Aluguel de carros e gestão de frotas · Serviços Transporte e Logística · CVM 019739
R$ 28,74
Fechamento B3 · 29/10/2026
Teleconferência de resultados do 2T26
Data não confirmada59:20Português5 perguntas
Áudio · Companhia (cópia servida pelo Atlas)
Transcrição automática · Atlas
Apresentação · Companhia, arquivada na CVM
Release · Companhia, arquivado na CVM
Transcrição · Companhia
OPOperador
Bom dia. Antes de iniciarmos, gostaria de lembrar que essa conferência será feita em inglês. Para aqueles que precisarem de tradução para o português, cliquem no botão de tradução, no ícone do globo e escolha seu idioma de preferência. Você poderá mutar ou desmutar o áudio original clicando no botão mutar o áudio original. Bom dia sejam bem-vindos ao webinar da Localiza Rômulo sobre os resultados do segundo trimestre de 2026.
Estão conosco, Rodrigo Tavares, CFO e Nora Lanari, diretora de relações com investidores da companhia. Informamos que este webinar, sendo gravado e estará disponível em RI ponto Localiza ponto com, onde o material completo da divulgação dos resultados está disponível. A apresentação também está disponível para download no site de RI. Para a sessão de perguntas e respostas, para analistas e investidores, aconselhamos que sinalizem seu interesse em participar através do ícone de Q and A na parte inferior das suas telas, digitando seu nome, instituição e idioma. Quando chamados, aparecerá na tela 1 pedido para ativar seu microfone.
As perguntas poderão ser feitas tanto em português quanto em inglês. Para enviar perguntas por escrito, use o ícone de QND na parte inferior de suas suas telas e preencha seu nome e instituição antes da pergunta. Informamos que os valores nesta apresentação estão em milhões de reais e em IFRS. Ressaltamos que as informações contidas nesta apresentação e quaisquer declarações que possam ser feitas durante a conferência sobre perspectivas de negócios, projeções e metas operacionais e financeiras da Localiza constituem crenças e premissas da administração da companhia, bem como informações atualmente disponíveis. Considerações futuras não são garantias de desempenho.
Elas envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer. Agora, passo a palavra para o Rodrigo Tavares, CFO da companhia, para iniciar a apresentação.
Bom dia, e bem-vindos ao webinar da Localiza. O forte resultado do início do ano foi mantido no segundo tri 2026, com aceleração do crescimento de receita, ano contra ano em todas as linhas de negócios, sustentado pela consistência na execução, disciplina na colocação de capital e pelo avanço contínuo na recomposição dos retornos, reforçando a geração de valor para os acionistas da companhia. No aluguel de carros, em Hack, apresentamos crescimento de dois dígitos na receita líquida, que avançou 11,2% em relação ao segundo tri-vinte e cinco, refletindo a combinação de aumento de volume com avanço de preço.
Em gestão de frotas, voltamos a apresentar crescimento de número de diárias na comparação anual, como originação positiva de contratos de frotas leves e carros por assinatura, e menor peso da redução do portfólio de contratos de uso Severo, que vem acontecendo desde 2024. Em seminovos, vendemos 92.000 carros no tri frente aos 68.000 vendidos no segundo tri de 2025, impulsionando o avanço de 38,9% na receita líquida. Com a manutenção do ritmo necessário para otimizar o ciclo de vida da frota de rack, direcionamos investimentos para aumentar a capacidade do varejo por meio da expansão da equipes de vendas e do fortalecimento das iniciativas de marketing. Além disso, concluímos nesse tri o rebranding das nossas lojas de seminovos. Embora esses investimentos tenham impactado a margem do trimestre, deverão contribuir para o aumento da participação do varejo e do mix de venda ao longo da segunda metade de 2026.
O forte avanço no processo de rejuvenescimento da frota contribui para a redução de 24,1% na idade média da frota operacional do aluguel de carros, que encerrou o período em oitenta e dois meses em comparação aos cento e oito meses do segundo tri de vinte e cinco. Durante o segundo tri de vinte e seis, observamos o comportamento dos preços de carros novos e seminovos em linha com as nossas expectativas. Ainda assim, conforme sinalizado na divulgação dos resultados de um tri vinte e seis, seguimos ajustando as taxas de depreciação da frota para refletir a dinâmica da indústria automobilística, caracterizada pela entrada de novos competidores e pelo lançamento de veículos mais tecnológicos e competitivos. Em antecipação a esse movimento, a companhia veio ajustando os preços de aluguel e as taxas de depreciação da frota para refletir as estimativas de valor residual alinhados às perspectivas do setor. Como resultado, no segundo trimestre de vinte e seis, entregamos uma receita líquida de R$ 12,3 bilhões, um crescimento de 24,5% na comparação anual.
O EBIT somou dois vírgula três bilhões, quinze vírgula um por cento superior ao do segundo TRID vinte e cinco, e o lucro líquido alcançou 1 bilhão no TRID, avanço de 30,6% na comparação anual. O lucro líquido de 1 bilhão em ROIC spread de 6,1 p.p. dentro da faixa-alvo da companhia, mesmo adotando premissas mais duras de depreciação, reforçam a assertividade da estratégia adotada e o avanço contínuo na recomposição dos retornos. Para o segundo semestre de 2026, buscaremos o crescimento de receita líquida de aluguel de carros e gestão de frotas, bem como a sustentação do ritmo de vendas de seminovos com ampliação do mix de venda de varejo. Além disso, seguiremos obstinados na busca por eficiência operacional em todas as linhas de negócio e na ampliação do uso de tecnologia para melhorar a experiência dos nossos clientes. Entusiasmados com os avanços e resultados do primeiro semestre de 2026, permanecemos atentos ao ambiente macroeconômico e na dinâmica da indústria automobilística e seguiremos disciplinados na alocação de capital, com foco no crescimento sustentável com geração de valor.
