA a gente chegou em 354 milhões. Esses 354 milhões, quando comparado com o segundo trilho de vinte e seis, mostra um crescimento de 11%, na na receita líquida, no EBITDA um crescimento de 11%, no lucro líquido um crescimento de 21%, e no f f o um crescimento de 22%, está?
Nas na próxima tabela, a gente a gente colocou esse essa tabela para mostrar a a conciliação do do dos resultados recorrente e proforma, não é então a gente saiu do segundo TRIS vinte e cinco, ajustado ao ganho de capital do marketplace e do galeria, e ao ao resultado dos parceiros, então a gente sai de uma EBITDA de quatrocentos e quarenta e cinco para duzentos e oitenta e oito, e aí o o entre compras e vendas, o EBITDA que foi perdido foi de 26 milhões, chegando em 262 milhões. Entre o EBITDA de duzentos e de duzentos e noventa, do segundo trilho de vinte e seis, ao EBITDA de PROFORMA de duzentos e sessenta e dois, a gente teve um crescimento de dez ponto oito. E quando a gente olha todas as nossas métricas, de aluguel mínimo, aluguel percentual, locação temporária, taxa de administração, estacionamento, outros e varejo, todos com crescimento acima de 10%. Cabe ressaltar o varejo que teve um um número excelente no no segundo tri, crescendo no semi-store 15%, e na venda total crescendo vinte e cinco ponto oito, com as novas lojas com um efeito muito forte de venda da Birkinstok, e de Paulo Ralph Lauren, performando super bem aí no segundo tri, está?
No semestre, o mesmo efeito, não é a gente cresce nas métricas de receita bruta e receita líquida acima de 11%, quando você faz os ajustes de ganho de do dos ajustes para fórmula, está? Passando para para o para o nosso balanço, não é a gente, chega em uma dívida líquida de, uma dívida líquida de dois bi cento e trinta e oito, um aumento em relação ao trinta e um de março de vinte e seis, em março a gente fez as vendas, não é e agora no segundo tri a gente pagou a parcela do Rio Sul, pagou uma parcela de dividendos, a gente volta para uma alavancagem sem considerar no no EBITDA do ganho de capital, para mesma alavancagem de dezembro que é em torno de um e oitenta não é. A gente começou essa essas operações de compra e venda de ativos com alavancagem lá em 2024 em torno de um e noventa, e a gente termina esse ciclo agora com as vendas do primeiro tri, com a mesma alavancagem ou um pouco menor, aí no segundo tri em torno de uma alavancagem de de um e um e oitenta, a gente preservou a alavancagem nesses dois anos, entre um e sessenta e um oitenta, está?
Também vale ressaltar, que esse crescimento que a gente fez através de focar nos principais ativos, vem nos mantendo com o take rate da ordem de 8,3% sobre as vendas quando a gente olha o último, últimos doze meses, mesmo considerando esse tri com uma venda menor, gente manteve o mesmo take rate, perdendo um pouco de de overthed porque a gente teve menos venda do internacional tendo em vista a o deslocar os impactos da das férias do nosso cliente da da Copa do Mundo, mas a gente preservou um take rate muito saudável de 8,3%, está? E o nossa o nosso aluguel, a venda por metro quadrado chegando aí no segundo trimestre, R$ 2.726 por metro quadrado olhando os últimos doze meses, é a maior venda por metro quadrado do setor. E a o aluguel por metro quadrado chegando em R$ 227 por metro quadrado, o maior aluguel por metro quadrado do setor também. E com isso, eu abro para perguntas e respostas.
Obrigado.
Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas apenas para investidores e analistas. Caso haja alguma pergunta, por favor, clique no botão levantar a mão. Se a sua pergunta for respondida, você pode sair clicando em abaixar a mão. As perguntas serão atendidas na ordem em que são recebidas. Por favor, aguardem.
A nossa primeira pergunta vem de Fanny Orange, Santander.
Bom dia pessoal. Eu tenho duas perguntas, então vamos a primeira pergunta com relação a vendas não é, acho que quando vocês abrem lá, tem a quebra não é, que vocês divulgam com relação a categorias, chama bastante atenção a parte ali de artigos do lar, também não é, livrarias, então não sei se vocês podem dividir um pouquinho com a gente o que que aconteceu nessa nesse nesse não é, nessa parte aí específica, se vocês acham que tem a ver com copo ou algum problema específico de algum varejista estar passando e aí eu não sei o quanto vocês podem dar de ex-closure para gente. Acho que essa seria minha primeira pergunta, minha segunda pergunta eu queria entender se vocês já começaram o processo de locação das expansões não é, tanto do rooftop do Iguatemi São Paulo como também lá do Iguatemi Brasília, e queria entender como é que vocês estão vendo essa questão de allowenses não é? Como é que vocês estão vendo a tendência de allowenses evoluindo não é? Então, a gente começa a ver alguns investidores começando a ficar mais preocupados não é, dado a aplicação que teve aí do de Multiplan que mostrou um pouco mais de Alowences, então eu gostaria de entender como é que vocês estão vendo essa tendência aí do varejista, imagino que o varejista está mais preocupado com o cenário macroeconômico não é, então não sei se está demandando mais por abertura de novas lojas então seria legal se vocês pudessem falar um pouquinho.
Super obrigada.
Obrigada Tany, obrigado aí pela pergunta. Eu acho que olhando especificamente para o segmento de artigos para o lar, a gente tem visto no mercado que eu acho que é uma tendência do mercado de uma redução, inclusive de tamanho dessas áreas olhando para Bahia e com as Bahia entre outras mas principalmente no nosso caso que a gente sempre teve um posicionamento de ter uma marca mais premium como a Fast Shop, uma desaceleração da venda da Fast Shop em função dos problemas que todos aí já acompanharam não é? Eu acho que teve uma questão bastante forte de estoque dessas dessas operações nesse momento, mas a gente acredita muito em uma questão de redução e que também abre uma oportunidade para gente de redução e abertura de ABL nesses espaços assim como a gente fez lá no Rio Sul, o Rio Sul entrou a HNTM entrou em um lugar aonde era uma operação de uma loja de artigos para o ar e hoje está vendendo seis vezes mais do que vendia essa operação. Sim, teve uma queda muito focada especificamente nessas operações, mas eu acho que como tendência em um em um próximo passo uma redução de espaços voltados para esses para esses operadores o que também abre oportunidade para gente trazer operações que têm uma venda por metro quadrado e uma rentabilidade maior.
É.
