Bom dia e obrigada por aguardarem. Sejam bem-vindos à teleconferência do banco Pine para discussão de resultados de referência ao segundo trimestre de 2026. Estão conectados hoje conosco, Rodrigo Pinheiro, Roberto Pinheiro Júnior e Clive Botelho, membros do comitê executivo do banco. Informamos que esse evento está sendo gravado e que todos os participantes estarão apenas ouvindo a teleconferência durante a apresentação do banco pai. Após a apresentação dos resultados, iniciaremos a sessão de perguntas e respostas para analistas e investidores.
Lembramos que os participantes do webcast poderão registrar, via q o n a, perguntas para o banco Pine, que serão respondidas ao final da apresentação. Gostaria agora de passar a palavra ao senhor Roberto Pinheiro Júnior, que iniciará a apresentação. Por favor Roberto, pode prosseguir.
Apresentação
RJRoberto Pinheiro Júnior
Bom dia a todos. Sejam bem-vindos, à teleconferência de divulgação de resultados referente ao primeiro semestre de 2026. Construímos um modelo de negócios capaz de crescer com uma rentabilidade saudável, capital adequado, diversificação entre as avenidas de crescimento. No varejo colateralizado, alcançamos níveis recordes de originação, nos três segmentos que em que atuamos. A evolução das nossas esteiras, hoje digitais, integradas a uma rede de parceiros, nos permite escalar com alta qualidade, e ajustar os o o mix com agilidade, capturando as oportunidades de cada mercado.
No atacado, mantivemos a nossa postura seletiva, diante de um cenário macro que ainda exige cautela no crédito corporativo. Priorizamos operações estruturadas, colateralizadas, com retornos atrativos, preservando a qualidade da nossa carteira, e e ampliando a receita para o cliente através do Crosell, com baixo consumo adicional de capital. Avançamos na agenda de produtividade. A implementação de IA em escala, tanto na frente de negócios quanto nas áreas de suporte. Já apresenta resultados concretos, na automatização de processos, na experiência dos nossos clientes, e nos nossos indicadores de eficiência.
Seguimos confiantes na execução da nossa estratégia de diversificação. Vamos iniciar, como de costume, apresentando os destaques do período no slide 4. Encerramos o segundo trimestre, com lucro líquido de R$ 165,7 milhões. Dobramos o lucro em relação ao segundo trimestre de vinte e cinco, e crescemos 10,5% em relação ao primeiro trimestre de vinte e seis, com um ROE anualizado de 37,5%. Este resultado é reflexo principalmente da expansão da margem financeira bruta, que atingiu R$ 626,1 milhões no trimestre, crescimento de 162,5%, contra o segundo trimestre de vinte e cinco.
Três motores explicam essa revolução. O primeiro é o crescimento das carteiras. A carteira de crédito expandida atingiu 21,8 bilhões em junho de vinte e seis. Aumento de 40% no ano, e de 10,1% no trimestre. O segundo é o avanço da rota do yield, de 18,8% para 34,9% da carteira expandida em doze meses.
E o terceiro, é a alavancagem operacional. O índice de eficiência caiu de 32,4%, para 20% no trimestre. Nosso índice de Basileia encerrou junho em 14,3%, com capital nível um de 11,2%, um acréscimo em relação aos 10,2% de de nível um em junho de vinte e cinco, refletindo a disciplina na alocação de capital. Em relação ao funding, encerramos o período ainda mais diversificados, com um total de recursos captados, de R$ 25,6 bilhões, crescimento de 27% no ano, patamar adequado para sustentar a expansão dos nossos negócios. O patrimônio líquido encerrou o período em 1,8 bilhões, crescimento anual de 55%, bem acima do avanço da carteira de crédito que foi de 40%.
No próximo slide, apresentaremos os nossos negócios. O banco se posiciona em duas frentes de originação, integradas a uma mesma plataforma de serviços, funding e capital, riscos e tecnologia. No varejo colateralizado, atuamos em três segmentos. INSS público e privado, com empréstimos consignados, cartões consignados e de benefício benefício e FGTS. No atacado, atuamos de maneira seletiva mantendo a funcionalidade de alocação, em setores consolidados e representativos do PIB brasileiro, oferecendo serviços e produtos em crédito corporativo, mesa de clientes, mercado de capitais e investimentos.
Nas atividades complementares, e transversais essas duas frentes, temos a vertical de seguros e de tisouraria e captação de investimentos, que fornece todo o suporte de gestão de ativos e passivos, e de precificação para as áreas de negócios, riscos, garantindo a governança dos processos, e tecnologia, dados e inteligência artificial. O ambiente atual de juros elevados e maior seletividade no crédito tradicional, é desafiador para o crédito corporativo, mas favorável ao nosso perfil de atuação, ele amplia a demanda por crédito colateralizado, e com desconto em folha, exatamente aonde concentramos o nosso crescimento. Estamos bem posicionados para atender nossos clientes e seguir entregando resultados positivos em todos os ciclos macroeconômicos. Vamos para o próximo slide. No slide 7, apresentamos a carteira de crédito expandida, que atingiu 21,8 bilhões em junho de vinte e seis.