Agradecemos a confiança dos nossos clientes, acionistas, parceiros e colaboradores pela sua confiança. Para os detalhes do resultado, passo a palavra para a nossa diretora de relações com investidores, Nora.
Obrigada, Rodrigo, e bom dia a todos. Na página 3, começaremos pela divisão de aluguel de carros no Brasil. No segundo tridente e seis, a receita líquida da divisão de aluguel de carros atingiu R$ 2,8 bilhões, crescimento de 11,2% em relação ao segundo trimestre de vinte e cinco.
Esse desempenho foi impulsionado pela aceleração do crescimento das diárias, superior em 6,8% na comparação anual, e pelo avanço da diária média, que segue o processo de recomposição. Na página 4, apresentamos o crescimento de 3,7% na diária média do tri e o avanço de 3,3 p.p. na taxa de utilização, que alcançou 81,9% no segundo tri de vinte e seis, evidenciando uma combinação saudável entre volume, preço e produtividade. Passando para a página 5, trazemos a evolução da divisão de gestão de frotas. A receita líquida desta divisão somou 2,4 bilhões no segundo de vinte e seis, crescimento de 5,8%, frente ao mesmo período de 2025. Depois da leve redução dos volumes em 2025, em função da redução da exposição a contratos de uso severo, a divisão de gestão de frotas voltou a apresentar crescimento no número de diárias na comparação anual, suportada pela expansão dos segmentos alvo de frotas leves e carro por assinatura, que ampliaram a receita em cerca de 13% no segundo tri de vinte e seis, na comparação anual.
Na página 6 apresentamos a diária média com avanço de 5,7% na comparação anual, e a taxa de utilização dessa divisão que alcançou 96,7% no Nutri, evidenciando maior eficiência operacional e produtividade. Passando para a página 7 apresentamos a evolução dos seminovos. No segundo tri, vendemos 92.043 carros no Brasil, sustentando o ritmo de venda acima dos 90.000 por trimestre, o que permitirá a redução do ciclo do hack para cerca de quinze meses ao longo dos próximos trimestres. O preço médio de venda também avançou, refletindo uma maior participação de SUVs no mix de vendas, contribuindo para uma ressata líquida de vendas no Brasil de R$ 7,1 bilhões, forte crescimento de 39% em relação ao mesmo período do ano anterior. Forte desempenho da Localiza Seminovos reflete o amortecimento da iniciativas voltadas na excelência comercial, expansão da rede e o aumento de produtividade.
Uma vez mantida a velocidade de venda necessária para otimizar o ciclo da frota, o foco da companhia se volta para a ampliação da participação das vendas para o varejo no mix de venda. Passando para a página 8, apresentamos os saldos de compra e venda de carros. O forte ritmo de venda de carros é acompanhado pelo maior ritmo de compras. No trimestre foram vendidas 92.043 veículos e comprados 120.626 carros, contribuindo para o avanço do processo de rejuvenescimento da frota de aluguel de carros, refletido na redução da idade média dos veículos vendidos para 1904 meses, frente a vinte e dois vírgula dois meses no segundo tridente e cinco. A idade média da frota operacional também apresentou evolução relevante, encerrando o período em vírgula dois meses, ante dez vírgula oito meses, no segundo tridente e cinco, redução de 24,1% na comparação anual, contribuindo para ganhos de eficiência e menores custos de manutenção e preparação por carro.
Foram investidos R$ 11,6 bilhões na compra e gerado 7,1 bilhões na venda de carros, resultando em investimento líquido de 4,5 bilhões na operação no Brasil. Na página 9, apresentamos a evolução dos preços médios dos carros comprados e vendidos. Na divisão de aluguel de carros, o preço médio de compra nos últimos doze meses foi de R$ 86.100, e o de venda alcançou 74.000. Refletindo principalmente o rejuvenescimento da frota e a menor idade média dos veículos vendidos. Como consequência, o capex da reposição da divisão totalizou 12.100 por carro.
Em gestão de frotas, o preço médio de compra dos últimos doze meses atingiu 99.700, enquanto o preço médio de venda foi de 79.800, resultando em um investimento para renovação de 19.900, reais por carro. Na página 10 mostramos a frota de final de período. A companhia encerrou o trimestre com 670.446 carros em sua frota, um crescimento de 6,3% na comparação com o segundo trio de vinte e cinco, antecipando a demanda das férias de julho. Na página 11, apresentamos a receita líquida consolidada do trimestre, que segue avançando dois dígitos. Na comparação anual, a receita avança 24,5% somando R$ 12,3 bilhões.
A receita de aluguéis apresentou crescimento de 8,8%, totalizando 5,2 bilhões enquanto a receita de seminovos somou R$ 7,2 bilhões, alta de 38,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Na página 12 apresentamos o forte avanço no EBITDA, que alcançou 3,8 bilhões no segundo período de vinte e seis, crescimento de 14,1% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Apresentamos avanço nas margens de aluguel de carros, gestão de frotas e seminovos na comparação anual, refletindo a combinação do avanço dos preços e volumes de aluguel, a frota mais nova e menor exposição a contratos de uso severo, bem como a disciplina na gestão de custos e produtividade. Em aluguel de carros, a margem EBITDA atingiu 67,6%, aumento de 1,1 p.p. na comparação com o segundo trimestre de vinte e cinco, refletindo os efeitos estão aumento da diária média e do número de diárias, melhora nos custos de manutenção e preparação por carro, parcialmente compensados pelo maior volume de carros preparados e maior nível de créditos de créditos fiscais.
