Operações de resseguro e retrocessão · Seguradoras e Corretoras · CVM 024180
R$ 67,67
Fechamento B3 · 23/10/2026
Teleconferência de resultados do 2T26
Data não confirmada1:13:54Português1 perguntas
Áudio · Companhia (cópia servida pelo Atlas)
Transcrição automática · Atlas
Apresentação · Companhia, arquivada na CVM
Release · Companhia, arquivado na CVM
Transcrição · Companhia
OPOperador
Bom dia a todos, e obrigado por aguardarem. Sejam muito bem-vindos à videoconferência de divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2026 do IRB Rê. Destaco aqueles que precisarem de tradução simultânea, que temos essa ferramenta disponível na plataforma. Para acessar, basta clicar no botão interpretation através do ícone do globo, na parte inferior da tela, e escolher o seu idioma de preferência, português ou inglês. Para aqueles ouvindo a videoconferência em inglês, há a opção de mudar o áudio original em português clicando em mute original áudio.
Informamos que esta videoconferência está sendo gravada e será disponibilizada no site de RI da companhia, RI ponto IRBR ponto com, onde se encontra disponível o material completo da nossa divulgação de resultados. É possível fazer download da apresentação também no ícone de chat, inclusive em inglês. Durante a apresentação da companhia, todos os participantes estarão com o microfone desabilitado. Em seguida, daremos início à sessão de perguntas e respostas. Para fazer perguntas, clique no ícone q n a, na parte inferior de sua tela, e escreva a sua pergunta para entrar na fila.
Ao ser anunciado, uma solicitação para ativar seu microfone aparecerá na tela, e então, você deve ativar o seu microfone para fazer perguntas. Orientamos que as perguntas sejam feitas todas de uma única vez. Ressaltamos que as informações contidas nesta apresentação, e eventuais declarações que possam ser feitas durante a videoconferência relativas às perspectivas de negócios, projeções e metas operacionais e financeiras do IRB Re, constituem-se em crenças e premissas da administração da companhia, bem como em informações atualmente disponíveis. Considerações futuras não são garantias de desempenho, elas envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos futuros, e portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer. Investidores devem compreender que condições econômicas gerais, condições de mercado, e outros fatores operacionais podem afetar o desempenho futuro do IRB Rê, e conduzir a resultados que diferem materialmente daqueles expressos em tais considerações futuras.
Hoje, contamos com as presenças dos executivos da companhia, Marcos Falcão, diretor-presidente e de relações com investidores, Daniel Volpi, diretor técnico de subscrição, Paulo Valley, diretor-geral da IRB Asset, Thais Vargas, diretora de controle e finanças, e Débora Tavares, diretora de controles internos, riscos e conformidade. Agora, passarei a palavra ao senhor Marcos Falcão, presidente do IRB Rê, que iniciará a apresentação.
PParticipante 2
Bom dia a todos, obrigado pelo tempo e atenção conosco em mais um caos de resultados. Seguimos progredindo e lidando com os desafios, mas felizmente mostrando um crescimento de lucro, rentabilidade, criando valor para os nossos acionistas. Os desafios e a necessidade de crescer nos impulsionaram a criar as iniciativas já anunciadas, mas enquanto o crescimento da receita não se materializa, seguimos entregando uma empresa cada vez melhor, com melhores profissionais, com tecnologia de ponta, com os melhores indicadores de solvência e retorno. Nesse segundo trimestre, alcançamos um índice de solvência de 316%, o que representa um excesso de R$ 1,9 bilhões em relação ao capital mínimo regulatório. Além disso, reportamos um lucro líquido recorrente de R$ 157 milhões, sendo 185 milhões de lucro comparável, isto é tirando o efeito da baixa do ativo diferido, que polui o resultado esse ano.
Lembrando que esse ativo diferido, não caixa. Um crescimento de 29% em relação ao segundo tri de vinte e cinco. Atingimos o retorno sobre patrimônio tangível de 23%, e nos alegra muito em voltar a pagar proventos aos nossos acionistas. Além do nosso cuidado com os nossos acionistas, estamos conseguindo construir um ambiente cada vez mais saudável, desafiador e acima de tudo prazeroso para se trabalhar. Ficamos muito felizes com o avanço de vinte posições no ranking g p t w, melhores empresas para trabalhar, no Rio de Janeiro na categoria de médias empresas.
No próximo slide, queria falar de alguns eventos importantes que marcaram o nosso trimestre. Dois deles referem-se ao encerramento de projetos que iniciei logo que assumi a gestão da empresa. Primeiro grande desafio quando cheguei, foi negociar um non para o execution agreement com o departamento de justiça norte-americano, o DOJ. Quando fechamos o acordo, nos comprometemos com diversas ações de remediação, como melhoria de controles internos, aculturamento de temas de compliance, conformidades, mapeamento de processos, E passado três anos, concluímos as nossas obrigações de reporte ao d o d o j. Inserimos assim o IRB nos altos padrões de governança e conformidade do mercado.
Um outro projeto que abracei quando cheguei na companhia, foi a questão da nossa operação de Londres, que encontrava-se em run-off, inacreditavelmente há quarenta anos. Finalmente nesse trimestre cumprimos todos os trâmites necessários e concluímos a transferência dos ativos e passivos referentes a essa carteira. Estamos animados com várias iniciativas para construir o futuro do IRB. Estruturamos duas seguradoras locais, uma de grandes riscos e outra de vida, que estão em fase final de aprovação da SUSEP. Mas como somente 1% do prêmio do mercado mundial de resseguros está no Brasil, entramos também com um pedido de autorização para uma resseguradora na Suíça, e outra em Malta.
Ninguém melhor que o Daniel Castilho liderar essa iniciativa, que resultará no crescimento da rentabilidade do nosso business internacional. Castilho hoje está escutando esse call da Suíça, por isso o Daniel Volpe, nosso diretor técnico de retro sessões, falará sobre o resultado. A posição do Castilho foi dividida em três diretores. O Volp que é responsável por todo o trabalho, que foi feito de captura da eficiência na retrocessão, e pela precificação da nossa subscrição. O Ricardo Sikieri, que é o diretor responsável por reconstruir toda a nossa carteira de vida, e vem trazendo um conhecimento internacional para desenvolver produtos e serviços com os nossos cedentes.
O Daniel Zaltmann, que é o nosso diretor de subscrição, conhecido como xerife do índice combinado, e vem cuidar das linhas de p n c. O Castilho continua monitorando e sendo o curador dos nossos colegiados de subscrição, e também da nossa cultura e metodologia desse assunto. No próximo slide, resumimos a visão de longo prazo que estamos construindo para o IRB HERREIRA. Depois de concluirmos o turnaround da companhia, é momento de dar o próximo passo, evoluir de uma resseguradora local para um ecossistema completo de proteção e soluções de risco, resseguro, seguros, gestão de ativos, acesso a capital e tecnologia integrados para proteger o futuro da sociedade. Somos inquietos com a baixa penetração de seguros no nosso mercado e com o gap de proteção.
No centro desse ecossistema permanece o IRB Rê, nossa plataforma principal de subscrição, gestão de riscos e geração de resultados. Ao redor dela, estamos construindo negócios complementares, temos a IRB Assets que faz a nossa gestão de ativos, temos o IRBSSPE, a antiga Andrina, para a securitização de riscos de seguros que podem atrair os investidores do mercado de capitais. Nos inspiramos nos grandes grupos globais e vamos verticalizar os nossos negócios, mas sempre preservando as parcerias que temos com, de longo prazo com as nossas excedentes. O nosso objetivo é nos aproximarmos de prêmio de seguros que não chega até nós, mas preservando os nossos valiosos clientes atuais. Estarmos na Suíça e em Malta nos dará acesso a mercados e a recursos que disponibilizaremos aos nossos clientes e ao mercado brasileiro, que é onde mais conhecemos e fazemos diferença.