Então assim, completando o Ciro, Fanny, é redução de a área bruta locável não ah então a gente fechou várias operações da Via Varejo, que a gente trocou até por operações com sales pré muito melhor, dou o exemplo do Rio Sul, que fechou uma Ponto Frio e uma Casas Bahia, gente botou uma TNS vendendo o seis vezes mais. E e aí voltando para sua segunda pergunta, a questão da expansão. Olha, gente vem bem nas negociações de do rooftop aqui do quarto piso do Iguatemi São Paulo e da expansão do Iguatemi Brasília, está? E na questão de alouce não é, a gente tem tanto alouce como revenda de ponto não é, ao longo desse ano, a gente até teve um movimento de revenda de pouco, ponto um pouco menor do que o ano passado, isso você pode olhar no nosso número de outras receitas, mas que a gente vai recuperar no segundo no segundo semestre. Várias negociações, a gente acabou de de contabilizar agora em julho a venda de um ponto importante aqui no Iguatemi São Paulo, está?
Que foi para, eu vou até falar que foi para Cisley. Então assim a gente vê a a métrica de revenda de ponto muito alinhada com o que a gente sempre fez, está? Então a gente deve mostrar números aí importantes aí no segundo, no terceiro trim, no quarto trim, considerando a agenda comercial que a gente tem. Em relação à Launce para as para as novas obra, para as expansões, considerando Brasília e Iguatemi e São Paulo, olha, as negociações são muito mais para revenda do ponto do que a Launce, está? Então a gente segue aí na mesma no mesmo patamar que a gente vinha fazendo.
Ultimamente não tem um, não tem nenhum acréscimo, um subida ou ou susto ou nada, não é uma preocupação. Não na verdade, é a é é o mais do mesmo não é, os shoppings mais fracos precisando quando você tem, por exemplo, Eatemi, a gente negociou cinco lojas, em uma único shopping a gente pagou, nos outros quatro shoppings eles pagaram revenda de ponto. Está então, depende do shopping, depende da negociação, mas não tem nada que foge ao ao normal do da nossa negociação comercial.
É eu acho que vale destacar que a gente vem mantendo o número de alounce bastante equilibrado nos últimos anos, compensado pela revenda então a gente tenta meio que fazer um net entre os dois, e sim, acho que tem uma pressão maior no mercado, eu acho que muito porque talvez outros operadores na tentativa de melhorar o seu portfólio têm investido mais para colocar essas operações. No caso da Iguatemi a força do nosso portfólio, a baixa vacância e a necessidade dessas marcas se aliarem com a gente, reforça o nosso posicionamento da gente às vezes muito mais cobrar o ponto do que eventualmente ficar dando alouço para todas as marcas.
Perfeito, super claro. Posso só fazer um follow-up na venda? Teve mais algum tipo de varejista que chamou atenção de performance para puxar esses Same Store Sales para baixo, ou vocês acham que foi mais efeito de copa mesmo e aí também dessa categoria de produto?
Foi efeito de copa viu Fanny, a gente, o internacional não vendeu, vendeu menos em junho por conta da copa está? Então a gente teve uma uma queda no internacional, está?
Entendi porque a turma provavelmente viajou ou comprou lá?
Não não é não, a pessoa não comprou, estava em viajando e de. Não sei se o cara comprou mas eu pensei que ele assistiu ao jogo da copa do mundo.
Eu acho que tem uma tem uma coisa importante não é, a gente vinha muito acelerado na venda das internacionais, e eu sempre defendi que esse é um movimento estrutural porque as marcas internacionais estão investindo no Brasil, elas acreditam na Iguatemi como a porta de entrada das marcas no Brasil, a gente acabei de falar não a gente fez a de hora, a gente está ampliando os negócios, há uma necessidade dessas marcas ampliarem os seus espaço a gente, e ninguém faria isso se não tivesse uma performance tão positiva, a maioria das marcas não é das últimas conversas todas que eu tive, as lojas do Brasil elas estão entre as, quando você compara as Américas inteiras, Estados Unidos, Canadá, México, e aqui a América do Sul, as nossas lojas do Iguatemi São Paulo e do JK elas configuram entre as cinco melhores lojas, em performance olhando para moeda forte, olhando para dólar está? Então acho que a gente continua, o que a gente teve foi um efeito no calendário muito diferente do que aconteceu na copa passada, uma copa maior, de mais jogos, fácil de ir, umas férias eu acho que muito familiar não é de você levar a família inteira, e aproveitar todas as condições dos Estados Unidos, de ir para o Orlando e ir para outros lugares e o nosso cliente de alta renda é um cliente que viaja.
Então eu acho que a gente percebeu uma viagem, uma o o nosso cliente viajando mais, aproveitando mais esse momento em família, fora tanto é que quando acabou a copa a nossa venda voltou a acelerar nos últimos quinze dias de julho, aos mesmos patamares que a gente tinha antes da copa e o nosso fluxo também, então isso dá uma tranquilidade para gente de que a gente vai fazer, a gente volta para os nossos números que a gente sempre apresentou de crescimento de venda.
Perfeito Ciro, perfeito muito obrigada viu? Obrigada Guidon.
Obrigado. Seguimos com Mário Simplício Morgestone.
Bom dia time Iguatemi, obrigado por tomarem minha pergunta. Eu tenho duas também, a primeira é a questão de como vocês estão vendo o os leasings prédios dos novos contratos que vocês estão assinando esse ano, se vocês poderiam dar um colo, se tem algum ativo que está perfurando melhor que o outro. E a segunda é também clicando de novo nessa questão da melhora pós-copla, como é que vocês estão vendo as vendas em julho já, se vocês podem dar um pouco mais de colo como estão vendo as tendências agora. Obrigado.
Bom, a gente está com o neas spread de renovações de novas locações acima de 10%, está? A gente vem muito bem neas spread nesse nesse acumulado de seis meses, está? A gente manteve uma ocupação bem alta nesse no semestre, a gente fechou com a ocupação de noventa e sete ponto dois, e o tri a gente fechou com a ocupação de noventa e seis ponto nove. Teve um teve um churn aí principalmente no no interior um pouquinho mais alto em satélites que a gente vem recuperando agora ao longo do do segundo semestre, com a as contratações que a gente já está fechadas, está? E a segunda pergunta é sobre o.
É sobre o as vendas de julho. Ah as vendas de julho, a gente viu uma primeira quinze anos sofrendo por causa de copa ainda, está? O mesmo efeito que a gente teve no último, o último jogo do Brasil foi na em julho, então a gente teve o mesmo efeito que a gente viu nos quatro, no nos nas primeiras semanas de junho, não é e olhando para para o nosso fluxo de veículos, que é um sinal, a gente recuperou praticamente quase todo o fluxo negativo da primeira quinzena na segunda quinzena. E as vendas, as vendas que caíram no no na primeira quinzena, a gente recuperou tudo na segunda quinzena então, o fluxo de vendas voltou muito forte. A venda de julho é uma venda positiva, não alta, está mas, a gente olhando o termômetro dos da segunda quinzena a gente vê que as vendas voltaram ao patamar normal pré-Copa.