Em gestão de frotas, a margem EBITDA atingiu setenta e cinco vírgula seis, representando um aumento de 4,6 p.p. em relação à do segundo trimestre de vinte e cinco, explicado pelo aumento da diária média, maior eficiência nos custos de preparação, maior taxa de utilização da frota e maior nível de créditos fiscais, além da redução de PDD em razão da melhora na qualidade da carteira de clientes em relação ao segundo tri, de vinte e cinco. Seminovos apresentou uma margem de 1,9% no Brasil, ligeiramente superior do mesmo período do ano anterior, refletindo a manutenção da margem bruta e a maior diluição de sdna em relação à receita. Em comparação com o primeiro de, tri de vinte e seis, a redução de 1,2 p.p. na margem de seminovos é explicada pelo aumento do mix de s u v nas vendas de o segundo de vinte e seis com margem bruta menor somado ao maior gasto com abertura e rebranding de loja pessoal e marketing. Estamos fortalecendo ainda mais a infraestrutura comercial de seminovos.
Esses investimentos pressionam a margem no curto prazo, mas aumentam nossa capacidade de capturar valor no varejo e manter velocidade de giro.
Na página 13 trazemos a evolução da depreciação média analisada por carro. Ao longo do trimestre os preços de veículos novos e seminovos apresentaram comportamento alinhado à expectativa da companhia. Seguiremos atentos à dinâmica do mercado automotivo brasileiro, ajustando quando necessário, a depreciação, precificação e alocação de capital. Em aluguel de carros, a depreciação média analisada por carro foi de R$ 8.243 no segundo três de vinte e seis, mantendo a trajetória de aumento sequencial observado nos últimos trimestres. Considerando a dinâmica atual da indústria automobilística brasileira e seus impactos sobre os expectativas de valor gradual dos veículos, esperamos a continuidade dessa tendência.
Em gestão de frotas, a depreciação média analisada por carro foi de R$ 9.198 no segundo tri. O aumento sequencial mais acentuado na depreciação de rack reflete seu ciclo mais curto em relação à gestão de frotas, cerca de quinze meses versus cerca de trinta e três meses. Como a diferença entre o custo de aquisição e o preço líquido de venda estimado é apropriado no resultado ao longo da vida útil remanescente do ativo, eventuais revisões para baixo no valor residual são diluídas em um período menor em Hack, ampliando seu impacto sobre a depreciação. Passando para a página 14 vemos o EBIT consolidado de 2,3 bilhões no segundo tri, alta de 15,1% frente à segundo tri de 2025, com ampliação das margens de aluguel de carros e gestão de frotas. Em aluguel de carros, a margem EBIT foi de 44,5%, avanço de 2,5 p.p., enquanto gestão de frotas registrou margem de 49,2% no tri, com avanço de 34 p.p. na comparação anual.
Passando para a página 15, como resultado da aceleração no crescimento de receita ano controle e da contínua disciplina na gestão de custos e produtividade, mesmo em um contexto de maior depreciação, alcançamos novamente a marca de 1 bilhão de lucro líquido. Um forte aumento de 30,6% em relação ao segundo tri de 2025. Para apresentar o fluxo de caixa, os ratios da dívida e ROIC spread, passo a palavra ao Rodrigo.
Obrigado, Nora. Faixa dezesseis apresentamos o fluxo de caixa livre antes de juros.
Na primeira metade de 2026, o caixa gerado pelas atividades de aluguel foi de R$ 5,2 bilhões e foi consumido pelo Capex líquido de carros, negativo de 5,2 bilhões e pelos investimentos em outros imobilizados e intangíveis em 161 milhões, parcialmente compensados pelo aumento na contas a pagar para fornecedores de carro em 2 bilhões. Como resultado, a geração de caixa antes de juros e outros somou R$ 1,8 bilhões. Na página 17 apresentamos a movimentação da dívida ligeira, que encerrou o trimestre em 32,4 bilhões, aumento de 4,2% quando comparado ao final de 2025. Em julho, concluímos a maior operação de exchange offers já realizada no mercado brasileiro, com a rolagem de aproximadamente de 7 bilhões de dívidas. A transação também representou a maior emissão em volume agregado da história da companhia e reforça a consistência e estratégia de libality management adotada pela companhia nos últimos anos.
Além de antecipar a gestão de vencimentos futuros, a operação contribui para o alongamento do prazo médio da dívida e redução do seu custo médio, fortalecendo ainda mais o perfil financeiro da Localiza, conforme demonstrado na página 18. Encerramos o trimestre com R$ 11,4 bilhões em caixa, quantia suficiente para cobrir a dívida deste e dos próximos dois anos. Na página 19 apresentamos os ratios de dívida em patamares confortáveis, apresentando melhora em relação ao mesmo período do ano passado. A relação dívida líquida sobre valor da frota passou de 59% para 55% na comparação anual enquanto o indicador de dívida líquida sobre EBITDA encerrou o período em doze vírgula dezesseis vezes. Por fim, na página 20, apresentamos o ROIC analisado do primeiro semestre de 16,1% com spread de 6,1 p.p. para o custo de dívida após impostos em linha, com a expectativa da companhia evidenciando a sólida trajetória de recomposição de spreads, mesmo em contexto de maior depreciação e juros.
Ficamos agora à disposição de vocês para responder às suas perguntas. Obrigada lembramos que para o QAnna, orientamos que sinalize seu interesse em participar via ícone de QAnna no botão inferior das suas telas, indicando seu nome, instituição e idioma. Ao ser chamada, uma solicitação para ativar seu microfone aparecerá na tela. Para enviar perguntas por escrito, utilize o ícone de Qnen no botão inferior de suas telas e preencha com o seu nome e instituição antes da pergunta.