O Brasil e a América Latina continuarão sendo o nosso foco e onde temos vantagem competitiva, com com acesso à diversificação de riscos que o mercado internacional nos oferece. Temos a ambição de sermos uma plataforma de referência e proteção, e estamos trabalhando para colocar toda essa estrutura de pé ainda durante o ano de 2026. Vale lembrar que temos ainda o IRB p e d, que é a nossa área dedicada à pesquisa e ao desenvolvimento aplicados ao nosso negócio. E agora o Instituto IRB, que será responsável por conectar a companhia com a sociedade, especialmente no âmbito da educação. Precisamos e queremos fomentar a formação de profissionais altamente capacitados, não só para o IRB como para todo o mercado de seguros e resseguros.
No slide seguinte, vou passar pelos principais destaques do nosso resultado no segundo tri, comparado com o segundo tri de vinte e cinco. O nosso desafio continua no crescimento do prêmio retido que caiu 5%, sendo queda de 4% em p n c e 55% em vida. No prêmio de p n c tivemos crescimento de 21% na linha patrimonial, no segundo trimestre de vinte e seis, comparado com o segundo tri de 2025. Esse aumento no p n c foi compensado pela queda no rural, que caiu 58% no mesmo período. A linha de vida, como já frisamos em outras apresentações está sendo remodelada, e acredito que já veremos inflexão na linha de prêmio, no início do próximo ano.
Estamos felizes com o business que temos, que é espelhado no crescimento do resultado de subscrição. Verificamos um lucro recorrente comparável de 185 milhões no segundo tri, o resultado líquido no trimestre considerado o impacto da reforma tributária alcançou 157 milhões. Já no próximo slide, vamos olhar o mesmo destaque na visão dos últimos doze meses, terminados em junho de vinte e seis, comparados com o mesmo período terminados em junho de vinte e cinco.
PParticipante 3
Essa é a visão que gosto e como administramos a companhia.
PParticipante 2
Ainda observamos a queda do prêmio retido, porém com o trabalho do reen underwriting, o resultado de subscrição sobe 34%. Nosso lucro líquido comparável de doze meses, excluindo o efeito da reforma tributária, alcança 592 milhões, um incremento de 20%. Mesmo se levarmos em conta este efeito, o lucro cresce 2% para 501 milhões. Ou seja, embora a perspectiva de longo prazo seja positiva para a nossa linha de despesas com tributos, pois com a reforma tributária o nosso c b s passa a ser zero no próximo ano, neste momento seguimos atravessando uma fase de adaptação. Por isso, o melhor modo para analisar o resultado, é excluindo este efeito não recorrente da reforma tributária, que é a coluna laranja.
Agora, vou passar a palavra para o Volpi, que vai falar sobre o resultado do nosso negócio de subscrição.
Apresentação
VOVolpi
Obrigado, Fogão. Bom dia a todos e obrigado por estarem conosco em mais uma apresentação de resultados. Encerramos os últimos doze meses com 3,4 bilhões em prêmios retidos, em comparação a 3,7 bilhões no mesmo período do ano anterior. No segmento patrimonial, registamos crescimento de 242 milhões, observado tanto nas operações no Brasil quanto no exterior. Conforme destacamos em apresentações anteriores, a redução dos prêmios no rural reflete o ambiente desafiador do setor agrícola brasileiro.
Marcado pela combinação de subsídios mais restritos, menor disponibilidade de crédito, e níveis elevados de juros. Já a retração da carteira de vida decorre da nossa estratégia de disciplina e subscrição, que nos levou à descontinuidade de contratos com rentabilidade satisfatória. Quando analisamos a distribuição por segmento, observamos uma mudança relevante no perfil do portfólio. O segmento patrimonial ampliou sua participação de quarenta e oito para 60% dos prêmios retidos. Refletindo nossa estratégia de direcionar capital para linhas de negócio de cauda curta, nas quais identificamos no contexto atual do mercado, as melhores oportunidades de geração de resultado com adequada relação risco retorno.
Apesar do aumento da participação nesse segmento no portfólio, mantemos uma ampla diversificação geográfica, dos riscos subscritos no Brasil e no exterior. Seguimos com um portfólio predominantemente brasileiro, que representa 61% dos prêmios retidos. Ao mesmo tempo, mantemos uma operação internacional relevante, responsável por cerca de 1,4 bilhões em prêmios retidos. Nos últimos doze meses, a carteira internacional registrou crescimento de 6%. Nosso plano é renovar esse portfólio na operação da Suíça, que será liderada por Daniel Castilho, que tem vasto conhecimento no mercado internacional, e com foco e com disciplina de subscrição acreditamos que vamos rentabilizar esse portfólio.
Nos próximos três slides, apresentarei os resultados desconsiderando os efeitos da baixa dos ativos diferidos de PIS e Cofins, que serão detalhados pela Thais Vaz. Em relação ao segmento vida, no primeiro gráfico, localizado no canto superior esquerdo, observamos a redução do prêmio retido, movimento esperado consistente com a nossa estratégia de saneamento e reposicionamento do portfólio. Quando analisamos o resultado de subscrição, observamos que o resultado da carteira Inforce foi positivo em 4 milhões no trimestre, demonstrando a qualidade dos negócios atualmente em carteira. No resultado de subscrição, tivemos o impacto de 45,8 milhões, pela constituição de provisão para redução do valor recuperável de créditos de contratos referentes ao legado, que passaram a ser discutidos judicialmente nesse trimestre. Acreditamos que OVIDA deverá retornar à sua trajetória de crescimento nos próximos trimestres sob a gestão do Ricardo.
No próximo slide, apresentamos a evolução da carteira P em si por geografia, com severiação entre mercados doméstico e internacional. No gráfico superior esquerdo, observamos que os prêmios retidos permanecem praticamente estáveis no patamar de 3,13 bilhões. Com uma pequena redução decorrente da retração da carteira agro, conforme destacamos anteriormente. Apesar desse movimento, os resultados continuam apresentando uma trajetória consistente de crescimento, com resultado de subscrição de 874 milhões, e lucro líquido de 595 milhões nos últimos doze meses. Nesse segundo trimestre, a sinistralidade do que em si doméstico foi beneficiada por uma reversão de BNR.
Esse movimento decorre de um aprimoramento metodológico realizado pela área atuarial, no reconhecimento da parcela do EBNR de retrocessão, e e representa menos de 5% do saldo desta reserva. No PIENC internacional, ainda não atingimos o nível de retorno que esperamos. Porém acreditamos que através da nossa operação na Suíça, conseguiremos dar mais foco e rentabilizar a operação. Indo para o próximo slide, apresentamos resultados consolidados da companhia, segregados entre os segmentos P e C e vida. No consolidado, o resultado de subscrição mantém trajetória consistente de evolução.
Nos últimos doze meses alcançamos 839 milhões, representando um crescimento de 34%, em relação aos 628 bilhões registrado no mesmo período do ano anterior. Como consequência direta dessa evolução operacional, o lucro líquido também manteve sua trajetória de crescimento. Esse desempenho reflete na estabilidade do índice combinado consolidado, que permaneceu em torno de 92%. No próximo slide apresentamos a evolução da sinistralidade. O indicador de que IANCIR alcançou 52% nos últimos doze meses, impactado pela sinistralidade atipicamente baixa do segundo trimestre.
Na linha verde partilhada, destacamos impactos positivos da nossa gestão ativa sobre a provisão de sinistros anteriores a 2020, junto a excedentes. Como resultado, atingimos redução de 62 milhões no segundo trimestre, totalizando 85 milhões no primeiro semestre de 2026. No próximo slide apresentamos a evolução do índice comissionamento, que corresponde à soma da comissão paga cedentes e corretores, com segregação entre as linhas de P and C em vida. Esses indicadores permanecem estáveis e bastante controlado. No próximo slides apresentamos a visão consolidada dos índices de sinistralidade e comissionamento.
Considerando conjuntamente as operações de e vida. Esse indicador permite observar a margem de subscrição, antes da incidência de despesa administrativa e de tributos. Como podemos observar, estamos conseguindo capturar margem através da seleção de riscos e disciplina na subscrição. Não obstante o cenário de redução de taxas observado no mercado global. Nesse slide trago os efeitos das otimizações implementadas na retrocessão, de proteção de carteira a partir de 2025.