Que era um número que a gente vinha orbitando na venda em torno de nove, dez por cento.
Perfeito, obrigado, hein?
Seguimos com João Pedro Rodrigues, x p.
Bom dia, pessoal. Obrigado pela oportunidade de estar aqui fazendo pergunta. Eu tenho duas aqui do nosso lado também. A primeira, eu queria discutir um, um pouquinho com vocês sobre métricas por metro quadrado, a gente andou olhando para o, para os três principais poias listados aqui, e a gente viu que recentemente vocês deram uma desgarrada do, do principal poia, é, principal poia de vocês em termos de receita por metro quadrado, eu queria entender como é que vocês avaliam isso internamente e, e justificam isso internamente, se isso foi já visivelmente um, um resultado da, dos investimentos que vocês fizeram e dos novos investimentos que vocês fizeram, se tem um, um, um fator de gestão de mix que foi exercido ao longo dos últimos trimestres que justifique, esse, essa alta performance de vocês, e se vocês imaginam que os ativos novos, os pátios e o, rio sul ainda têm, métrica por metro quadrado a ser incrementada de modo que vocês consigam manter essa liderança que vocês alcançaram, talvez até aumentar um pouco. Essa é a primeira.
E a segunda eu queria falar um pouquinho de, de reforma tributária. Eu acho que vocês tiveram, é um mérito muito grande já desde cedo de, o mérito legal, não é, de incorporar as cláusulas dos contratos já prevendo a, como seria a tributação por fora, mas eu acho que fica aqui a nossa, pouco da visão do copo meio, meio vazio talvez é da, o desafio comercial que isso, que isso traz não é, para mesa de negociação. Daí eu queria saber de vocês como é que vocês estão vendo as conversas com os inquilinos, se essas conversas já estão um pouco mais quentes agora que está chegando no segundo semestre, e o ano de 2027 já começa a se aproximar, e se vocês estão vendo alguma pressão dos, por parte dos inquilinos tanto, em desconto ou ou, talvez por vacância ou inadimplência nesse sentido. Obrigado.
Obrigado pela pergunta, eu acho que olhando muito para o nosso resultado da receita não é, eu acho que tem alguns fatores importantes. Acho que o primeiro fator é, eu acho que a qualificação do no nosso portfólio, ele trouxe para gente uma uma aceleração da nossa performance de venda por metro quadrado, e isso tem a gente tem capturado isso no overage, isso tem aumentado bastante o nosso overage nos últimos, se a gente olhar os últimos trimestres o nosso crescimento do Oversing ele é um crescimento bastante forte, ele é um crescimento expressivo, porque vem muito dessa performance e dessa qualificação nos ativos que a gente colocou, eu acho que o segundo ponto é a nossa diligência em buscar receitas adicionais por metro quadrado acima da inflação no no nosso semi-story rate que a gente vem, há já bastante trimestres entregando número superior, na centralização das inovações que a gente tem feito hoje no nosso comitês olhando contrato a contrato, estabelecendo uma tabela bastante inteligente para que a gente possa nas novas locações também crescer o Lising Spread que o Guido falou aqui também, e eu acho que tem um fator super importante que foi a nossa alocação de capital em ativos que são ativos dominantes do ponto de vista de venda por metro quadrado ele aceita por metro quadrado, o que reforça o que a gente o que eu falei também lá no começo do nosso ranking aí que a gente tem seis moles, hoje entre os shoppings mais produtivos de venda e venda, depois é consequência de aluguéis que você pode cobrar mais e e aumentando a sua receita ao longo do tempo não é?
Eu acho que isso é a a fortaleza do que a gente vem fazendo nos últimos nos últimos dois anos, e a consolidação desses ativos que são ativos fortes não é também nos colocou porque dois desses ativos estão está esses ativos também estão nesse ranking aqui dos quinze não é então, eu acho que é uma soma de todos esses fatores e além disso de achar de fazer coisas novas, de criar um ecossistema onde a gente pudesse trazer receitas adicionais, olhando aqui como mídia como a gente falou dos eventos patrocinados, olhando para os nossos espaços de eventos, para os nossos lounds que hoje lounds absolutamente locáveis desejáveis, como a casa de Gianópolis, a gente também tem os nossos residentes não que a gente chama a casa de Gianópolis, o apartamento JK, e que tem uma demanda bastante grande e que tem uma receita hoje importante na nossas entregas aqui de receita, então eu diria que isso é um blend como um todo, e olhando a segunda a segunda parte da sua pergunta, é de que você olha para os ativos que a gente adquiriu a gente ainda tem uma grande oportunidade de crescimento na receita nesses shoppings não é, porque se você olhar o Janópolis ele tem trinta e poucos 1.000 metros quadrados de ABL ele entrega um Enoai, o Parque Paulista tem quarenta e dois entrega praticamente o mesmo Enoai e o Rio Sul entrega com cinquenta e dois praticamente o o mesmo Enoai entre os três.
Então ou seja a gente tem uma oportunidade de crescimento de no I por metro quadrado no parque paulista e no Rio Sul, é muito grande, e que começa com todos esses movimentos que a gente fez aí nos últimos tempos, o Rio Sul a gente levou uma Eateremi, a gente colocou uma Birk em stock, você já vê essa venda reagindo no crescimento do shopping que vai permitir que a gente possa buscar aluguéis melhores, Lisis, nós já assinamos
Colocou uma BOZ agora.
Colocamos uma algo BOZ, a gente assinou mais de vinte contratos no Rio Sul aí nos últimos seis meses, então eu acho que a gente também já colocou esses moles dentro dos nossos processos todos, como eu já falei o ano passado para vocês, então a gente vê bastante oportunidade ainda de crescimento nesses dois.
E a vale ressaltar também o que o Ciro falou do internacional, o internacional querendo aumentar o Footprint no Brasil, olhando para várias, a gente vê aí na na na nas negociações do e da expansão de Brasília onde a gente vai trazer marcas inéditas, internacionais que não operam no Brasil, todos olhando muito para o Brasil, e e a gente muito se falou de grupo Zara não é, eu acho que cabe ressaltar aqui que o maior player de Zara no Brasil é a Iguatemi, entre lojas Zara e Zara Home. A gente acabou de ampliar a Zara do Iguatemi e Porto Alegre, ampliamos a Zara do do parque de Genópolis e ampliamos a Zara do Iguatemi Campinas. Está e a gente tem uma agenda importante com o Zara, aí para os próximos para os para os próximos meses vocês olharem, receberão as notícias aí quando elas acontecerem e os contratos forem assinados, está? Falando de reforma tributária João, eu acho que vale mencionar, que a reforma tributária, a gente se preparou muito desde 2019, a gente já vem falando isso e repisando isso trimestre a trimestre.