Um aumento de 40% em relação ao mesmo período do ano passado, e de 10,1% no trimestre. O período foi marcado pelo crescimento do varejo colateralizado, com destaque para o avanço na estratégia de rota do yield, e para a estratégia de crescimento do INSS, com o apoio de mercado de capitais, e do atacado através de operações estruturadas, colateralizadas e com cross sell. Observa-se no gráfico à esquerda, que o consignado privado sai de 2,3 bilhões em junho de vinte e cinco, para 6,5 bilhões em junho de vinte e seis. E o INSS avança de cinco ponto seis para 6,1 bilhões, mesmo depois das segurizações realizadas no período, mostrando a robustez de nossos canais de originação. Na abertura a procedimento, o atacado representa 33% da carteira, Com R$ 7,1 bilhões.
O consignado privado 30%, com 6,5 bilhões. O INSS 28%, com 6,1 bilhões, e o consignado público e o FGTS 10% com 2,1 bilhões. É uma composição equilibrada, que atesta a nossa estratégia de diversificação, e alocação eficiente de capital. Abaixo apresentamos, ANIME, e ANIME ajustado ao risco, que atingiram respectivamente, doze e meio por 107,4% no trimestre, contra 6,2% e 4,8% no segundo trimestre de vinte e cinco. Destaque para a mínima ajustada ao risco, que já líquida do custo de crédito avançou 2,6 p.p. em doze meses.
Por fim, nosso índice over noventa encerrou junho em 2,7%, com atacado em 0,8% e o varejo colateralizado em 3,6%. No trimestre, o aumento do over noventa ficou concentrado no consignado privado, que mesmo com o crescimento robusto de nossa carteira, nosso indicador do produto segue consideravelmente abaixo dos níveis reportados pelo sistema financeiro nacional. Ainda assim, o movimento é esperado, com o amadurecimento das safras e dentro da diligência e premissas utilizadas na nossa precificação do produto. Mesmo incorporando esse custo de crédito, a rentabilidade ajustada ao risco, permanece bastante atrativa, com a NIME ajustada ao risco do banco em 7,4%, 2,6 p.p. acima do segundo trimestre de vinte e cinco. Seguimos acompanhando a carteira por safra e refinando continuamente nossos critérios de elegibilidade e precificação.
PParticipante 3
Encerramos
RJRoberto Pinheiro Júnior
junho de vinte e seis, com carteira classificada em estágio três, em 4,6%, e um índice de cobertura de 105%, a qual se soma a cascata de recuperação de crédito do atacado via execução de garantias, e do consignado com desconto em folha, f g d s e verbas rescisórias e réguas de cobrança, atestando a nossa diligência na concessão de crédito. Agora passo a palavra ao Clive, que falará sobre a carteira de varejo.
CLClive
Obrigado, Norberto. Bom dia a todos. Iniciaremos pela carteira de crédito de varejo colateralizado, no slide 8. A carteira encerrou junho de 2026 em 14,7 bilhões. Um crescimento de 50,6% em relação ao mesmo período do ano passado e de 13,7% no trimestre.
A nossa estratégia segue clara e assertiva, impulsionar resultados através de maior diversificação e do direcionamento do crescimento para as linhas de maior rentabilidade, que chamamos de rota do yield, composta pela carteira de privado e de cartões. A rota do yield, apresentada na parte inferior do slide atingiu 51,8% da carteira de varejo colateralizado, e 34,9% da carteira expandida em junho de 2026, contra 18,8% da carteira expandida um ano atrás. No trimestre destacamos quatro pontos. Primeiro, a originação, recorde no varejo no segundo trimestre vinte e seis, com produção, resultado da nossa presença híbrida no mercado, com o uso de plataformas digitais para autoatendimento e parcerias com agências e redes de correspondentes sob o modelo de profit share, que complementam a experiência digital do cliente. Segundo, o consignado privado que atingiu 6,5 bilhões de carteira em junho.
Ao longo dos meses, desde o início da operação, tivemos avanços significativos em relação ao refinamento dos critérios de elegibilidade, estrutura de dados e disciplina de riscos e crédito do produto. Consideramos também que a resiliência das taxas adotadas pelo Pine mantém o produto com um ótimo risco retorno. Já descontadas as perdas, safradas o produto tem margem para absorver uma eventual desaceleração do cenário macroeconômico. Terceiro, o INSS, Após a normalização operacional observada em junho, o segmento originou de maneira robusta no trimestre e encerrou com carteira de 6,1 bilhões, mesmo após as securitizações realizadas no período. É um ativo de baixa volatilidade e perda esperada estruturalmente baixa, e a combinação de originação com o mercado de capitais nos permite otimizar a rentabilidade do segmento.