Apresentação
RORodrigo
Primeira pergunta é do Lucas
OPOperador
Marchiali. Pode abrir a sua pergunta. Fazer a sua pergunta. Muito obrigada, pessoal, bom dia. Primeiro sobre a depreciação, e nesse assunto, eu queria entender e esclarecer uma coisa porque quando olhamos a depreciação nominal que subiu tri contra tri mas quando a gente olha como isso como porcentagem do ativo na verdade diminuiu, tri sobre tri.
PParticipante 2
E eu
OPOperador
sei
PParticipante 2
que existe
OPOperador
uma, um certo conservadorismo em declarações futuros, na área macroeconomia e automotiva mas eu queria entender a tendência disso porque, eu sei que vocês não dão garants de inflexão aí, mas no em termos percentuais teve uma inflexão, então eu queria esclarecer essa tendência e número dois. Sobre a margem EBITDA dos seminovos também esclarecer,
PParticipante 2
qual,
OPOperador
seria a tendência implícita, sazonal, no tri. E comparado ao segundo tri, e quanto poderemos esperar esses investimentos ficar. E essa capacidade de expansão até o final do ano para entendermos a tendência de margens de seminovos na segunda metade do ano. Muito obrigado. Obrigado.
Primeiro, a depreciação aumentou em termos nominais mas quando você olha a porcentagem tem um grande volume de carros que foram comprados no final do período para nos prepararmos para a alta temporada de julho. Então por conta disso quando ativam os carros você não deprecia os carros nesse período. Então em termos percentuais, podemos ter alguns efeitos no curto prazo por conta do período de ativação mas quando olhamos a tendência da depreciação, ela continua. Então esperamos que a depreciação continue em uma tendência de subida principalmente em hacking. É isso que nós esperamos.
Mas é importante destacar também que apesar do fato de que estamos aumentando a depreciação, podemos fazer isso ao mesmo tempo que aumentamos o lucro e retorno. Isso mostra que estamos imbuindo todas essas premissas corretamente em nossos preços. Então a depreciação é, com, é visão futura então precisamos nos antecipar o que será daqui a um ou dois anos, e precisamos considerar as coisas conforme temos novas dinâmicas de mercado. Mas isso só está embutido nas premissas de preço então apesar de aumentarmos a depreciação, temos um aumento de retorno e lucro em recordes.
PParticipante 2
Sob
OPOperador
seminovos a primeira vou dar um passo para trás, primeiro era renovar a frota, e entrar no ciclo ótimo fizemos no primeiro, chegamos noventa, 90.000 carros por tri. A segunda missão era ter o mesmo nível em SUV's então conseguimos chegar no ciclo de vida ótimo nos carros de entrada e agora precisamos fazer isso em outras categorias. No segundo, conseguimos provar que realmente somos capazes de vender SUV's e otimizar o ciclo de vida deles também. Então isso provavelmente continuará nos próximos três. Agora qual o próximo passo para seminovos?
Perguntas e respostas
Pergunta 1André Ferreira
OPOperador
Precisamos aumentar o mix de vendas no varejo, faz para fazer isso precisamos investir antecipadamente em pessoas, abrindo lojas, marketing e nesse tri especificamente, fizemos o rebranding das lojas também. Então nos próximos tri's, esses investimentos irão continuar conforme o mix também continuará de s u v's. Perfeito, obrigado, Rodrigo. Prazer, Lucas. Próxima pergunta vem do André Ferreira.
AFAndré Ferreira
Pode fazer a sua pergunta, André. Olá, pessoal, obrigada por, pegar a minha pergunta, dois assuntos. Primeiro as suas expectativas sobre a vendas de usados, futuros, e quais são as principais demandas, qual que é o risco em relação ao volume, e também volumes de julho. E o segundo ponto. Compra de carros líquido foi alto.
Então eu diria que tem um otimismo na demanda, é uma boa suposição? Ou foi uma janela oportunista para comprar carros? E onde esses carros estão sendo mais alocados? Obrigado. Obrigado André primeiramente, esperamos que o nível de seminovos se mantenham nesses níveis atuais, em torno de 90.000, que é um nível ótimo para nós alcançarmos o ciclo de vida que esperamos.
Em julho seguiu a mesma tendência. Então o mesmo ritmo que nós vimos no primeiro tri, segundo tri, nós esperamos que isso continue no terceiro tri também. Agora sobre os riscos, nós vimos uma pequena redução na aprovação de financiamento, mas isso foi compensado pela eficiência comercial, Então vimos que os bancos tinham menos apetite, para emitir novos financiamentos, ou conceder novos financiamentos mas não sofremos esse efeito porque conseguimos compensar isso com eficiências internas. Mas olhando para o futuro acho que isso vai depender mais do ambiente macro, do que qualquer outra coisa e sempre melhoramos nossas operações, e estamos confiantes que podemos alcançar esses níveis de vendas para o terceiro tri também. Sobre a compra de carros líquidos sim, compramos, e 125.000 carros no segundo tri que é um nível maior do que normalmente temos.
Isso foi uma combinação de uma demanda mais alta, e vocês podem ver que retomamos o crescimento em rack. Receitas aumentaram 11,2% ano contra ano então essa tendência de julho foi uma temporada alta muito forte também. Além disso claro temos oportunidades em compras que acreditávamos que seria interessante aproveitar essa oportunidade no final do tri. Eu gostaria de acrescentar André depois de julho iremos ajustar a frota, ainda estamos vivendo em um ambiente de alta depreciação e taxa de juros então iremos priorizar preço sobre volume para mantermos a trajetória consistente de ROIC spread e a recomposição. Perfeito, obrigado.