Hoje a gente tem uma base de contratos nosso da ordem de 80%, com uma cláusula onde fica claro que aluguel é preço.
Além disso, eu acho que ficou muito claro, não é, ao longo das discussões da reforma tributária e da PEC, e da e da que que criou a lei complementar da reforma tributária, o artigo 255, que é o a lei complementar duzentos e quatorze de 2025 deixou muito claro que a base do cálculo do CBS sobre o aluguel é sobre o aluguel bruto. Então, na verdade a legislação já nos já nos ampara, então assim, essa discussão, se a gente vai conseguir ou não repassar, é uma discussão que não está que não está prevista na lei, está então, é importante também mencionar que a Iguatemi, diferentemente de outros players, ela fatura o seu aluguel através de condomínios e consórcios. Tanto o condomínio como o consórcio são isentos tributariamente, eles não têm personalidade jurídica, eles não pagam imposto. Então os coproprietários da Iguatemi, nos seus shoppings, onde a gente não tem 100%, e mesmo aonde a gente tem 100%, a gente a gente fatura através dos nossos condomínios e consórcios.
Então assim, essa ligação de que ah, os impostos têm que sair da da da do faturamento porque você paga os impostos sobre a o aluguel, não, mas os nossos os nossos veículos que fatura já são isentos, está?
Agora, você vai ter discussão com o lojista ou não, eu vou te dar um exemplo, a gente recebeu um e-mail de um lojista ontem falando que ele que que ele quer que os aluguéis a partir de primeiro de janeiro, sejam sejam faturados de forma líquida acrescida do CBS e BS. Você tem que tirar a tua alíquota de imposto então, só que o nosso o ente faturador nosso, já respondeu para ele, porque o nosso ente faturador ele não paga imposto, ele é isento, está então, tem várias discussões então, acho que a gente vem vencendo essas discussões, eu acho que está cada vez mais claro essa como forma e sem contar que o a o CBS, que deve ser algo em torno de 9%, vai ter um desconto de 70% não é então, nós não estamos falando de repassa nove, nós estamos falando de repassa três. Então assim, é uma discussão bem mais fácil, está?
É, eu acho que tem que levar em consideração também assim que muitos dos nossos operadores, têm um desconhecimento ainda grande com relação, não os grandes não é mas uma parte de franqueados e, um desconhecimento grande sobre o nosso desagravo de 70%, que ela é escalonada, a lei complementar lá do artigo 255 estabelece que aluguel é preço então, existe uma série de coisas que quando você explica não é, o RiMolic que o nosso controle tem feito vários reuniões para explicar para os lojistas às vezes as dúvidas que eles têm, e e basicamente todos eles a gente está muito bem envolvido em fazer o repasse do jeito que a gente precisa.
Maravilha pessoal, muito obrigado pelas explicações, parabéns pelo resultado.
Valeu.
Seguimos com as perguntas de Herman Lee Bradesco BBI.
Bom dia Ciro, Guido, obrigado pelo espaço, duas perguntas aqui do nosso lado também. O primeiro ponto aí que chamou atenção é a receita de aluguel do Patty Paulista não que cresceu 111% no, primeiro semestre em relação ao ano anterior, e isso no 100%, no stake de vocês então, se vocês podem dar mais cor em relação aos drivers desse crescimento. E uma segunda pergunta que é a expansão do Iguatemi em São Paulo, imagino que a demanda pelo espaço nacional deve ser forte. Queria entender um pouco como têm sido as negociações do aluguel versus o resto do portfólio de vocês até no próprio Iguatemi e São Paulo, e qual deve ser a curadoria dessas lojas nessa nova expansão? Obrigado.
Olha, o pátio paulista, não é o crescimento do pátio paulista na dos aluguéis, já reflete um pouco da movimentação de de lotes que a gente já fez, está? E, mas que tem muito a fazer, está? O porte paulista a gente assumiu a administração no ano passado, está? Então a, lembra que a gente comprou em abril, mas só assumiu a administração a partir de primeiro de agosto, porque a gente fez uma um efeito transição, então a gente a gente está completando o ano, não é e o e os a a receita de de aluguel cresceu 7%, reflete as novas marcas que a gente já colocou e movimentou aí no portfólio. E lembrando que o pátio paulista e o Rio Sul, hoje eles não têm valet, é onde a gente cresce mais o nosso estacionamento, então quando você olha a crescer, o crescimento de estacionamento do pátio paulista cresceu 2%, não é e o e o Rio Sul, que sim teve um movimento muito forte por conta das novas marcas, por conta da inauguração de HNM, que cresceu aí vinte vinte por 20,5% no estacionamento.
Mas a gente vai implantar nos dois uma melhoria de fluxo, melhoria de acesso, e a gente vai implantar os valetes, então a gente vai ter um crescimento importante na receita de estacionamento nesse shopping. E no pátio paulista e no rio sul a gente vai ter várias novidades, no pátio paulista, a gente não pode falar, mas a gente vai ter várias novidades aí que vão puxar muito forte essa receita, que inclui aí novas marcas entrando no no no shopping. Em relação ao a ao rooftop e às expansões, das negociações, a gente quando traçou a o business plan do quarto tri, do da expansão e do rooftop, tanto a gente pega, principalmente vamos pegar o Iguatemi, a gente pegou o terceiro piso, a gente precificou o quarto piso com desconto de 10% sobre o terceiro piso, está? Por que que a gente fez isso? Porque a gente sabe que é destino, a pessoa tem que subir até o quarto piso e tal.
Hoje as nossas negociações estão em linha com a precificação média do do shopping, ficaram acima dos 10% que a gente tinha colocado de tabela meta para locação. Todos os restaurantes já estão locados, as principais marcas já estão locada, e faltam aí, a gente deve fechar aí nos próximos dois, três meses, 100% da locação do rooftop. Em Brasília a mesma coisa, gente dá um desconto em relação à tabela média, considerando que é uma é uma expansão, não é mas a gente vê com a movimentação e com a âncora, aí que com as âncoras que a gente está trazendo, e que também serão anunciados aí nos próximos dois meses que a gente deve chegar em novembro com uma ocupação em torno de 90% da da expansão de Brasília, também com a precificação muito alinhada com a precificação média do shopping hoje.