Quarto, o saldo agregado de consignado público, o FGTS alcançou 2,1 bilhões, alta de 8% no trimestre. Dentro da abertura gerencial do varejo os cartões somaram 1,3 bilhões, alta de 6,8%. Seguimos ampliando nossa atuação com mais de cento e trinta convênios ativos e preservando a previsibilidade do mix. Para sustentar esse crescimento a nossa plataforma tecnológica está em constante evolução, seguimos implementando melhorias no processamento da margem, e acima de tudo na experiência de dos nossos clientes garantindo uma base sólida para o futuro. Por fim, mostramos o nosso saldo de securização que somou 3,4 bilhões no fechamento de junho de 2026, representando 15,4% de nossa carteira expandida.
O empréstimo consignado INSS concentra 95% do saldo, com 3,2 bilhões, alta de 46,5% no trimestre. É o ativo natural para a estrutura, fluxo previsível, desconto em folha e perda esperada estruturalmente baixa. A Securização é para nós um canal contratado de reciclagem de capital, ao ceder carteira originada sem reconhecer resultado, liberamos ativos ponderados pelo risco e convertemos originação passada em capacidade de originação futura, sem sem consumo adicional de capital próprio. Dessa forma, nossa capacidade de originação deixa de ser limitada pelo crescimento do nosso balanço. Agora passo a palavra ao Rodrigo, que apresentará no slide 9, a evolução da nossa carteira de atacado.
RORodrigo
Bom dia, obrigado Clive. A carteira de atacado atingiu 7,1 bilhões em junho de 2026. Um aumento de 22% em relação a junho de 2025. Seguimos buscando um crescimento sustentável da nossa carteira, consolidando o modelo de múltiplas esteiras com foco em setores mais representativos do PIB, atendendo os nossos clientes de forma customizada através de operações estruturadas e colateralizadas, originando maiores RAROX. No atacado, atuamos de forma robusta e diversificada, com grandes empresas, presença em todas as regiões por meio de doze escritórios regionais que garantem proximidade e relacionamento direto com os clientes.
Essa estrutura nos permite compreender as particularidades de cada mercado, e operar com alta assertividade, o que se reflete na qualidade da carteira apresentada. Encerramos o trimestre com oitocentos e oitenta e cinco grupos econômicos com relacionamento ativo. Quatrocentos e noventa e três grupos com risco de crédito ativo, tíquete médio de 14,4 milhões por grupo, e 91% da carteira colateralizada. Em relação à distribuição setorial desta carteira, demonstrada do lado direito do slide, fechamos o período com uma carteira diversificada, com destaque para os setores imobiliário e de grãos, que representaram vinte e um e dezessete por cento respectivamente, e o restante bem pulverizado em diversos outros setores da economia. Por fim seguimos diversificando produtos, em um ambiente mais desafiador para o crédito corporativo.
Não buscamos crescimento a qualquer preço. Mantivemos a carteira praticamente estável no trimestre, com 91% das operações colateralizadas, preservando qualidade e usando relacionamento de crédito para ampliar Crossell e HAROC por cliente. Vamos para o slide 10, onde falaremos sobre Crossell e serviços. Temos uma plataforma robusta para atender nossos clientes em diversas frentes, Crédito, derivativo e câmbio, seguros, investimentos e mercado de capitais. Quanto mais evoluímos nossa gama de produtos, maior nossa capacidade de cross sell, ampliando a rentabilidade por cliente.
A mesa de clientes, apresentou resultados consistentes, contribuindo para a diversificação de receitas. O resultado é reflexo do aumento do crossell e da volatilidade, principalmente no mercado de moedas. Temos um negócio consolidado e crescente, provendo hedge, soluções de derivativos e câmbio para os nossos clientes. No mercado de capitais, o Pine origina, estrutura e distribui ativos via FIDC, CRA, CRI, Fiagro, fundos de crédito privado, securitização e debêntures. E atuamos em seguros pela Pine corretora, em benefícios e ramos alimentares.
O resultado dessas frentes, aparece nas receitas de prestação de serviços, que atingiram 37,3 milhões no trimestre, alta de 42,6% na comparação com o primeiro trimestre de 2026, e 63,5 milhões no semestre, crescimento de 16,4% em relação ao mesmo período do ano passado, contribuindo para a diversificação de receitas não crédito, com baixo consumo adicional de capital. A seguir devolvo a palavra ao Clive para explicar a evolução do nosso fonte e nossos indicadores de capital.
PParticipante 4
Obrigado Rodrigo. Iniciamos o slide 12 mostrando o volume de captações que atingiu 25,6 bilhões em junho, um crescimento de 27%, comparado com o mesmo período do ano anterior e de 8% no trimestre. Tal crescimento nos possibilita suportar a estratégia do banco e a expansão de sua carteira de crédito. Temos sido eficazes na diversificação do funding, com presença relevante em letras financeiras, operações com, compromissadas, CDI, CDB's, LCI, LCAs, captações externas e outros instrumentos, combinando duration e custo adequados. Essa diversificação tem se traduzido em redução do custo de captação.