Pergunta 2Guilherme Mendes
OPOperador
Próxima pergunta é do Guilherme Mendes. Pode fazer a sua pergunta, Guilherme. Obrigado Rodrigo Nora, por pegar a minha pergunta. Eu tenho uma follow-up na depreciação. Então falamos, que se as margens de seminovos se mantiverem a níveis saudáveis poderíamos ser, ver um reflexo na depreciação.
GMGuilherme Mendes
E não vimos isso em vendas e margens, e ainda assim estão falando sobre o aumento da depreciação no futuro, e até em um ritmo mais rápido então minha pergunta é. O que que mudou? Sobre o que nós vemos hoje comparado às suas expectativas há um ano, e, no futuro, sobre esse comentário de depreciação que continuará aumentando, quais são as outras variáveis sendo monitoradas para ter um certo conforto no nível de depreciação que vocês estão incluindo nos contratos, para o futuro? Muito obrigada.
PParticipante 2
Obrigada
GMGuilherme Mendes
pela pergunta. Não vou dizer que isso mudou nossa expectativa, no último trimestre, apesar das perguntas nunca declaramos que teria uma inflexão na depreciação na verdade foi o contrário sinalizamos que a tendência de depreciação estava subindo e o que aconteceu nesse trimestre também. E estamos em uma fase de um, uma nova dinâmica do mercado automobilístico e conforme eu disse são projeções futuras precisamos antecipar isso considerando o que pode acontecer, iremos incluir essas, suposições e premissas nos, nas informações. Quando você pensa em alocar o seu capital você precisa ser mais conservador e isso que melhoramos aqui, porque o nosso preço consegue lidar com esse ambiente mais alto de depreciação e aumentar o retorno. Existem forças, que que forças desculpe que podem ajudar nos preços do carros também.
Por exemplo o imposto sobre os importados foi de 28% a 35% então pode gerar uma pressão de subida nos preços. Além disso, o em a importação dos kits, tem a cota de impostos irá acabar no final do ano. Então tudo isso irá contribuir para melhorar os preços. Dito isso, estamos falando de muitos novos entrantes, muitos novos modelos e empresas que estão competindo para ter mais participação de mercado, que pode levar a mais pressão competitiva. Dito isso, importante lembrá-los de que isso é positivo no médio prazo, porque conforme temos mais fornecimento local, mais concorrência local, isso pode levar a melhores negócios e oportunidades para o maior comprador como a Localiza.
OPOperador
Então olhando para o futuro principalmente no curto prazo a tendência de depreciação irá continuar conforme estava no primeiro para o segundo tri. Muito claro obrigado Rodrigo. Eu tenho um follow-up, na pergunta do André sobre expansão de frota, alguns colos atrás falaram sobre 2027 sendo um ano em que a Localiza, retomaria o ritmo de crescimento. Dado as taxas mais altos e o aumento de depreciação, ainda devemos esperar isso ou não seria mais provável nesse momento? Obrigado.
GMGuilherme Mendes
Obrigado. Bom conseguimos comprovar que no segundo trimestre que apesar da depreciação maior e preço também, o crescimento também aumentou. Dito isso o nosso objetivo é continuar aumentando o ROIC Spread. O nosso principal objetivo aqui é termos o hoix spread no nível mais alto dessa na nossa faixa. Agora a demanda tem se mostrado muito resiliente e robusta.
A melhor prova disso foi o segundo tri, e um julho muito forte que tivemos. Mas, mais uma vez por conta da alta depreciação e altos gastos com juros. Teremos que continuar aumentando a tarifa que pode afetar a demanda mas até agora vemos uma demanda muito resiliente então em 2027 se isso persistir podemos continuar crescendo mas mais uma vez, o nosso foco é o, o retorno da lucratividade conforme era antes. Muito claro, obrigado Rodrigo. Próxima pergunta, do Felipe Nilsen.
Felipe fique à vontade pode fazer a sua pergunta. Olá pessoal, obrigada por pegar a minha pergunta, também tenho duas do meu lado. A primeira é sobre a demanda, e preços. Estou curioso queria saber sobre. Por que vocês expandiram a frota significativamente e nutri, falamos isso sobre isso em perguntas anteriores mas eu queria entender um pouco mais, sobre, o que vocês esperam em termos de elasticidade de preço, e os fatores, que levam vocês a ter essa confiança de que continuarão aumentando os preços, mesmo com, esse nível de compras e aumento de frota?
Essa é a primeira pergunta. Segunda pergunta, é um follow-up da depreciação. Já falamos muito sobre as condições de mercado de veículos, o seu conservadorismo, mas eu queria entender como vocês, incluem essa redução da idade da frota. E, como é que a gente pode esperar que isso terá um impacto positivo na tendência de depreciação, e como você equilibra esse fator com todos os demais? Muito obrigada.
Obrigado, Felipe. Primeiramente existe uma sazonalidade então o terceiro tri, em relação à demanda geralmente é forte, mais forte que o segundo tri, por isso que tem mais, aluguéis e a eleição aumenta a demanda também pelo menos nos meses de setembro e outubro. Esperamos isso. Mas, precisamos perceber que, não não é só olhar a elasticidade nominal, mas a a cruzada também nossa, a propriedade, é propriedade desculpe. Então na atividade de aluguéis você vê novos contratos, atividades comerciais então vivemos em um ambiente de taxa de juros muito alto, isso leva a maior parte das empresas a terceirizarem sua frota.