É e acho que vale só destacar não é, aí em uma parte da pergunta que é sobre a o crescimento dos aluguéis e dos espaços, a gente continua com uma demanda bastante forte, no Iguatemi, de pedido de marcas internacionais e nacionais relevantes ou eventualmente até de ampliação, para fazer as principais marcas, a flagship assim como a gente está fazendo, como a gente fez agora não é, com a Maison de York, vai fazer uma loja incrível aqui não é? E a gente vem conseguindo tanto nas novas locações, mesmo para marcas internacionais e para as nacionais aqui, e também para as inovações, crescimentos de aluguéis acima de dois dígitos e dois dígitos às vezes muito alto, tanto no Iguatemi quanto no JK não é, então a gente tem conseguido fazer uma reposição bastante forte, acho que tanto do ponto de vista de produto, quanto de aluguel a gente está na estratégia que a gente definiu de qualificação e de rentabilização.
Muito claro pessoal obrigado.
Seguimos com o jornal e lote Goldman Sachs.
Bom dia a todos. Eu tenho duas perguntas aqui. A primeira queria sobre estacionamento. Então, vocês falam que ajustado a receita de estacionamento subiu 12% ano contra ano. Vocês também mencionaram que o fluxo de veículos ficou estável em mais ou menos 8 milhões de de carros então eu queria entender esse crescimento.
A tua ligação corporal.
Na
hora que você falou, vocês também mencionaram o fluxo de veículos?
Ah está, vou vou começar de novo, então. A primeira coisa é sobre a receita de estacionamento. Vocês falaram que é ajustado esse número é 12% ano contra ano, vocês falaram que o fluxo de veículos ficou estável, era mais ou menos 7,7 milhões de de carros. Então, ok, eu queria entender se o crescimento do da receita estacionamento foi todo preço, houve na mudança permanência e a gente deveria pensar que se for preços, que esse nível de reajuste é tarifário, pode ser uma coisa que a gente pode continuar vendo daqui para frente? E a segunda pergunta é sobre o custo de ocupação, porque houve aí um incremento, tempo que a gente não vê incremento de de custo de ocupação, foi trinta vezes por ano contra ano.
Então eu queria entender a dinâmica aí. Então eu queria entender quanto de isso foi um impulso, desempapeamento de aluguel para os lojistas atuais? E quanto disso pode ser para entrar em novos lojistas que estão pagando um custo de ocupação maior? Então essas são minhas perguntas, obrigado.
Bom, Joel. Falando do estacionamento, não é, o crescimento de 12% ao ano, mesmo com o fluxo veículos estável aí, foi basicamente, são dois componentes. Um é tarifa não é, que a gente reajustou as tarifas no começo do ano não é, então tem um impacto de dois de janeiro olhando a 100% não é, então tem tem um impacto e também uma composição forte dos valetes não é, então os valetes sempre vêm crescendo acima do self park, está então todos os nossos valetes aí crescendo aí na faixa de 30% então, como o valete tem uma precificação maior, ele vem puxando o faturamento dos estacionamentos. Inclusive convido todos aí para para vir aqui no novo valet que a gente fez o, aqui no Iguatemi São Paulo, o valet da da Mafeivita. Quando você sobe a rampa e deixa o carro, a gente fez um novo lounge para o valet ficou muito legal, vale a pena visitar, está?
Em em questão do c o, não é a gente teve um incremento de trinta bases points como você falou. São dois pontos, primeiro a gente vem com o neas spread positivo das novas locações não é, a gente vem puxando o semary range e o semary a sales com as novas lojas. As novas lojas vêm com uma precificação melhor, principalmente porque quando a gente olha o interior não é, que é uma base maior, você teve aquele arrasto de 2020, vinte e um, você foi tirando aqueles lojistas com cinco anos, com renovações, renovatórios e revisionais, então você vem tirando aquele aluguel que era um pouco menor para você manter uma ocupação naqueles anos, então você sobe o aluguel e as tabelas comerciais foram ajustadas e a gente foi precificando o shopping então, você vê aí um aumento da do aluguel por metro quadrado, tanto que a gente falou disso não é que hoje o, a gente tinha um lag com o nosso principal peeling tendo de alugar por metro quadrado, a gente passou ele hoje em alugar por metro quadrado, por conta dessa dessa evolução, de de leasing spreads nas novas locações.
Agora também nesse tri vale colocar que teve um impacto do do no no no overt, não é a gente teve uma queda no overt aí quando a gente olha por conta do internacional que ele vendeu um pouco menos, então também gerou aí um efeito aí no no nas vendas e que gerou um aumento de custo de ocupação.
Posso perguntar mais uma? Eu queria, você falou que o listening spread para contrato novo era 10%, e e para renovações está em quanto, mais ou menos?
Está em torno de 10% também,
dez a doze. Está, está bom. Obrigado. Valeu.
Seguimos com André Mazzini
City.
Opa.
Ciro, Guido, obrigado pelo pelo call, duas perguntas. A primeira, sobre a casa Figueira não é, ela tem inauguração prevista para para o terceiro tri de de vinte e seis agora, mas ainda está 6% vendido não é, aquele projeto. Então pergunta se, enfim, está dentro do esperado, talvez um pouco abaixo não é, dado dado essa inauguração já no curto prazo e como é que vocês acham que será a evolução de vendas para frente no caso a Figueira. E a segunda sobre sobre o Rio, claro que vocês têm tanta disposição ao Rio assim mas, existe um projeto de lei, lá no Rio para potencialmente estacionamento gratuito, para shoppings no estado não é para quem provar consumo não é? A gente já viu esse tipo de projeto de lei no passado, nunca foi para frente mas, qual o risco vocês acham disso de fato ir para frente ali no Rio de Janeiro?
Obrigado.
Vamos lá Mazzini, falando de Casa Figueira não é, as obras de infraestrutura a gente está terminando a primeira fase não é, a gente vai entregar agora no final do terceiro tri, todo o arruamento, toda a iluminação, todo o calçamento, todas as ciclovias, e toda a marcação dos lotes então, a gente entrega o bairro para para para cidade, a única fase que falta é os parques lineares, que a gente entrega em uma segunda fase. A gente está provando os parques lineares aí, a gente tem uma parceria com a Isabel Duplat, que é a nossa paisagista que está liderando o projeto, a gente entrega em uma segunda fase. Em relação aos lotes, a gente a gente teria uma venda que a gente deveria fazer agora no primeiro semestre, a gente acabou atrasando essa venda por questão de discussão de projetos, mas o que a gente se colocou para venda de lotes no ano passado, e nesse ano a gente está continua aí, update para fazer está então ano passado, a gente já tinha vendido quatro lotes, um lote já foi lançado que é o cada cento e cinco, não é e a gente vendeu mais um lote que a gente chama de h um h dois aqui.