Estas mudanças trazem resultados recorrentes que serão mais pronunciados a partir de 2027. Nos últimos anos realizamos um trabalho consistente de aprimoramento da disciplina de subscrição, fortalecimento dos processos de gestão de risco, e aumento dos níveis de solvência. Como consequência, passamos a ter maior confiança na qualidade do portfólio, e na capacidade de retenção de riscos da companhia, permitindo uma gestão mais eficiente da compra de proteção. Hoje somos mais seletivos na aquisição de retrocessão, e buscamos reter uma parcela maior dos riscos que apresentam uma relação adequada entre retorno esperado e consumo de capital. Como resultado dessa estratégia, a despesa com retrocessão de proteção totalizou 274 milhões nos últimos doze meses.
Uma redução de 43% em relação aos 480 milhões registrados no mesmo período do ano anterior. É importante destacar que esta redução não representa um aumento material do risco assumido pela companhia. Continuamos protegidos contra eventos de maior severidade, por meio de programas estruturados de retrocessão, com retrocessionários de elevada qualidade de crédito. O que estamos fazendo é reduzir a transferência de riscos de severidade baixa, capturando o resultado que vinha sendo transferido para o mercado de retrocessão. Além da estratégia de maior retenção, implementamos em junho de 2026 a unificação no nosso programa internacional de proteção contra catástrofes.
Até então as proteções eram contratadas de forma segregada por região geográfica. Com a unificação do programa, passamos a contar com uma estrutura mais otimizada de cobertura, reduzindo potenciais perdas em eventos que possam afetar múltiplas regiões, como por exemplo México e Estados Unidos ao mesmo tempo. Além da redução de risco, pela cobertura mais abrangente, essa iniciativa gera uma economia de aproximadamente 20 milhões nos próximos doze meses, se comparada com a forma de contratação anterior. À medida que ampliamos a nossa presença internacional, acreditamos que os ganhos de eficiência decorrentes dessa estrutura unificada, têm de se tornar ainda mais relevantes. Gostaria de encerrar falando das renovações de julho sobre o El Ninho e sobre o terremoto na Colômbia.
Em relação às renovações, em junho concluímos um relevante ciclo de renovações na América Latina. Embora o mercado continue apresentando queda nas taxas, entendemos que os níveis de margens seguem satisfatórios. O resultado da renovação foi positivo, com mais de 90% dos contratos renovados para o novo período. Adicionalmente capturamos novos clientes, o que poderá impulsionar o crescimento dos prêmios e fortalecer a nossa presença na região. Em relação ao ninho, os institutos meteorológicos vêm apontando uma elevada probabilidade de ocorrência de um evento de forte intensidade nos próximos meses.
Caso esse cenário se confirme, a expectativa é de um aumento do volume de chuvas na região sul e parte do sudeste. Enquanto as regiões norte e nordeste deverão registrar precipitações abaixo da média histórica. Então os principais impactos para o IRB, estão concentrados no segmento rural e patrimonial. O rural representa 12% do prêmio retido, e nossa maior exposição está concentrada nas regiões sul, sudeste e centro-oeste. Especialmente nas culturas de soja e milho de verão.
Em um primeiro momento, o aumento das chuvas poderá beneficiar as áreas produtoras. Mas volumes excessivos durante períodos críticos, especialmente próximos à colheita, podem afetar a produtividade e a qualidade das safras. Além do segmento rural, um evento intenso de El Ninho pode levar a frequência de alagamentos, tempestades e vendavais. Principalmente na região sul e sudeste, trazendo potenciais impactos para a carteira patrimonial. Ao longo dos últimos anos, ampliamos a diversificação por linha de negócio e geografias.
Além de mantermos programas robustos de retrocessão, e proteção tanto para a carteira rural quanto patrimonial. Permanecemos monitorando a evolução do El Ni, mas confiantes na resiliência no nosso portfólio, e na capacidade da companhia de absorver eventuais volatilidades, preservando o capital e rentabilidade. Sobre o terremoto na Colômbia, gostaríamos de expressar nossa solidariedade às vítimas, seus familiares e às comunidades afetada pelo forte terremoto que atingiu o país no dia dez de agosto. O evento teve magnitude sete ponto quatro graus na escala Richter, com profundidade aproximada de noventa e seis quilômetros. Os efeitos mais severos foram observados no centro-oeste da Colômbia.
Cidades importantes como Pereira e Calle, registraram colapsos estruturais, danos a edifícios, interrupções de serviços públicos e vítimas fatais. O tremor também foi amplamente sentido em outras cidades relevantes, incluindo Bogotá e Medellín, porém com impacto mais limitado. Estamos em contato permanente com nossos clientes na região, para que as indenizações de resseguro cheguem às famílias e comunidades afetadas de forma mais ágil possível. A Colômbia é um mercado estratégico para o IRB na América Latina, e nosso programa de retrocessão limita a perda líquida da companhia a aproximadamente 17,5 milhões para este evento. Agora passo a palavra novamente ao fogão.
PParticipante 2
Para o próximo slide, vamos abordar o tema das despesas administrativas. Temos como meta esse ano reduzir 2 milhões de legado e R$ 23 milhões de despesas em. Nós trabalhamos com uma lógica que se tivermos uma despesa, temos que gerar de receita pelo menos dez vezes esse valor. Já mapeamos um total de R$ 16 bilhões de despesa a cortar e já começamos a executar essa captura no segundo semestre. Vamos reportando a cada trimestre nossa evolução.
Obviamente o ponto crítico aqui, é a rigidez de nossa estrutura, que nos incomoda enquanto não crescermos o volume de prêmios, pois perdemos competitividade, mas que é extremamente escalável quando voltarmos a crescer. Vão ser tempos desafiadores mas interessantes. Já no próximo slide, falamos do float, que é uma das fortalezas estruturais do nosso modelo de negócios, a capacidade de transformar as nossas reservas em geração de resultado financeiro. Lembrando que o fluxo de representa o volume das aplicações financeiras do negócio de resseguros não financiado pelo patrimônio líquido ajustado, refletindo sim a parcela de capital sustentada pela própria operação em relação ao volume de prêmios retidos. Esse indicador nos permite acompanhar não apenas o crescimento da operação, mas principalmente a nossa capacidade de transformar a atividade de resseguros em uma base financeira sólida e sustentável.
Ao longo dos últimos períodos observamos que esse float vem se mantendo em patamares consistentes e robustos. E em linha com esse tema das aplicações financeiras, eu passo agora a palavra ao Paulo Vale, que vai trazer detalhes sobre o nosso resultado financeiro.
PVPaulo Valle
Obrigado, Falcão. Bom dia a todos. Encerramos o segundo trimestre de 2026 com 8,3 bilhões sob gestão, em comparação a 8,6 bilhões no primeiro trimestre. Desse total, 62% estavam investidos em reais no mercado onshore, e 38% em dólares e outras moedas no mercado offshore. A redução de 208 milhões nos ativos financeiros sob gestão deste trimestre, é explicada principalmente pela conclusão da transferência da carteira de juros e a consequente descontinuação das operações da sucursão de Londres, que se encontrava em run-off.
Com a efetivação da transferência, a companhia realizou abaixo dos ativos offshore, no montante de 160 milhões, bem como dos respectivos passivos e demais saldos patrimoniais, relacionados às operações. Apesar da redução dos artigos sobre gestão, bem como da taxa básica de juros no período, o resultado financeiro das nossas carteiras de investimento continuou apresentando evolução crescente. Nos últimos doze meses, alcançamos 708 milhões, acima dos 673 milhões registrados no período de doze meses encerrado no trimestre anterior. Esse desempenho foi impulsionado principalmente pelo patamar ainda elevado das taxas de juros e pelo processo de reinvestimento do portfólio legado, que vem permitindo a realocação dos recursos em ativos com taxas mais atrativas. Do total registrado no período, 128 milhões vieram da carteira on-shore e 590 milhões na carteira off-shore.