Em relação ao prazo mantivemos uma postura em linha com a estratégia conservadora de gerenciamento de ativos e passivos. O prazo médio da captação é de vinte e oito vírgula três meses com um gap de duration positivo de quatro vírgula oito meses. Encerramos junho de 2026 com uma posição de liquidez confortável com caixa livre de 2,2 bilhões. Por fim apresentamos o nosso índice de Basileia total que atingiu 14,3% ao final de junho, com nível um de 11,2% e nível dois de 3,1%. Destacamos na comparação anual o crescimento do nível um de 10,2% para 11,2%.
Mesmo com o avanço de 40% no volume da carteira expandida. Esses resultados são fruto do fortalecimento antecipado do capital, com o follow one precificado em março, e da gestão ativa dos ativos ponderados pelo risco. Agora devolvo a palavra ao Roberto, que apresentará o nosso desempenho financeiro.
RORodrigo
Obrigado, Clive. Slide 14 por favor. No período, apresentamos crescimento de todos os indicadores operacionais, reflexo da sólida execução da nossa estratégia de diversificação. Iniciamos apresentando a evolução do lucro líquido e da rentabilidade. Atingimos 165,7 milhões de lucro, no segundo trimestre de vinte e seis.
Crescimento de 99,6% em relação ao mesmo período do ano passado, e de 10,5% em relação ao último trimestre. O RAROE analisado encerrou o período em 37,5%, 8,5 p.p. acima do indicador, do segundo trimestre de vinte e cinco. No semestre, o lucro atingiu R$ 315,6 milhões, alta de 101,7%, com expressivo ganho de rentabilidade. Este é o quinto ano consecutivo de crescimento do lucro recorrente, e ele vem com uma alavancagem menor, uma vez que o ganho veio do retorno sobre a carteira, que passou de 2,13%, para 3,04%, enquanto a relação entre a carteira expandida e o patrimônio líquido recuou. O resultado é fruto, de maior margem financeira, receitas de serviços e alavancagem operacional, com o índice de eficiência em 20% no trimestre, e sem reconhecimento de resultado não recorrente, ou de cessão das carteiras securtizadas do INSS.
O resultado operacional totalizou R$ 266,9 milhões no trimestre, 95% maior que o segundo trimestre de vinte e cinco, e R$ 517,6 milhões no semestre, alta de 78,5%. Na parte inferior do slide, o gráfico demonstra a composição da nossa receita ajustada ao risco. 77% de nossas receitas no trimestre, foram provenientes do varejo, e 23% do atacado. O crescimento da participação do varejo em relação ao dois t vinte e cinco, é esperado, dado o crescimento da carteira apresentado nos slides anteriores. Esse mix de receitas e diversificação de negócios nos permite estar posicionados e com capacidade para navegar e performar em diferentes ciclos econômicos.
Na sequência, apresentamos as despesas. As despesas de pessoal e administrativas somaram R$ 98,2 milhões no trimestre. Alta de 43% sobre o segundo trimestre de vinte e cinco, explicada pelo investimento em tecnologia, sistemas e times ao longo do último ano, e pela consolidação das despesas da Amicos. Mesmo com o crescimento, a forte alavancagem operacional, levou o índice de eficiência a 20%, no segundo trimestre de vinte e seis, contra 32,4% no segundo trimestre de vinte e cinco. No semestre, a eficiência avançou de 35% para 21%, atestando a nossa disciplina.
Em resumo, a estratégia de diversificação nos últimos anos vem consolidando os nossos negócios, e qualificando o balanço. Como disse, esse é o quinto ano consecutivo de crescimento do lucro recorrente, com rentabilidade sólida, eficiência em torno de 20%, capital adequado, menor alavancagem, do que um ano atrás, e carteira 40% maior, mais diversificada, e com melhor retorno ajustado ao risco. Entramos no segundo semestre, com um balanço mais forte, maior capacidade de originação, e mais alternativas de reciclagem de capital. Nossa prioridade permanece a mesma. Alocar Capital onde enxergamos os melhores retornos ajustados ao risco, preservar disciplina de crédito, e continuar convertendo crescimento em rentabilidade e geração de valor, para os acionistas.
Muito obrigado pela atenção, e agora abriremos para perguntas e respostas.
Perguntas e respostas
OPOperador
Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas. Para enviar uma pergunta, acesse q u n a. Primeira pergunta veio do Ericito do Bradesco BBI. Bom dia, parabéns pelos resultados. Depois das mudanças, como estão vendo as originações mensais na ponta?
PParticipante 1
E se puderem compartilhar quais as expectativas de margem e margem ajustada olhando para frente por favor. Por favor, podem responder.