E a gente tem agora mais quatro lotes à venda que a gente deve, essa venda ao longo do segundo semestre, está? Provavelmente no terceiro tri. Era uma venda que a gente tinha que era o h dois e h três, h três e h quatro que a gente ia fazer agora no no segundo tri escorregou, não é? Não vou te falar que o mercado também está ajudando, taxa de juros, o mercado de crédito imobiliário e tal, como vocês conhecem muito bem, mas a gente vem, a gente dentro do nosso do nosso planejamento de venda, a gente deve fazer isso no segundo semestre, está? Olhando para para para essa questão do Rio de Janeiro, a gente já passou por isso n vezes, qualquer, vários vereadores lançam essa ideia de de projeto de lei, estacionamento gratuito, a gente tem já tem jurisprudência extremamente favorável no STF, isso não é de hoje, está?
Já tem jurisprudência no STJ, no STF, então isso isso não anda, está? Então pode ficar tranquilo, a gente, a nossa associação ABRAS já tem todos, é bem treinada para isso, porque isso não é só do Rio, isso aparece em tudo que a cidade, sempre em ano de eleição aparece alguém falando que vai fazer gratuidade e não sei o que e tal. Fica tranquilo que isso não isso não passa.
Obrigado,
Guiru. Na na verdade essa é uma lei inconstitucional não isso já está comprovado porque é uma é uma legislação sobre propriedade privada então é o é nosso direito cobrar o preço que a gente acha que tem que cobrar.
Está bom, muito obrigado, seu e. Seguimos com Ana Júlia,
Iumies. Oi pessoal, bom dia. Obrigada pelo espaço aqui. A gente tem uma dúvida só aqui na parte de alocação de capital. Assim, gente tem ouvido recentemente bastante discussão mais relacionada a crédito, inadimplência, um um cenário macro assim na margem potencialmente um pouco pior não é, uma expectativa um pouco pior para frente.
E assim chegando mais perto das eleições talvez isso até adicione algum nível de volatilidade extra, não é? Então assim do nosso lado a gente queria só entender como que está a cabeça de vocês em relação à locação de capital, se houve alguma mudança, pensando em expansão, pensando em dividendo. Vocês têm o o de CAPEX não é para 2026, mas até já tentando adiantar alguma coisa também para 2027, se existe algum espaço para alguma aceleração de dividendo, e também entender nessa mesma linha não como é que está a cabeça para vocês para o nível de alavancagem não se vocês mudaram alguma coisa, o que que vocês enxergam como confortável para hoje. Obrigada.
Oi Ana, dentro do que a gente pode falar aqui já que a gente não dá guidance, falando do CAPS que a gente deu guidance, a gente vai ficar um pouco abaixo do nosso do ano, a gente falou de quatrocentos e cinquenta a 600 milhões, não é com target de quinhentos e cinquenta, gente deve ficar com um capex abaixo, não é tendo em vista aí que a gente teve alguns atrasos nas obras que a gente imaginava principalmente Brasília e a torre do de Campinas que acabou, principalmente a torre que acabou atrasando a no início, começou agora em julho, não é então, a gente vai ter uma economia. E também o projeto do marketplace, que a gente vem repensando o projeto do marketplace. Então a gente tinha um gasto que a gente tinha colocado dentro desse guidance de do retrofit que ele deve atrasar, porque a gente vem revendo o projeto. Olhando para isso, na questão de alocação, a cabeça continua a mesma não é, em uma alocação extremamente saudável, a gente considerando o nível de taxa de juros mesmo aí vendo o cenário de de juros chegando a três e setenta e cinco ao ano, com essa possibilidade de de mais duas duas quedas de zero vinte e cinco, e para o ano que vem a gente vê um juro aí dentro dos nossos cenários, um juro nesse nível de patamar.
Considerando isso não é, a gente olha para nossa para o nosso para nossa alavancagem, a gente vem trabalhando e vai manter uma alavancagem aí nos patamares atuais não é. Como eu mostrei, a gente se você pegar o nosso histórico, a gente vem aí orbitando em uma alavancada entre um e sessenta e um e oitenta, e é isso que a gente vai fazer. Olhando para para dividendos, sim, olhando o crescimento do do f f o da companhia e crescimento dos resultados da companhia, não é que vocês olham aí e e projetam, realmente a gente está olhando olha, esse ano a gente está pagando um dividendo índio de 200 milhões, a gente está com uma recompra de 60 milhões aberta, nós estamos fazendo e cumprindo a recompra e pagando os dividendos, a gente deve olhar para isso, para 2027, e a gente deve discutir isso nos próximos três, sobre uma melhora do dividendo e do Payout para 2027, ir à frente.
Está ótimo, muito obrigada.
Valeu Ana.
Seguimos com Pedro Peroni, Bank of America.
Bom dia Gui do Ciro, time Iguatemi, obrigado pelo espaço aqui. Do nosso lado a gente queria voltar um pouco no tema comentado pelo Jorel ali no meio do qual, referente a custo de ocupação, a gente entende que o indicador ele se encontra em patanares saudáveis não é e, enfim, dá um certo nível de conforto. Então, diante disso, a gente queria entender o quanto de espaço ainda existe para captura adicional de aluguel, sem comprometer não é a produtividade do lojista então se a empresa segue confiante em manter ganho real nas inovações, ou o poder de renovação ele tende a se acomodar nos próximos trimestres principalmente pensando nessa dinâmica de novos contratos versus contratos mais antigos. Ainda diante desse tema não é, explorando aqui tangencialmente entender que à medida que o portfólio fica mais concentrado de ativos maduros e de alta qualidade, quais são os principais vetores não é que hoje a companhia enxerga de crescimento nos próximos, vamos dizer, um horizonte de três a cinco anos, não é? Seria mais leasing spread, expansões ou talvez algum m n a ou, enfim, o próprio varejo da companhia.
São esses dois principais pontos. Obrigado.
Obrigado Pedro pela pergunta, eu acho que o custo de ocupação, a gente fala bastante disso não é? Como a gente falou a gente vem buscando a diferença do take rate de buscar essa, esse aumento no custo de ocupação muito focado na aumento da rentabilidade, não na queda de venda lógico não esse é o mais inteligente. Então, eu acho que o que o que determina muito é o quanto a gente consegue acelerar versus a venda que a gente vem fazendo. Tirando esse trimestre não é pelos efeitos que a gente falou a nossa venda vinha crescendo bastante forte então a gente sempre estava em um leguinho entre o crescimento da venda e a capacidade que a gente tem nas renovações de contrato, de buscar essa diferença não no sentido de que a gente tem, não tenha conseguido fazer esses leasing spread a gente está fazendo como o Gui falou de 10% e com crescimento de ganho real bastante forte nos contratos, olhando principalmente nos nossos shoppings nos flagships e também nos nossos shoppings a b do interior, seja no sul, a gente vem com esses crescimentos, a gente vai continuar dirigente com esse assunto, a gente acha que ainda tem bastante oportunidade, a gente tem uma crença de que existe ainda oportunidade de buscar ainda aluguéis complementares e que a gente pode acertar a base de alguns dos nossos molls subindo esses aluguéis ao longo do tempo, e continuar acelerando a nossa venda, e aí a gente tem o melhor dos mundos, a venda é acelerada e a gente consegue ir captando esse aluguel ao longo do tempo então a gente acha sim que tem uma oportunidade de crescimento, e que a gente está bastante diligente em fazer essa esse resultado ao longo do tempo.