Nas outras linhas temos a variação cambial, com impacto negativo de 42 milhões, devido à depreciação do dólar, o resultado financeiro, outras contas e outros resultados patrimoniais, o impacto positivo de 58 milhões, decorrente principalmente do repasse da taxa de gestão da IRB Asset, e despesas financeiras de 47 milhões, com destaque aos custos com as debêntures. Passando para o segundo slide, podemos observar o desempenho dos nossos investimentos por classe de ativos, nos últimos doze meses. No portfólio onshore, o desempenho positivo foi impulsionado principalmente pela maior rentabilidade dos títulos pós-fixados, de 14,7% ao ano, e dos títulos privados, com 13,9%. Além da contribuição da renda variável, que também apresentou boa performance no acumulado dos últimos doze meses, com 24,4%. Em contrapartida, as posições indexadas à inflação, tanto da carteira ativa quanto do portfólio negado, apresentaram carrego inferior ao CDI no período, rendendo 11,6% e 7,9%, respectivamente.
Esse desempenho reflete o ambiente de inflação mais controlada, ao mesmo tempo que a taxa básica de juros permaneceu em patamar elevado. Tal situação, não deve melhorar de forma relevante no curto prazo, diante da perspectiva de um carrego pior no terceiro trimestre, devido à baixa inflação. Por outro lado, teremos no dia quinze de agosto, que é amanhã, o vencimento das NTNB's pregado em 2026, no montante de 338 milhões, além do pagamento de cupons dos demais vencimentos, no valor de 32 milhões, totalizando 370 milhões, Que reduzirá a nossa exposição à classe, abrindo espaço para reinvestimento em classes com melhor rentabilidade, conforme destacamos no quadro superior à direita. Na parcela prefixada, a inclinação negativa da curva ainda gera um impacto levemente negativo no carrego de curto prazo, com a taxa de treze e meio por cento. Esse efeito porém, tende a se dissipar gradualmente conforme o mercado avança para um cenário de normalização da política monetária.
Ao mesmo tempo, do ponto de vista da composição do portfólio, os ativos prefixados já contratados a taxas mais elevadas, devem continuar contribuindo para sustentar um patamar elevado de resultado financeiro para a companhia nos próximos anos. Na carteira offshore, a gestão ativa seguiu contribuindo positivamente, tanto em títulos soberanos quanto em ativos privados, com desempenho acima do Fed Fontes. Nos últimos doze meses, essas posições rendeu 6,2% e 4,8%, respectivamente. Já a parcela passiva teve retorno de aproximadamente 3,1%, refletindo a remuneração dos tréjuss americanos utilizados como colaterais. No próximo slide, temos as rentabilidades das carteiras nos últimos doze meses e no acumulado do ano.
A carteira on-show ativo valorizou 14,1%, e a passiva sete ponto três, totalizando 12,9%, que representa equivalente a 87,3% do CDI, nos últimos doze meses. E a carteira offshore ativa, 5,8%, e a passiva 3%, totalizando quatro ponto nove, equivalente a cento e vinte e cinco ponto quatro do Fed Fund. Enquanto a rentabilidade acumulada em 2026, ear to date, a carteira onshore ativa rendeu 100,2% do c d I, e a passiva 81,3% do c d I, totalizando 96,8%. E a carteira offshore ativa valorizou 155,1% do Fed Fund, e a passiva 78,1% do Fed Fund, totalizando cento e vinte e nove ponto oito. Dessa forma, o resultado total da carteira de investimentos rentabilizou 9,8% nos doze meses anteriores a trinta de junho, desconsiderando a variação cambial.
Agora, passo a palavra para a diretora Débora Tavares.
DTDébora Tavares
Obrigada Paulo, bom dia a todos. Do ponto de vista de gestão de riscos, neste primeiro slide à esquerda temos a evolução do índice de solvência regulatória. Onde verificamos que em junho de 2026, esse índice alcançou o patamar de 316%, representando um crescimento de 79 p.p., quando comparado ao segundo trimestre de 2025, atingindo assim o maior índice histórico desde 2024. No gráfico superior à direita, podemos observar que tal movimento se deu especialmente em função do aumento do patrimônio líquido ajustado da companhia, da ordem de 14%, atingindo 2,7 bilhões em junho de 2026. Cabe destacar que destes valores já estão sendo descontados os montantes relativos aos dividendos e juros sobre o capital próprio.
À direita no canto inferior, temos a evolução da suficiência de patrimônio líquido ajustado, que atingiu o montante de R$ 1,9 bilhões neste trimestre. Este crescimento consistente do indicador, segue como reflexo dos resultados positivos apresentados ao longo dos últimos anos, em linha com a disciplina operacional da companhia. No slide seguinte, com relação ao índice de liquidez regulatória, terminamos junho de 2026 com um nível de suficiência de 10,1%. Tal movimento decorre principalmente da redução do volume de ativos garantidores registrados em junho, provenientes da desvinculação de cerca de 280 milhões para fins de pagamento das debêntures este ano. No gráfico inferior à direita, pode-se avaliar a evolução histórica da suficiência de cobertura de provisões técnicas, que atingiu o montante de 640 milhões neste trimestre.
Agora, passo a palavra para a Thais Vargas.
OPOperador
Obrigada
TVThais Vargas
Débora, bom dia a todos. Seguindo o nosso compromisso de atualizá-los sobre os efeitos iniciais da reforma tributária nos números da companhia, no segundo trimestre de 2026, tivemos um desembolso de caixa no valor de 38 milhões com PIS e Cofins, comparados a 37 milhões no mesmo período de 2025. No semestre, foram 62 milhões frente a 65 milhões no mesmo período do ano passado. A partir de 2027, com a transição para CBS e BS, as operações de ressegura e retrocessão estarão sujeitas à alíquota zero, em substituição aos atuais quatro 65% de PIS Cofins. Como explicamos no último call, essa mudança trouxe a necessidade de reavaliarmos a recuperabilidade do nosso ativo diferido de PIS e sobre provisões técnicas de sinistros.
Relembrando brevemente, esse ativo decorre do descasamento entre o reconhecimento contábil da provisão de sinistros, e sua dedução na base de PIS e Cofins, que ocorre somente quando o sinistro é efetivamente pago. É portanto um ativo de natureza contábil e temporal, não constitui crédito tributário perante a receita federal, e sua realização não tem impacto direto em caixa. Com a transição para alíquota zero, seguimos avaliando a realização desse saldo conforme o pagamento dos sinistros e as definições aplicáveis ao período de transição. Seguindo para o slide seguinte. Embora já tenham sido publicadas as normas relacionadas à CBS e ao IBS, ainda existem pontos que precisam de maior clareza, especialmente em relação ao tratamento fiscal da dedutibilidade dos sinistros dos contratos já subscritos, e daqueles que serão subscritos até dezembro de 2026.
Nesse contexto, seguimos com as baixas iniciadas em dezembro de 2025, com base no estudo de recuperabilidade realizado à época. Nesse trimestre, o impacto no resultado foi de 46 milhões, levando o efeito acumulado no primeiro semestre para 80 milhões. Com isso encerramos junho com um saldo remanescente de 148 milhões, cuja realização seguirá sendo avaliada conforme o pagamento dos sinistros e as definições legais sobre o período de transição. Seguimos acompanhando esse tema de perto e refletiremos qualquer mudança de forma tempestiva nos nossos resultados. Agora vou falar como os eventos do período se refletiram no resultado da companhia, de acordo com o IFRS dezessete.
Em conformidade com a norma, a companhia registrou um prejuízo de 3 milhões no trimestre, em comparação ao lucro líquido de 107 milhões, registrados no mesmo período de 2025. No acumulado do ano, temos em 2026 90 milhões comparados a 241 milhões no mesmo do ano anterior. O resultado da prestação de serviços totalizou despesas de 116 milhões no trimestre, representando uma redução significativa em relação ao mesmo período de 2025, quando atingiu 196 milhões de receita. Essa redução decorre principalmente da revisão das estimativas de fluxo de caixas futuros em contratos do segmento rural, e também da baixa da expectativa futura de prêmios de contratos específicos do segmento de vida, em linha com os efeitos já mencionados pelo Volpe no início da apresentação. A menor amortização da CSM no segundo trimestre de 2026, é explicada principalmente por um contrato proporcional relevante no segmento patrimonial, constituído em 2024.