Então temos a demanda apesar do aumento de preço porque a alternativa que seria financiar sua própria frota em um custo altíssimo, acaba aumentando mais ainda do que a, a um carro com a Localiza. Por isso que no segundo tri nós vimos essa alta demanda, vimos uma alta demanda em julho e acreditamos que essa tendência pelo menos no curto prazo irá continuar. Sobre a redução da idade da frota, já estamos colhendo esses benefícios você mencionou o valor residual, mas os benefícios estão muito além disso quando olhamos ao nosso custo variável, isso já acontece, nosso custo variável é muito menor do que era no ano passado. Inclusive de forma, voltamos ao nível de 2019 em termos nominais, então isso mostra, o impacto da renovação da frota. Estamos sentindo os efeitos primeiro em hacking em vez de seminovos porque estamos decomissionando os carros com alta milhagem então você renova a frota em quilômetros em rack do que em idade em seminovos.
Aumentamos o ritmo em seminovos no primeiro tri, mas ainda leva um tempo para nós chegarmos a um nível ótimo de seminovos e esperamos que isso ocorra na primeira metade do ano que vem, onde chegaremos a um equilíbrio do ciclo de vida. Mas um outro benefício que já estamos vendo é a utilização. Como os carros são mais novos, nós não perdemos tanto tempo consertando os carros então temos mais frota disponível no rack também. Então, eu não queria dizer que o benefício é só o valor residual apesar da depreciação ser o assunto, mas é uma combinação, da operação utilização e depreciação. Muito claro, muito obrigado.
PParticipante 2
Prazer, Felipe.
OPOperador
Próxima pergunta, do Daniel Gaspareti. Pode fazer a sua pergunta Daniel. Bom dia obrigada pela oportunidade. Eu peço desculpas mas eu queria enfatizar novamente algumas perguntas que já foram respondidas primeiramente sobre crescimento. Queria entender melhor.
GMGuilherme Mendes
Por que a, a posição que vocês têm é uma resposta da demanda por vir ou vocês estão ativamente vendo oportunidades em colocar carros aí por exemplo os 28.000 carros, de adição líquida no Tri. A gente vê um crescimento adicional no futuro e vocês vão buscar isso ou é uma demanda sazonal? E, só para entender melhor essa parte, essa atividade. Ou se é uma resposta passiva isso. E também se puder falar sobre os segmentos onde vem mais demanda, ah lazer, ah ou outra área de onde vem isso?
E, em segundo lugar, sobre a margem de seminovos você mencionou se entendi corretamente e peço desculpas se estiver errado. Continuaremos vendo esse nível de mix, nos próximos três? E talvez o mesmo nível de esforço, na melhora de vendas de varejo no curto prazo? Então a conclusão subjacente disso seria que veremos, seminovos nesse nível de 2%? Antes de voltar ao 6%, de novo peço desculpas por ser repetitivo.
Obrigado Daniel vou começar aqui e depois o Rodrigo pode adicionar se necessário. Bom, sobre crescimento, vou dizer o seguinte, tivemos um ritmo de vendas muito forte e vamos manter isso no segundo, mantivemos isso no segundo tri. Então, devemos manter esse, para manter esse ritmo precisamos acelerar as compras. E estávamos preparando a empresa para, para o pico em julho, temos férias, férias escolares, e temos, descontos interessantes e compras oportunistas então isso acabou adicionando esses 28.000 carros. Parte disso será ajustado no terceiro tri depois da estação de pico de julho, mas conforme Rodrigo mencionou anteriormente temos as eleições por vir não é?
Então estamos vendo um bom nível de demanda, uma demanda resiliente tanto nas, nos aluguéis individuais mas também cresceu em corporativo, e de motoristas de aplicativo, em outro segmento também cresceu apesar disso conforme o Rodrigo mencionou em um ambiente de taxas de juros altas e alta depreciação, foco será menos no volume e mais no preço para mantermos a trajetória de recuperação do ROIC Spread. Do lado de seminovos acho que a margem foi impactado em duas vezes primeiramente o mix de SUV's. SUV's geram mais reais por carro quando vendemos então operamos eles com margem bruta um pouco menor. Você viu. Em uma redução de tri sobre tri, meio ponto percentual na margem bruta, mas também o fato de que investimos mais nas, na capacidade de expansão, mais pessoal, mais marketing.
OPOperador
Não esperamos uma grande redução nesse, nessas despesas, ao contrário na verdade queremos aumentar as vendas no varejo que será gradual, no ou gradativa nos, no próximo até o ano que vem. Então nesse momento não esperamos uma, grande diferença na tendência da margem EBITDA. Muito bem, bem claro, obrigado, Nora. Nossa, uma pergunta do Rogério Araújo. Pode fazer a sua pergunta, Rogério.
GMGuilherme Mendes
Oi pessoal, oi Rodrigo e Nora obrigado pela oportunidade eu tenho algumas perguntas a primeira. Com o PIS crédito PIS Cofins maior nesse tri, a gente entende agora que com reforma fiscal no Brasil tem uma previsibilidade de utilização dos créditos acima da taxa de 9,25%. Faria sentido? Que nesse caso, qual que é a expectativa da Localiza para os créditos de BIS Cofins nos trimestres? Algo parecido?
Que que faria sentido? Pelo menos até o final do ano? Segunda pergunta em relação à expansão, de custo. Bom tem PLR que foi um destaque nesse tri, isso está de alguma forma amarrado. À questão do programa de retenção de longo prazo, da direção da empresa, e se não for isso o que que levou ao aumento fora os seminovos que vocês já mencionaram e o run rate futuro?