Pedro, só completando a tua pergunta, no horizonte de três a cinco anos, eu acho que vale mencionar alguns dos vetores não é? A gente, como o Ciro falou, a gente tem muito de de crescimento vindo de reposicionamento do mix, eu acho que a gente vai ter várias novidades e e e e temos agendas comerciais interessantes que vão gerar um seu spread importante dentro da companhia, está de novas novas marcas. Olha o olha o que a gente trouxe aí de et n m que cresceu através da gente. Toda, hoje a gente é o maior player de grupo Carey, a gente é o maior player de l m l m m h, a gente é o maior player de Zara, a gente trouxe a Own agora. A Own é um, mostra aí o salespread que a está tendo no JK Filas e Filas.
Então essas marcas não é então tem outras que a gente não pode falar que virão, não é, e que vão crescer com a gente. E então, tem a tem um lado de sales spread que gera crescimento de receita, reposicionamento de mix, melhora de tabela comercial, e e e e crescimento dos aluguéis. E um outro lado também é é as possibilidades de expansão, a gente está expandindo aí o Brasília, o Iguatemi e São Paulo. A gente tem hoje um cenário que nos favorece, que a gente já falou em algumas outras reuniões, que é a questão do plano diretor de São Paulo que foi aprovado em 2023, que deu potencial de transformar áreas não computáveis em áreas computáveis, não é então, com com a lei da faixa da ativa, a lei da do uso da da fruição pública, então, isso gera a possibilidade de você trazer mais mais índices de aproveitamento sobre o seu terreno na cidade de São Paulo, e a gente é o maior player da cidade de São Paulo, olhando Paulista, Higienópolis, o Iguatemi São Paulo, o JK, e o próprio marketplace.
Então a gente tem aí possibilidades de de crescimento.
E outra vertente é um landing bank extenso que nós temos não é, que a que nos que nos possibilita fazer um crescimento aí de venda de fração via torres, ou de participar de investimentos aonde a gente acha que faz sentido para gente aumentar o nosso aluguel e a nossa exposição a torres comerciais, que como vocês devem ter acompanhado não é, vem crescendo, voltou depois da pandemia. Diferentemente do residencial que está com alto estoque por conta da taxa de juros, e por conta da, e do da dificuldade do crédito imobiliário com juros muito alto, não é que vem aí respondendo para economia principalmente no no middle e no high end, o comercial vem voltou muito forte não é então, se a gente vê aí a a, a gente fala do corredor Chucky-Zaidan ali onde a gente está revendo o projeto no marketplace. Há dois anos, três anos atrás, a vacância na, o corredor Chucky-Zaidan era de 30%. A vacância hoje no corredor Chucky-Zaidan é da ordem de 15%. Não é então você vê ali tudo que vai estar sendo lançado, não é já está praticamente locado ali a, estatal, a torre das nações então, você vê hoje você não tem vacância no corredor Faria Lima, que pega o corredor Pinheiros, Rebouças então, a gente olha para isso e vê nossas torres 100% locadas, inclusive as torres do marketplace que estão com 90% de ocupação em um projeto mais antigo então a gente olha para isso e olha o nosso Landbank, olha as possibilidades, a gente vê essa esse um vetor que a gente pode estar olhando e aumentando a nossa participação nesse segmento de corporate.
Super claro Gui do Ciro, obrigado.
Valeu.
Seguimos com Mariângela Castro, Itaú, Bibi.
Bom dia, pessoal. Obrigada pela apresentação. Do meu lado, com duas perguntas. Primeiro, queria entender um pouco melhor o descasamento que teve nesse tri das vendas nas mesmas áreas com aluguel nas mesmas áreas. A venda nas mesmas áreas de vocês cresceu quatro ponto dois, o aluguel dois ponto cinco.
E quando a gente olha para as mesmas lojas, a dinâmica foi oposta. O aluguel nas mesmas áreas cresceu dois ponto sete e as vendas nas mesmas, desculpa, o aluguel nas mesmas lojas dois ponto sete, o aluguel nas mesmas lojas um ponto sete. Se vocês puderem ajudar a gente a entender o que que gera essa dinâmica das vendas crescendo mais do que o aluguel quando a gente olha para base de mesma área dos shoppings, essa é a primeira pergunta. E a segunda, fazendo um follow-up sobre a locação de capital, vocês falaram do ponto de vista de expansão e dividendos, mas a gente queria entender um pouco o apetite de vocês para comprar estakes nos shoppings que vocês já possuem, se surgir alguma oportunidade de aumento de participação, de m n a nesse cenário de juros mais altos, como é que está a cabeça da companhia? Muito obrigada.
Olá Maria, a gente olhando o descasamento, olha, boa pergunta. O que aconteceu não é, a gente viu um semiary sales crescendo maior que o semiestore sales não é, a gente, principalmente por causa das novas lojas com com o sales spread, a gente falou de alguns exemplos como a HNM, a gente falou de on, a gente falou de outras outras marcas, que que trazendo um sales spread positivo. Mas quando a gente olha o samurai range, a gente teve alguns impactos que são principalmente relacionados ao interior, praia de Belas e e o marketplace. O marketplace, a gente a gente teve a gente vem fechando áreas não é por conta do projeto de retrofit que a gente vem fazendo então a gente vem perdendo tanto no semi star range como no semi arara range, isso impactou o os nossos números. No praia de Belas, a gente fechou um supermercado que vendia 4 milhões por mês, que era o nacional, para fazer um Zafore, e junto com essa fechamento desse supermercado a gente fechou uma ala de satélite, que é uma área de serviço, que o Zafore pegou essa área também, a gente reposicionou essa área em uma área menor, então a gente também teve perda de de venda e também perda de receita de satélites de serviços, então isso também impactou.