Esse contrato apresentou amortização relevante de c s m ao longo de 2025, em linha com a unidade de cobertura definida para essa carteira. Como não houve renovação desse contrato ao longo de vinte e cinco, a amortização em 2026 foi naturalmente menor. A renovação desse contrato ocorreu somente no início de 2026, mas ainda sem produzir efeitos de c s m na magnitude observada em 2025. Já em relação às despesas de prestação de serviços, não tivemos impactos significativos. Passando agora para o resultado financeiro dos contratos, tivemos uma melhora nesse trimestre.
A despesa relacionada às taxas de desconto, caiu de 177 milhões no segundo trimestre do ano passado, para 122 milhões agora. Essa melhora veio principalmente no movimento das taxas correntes. Como podemos ver nas curvas, tivemos uma abertura das taxas, principalmente em dólar, o que reduziu o valor presente dos nossos passivos, e gerou uma receita de 14 milhões do trimestre. No mesmo período do ano passado, esse efeito havia gerado uma despesa de 52 milhões. Do outro lado temos o efeito da lock-in, que representa a atualização dos contratos pelas taxas definidas no momento de seu reconhecimento.
Aqui tivemos uma despesa de 136 milhões, relativamente próxima aos 125 milhões registrados no ano passado. Então quando juntamos esses dois efeitos chegamos a uma despesa de 122 milhões de trimestre, 55 milhões menor do que no segundo triz de 2025. Passo a palavra de volta ao Falcão para as suas considerações finais.
PParticipante 2
Obrigado, Taís. Agora nesse último slide, apesar de ainda termos o segundo semestre pela frente, eu quero falar um pouco do olhar para 2027. Eu enxergo uma companhia avançando em diversas frentes estratégicas, com iniciativas que devem contribuir tanto para o crescimento da receita quanto para expansão da rentabilidade. Começando por prêmios, seguimos focados na execução das nossas iniciativas estruturantes. Trabalho realizado nos últimos anos no nos permitiu construir as bases do negócio.
Agora entramos em uma fase em que buscamos acelerar o crescimento de forma seletiva e sustentável, capturando oportunidades não só no mercado doméstico, mas também no mercado internacional. Em retrocessão, esperamos continuar colhendo os benefícios da melhoria do perfil da carteira. Isso deve-se traduzir em uma redução gradual do custo de proteção, contribuindo para rentabilidade técnica e para maior eficiência no uso de capital. Na frente das despesas administrativas, seguimos avançando na simplificação da estrutura e dos processos. Temos uma agenda contínua de produtividade, digitalização e racionalização de fluxos internos, buscando agilidade e eficiência operacional.
Outro ponto relevante é a reforma tributária. Pelas regras atualmente estabelecidas, a atividade de recibos, como dito antes, permanece sujeita à alíquota de 0% de I b s e c b s, reduzindo o impacto sobre as estruturas de custo da companhia. No resultado financeiro, teremos a liquidação das debêntures no quarto trimestre, de vinte e seis não é, e o vencimento do legado de n t n b, que é agora em agosto de vinte e seis. Esses movimentos contribuem para reduzir nossa despesa financeira em vinte e sete, e ampliar a nossa rentabilidade no reinvestimento dessas aplicações. Em resumo, vemos 2027 como um ano de consolidação das iniciativas que construímos em 2026, uma companhia mais simples, eficiente, com um time mais forte e entrosado, com capacidade de crescimento rentável, forte geração de caixa, e preparada para capturar oportunidades tanto no Brasil quanto na América Latina, e quanto no resto do mundo.
Agora vamos às perguntas por favor.
Perguntas e respostas
OPOperador
Agora, começaremos a sessão de perguntas e respostas. Lembrando que, para fazer perguntas, vocês devem clicar no ícone Q Any na parte inferior da tela, e escrever a sua pergunta para entrar na fila. Ao ser anunciado, uma solicitação para ativar seu microfone aparecerá na tela. Então, você deve ativar o seu microfone para fazer perguntas. Solicitamos por gentileza que as perguntas sejam feitas todas de uma única vez.
PParticipante 1
Vamos à nossa primeira pergunta, será do Daniel Alves do Safra. Abriremos o seu áudio para que você possa realizar sua pergunta.
PParticipante 4
Daniel por favor,
OPOperador
pode prosseguir.
PParticipante 3
Fala, pessoal. Bom dia. Falcão, Volp, bom dia a todos. Primeiro parabéns pelo resultado e pela execução, não é? Acho que a empresa parece muito bem preparada para os anos à frente.
A gente escreveu essa segunda metade da década como uma história bem interessante. E eu queria, não é, assim, pegar um ponto que você mencionou, Falcão, nos seus Opening Rimarks, que vocês têm agora uma suficiência aí de 1,9 bilhões adicional ao capital mínimo regulatório, não Ou seja, a empresa se encontra em uma posição muito forte de solvência hoje, ao mesmo tempo que você segue estruturando novas seguradoras e até as resseguradoras fora do país, em Malta e na Suíça. Eu queria pegar, se você puder separar em umas, talvez umas quatro caixas assim, o quanto desse um ponto nove já está comprometido com essas iniciativas em uma caixa, não é, e o quanto que é um colchão que vocês acham que vale manter, talvez na segunda caixa. Na terceira, quanto que você poderia distribuir ao seu acionista dessa dessa solvência adicional que você tem hoje. E em uma quarta, assim, quanto que isso vai servir para abastecer seu crescimento de prêmio, ou talvez uma menor retrocessão, pensando que o seu prêmio retido deve acelerar daqui para frente, não é?
Então, se você puder dividir esses um ponto nove bit de surple que você tem hoje, nessas quatro caixinhas, acho que seria legal para gente entender como que você está pensando nessa solvência regulatória aí e suas novas prospecções daqui para frente. Obrigado.
PParticipante 2
El, bom dia, tudo bem? Obrigado aí pela tua pergunta. Obrigado pelo teu otimismo também de achar que você faz uma pergunta tão difícil dessa que eu tenho a resposta tão rápida.
PParticipante 3
Eu tenho certeza, eu tenho certeza. Vou fazer
TVThais Vargas
o meu melhor, está?
PParticipante 2
Então é o seguinte Na nas, primeiro, essa solvência, esse esse superávit de um ponto nove bi, como eu falei no comentário, era é sobre a a o capital mínimo requerido da SUSEP. O nosso modelo interno de risco, a gente usa bastante dessa solvência para para gente estar aumentando a retenção de risco, a gente está, a gente tem um modelo interno aqui que leva em conta vários aspectos adicionais ao capital mínimo requerido. Quando a gente faz o nosso modelo interno, a gente usa referência não só a SUSEP mas como a gente sempre usou o Solvancy Tool lá fora como benchmark, e usou usa também a as agências de rating não é, principalmente a AmBest que é a que que cobre a gente. E a gente tem o modelo interno. O nosso modelo interno é usa, se informa disso tudo.
Então na realidade o superávit para mim, que eu conto aqui ele é ele é, talvez um pouco menos da metade desses está, desse número. E, mas é esse superávit é extremamente suficiente para todas essas iniciativas, está? Essas iniciativas elas têm uma curva de crescimento, e a gente tem uma uma geração de caixa e os lucros futuros que a gente, tem o nosso plano aqui em execução para os próximos anos não é, então um processo dinâmico, está, a gente tem toda a tranquilidade que essa solvência é suficiente para todas as iniciativas, e se a gente olhar a geração de caixa que a gente espera para essa empresa para frente, eu não vejo como o o dividendo Payout não possa ir em muito breve para 50% não é, gente está em vinte e cinco esse ano, talvez em vinte e sete, depende como as iniciativas andarem e a velocidade que as coisas aconteçam, gente com prudência vai tomar essa decisão mas a proposta do management vai ser assim que puder levantar o dividend yield para 50%, não é?
Não sei se eu respondi a tua pergunta, eu não consigo talvez fazer de forma específica, a gente pode depois, se me dá um pouco mais de de tempo, a gente trabalha um pouco e gente responde melhor.
Mas não sei se você ficou satisfeito com isso, se não, repica uma outra pergunta aí, fala aí.