Obrigada obrigado Rogério pelas perguntas. Quando pensamos sobre os créditos fiscais de PIS, Cofins, temos algumas variáveis que eu gostaria de mencionar primeiramente é o número de carros na nossa frota e o valor da frota. No primeiro tri nesse ano, temos um valor de frota de 54 bilhões agora temos o valor de frota de 58 bilhões compramos 128.000 carros isso impacta, o nível de crédito. Além disso, os relatórios de avaliação, de valuation de valuation ele tem, aumenta o ritmo de créditos que pegamos, mas na base tri e contra tri o crédito de PrisCofins aumentou em torno de R$ 80 milhões. Quando olhamos, o aumento de custo, em grande parte é impactado pela antecipação do plano de incentivo de longo prazo, mas, isso está em folha, são, encargos impostos sobre folha e a antecipação disso, em torno de R$ 80 milhões também.
Pergunta 3Bruno Amorim
OPOperador
Então um acaba compensando o outro nesse caso mas conforme eu disse, está relacionado ao plano de incentivo, mas se refere exclusivamente aos impostos e encargos de folha de pagamento e antes, o antecipação. Muito claro, Nora, obrigado. Próxima pergunta é do Bruno Amorim. Pode fazer a sua pergunta, Bruno. Obrigado por pegar a minha pergunta, também tem uma follow-up, sobre a tendência de preço de veículos e tendência de depreciação.
BABruno Amorim
Gostaria de pedir as suas ajuda para entender, que está precificado nessa depreciação. A depreciação, é futura, projeção futuro então que tipo de ambiente vocês estão incluindo nessa depreciação? Vimos, no primeiro semestre, um crescimento significativo das OEM's chinesas, mas o incumbentes não viram nenhuma contração significativa dos seus volumes, que estão considerados para um ambiente mais saudável, visa-visa um cenário onde só consideraríamos a dinâmica de participação de mercado. Mas em julho, nós vimos uma contração nominal no número de vendas, e dos incumbentes que poderia acabar levando a uma certa deterioração no ambiente de preços. Isso está relacionado mais a julho e terceiro tri do que aconteceu na primeira, no primeiro semestre.
Então o que entender, qual a dinâmica que vocês estão considerando? Seria uma deterioração adicional do mercado, ou considerando o que aconteceu principalmente na, primeira, no primeiro semestre? E mais uma outra pergunta, vocês podem nos ajudar a entender em que momento vocês determinam a depreciação para cada tri? É no início do tri? É a cada mês?
OPOperador
Então a depreciação do terceiro tri já foi estabelecida? Ou vocês irão estabelecer isso, depois? Muito obrigada. Obrigado Bruno, vou começar com a segunda pergunta porque é mais técnica e mais fácil. Então a depreciação é mês a mês, não há depreciação trimestral, no final de cada mês a gente faz um market to market ou marcação a mercado.
BABruno Amorim
E, isso reflete uma depreciação específica naquele mês, não é algo que estabelecemos antecipadamente. Sobre as tendências de preço, obviamente é difícil saber. No primeiro semestre conforme você disse, a demanda foi muito forte, então os chineses, os novos entrantes ganharam participação de mercado, mas em margem que foi saudável. Então quando olhamos para o futuro o que nós incluímos na nossa depreciação e precificação, é alguma deflação. Existem uma certa argumentação que você pode dizer que isso não vai acontecer porque conforme eu disse, imposto vai aumentar, imposto de importação vai de, vai aumentar, você não vai ter importação de kits, então, o que estamos considerando antecipadamente que haverá uma inflação de preços e já estamos incluindo isso nas nossas premissas.
No preço, a gente, dá um passo para trás, e queremos ser conservadores, ter certeza que iremos alocar o próximo real de forma muito consistente. Rodrigo pode nos dar uma estimativa? É não sei se ficou claro, eu disse deflação, não inflação. Não eu entendi, está claro. Poderia nos ajudar a quantificar?
Então vamos supor um, dois, três por cento, meio ponto percentual, pode nos ajudar a quantificar o que está embutido nas depreciação, nós não damos detalhes sobre a depreciação, é só uma ideia geral, por isso que nós esperamos que essa tendência irá continuar. O outro efeito, conforme você viu no segundo tri, o mix fica mais premium, então o valor do carro aumenta, então mesmo com 1 p.p., se aumentar a depreciação em termos nominais ou seja, tem a mesma, depreciação percentual ela irá aumentar também em termos nominais mas hoje esperamos uma espécie de deflação, Na precificação e nas premissas de depreciação. Uma última de follow-up, em julho. E conforme eu disse antes, nós vimos uma deterioração do ambiente, vocês perceberam alguma queda de preço desde junho até agora, ou estão vendo as mesmas tendências que víamos antes, em relação à evolução dos preços do mercado? Não, em julho nós não vimos nenhuma tendência diferença no preço de seminovos do que tínhamos na, no primeiro semestre.
Não vimos mudança de direção na dinâmica de preço de seminovos. Bruno, uma evidência disso é na tabela FIP. Claro tem uns aviso aí, mas o a FIP de julho mostra uma queda de preço de carros, e em agosto que reflete julho, reduziu o ritmo do aumento de preços. Então, a partir de agora a média está bem comportada mas estamos antecipando um ciclo deflacionário em potencial. Ótimo muito obrigada.
Próxima pergunta. É do Jans Pires. Pode fazer a sua pergunta, Jans. Sim, olá obrigado por pegar a minha pergunta Rodrigo e Nora. Bom um pouco repetitivo de novo, das perguntas anteriores parece que ser conservador realmente foi a estratégia correta, e no final das contas, alta depreciação tudo bem desde que você precifique corretamente então muito bem parabéns nesse sentido.
A minha pergunta é sobre o futuro. E sobre a pergunta que vocês acabaram de responder. Você acha que há mais risco, de uma queda ou um aumento da margem de seminovos futuro? Eu sei que tem vários aspectos que entram nisso, mas as coisas estão comportando bem e vocês sendo conservadores, com esse contexto. O que que vocês acham de como as coisas poderiam evoluir?