PParticipante 4
Bom, obrigado Hélio. Kivi não é obrigado pela pergunta. Bom, viu aí a gente teve uma originação nas avenidas de crescimentos consignados recorde, no segundo trimestre não é? E com uma forte originação em junho. Nesse trimestre, 43% da originação, foi em junho.
Em julho, Eric, o que a gente viu, foi uma queda, foi uma queda em função, em função da data prévia, ficou fora do ar ajustando a opcionalidade de garantia, ela ficou uns três dias e meio fora, em julho, tem a sazonalidade de férias escolares, então a gente viu a originação cair. Obviamente que todo mundo ajustando os a sua, seus critérios, o seu preço aí dado, dado o regulatório, e em agosto, a originação está voltando fortemente, não é, a originação voltando fortemente, e e pós-adequações aqui interna, a boa notícia é que está voltando com um patamar de yield, e de volume, similar lá em abril. Então a gente está fazendo aí taxas, mudamos o critério, a legislação continua forte em agosto, em um nível de taxa que nos que nos protege não é. Bom, qual que é a nossa expectativa de de ser de nem bruta, e nem ajustada a risco não é? A nossa expectativa é que, é que suba, mesmo porque, não é, se a gente ajustar isso que eu acabei de dizer, a originação muito forte, em junho, não é ela, ela foi responsável para jogar para baixo, a linha ajustada a a risco uns trinta bips.
Seria muito similar à anterior, o sete ponto sete não do sete ponto quatro, para o sete ponto sete. E a gente está vendo também que a que a bruta deve subir, para um patamar aí mais próximo de treze. Essa é o que a gente está vendo. Já já tendo já estando quase em metade do terceiro, do terceiro tri.
PParticipante 1
Obrigada, Clive. Próxima pergunta veio do Pedro Leduque, do Itaú BBA. Cost of risco parece ter subido mais do que carteira. Quanto foi o efeito de atrasos em si, e quanto foi um efeito na originação, talvez mais para o final do trimestre? Mesma pergunta para risca justa need.
Seria uma conta ajustada pelo descasamento da originação no final do tri? Por favor, podem responder.
PParticipante 4
Bom dia Eduque. Bom, eu estava já dizendo para o para o Eric não é, obviamente que a originação muito elevada em em junho não é, e no privado, ela foi similar ao todo dos outros consignados não é, 43% do trimestre foi em junho. Então isso fez aqueles trinta bips na na NIM ajustado a risco, se normalizasse, seria não sete ponto quatro, sete ponto sete, e a e a NIM bruta também não é? Então esse descasamento da originação, ele já propaga uma linha bruta para o terceiro trimestre maior,
RORodrigo
não é, dado aí esses esse esse
PParticipante 4
recorde que foi a originação de junho.
PParticipante 1
Obrigada, querida. A próxima pergunta veio do Ricardo Spigel, do TG. Poderíamos ajudar a entender quanto do maior NPL que vimos nesse trimestre está ligado a questões operacionais do consignado privado? E faz sentido esperar uma queda à medida que o percentual das safras mais novas, já com operacional mais ajeitado fique mais relevante? Poderiam também explicar como ficaria o índice de cobertura que vocês reportam, se considerarmos os benefícios do seguro de perda de vínculo no consignado privado?
E vocês esperam que essa cobertura suba nos próximos trimestres? Por favor, podem responder.
RORodrigo
Obrigado, Ricardo. O Norberto aqui. Ricardo, a gente estima que aí uns 40% do do n p l do do privado, esteja ligado a questões operacionais. Como você sabe, a gente está no produto desde o início, não é? E eu acho que na nossa gestão aqui dá para separar esse produto em em em basicamente em três fases, não é?
Acho que foi o o lançamento ali e o início do produto, a gente encontrou o mercado com com muito espaço, profundidade, a gente conseguiu acessar a as melhores fichas, testamos o mercado em prazos mais curtos, não é? Quando você olha a performance dessas safras, que estão totalmente maturadas, e aqui eu estou olhando a performance da das cinco primeiras safras, não é, a gente vê uma dispersão de de ROE entre 40% a 100%, está? Foi uma fase, que como eu disse não é, todas as safras aí estão já praticamente maturadas não é, e apresentou um um excelente risco-retorno não é? Essa fase do produto também permitiu para gente começar a construir essa base relevante de dados proprietários. E aí a gente partiu para uma segunda fase, que foi uma fase mais de teste.
Não é a gente testou clusters, testamos canais, testamos critérios, perfis. E essa safra gerou uma dispersão ainda maior, de ROI, mas uma dispersão para cima, com ROIs um pouco mais elevados, não é? Então gerou uma dispersão aí entre oitenta e safras chegaram até 150% de de ROE, não é? E tem safras que ainda estão maturando, esses são cinco meses depois. Depois das últimas quatro safras, e aí estou indo até até maio, não é a gente está nessa terceira fase não é, que é uma terceira fase que a gente já tem muito mais escala, temos dados, histórico de performance, não é, acho que as rotinas operacionais estão muito mais azeitadas.