PParticipante 3
Claro, não, fiquei satisfeito, acho que a única pergunta que eu tenho de follow-up é se esse dividendo de 50% já contempla já é contemplado pelo seu caixa ou se você poderia fazer um extraordinário visto que você tem, não é, um pouquinho menos que a metade de suficiência ainda.
PParticipante 2
Não, eu acho que agora a gente não pretende fazer extraordinário exatamente pela falta de visibilidade. A gente tem que ter um Warchest aqui para poder lidar com todas essas iniciativas novas, e a a velocidade que os reguladores, nossos falham então, você tem que, o que eu estou dizendo é o seguinte, a empresa está gerando caixa mas depende quando eu começo, depende do dos dos ramp ups da da das operações, eu preciso ter um Warchest agora então eu não acho prudente, e acho que nem os acionistas vão achar, nem conselho, que a gente queira distribuir mais nesse momento, dado tudo, todas essas incertezas que a gente tem na na na velocidade do do ramp up de tantas iniciativas ao mesmo tempo. A crítica às vezes que a gente recebe é fazer muita coisa ao mesmo tempo, então a gente tem que fazer isso com muita prudência. A gente está muito tranquilo de fazer essas coisas todas ao mesmo tempo mas a gente por outro lado tem que manter a prudência aí e mas eu acho que o David Payout, se se tudo correr bem, quem sabe em vinte e sete a gente consiga fazer isso já aumentar para 50% está?
Mas em vinte e oito eu acho que com certeza. Bom, obrigado.
PParticipante 3
Ótimo, obrigado.
OPOperador
Nossa próxima pergunta será do Eduardo Rosman, do BTG. Eduardo, por favor, pode prosseguir.
PParticipante 3
Opa. Bom dia, pessoal. Bom dia, Falcão aí. De novo, parabéns aí pelo pelo turnaround, não é, turnaround agora ano passado, e agora é, não é gerar mais valor aí para frente. Duas perguntas para você Falcão.
Primeira sobre o projeto de lei três cinco quatro zero, aprovado ontem lá pelos deputados, se você pudesse colocar todo mundo aqui na mesma página, eu tenho certeza que vocês estão acompanhando aí quais são os próximos passos e e potencialmente quais podem ser aí os benefícios aí para o para o IRB. E o segundo ponto, tentar aqui falar um pouco mais de recursos humanos não é, você falou aqui sobre várias iniciativas aqui operacionais da companhia, mas se você pudesse falar aqui para gente um pouco como é que tem sido essa mudança aí cultural dentro do IRB, mudou bastante gente, se a gente tem com esse programa de matching não é, acho que como como que ele funciona, como você acredita que isso pode gerar valor para o IRB não é, melhorar alinhamento. Obrigado.
PParticipante 2
Ótimo, obrigado pela tua pergunta. Realmente é muito bacana as iniciativas que estão acontecendo, não só no na no Congresso, no regulador brasileiro, visando o fortalecimento do mercado de resseguro local, buscando diminuir o nosso gap de de desvantagem comparativa não é, acho que é um grande passo esse p l, nesse sentido. Nós somos uma atividade muito volátil, a gente tem que pagar muito sinistro e é muito estranho que a gente não consiga compensar não é o, resultado de um ano com o outro se a gente pode ter um ano um ano brilhante. E um ano difícil então, o normal é que atividades como esse tipo possam, possam ter um tratamento desse jeito mas, eu acho que isso tudo faz parte de um arcabouço regulatório que a SUSEP está fazendo, congresso está fazendo também, existe uma preocupação de como é que a gente tem um, uma atividade de seguro e resseguro no Brasil tão tão longe dos outros números do mundo inteiro então eu acho que isso é um grande passo e e a gente está muito animado.
O projeto não foi concluído não ele foi votado na câmara, ele tem que passar no senado ainda, e a gente está com muito respeito e humildade esperando esse momento para lidar com esse desafio que é uma tramitação no senado, em um momento político de véspera de eleição, não é.
Então a gente está animado, acho que o impacto é é de fato a a. Começa a cair a alíquota de imposto agora já da da c s l l, isso já é um alívio, e também a gente poder usar nosso crédito tributário de uma forma, mais condizente com as nossas atividades não é, então a gente está muito animado com isso e esperando concluir aí, Roger, com muita cautela aqui está? A segunda pergunta é muito boa, é o que a gente mais gosta de falar são as nossas pessoas. Eu acho que o time que a gente tem hoje no IRB é um time espetacular, todo mundo super integrado, acho que o alinhamento com o Matching como você tocou foi inspirado no programa no no Itaú que eu acho que é tão bem-sucedido, e a gente implantou aqui esse ano, e é muito legal já ver as pessoas aqui preocupadas com a companhia em cinco anos não é, em dez anos, pessoas olhando que podem fazer daqui uma a sua vida, o patrimônio, E isso realmente sem dúvida nenhuma aumenta a nossa contratabilidade, e a gente tem exercido essa contratabilidade, a gente tem trazido times novos, trouxemos um time de vida espetacular, de pessoas muito qualificadas que a gente está muito animado para fazer essa iniciativa, trouxemos um time de agro, não é imagina, a gente, eu eu falo que nós somos velho Investors viu Rosman, porque a gente contrata o agro no pior momento do agro da história, a gente trouxe talvez o melhor time de agro do mercado.
A gente tem reforços em várias áreas, a gente tem um programa de p e d maravilhoso aqui com muita gente em volta e conhecimento e conexão com a academia, que gera acesso a muito talento também, a gente quer se envolver agora na formação de pessoas, vão ter coisas que gente não, então iniciativas que vamos fazer nesse segundo semestre. E o que a gente quer é é, me perguntam não é, qual é o diferencial do IRB, eu digo que são as pessoas. Não é a nossa, uma grande vantagem competitiva é ter as pessoas que nós temos do mesmo jeito que vocês aí no BTG se vangloriam do time que vocês têm. Não é então é, acho que acho que é muito parecido mas a animação é grande e trabalhar aqui é um prazer, e e tem sido um prazer no no ambiente de trabalho, a gente sente a animação no no ar aqui, a gente visita a companhia. Apesar de nós sermos um grupo ainda pequeno de trezentos e cinquenta pessoas, não é?
As seguradoras estão vindo com equipes novas também, Suíça, estamos entrevistando muita gente lá com skills diferentes e culturas diferentes. Então realmente tem uma expansão em gente aí, a interação dessas pessoas já é uma coisa que motiva todo mundo, conhecer pessoas diferentes e competentes e admiração pela pessoa que trabalha ao lado, não é, eu acho que é uma novidade na nossa cultura não é então, a gente está muito animado com isso. Obrigado a você aí pelas pelas ótimas perguntas.
PParticipante 3
Obrigado Falcão.
OPOperador
A próxima pergunta será do Arnon Shirazzi, do City. Arnon, por favor, pode prosseguir.
PParticipante 4
Opa.
PParticipante 3
Fala pessoal, bom dia, bom dia Falcão e todo o time do IRB. Obrigado por pegar a minha pergunta e parabéns pelos resultados está, muito claro a trajetória consistente de de entrega, acho que tem muito ainda se fazer, acho que muitas oportunidades para 2027 que deixa a gente animado, mas eu queria ouvir de vocês, quais das oportunidades vocês estão mais animados para o ano de 2027? Tem muita coisa na conta não é, tem seguradoras aqui, ressegurador lá lá fora, gestão de despesa, agora também com essa notícia do da menor c s l l, então muita coisa acontecendo mas saber qual dessas opcionalidades pode ter mais upside. Obrigado e parabéns mais uma vez.