E no interior a gente teve aí um churn como eu falei, um pouco maior em Ribeirão e Rio Preto, de satélites que acabaram impactando o nosso semeroral range, está então por isso esse descasamento. Na questão de alocação de capital, não é, a gente olhando para o nó para o nosso portfólio, portfólio, óbvio que a gente tem interesse em aumentar a nossa participação nos ativos que são mais produtivos, mas a gente vai fazer isso sempre olhando com como a gente fez, com possibilidades de movimentos através de reciclagem de capital. Então a gente não vê possibilidade de aumento da nossa alavancagem para compra de participação. Então se a gente for fazer um movimento desse, gente vai fazer sempre movimentos casados, está? E a gente ainda vê espaço, está, para movimentos de vendas, de participações minoritárias para que subsidiem essas aquisições que possam vir a acontecer.
Mas a gente está olhando isso com tranquilidade, está então, e se com e e a gente não vê grandes movimentos aí que de aquisição que que possam aparecer aí tão tão, tão no curto prazo.
Ficou claro, obrigada, Guido.
Seguimos com Rafael Castrocci Reder Safra.
Bom dia pessoal, obrigado aqui pelo espaço. Eu queria tocar um pouco no na margem anuais, não sei se foi o maior patamar da história da companhia mas se não for eu imagino que esteja bem perto, e a gente consegue ver essa evolução, não é expressiva ao longo do ano. Vocês tiveram uma melhora de mix também não é de produtos, vocês acabaram vendendo, steak no portfólio, que acaba sendo menos produtivo e aumentaram aí bastante recentemente no nos ativos mais produtivos, não Queria entender se esse mix, se esse patamar de margem já reflete esse mix, se vocês ainda enxergam o espaço de ganho de margem para frente, ou podemos até ver a margem não é ficando nesse patamar aí dos 94% que a gente viu nesse tri. Obrigado.
Rafa, é isso mesmo não você acabou já respondendo a pergunta. A margem é foi recorde aí em torno de 95%, uma das maiores margens da companhia de Anywai, e basicamente é quando quando a gente olha o Anywai na nossa participação, que é o que você está falando, concentra nos shoppings que têm Anywai muito mais alto e margens mais altas não é então, os shoppings mais fracos acabam tendo margens anuais menores, não é principalmente por custos relacionados a jurídico, a mesmo inadimplência e p d d. Diferentemente dos shoppings não é, eu até falei isso, os shoppings hoje, os principais shoppings do nosso portfólio hoje têm inadimplência zero. Iguatemi São Paulo, JK, Brasília, Parque Paulista, Rio Sul, Iguatemi Portalegre, inadimplência zero. E o desconto é praticamente zero, então o ano a aí de desses shoppings é basicamente em torno de 95%, noventa a 95%, então a concentração do portfólio nos shoppings produtivos faz com que a a nossa margem vai orbitar entre 90% e 95% aí, nos próximos trimestres.
Opa, não, perfeito. Obrigado viu, Guido. Obrigado, pessoal. Boa, boa.
Seguimos com Marcelo Mota JP Morgan.
Opa. Bom dia, pessoal. Uma pergunta rápida aqui, se vocês pudessem comentar um pouco da parte do, dos resultados de retail, não é? Tanto o retail igual a t m três meia cinco, o crescimento continua forte não é a o EBITDA ali aparentemente teve alguma coisa dentro da linha de outras receitas e despesas mas enfim, ah entender que que vocês veem como margem recorrente nesse segmento e e potencial de crescimento aí para dar uma, um pouco mais de cor para gente, obrigado.
É eu acho que a gente precisa sempre lembrar qual é a estratégia da Retal. A estratégia da Retal é uma estratégia da gente ter no nosso portfólio algumas marcas que eventualmente não viriam para o Brasil, ou que querem ter um parceiro e ser a porta de entrada dessas marcas no Brasil através da Iguatemi nos nossos empreendimentos e ela é para ser o a um um diferencial dentro do nosso portfólio de colocar essas marcas não é?
Então a Apollo por exemplo que é uma marca que tem uma venda por metro quadrado super alta, a própria Birking que tem uma venda super alta, e e é tão interessante dizer isso porque são marcas inclusive assediadas por outros grupos que operam marca no Brasil, porque querem também ter essas marcas porque sabem que as vendas por metro quadrado são altas, ou por grupos que operam que não são de shopping que operam, outras marcas não é, ou também grupos de shopping que têm desejo de de de que essas marcas possam estar no portfólio deles, então precisa sempre lembrar disso não é, para que a gente possa fazer os movimentos corretos dentro da RTA, eu acho que a gente tem tido uma performance muito boa, tem uma reação de venda super importante, eu acho que principalmente focado aí nas marcas que são Polo, Beaken, a Louboutin e outras que a gente tem trazido como um parte complementar do nosso mix e tem tido bastante sucesso, eu acho que a diligência que a a gente tem tido também nas negociações com essas marcas de buscar desconto nas nossas compras, de fazer as compras eficientes tem ajudado a gente a melhorar a margem da ry retail não é, então a gente olha para o futuro olhando muito nessa perspectiva então, fazia por exemplo todo sentido a gente abrir a loja do Rio Sul, a loja está um sucesso, muitos dos clientes que já não frequentavam o Rio Sul, e que frequentavam outros shoppings na outro shopping na zona sul, apareceram na na loja e disseram ah fazia muito tempo que eu não vinha ao Rio Sul, eu estou vendo que o mix está mudando, então faz parte disso não é de você realmente levar o produto adequado para aquele mercado, e e a Etrail tem um papel importante a gente tem um pipe de crescimento mas um crescimento muito focado em fazer essa complementariedade assim como a gente fez, lá no Rio Sul e como eu falei a gente assinou também o contrato de birking com o Iguatemi Campinas, então faz parte dessa estratégia de diferenciação, os resultados vêm muito bom as vendas continuam crescendo bastante forte, o que nos desafia a ter o melhor estoque, a trazer o melhor produto, a fazer a melhor negociação, e a gente tem uma crença bastante grande que a Retail faz
parte desse nosso papel de ter mais uma frente além dos nossos espaços de eventos, de todo eventos de relacionamento, de ter uma diretoria exclusiva de relacionamento, de ter uma diretoria exclusiva de mix, de olhar para esse papel de trazer um produto realmente onde o cliente o que o nosso cliente de alta renda tem interesse de comprar.
Perfeito, super claro. Obrigado senhor.
Obrigado senhoras e senhores. Não havendo mais perguntas, retornamos a palavra ao senhor Ciro para as suas considerações finais. Por favor senhor Ciro, pode prosseguir.
Queria agradecer a todos, é um prazer de novo estar aqui com vocês, lembrar sempre que tanto eu, o guida e o time de RI financeiro, a gente está sempre à disposição de vocês, e agradecer a todos aí, e desejar aí um bom dia. Um grande abraço.
Concluímos assim a teleconferência da Iguatemi. Obrigado pela participação de todos, tenham uma boa tarde.
Cada número traz a sua origem. Todas as fontes.