A gente está com uma capacidade de continuamente rever score, elegibilidade, underwriting, precificar ativamente. Além do que a gente está refinanciando a as boas fichas, a carteira de uma forma muito mais assertiva, não é? Nessas safras mais recentes e obviamente essas safras não estão totalmente maturadas, mas a gente está vendo a ROE's aí entre 85% e 130%, não é? Acho que o ponto mais importante aqui para, para todos vocês aqui é que, a gente está evoluindo nas nossas vantagens competitivas no produto, não é? No início, acho que ela estava muito mais correlacionada a ao nosso pioneirismo, não é?
A partir na frente, acessar as melhores fichas de uma forma conservadora, com percentual da margem, prazo mais curto e tal. Eu acho que as vantagens competitivas agora elas passam a ser muito mais estrutural, digamos assim não é? Porque a gente tem muito mais escala, muito mais qualidade na originação, muitos mais dados proprietários, gente tem muito aprendizado, capacidade de e, obviamente, a gente tem sido bastante disciplinado aqui no price não é, sustentando sustentando as taxas e price. A gente até viu as taxas, a gente experimentou alguma volatilidade de de taxa, dado a volatilidade regulatória, as taxas migraram um pouco abaixo de quatro, na taxa média, e elas voltaram para cima de quatro nas safras mais recentes, não é? Então a gente está bem confortável assim com com a operação, não é?
A gente pretende seguir crescendo, não é, diversificando o portfólio, diversificando por por clusters, não é? Tem uma parte aqui da tua pergunta que é a cobertura, não é? A gente vai seguir provisionando o o portfólio, de uma forma disciplinada e conservadora, não é esse ano a gente vai ter uma despesa de de aproximadamente R$ 1 bilhão, não é, em torno de desse número, não é? Então a gente deve manter aí os índices de cobertura para o para o produto, não é? E a gente espera bastante que os problemas operacionais evoluam, não é, de de fato.
O o Clivio quer falar, o Clivio.
PParticipante 4
Ricardo, a gente sempre comentou não é, esse produto não tem nada de digital, e da porteira para dentro, a gente está há dezesseis meses no produto, está quatorze a quatorze arrecadações. Então a gente evoluiu muito aqui nos times não é, você precisa ter time especializado, você precisa ter rotina de revínculo, você precisa saber fazer revínculo, você precisa entender sazonalidade do salário líquido para poder reperfilar, você precisa entender afastamentos que acontecem por exemplo licença-maternidade, não é que mais de 50% da mulher é CLT, não é, você precisa ter régua adequada de cobrança para o c n p j, que não é fácil, não é você tem que ter arquitetura de dados, laboratório o dia inteiro, e e e isso a gente evoluiu também, que é um diferencial, esse produto, assim, fora incumbente, que tem relacionamento com o cliente, o diferencial é muito importante não é, desse aprendizado interno dos times aqui.
RORodrigo
Pergunta, Ricardo. A gente a gente acabou se alongando um pouquinho. Vamos para a próxima pergunta do Daniel Vaz Safra.
PParticipante 1
Parabéns pelos resultados,
PParticipante 2
Gostaria de
PParticipante 1
entender se a partir desses desse trimestre, a trajetória de linha de estado ao risco é de quedas pequenas, dada um estoque de carteira mais madura em perdas. Caso contrário, como pensam a trajetória para 2026 e vinte e sete? E uma segunda pergunta, entendo que a possibilidade de agregar garantias no consignado privado é muito menos relevante ao escopo de clientes do PINE. Mas gostaria de ouvir se houve alguma captura desse tipo de cliente ou impacto na na originação da parte sem garantias em julho versus junho. Por favor, podem responder.
RORodrigo
Obrigado, Daniel, pela pergunta. Sobre a NIME e a NIMA ajustada ao risco, como a gente falou, o Clive detalhou, não é, acho que a originação nesse dois t foi foi bem forte, ela foi bem forte no último mês, 43% da originação foi no último mês, isso acabou impactando parcialmente a nossa anym bruta, bruta e anymma ajustada a ao risco. Para frente, não é, a gente está vendo o animo bem resiliente, e para cima do que a gente viu o dois t, não é? A gente está vendo o animo animo bruta subindo em direção a treze, e um pouquinho acima de treze inclusive, e ajustada ao risco, também a gente vai ver uma abertura, não é? Tanto para vinte e seis quanto para vinte e sete, não a gente tem essa mudança do mix do portfólio do banco, não é?
Isso é é é bem relevante, não é? Mesmo quando você considera a carteira que está securitizada, o consignado privado é mais o o portfólio de cartões, já representa aproximadamente 30% do portfólio total do banco, não é? A gente tem até essas curvas nas nossas apresentações da rota do yield, que aí representa 34% e quase 50% da carteira de varejo. Então, essa mudança de mix faz a nossa linha ficar bastante resiliente. Obrigado.