PParticipante 4
Não, obrigado a
PParticipante 2
você, a você pela pergunta. Assim, acho que a a iniciativa que tem efeito mais rápido é a seguradora de grandes riscos não é, de p n c, de grandes riscos que a gente vai poder atingir alguns prêmios que a gente não, hoje não atinge. Obviamente preservando as nossas excedentes e sempre com muito cuidado em em, quer dizer, conseguir prêmios novos mas sem perder os prêmios que nós temos hoje, então a gente está com muita cautela e muito cuidado nisso, não E então é essa primeira eu acho que a gente fica muito animado com ela. Uma outra iniciativa, eu acho que todas dá muita animação, outra iniciativa que deixa a gente muito animada, quando sair a licença de malta, a gente tem um pipeline de operações muito interessantes lá usando, o o, não é o arcabouço legal que tem lá das das Protected Céu Company e poder segregar riscos e, isso para alocação de capital é uma nova área que a gente está aqui na no IRB hoje, que é conversar sobre alocação de capital, gerar eficiência de capital, e tem muita coisa para se fazer, E e a terceira coisa que começa é a Suíça que eu acho que é um pouco mais à frente, é um pouco mais demorado a montagem da da Suíça, mas a gente poder estar próximo dos mercados e focar a em uma coisa que a gente está, ainda está um pouco insatisfeito que é com a rentabilidade da nossa carteira internacional.
A gente tem muita confiança que com a qualidade do nossa, a gente possa mais informações e estar mais próximo e aumentar essa rentabilidade da carteira internacional, não é? E tem uma iniciativa que a gente fez recente aqui dentro da casa não é, as duas não é de vida e de agro que não são iniciativas que envolvem uma outra empresa mas dentro do IRB RE mesmo. Eu acho que vida e agro são esses dois, botar esses dois times para agregarem valor e trazerem negócio para gente. A gente está buscando dar todas as condições para esses times trabalharem, e e e trabalhando, estar muito próximo deles e fazer com que eles consigam executar aí então assim acho que, é um momento muito legal da companhia está, Hanon, a gente deixar de olhar para trás e olhar para frente, e e sempre buscando buscando reduzir esse gap de proteção. E acho que vai ser animado aí esse fim de ano com com os efeitos do El Ninho no mercado segurador não vamos ver como é que, como é que a gente vai lidar com isso e o mercado vai, mas eu acho que, eu acho que a gente tem time bom para para para isso mesmo, para para grande grande desafio.
Obrigado pela tua pergunta.
PParticipante 4
Estou claro, e
PParticipante 3
mais uma vez parabéns pelos resultados.
OPOperador
A próxima pergunta será do Guilherme Grespan, do JP Morgan. Guilherme, por favor, pode prosseguir.
PParticipante 3
Oi, bom dia, Falcão, Volpi, Castilho, não sei se estou ouvindo a Suíça, mas é, obrigado pela pergunta e compartilho aí do, o pessoal já comentou da animação aí que, que vocês têm, é parece ter bastante iniciativa de fato, para ter alguns anos aí, múltiplos anos de, de, de crescimento e de rentabilidade. Duas perguntas do meu lado, Falcão, e não é dividendo dessa vez, que já perguntaram. Uma é bem, bem rápida com relação à queda de prêmio desse trimestre. Eu queria só confirmar se teve algum contrato relevante que impactou por efeito mismatch ou não. Eu sei que não é certo olhar um trimestre só, o certo seria olhar uma janela móvel aqui, mas, eu fiquei curioso se, se teve algum efeito ou não para entender um pouquinho dessa dinâmica na ponta de, de prêmio.
E aí minha segunda pergunta, é, acho que a gente já debateu bastante os positivos aqui, eu vou focar em uma que é, eu acho que é mais uma parte de desafio, que é relacionado às resseguradoras lá fora, o quanto você acha que, e e é um gancho da sua resposta anterior, mas, eu olho aqui o slide 12 que dá a rentabilidade do México contra internacional. O business internacional, apesar de ser um, um, uma oportunidade bem grande para vocês, eu estou vendo aqui os últimos cinco trimestres teve prejuízo, não é? Quando a gente olha lucro e até a parte do The Riding, três dos últimos cinco trimestres, foi na parte negativa. Como que as resseguradoras internacionais, se você puder ajudar pensando no próprio PNL, linha de The Writing, de resultado financeiro, capital alocado, esse tipo de coisa, como que ela pode ajudar você a a melhorar essa rentabilidade? Obrigado.
PParticipante 2
Obrigado a você Grisbrand. Eu vou começar pelo prêmio aqui como você perguntou, o prêmio do do do do segundo trimestre, o grande impacto que a gente nota comparando ano a ano é a queda do agro está? A gente hoje teve tem 25% do prêmio de agro que a gente tinha em 2022. É assustador isso, a gente está hoje com com o resseguro agro do Brasil, em um menor, penetração na série histórica. Seguro agro sobre a área, seguro agro sobre a área plantada no Brasil é, em torno de 2% hoje, já chegou a quase dez.
Então realmente é é é muito triste a situação do setor de seguro e resseguro agro. E o ano passado dizia, não tem como piorar o patamar que a gente está e eu estava errado, piorou. Vou vou eu vou eu vou insistir no meu erro aqui, eu sei que não é muito inteligente fazer isso mas eu acho que não é possível que o agro piore piore desse ano para frente, está? Acho que desse jeito e e com a percepção de risco que a gente está tendo por esses eventos climáticos, antigamente você não comprar seguro quando você não percebe o risco, parece até intuitivo mas quando você percebe o risco, não comprar seguro, não é, não parece intuitivo. Então, fico otimista quanto essa mudança aí para frente, mas foi o agro, está?
Basicamente a grande diferença é o agro, o vida já estava precificado, foi o agro que surpreendeu ainda mais do que a gente esperava. Quantas resseguradoras lá fora você tem toda a razão. A nossa carteira de internacional, a gente com muita resiliência está lidando com isso, a gente tem estudado muito esse assunto, visto quanto tempo demora para fazer o Turn Out of uma carteira, e quanto tempo demora para você penetrar esse mercado e uma das iniciativas que a gente teve de abrir o negócio lá fora é justamente ter acesso às melhores pessoas e estar focado e próximo. Com o time melhorando, com o time podendo expandir aqui, as pessoas amadurecendo na companhia, a gente pode dispor, não é de pegar o nosso, nosso artilheiro aí não é, o a estrela do nosso time que é o Daniel Castilho, e e e dar uma uma missão para ele, super desafiadora, e muito bacana ver ele com a experiência que ele tem, tomar essa missão com todo entusiasmo, e disso vou montar uma equipe espetacular lá na Suíça e nós vamos virar essa carteira internacional, e quando o Castilho fala a gente respeita.
Então ele vai ter todo o apoio, a gente está muito animado, e e tem muita confiança que a gente vai conseguir.
Espero que seja o mais rápido possível, mas a gente vai vai reportando a vocês aqui ao longo do tempo, está? Obrigado, obrigado de novo, Grison.
PParticipante 3
Está claro, Valcão. E só, só confirmar um flow-up rápido aqui. Efeito legado não tem nessa carteira, não É uma questão de, de performance, é uma questão de aprendizado e pessoas que, que a ideia é focar para, para tentar melhorar. Mas, não tem um efeito legado nesse, nesses números que a gente está vendo relevante ou tem? Só para ter certeza.
PParticipante 2
Tem, tem um pouco sim, está? Tem um pouco sim, tem alguns sinistros antigos que impactam a carteira. Então ela é um pouco, Vou dar um exemplo, a gente nesse nesse primeiro semestre teve um sinistro alto de uma de uma de um contrato que a gente tinha em 2020 relativo à Covid por exemplo. Que é uma coisa que não é uma coisa recorrente que vai ter de novo, entendeu? Então tem alguma alguma poluiçãozinha, mas não justifica a a a renda, essa poluição não é uma coisa que que a gente consegue dizer que a rentabilidade está boa, está?
Apesar é a rentabilidade é um pouco melhor do que está mostrando, mas não é boa o suficiente, está?
PParticipante 3
Está claro, Falcão, obrigado.
OPOperador
Nossa próxima pergunta será do Eduardo Nichol, da Genial Investimentos. Eduardo, por favor, pode prosseguir.
TVThais Vargas
Olá, bom dia, bom dia, Falcão, Volk, Castilho. Mais uma vez parabéns aí pelos resultados. Eu tenho duas perguntas. A primeira é em relação à reforma tributária, não é? Como a gente sabe vai vai cair para zero o imposto sobre receita, e eu queria só confirmar aqui com vocês, a linha de despesas de tributos então que rodava uns quatro, cinco e agora está majorada para nove, oito por cento, fica zero o ano que vem.