Muda que o Clever vai, vai, vai falar.
PParticipante 4
Bom, Daniel, em relação à opcionalidade e garantia, realmente a gente não tem feito quase nada, não é, não é muito o perfil não é? Só só para todo mundo ter em mente, vários c l t's que fizeram antecipação, saque aniversário f g t s, estão impedidos de fazer a funcionalidade garantia, não é e isso é um público representativo de tomadores c l t's não é, de leads, seja na nossa multicarnalidade aqui. Então para nós é é irrelevante
RORodrigo
a a a opcionalidade e garantia, está?
Pergunta 1Eric Hito, Bradesco BBI
OPOperador
Obrigada, Kílie e Nobel. Vamos para a próxima pergunta do Eric Hito, Bradesco BBI. Cobertura do estágio três está rodando perto dos 105%. Como esperam essa linha evoluindo para frente? Poderiam compartilhar como estão vendo os principais indicadores de inadimplência na ponta?
PParticipante 1
Além disso, poderiam passar um update sobre capital, e qual seria o nível confortável de vocês? Como vem a evolução do indicador para frente? Por favor, podem responder.
RORodrigo
Obrigado, Eric, pela pela pergunta. Como eu disse anteriormente, a gente vem alocando bem mais provisão no balanço, não é, vide as nossas despesas de de provisão. Então a gente olhando a cobertura do estágio três, ela vai permanecer acima de de 100%, não é, em em linha com com o reportado nesse último trio. Sobre capital, não é, a gente, bom, executamos o falou recentemente, não é? Encerramos aí o período com onze ponto dois de, e quatorze e trinta de basileia total.
A gente projeta encerrar o ano com uns quinze, não por cento de basileia total, e acima de doze de two wan, não é? E a gente está confortável com esse nível de de two wan e basileia total. Acho que basileia total acima de quatorze, e nível um acima de doze. Obrigado, Erico, pela pergunta.
PParticipante 1
Muito obrigada, vamos para a próxima pergunta. A próxima pergunta veio do Leonardo Paulo. Bom dia. O aumento da inadimplência do varejo colateralizado no trimestre anterior para esse trimestre é esperado? Vocês pretendem continuar aumentando a carteira de crédito nesse segmento na mesma velocidade?
As previsões devem continuar aumentando o triatri? E ainda sobre como se trata privado, vocês têm estratégia para lidar e continuar com essa rentabilidade caso o governo coloque limites na taxa de juros? Puderem falar sobre o que esperam, outras frentes de crescimento por favor? Por favor podem responder.
PParticipante 4
Bom dia Leonardo, obrigado pela pergunta. Leonardo, a gente gosta de olhar aqui, o RWE, não é, de safras não é, o RROE porque ele concentra custo de crédito, custo de funding, eficiência daquele produto não é? E e a gente tem visto aqui, por tudo isso que a gente contou aqui não é, a nossa evolução, a nossa seletividade não é, o RROE tem, até cresceu nas últimas safras não é? Então o RROE do privado tem ficado, vou falar range está, tem ficado em range de sessenta e cinco com cento e quarenta, está? E atualmente ele está mais acima de cem.
Está, a gente gosta de olhar isso com todo o rumo. Não não adianta olhar só, só a inadimplência, não é, é um quadrante de taxa, inadimplência, custo de funding, eficiência do produto e as rotinas. Não é, e, e assim a a velocidade, acho que é bem legal a sua pergunta. Primeiro que a gente quer continuar, aqui a gente tem dito, com a diversificação. A gente vê avenidas, no plural, de crescimento.
Não é o consignado público é claramente uma avenida, O INSS é uma avenida porque, tanto o público como o INSS, e vai chegar lá o privado, o mercado de capitais ajuda muito na reciclagem, Então a gente não olha só esta carteira, essa carteira, essa carteira óbvio de privado tem a sua o seu crescimento, mas as outras também têm, e cabe a nós ter a ponderação e alocação que permita manter a diversificação. Não é você não vai ver aqui, quando a gente voltar trimestre aqui o privado está, está acima de, de 40% da carteira total expandida do Pine. Não é, terá sempre ponderações. Não é e outra, a gente não cresce, Leonardo, a gente olha muito, não é crescer por crescer não é, tem que ter o retorno, é uma combinação não é? É uma combinação, está bom?
Pergunta 2Pedro Caristo
OPOperador
Muito obrigada. Vamos para a próxima pergunta do Pedro Caristo. Bom dia e parabéns pelos resultados. Olhando para frente, podemos esperar a manutenção de um ROE acima de 35% de forma sustentável? Além disso, como o banco avalia a evolução da inadimplência no consignado privado?
PParticipante 1
Obrigado. Por favor, podem responder.
RORodrigo
Obrigado Pedro pela pela pergunta. Não é, a gente de fato tem falado que a gente tem visto esses trinta e cinco plus para frente, mas assim, a gente não trabalha com a premissa que um ROE trimestral específico se repita, não é? A gente considera que, estruturalmente, os motores para produzir ROE do banco mudaram, não é? Isso é um tema que a gente já vem falando há alguns trimestres. No caso desse último tri, a gente entregou 37,5% de ROE, com uma menor alavancagem no balanço, não é?
Quando você faz a carteira dividida pelo pelo p r, comparado com o t I anterior, não é, a gente teve uma uma menor alavancagem, o retorno sobre os ativos aumentou, a gente continuou com o índice de eficiência super controlado, a gente não teve resultado não recorrente, o banco está cada vez mais recorrente. Inclusive o Clive até mencionou, a gente não reconheceu o resultado nas securitizações, sessões de de carteira, esse resultado vem no tempo, não é? A gente não costuma dar guiance de ROE, mas novamente, a gente entende que a capacidade de gerar a ROE de forma estrutural do banco mudou para frente por todas as razões que a gente vem falando, não é? Mudança no mix, resiliência da NIME, eficiência e uma disciplina na alocação de capital. Obrigado.
Pergunta 3Fernando Gomes
OPOperador
Muito obrigada. Vamos para a próxima pergunta do Fernando Gomes. Parabéns pelo resultado. Vocês poderiam abrir mais as características das originações de consignado privado? Taxa de originação e e da carteira, duration, ticket médio e etcétera?
PParticipante 1
E quanto ela tem perdido de inadimplência? Por favor, podem responder.
PParticipante 4
Bom, bom dia Fernando, obrigado pela pergunta. Assim, de uma maneira geral está, as taxas, entre quatro e quatro e meio, durajam, de trinta e seis PMT's a sessenta PMT's, dependendo do score, ticket médio, aí ao redor, quando você faz uma operação nova ao redor de 3.000, quando você faz um refin de ficha boa como a gente fala, dá mais para 5.000, não é? E, e o histórico de safra, eles eles têm se mantido não é? Como a gente já falou várias vezes aqui não é? Você tem uma expectativa de cem, recebe oitenta e cinco e vem gradativamente melhorando está?
PParticipante 1
Está. Muito obrigada, Clive. Vamos a mais uma pergunta. Pedro Atra da Streams. Bom dia pessoal, parabéns pelos resultados.
Poderiam por favor comparar como tem sido a evolução da inadimplência da carteira de consignado privado Pine com o restante do mercado? Caso haja diferença relevante, podem nos explicar os principais motivos para isso? Por favor, podem responder.
RORodrigo
Obrigado Pedro pela pergunta, eu e Klibi a gente vai se complementar aqui. Mas de fato nossa carteira tem performado melhor do que a média do sistema financeiro nacional, não é? Se eu não me engano, o último número de over noventa em junho era de 8,6%. A gente vê um over aqui de aproximadamente metade desse desse número para nossa carteira, um pouco acima da metade desse número para para nossa carteira, não é? E e as razões são muitas, não é?
Esse produto, como a gente veio falando hoje, aqui no qual a gente vem falando com o mercado em geral, tem muitas variáveis, não é? Mas, assim, primeiro eu acho que parte do processo de elegibilidade e seleção, não é? Depois a gente operou desde o dia um, com seguro perda de vínculo, não é? A gente também foi um dos primeiros a implementar rotina de revinco, que pela pela data prévia, essa rotina ainda não foi implementada de forma automática, não é? Então, a gente vem performando melhor do que o mercado de fato.
É e a gente como você sabe a gente foi para prancheta, com a proteção do seguro perda de vínculo com índice de penetração bastante elevado, o que também ajudou não é? E daqui para frente, a gente acha que tem, terá uma proteção, com os com as próprias fichas boas não é? Você imagina, a gente tem mais de 600.000 CNPJ, mais de 1.000.700 na carteira de CLT's. Então, a gente já sabe, depois de quatorze safras, c n p j's que escrituram, melhor que outros e que repassam melhor que outros. E isso isso é um índice na na na escoragem, que ajuda muito então, os refis de ficha boa vão nos ajudar a proteger mais ainda a carteira, indo
PParticipante 4
para frente, e a gente pretende acelerar os refins, ataque como a gente chama.
Encerramento
PParticipante 1
Muito obrigada, querido Alberto. Chegamos ao final da nossa sessão de perguntas e respostas. Agradecemos a todos que participaram da teleconferência de resultados do banco par. Nossa equipe de r I está à disposição para esclarecimentos adicionais. Agradecemos a participação de todos e desejamos a todos bom dia.
Obrigada.
PINPINE4 · 2T26Teleconferência de resultados
Pine · 2T26
0:00
-59:18
Transcrição automática · Atlas (Deepgram nova-3, pt-BR, revisão 1), gerada a partir do áudio da companhia; pode conter erros, confira no áudio. Números falados não viram dado do Atlas. 6.796 palavras. Site de RI
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