Se vocês esperam algum repasse das seguradoras, porque as seguradoras, no que eu entendo, vão ser majoradas, não E majoradas bem ali nesse, nesse imposto, se eles vão repassar parte desse custo para vocês. Como é que vocês olham 2027 nessa linha relacionada à à reforma tributária, não é? A segunda pergunta é em relação à sinistralidade que caiu muito nesse trimestre, vocês foram 158% para, quarenta e dois, quarenta e um vírgula oito, então assim um um um índice muito bom. Eu, e vocês ao mesmo tempo estão fazendo revisões de, esse início de anos anteriores. Eu queria saber, se você pudesse decompor ali o que foi essas revisões nesse, que a gente poderia tratar como uma coisa menos recorrente, e o olhar de vocês para frente, não é?
Como que vocês veem esse índice de sinistralidade mais normalizado aí para o portfólio atual de vocês. Muito obrigado.
PParticipante 2
Obrigado a você, Alixio. Sobre a a e a CBS não é, a BS CBS no ano que vem, de fato a nossa alíquota é zero. Agora, se a gente, como é que vai se vai afetar a margem, isso isso tudo vem para nossa margem que eu acho que foi a tua pergunta, dizer. Primeiro a tua pergunta falou de uma linha do do balanço, a linha vai ser zero. Está, agora se isso afeta a margem nas outras linhas da da cadeia eu acho que é muito cedo para dizer, minha experiência é que sempre quando tem uma alteração tributária, os os os impactados não é, os os os stakeholders negociam e e absorvem na na cadeia de alguma forma, não linear, e não exata então a gente vai ter essa dinâmica aí aí para frente, e vamos ver, está?
Eu prefiro não antecipar nada e e eu não tenho muita expectativa mas é sempre melhor você começar com uma alíquota zero do que do que ao contrário, não é? A outra pergunta foi da sinistralidade. Realmente no no trimestre a nossa sinistralidade está atipicamente baixa, está? A gente espera que ela volte aos níveis do primeiro trimestre, e esse efeito foi basicamente uma, as nossas, nós temos sido muito conservadores e muito cuidadosos ao reservar nessa empresa, e a gente tem uma metodologia que a gente sazonalmente revisa as reservas. E o que a gente viu é
PParticipante 4
que a
PParticipante 2
gente
PParticipante 4
uma,
PParticipante 2
as reservas muito conservadoras para desenvolvimento de sinistros de, do passado. E o que a gente fez nesse nesse trimestre, a gente a metodologia é pontual então ela afeta um trimestre específico, um mês específico, um trimestre específico, não é e e, mas a gente tem que apontar, ainda bem que você me perguntou, que você me ajuda com essa pergunta, mostrar que não é essa sinistralidade que é a nossa esperada, está? Isso é o efeito de uma, uma, de um release de reserva, está? Então a gente acha que para frente ela vai ser mais parecida com do que o, com o primeiro tri do que com o segundo tri, está? Obrigado, Richard.
TVThais Vargas
Obrigado, eu que agradeço.
Pergunta 1William Banhard, Itaú
OPOperador
Nossa próxima pergunta é do William Banhardi, do Itaú. William, por favor, pode prosseguir.
WBWilliam BanhardItaú
Bom dia, bom dia a todos, ah parabéns pelo pelo resultado, ah e obrigado pela apresentação. Tem uma pergunta aqui acho que também mais ah direcionada ao Falcão. É eu queria fazer um um wrap-up aqui das das suas respostas sobre as novas iniciativas, não é é são muitas peças entrando praticamente ao mesmo tempo, mas a a minha pergunta talvez ela ela é menos de curto prazo, não é? Eu queria pensar um pouco mais aqui em um em um longo prazo, um em um regime dessas novas iniciativas, não é? Pensando nesse momento de de maturidade não é daqui a alguns anos, como que vocês enxergam o o papel de cada uma dessas peças?
Também sem pedir número aqui não qual dessas frentes vocês enxergam mais potencial em termos de resultado, quais menos são mais enablers por exemplo malta, para criar um novo produto, eu queria pegar um pouco da cabeça de como você enxerga Falcão a empresa daqui, talvez cinco anos.
TVThais Vargas
William, obrigado aí pela
PParticipante 2
tua pergunta e, a gente já está com o call aqui bastante longo, peço desculpa a vocês, mas a gente conseguiria falar mais umas duas horas sobre isso não é, a nossa animação aqui, eu vou tentar ser super, super resumido aqui e e conter a minha a minha empolgação. Está? Assim eu acho que eu acho que o que a gente está chamando aí que é o nome que surgiu aqui na casa não é no nossos papos internos não é, o ecossistema IRB de proteção é porque realmente, o que a gente via é que a gente ser só uma resseguradora local, como a gente terminou o ano de de vinte e cinco, não é suficiente para tudo que a gente tem que fazer e o que a gente pode trazer para esse mercado. E e eu acho que isso que a gente vai começar, talvez vinte e sete não é, de outra forma não é, se Deus quiser a gente vai ter aí os, se Deus e os reguladores quiserem a gente vai ter aí esse ecossistema montado, é a dinâmica que acontece, o reflexo que acontece dentro da casa, não é e depois o impacto que isso tem com os nossos clientes, que é as áreas interagindo, a gente hoje já tem uma área focada nas emissões de l r s, focada nas nas Protected Cels, de malta, já tem uma área focada em em em listar as empresas que a gente pode oferecer, montar cativas em malta, a gente já tem uma uma uma contratação ativa no r h com Castilho na na Suíça para trazer gente, para gente, como eu disse melhorar a rentabilidade da área internacional.
A gente tem o Fred na seguradora de grandes riscos lá montando uma equipe de primeira de mercado para atingir, para crescer, a gente crescer nos nos grandes riscos, nos resseguros facultativos que isso impacta. A gente tem o Nuno, uma enorme experiência no desenvolvimento de produtos de vida, em parceiros e tal, trabalhando e animadíssimo com as iniciativas novas no Brasil de distribuição de seguros que são as associações de proteção veicular e as cooperativas não é? Então eu acho que o grande impacto interno, William, que é é difícil é quando a gente tem aqui as, times de pessoas diferentes, interações diferentes que a gente não tinha um ano atrás. Então eu acho que essa é a grande novidade aqui dentro, que a gente não consegue expressar em números e não consegue expressar ainda não é mas espero que isso aqui em breve se traduz em números e e e a gente esteja junto aí, precisa acompanhar, está? Obrigado pela tua pergunta, está?
WBWilliam BanhardItaú
Está, está super claro, Falcão. Obrigado. E o restante da das duas horas a gente deixa para outro dia.
Encerramento
OPOperador
A sessão de perguntas e respostas está encerrada. E agora, gostaríamos de passar a palavra para as considerações finais da companhia.
PParticipante 2
Gente, obrigada, obrigada a todos aí, mais um call. E acho que foi, as perguntas foram ótimas, deu para gente contar o que não estava na, as nossas observações anteriores, e vamos acompanhar aí a a a esse ano, acho que é um ano desafiador, não é de botar tudo isso de pé, na e o Elinho batendo a porta, não é teve esse sinistro grande na Colômbia também que vai que vai que vai impactar a gente de alguma forma, a gente está recebendo as informações aqui agora, a gente vai ter aí os dois trimestres para para encerrar o ano, bastante trabalho, desafio e e vamos vamos juntos aí acompanhando e, de novo obrigado pela confiança aqui na,
PParticipante 4
no nosso time.
OPOperador
A videoconferência de resultados referentes ao segundo trimestre de 2026 do IRB RE está encerrada. Agradecemos a participação de todos, e tenham uma ótima tarde.
IRBIRBR3 · 2T26Teleconferência de resultados
Irbbrasil re · 2T26
0:00
-1:13:54
Transcrição automática · Atlas (Deepgram nova-3, pt-BR, revisão 1), gerada a partir do áudio da companhia; pode conter erros, confira no áudio. Números falados não viram dado do Atlas. 11.205 palavras. Site de RI
Fontes desta páginaCVM até 2026-06-30 · Companhia 2026Q2, parcial · B3 até 23/10›
CVM · demonstraçõesdesde 2016-12-31 até 2026-06-30