PParticipante 1
Obrigada.
PParticipante 2
Oi yens.
BABruno Amorim
Primeiramente, mais importante do que o nível de depreciação em si, É eficaz na precificação e cada carro que iremos alocar o nosso capital temos essa, essa premissa se tiver um cenário estamos preparados para isso obrigada por destacar. A sua pergunta é uma pegadinha, sobre esse risco de alta ou baixa, eu posso argumentar em ambos os sentidos, estamos renovando a frota, então tem um mix de varejo melhorando, ainda temos eficiências que vão ocorrer. Então existem aspectos positivos, eu também posso dizer que os impostos irão subir. Então que os novos carros que serão importados terão um aumento de preço então tem essas duas argumentações. Por outro lado é muito incerto o que vai acontecer na dinâmica competitiva com vinte marcas no Brasil que querem ganhar algum market share.
Pergunta 4Lucas Marchiori
OPOperador
Então temos uma concorrência de preços, ou uma concorrência de mercado, que é muito difícil quantificar. Então vai ser difícil responder essa pergunta com muita exatidão porque eu vejo fatores para uma subida e descida e nós temos uma abordagem mais conservadora como sempre. E antes só para reforçar, nós sempre mencionamos a margem em dígitos mais baixos, entre 1% e 2% é bem razoável para gente. Muito bem, faz sentido. Próxima pergunta é do Lucas Marchiori.
LMLucas Marchiori
Lucas, pode fazer a sua pergunta. Obrigada pessoal pela follow-up. É rápida, é rápido. Já estamos chegando a imigração do sistema para nova reforma fiscal, já foi tocado nisso antes mas, queria mencionar de novo, eu sei que. Tem algo que vocês têm estudado durante muito tempo.
Então, talvez é uma provocação, e ouvir de vocês sobre a decisão final, e se não qual que é a última leitura sobre a reforma fiscal, e a questão de aumentar os preços, e depois ter um todo um impacto em todo o negócio queria ouvir sua opinião sobre isso muito obrigada. Obrigado Lucas primeiramente tem o lado operacional da reforma fiscal. Precisamos emitir as notas fiscais, preparar os sistemas então tem esse lado que é basicamente operações onde estamos empenhando muitos esforços para estarmos em conformidade. Sobre, o nível de competitividade eu vou ser um pouco conceitual aqui mas o que ocorre é que com a reforma fiscal é provável, que, teremos ganho em relação ao b to b em acessibilidade e competitividade contra propriedade então o b to b que é em torno de 70% dos nossos negócios, o impacto da reforma fiscal, ah em relação à acessibilidade e também à competitividade relativa. Quando olhamos para b to c, aí nós vemos que iremos perder um pouco de competitividade comparado à propriedade, mas ainda podemos oferecer um bom negócio para os nossos clientes.
Então, para resumir, em 70% do nosso negócio nós vemos um impacto positivo, e em 30% do nosso negócio um impacto negativo da reforma fiscal. Mas é importante destacar que isso é uma transição lenta. Estou dizendo que em 2033, quando a reforma fiscal será completamente implementada, teremos, antes disso teremos uma fase longa de implementação e para seminovos temos um mecanismo que nos permite lidar com isso, e com esses impactos que serão gradativos ano após ano. Então no curtíssimo prazo não esperamos uma grande mudança nisso. Teremos mudança de como apresentamos o balanço, créditos de PIS e Cofins, como alocamos isso, mas em geral nós não esperamos muitas mudanças.
Teremos um aspecto positivo, de impacto positivo na geração de caixa por causa do ciclo de vida do crédito de PIS Cofins, mas no curto podemos ter um impacto positivo na geração de caixa. Estou sendo conceitual, só queria destacar os principais pontos que devemos antecipar. Muito obrigada, ajuda bastante. Próxima pergunta, é de Alberto Valema. Alberto por favor.
Pergunta 5Pedro Bruno
OPOperador
Próxima pergunta do Pedro Bruno. Pode fazer a sua pergunta. Pedro? Bom dia a todos, obrigado pelo espaço. Duas perguntas do meu lado.
PParticipante 1
Primeiro, Rodrigo, você mencionou muito em todas as respostas, você falou sobre o ambiente competitivo, no espaço de fabricantes. Das montadoras. Como vocês separam a competitividade que vimos até agora, daquela que poderemos ver no futuro? No sentido que vemos um movimento claro em direção aos SUV's, que eu entendo que tem um impacto potencial menor em relação à frota da empresa. E vemos mais notícias agora dos carros de entrada.
Você falou também que esteve na China recentemente, fazendo muitos estudos nesse assunto. Poderia nos ajudar, a entender. Como você vê esse assunto? Essa é a primeira depois eu faço a segunda pergunta. Obrigado, Pedro.
Mesmo, Pedro mesmo sobre o lançamento de carros de entrada a diferença de preço é significativa. Aí são os carros de sessenta, 70.000 muito entra, nível de entrada. E tem aqueles que o pessoal diz que tem mais de 100.000. Então é uma competição direta, 100%, e o segmento que a gente vê uma concorrência intensificando provavelmente são nos pequenos SUV's. Aqui nós vemos um pouco de ação, mas nos carros de entrada, bem entrada mesmo ainda não têm produtos para comparar para desafiar os carros daqui.
Perfeito obrigada. A outra pergunta é sobre frota. Quando vocês estão confortáveis com o portfólio atual, de gestão de frotas? Tendo superado a frota da Unidas que vocês adquiriram. E saindo de alguns veículos, a exposição dos veículos, pesados, e colocando em contexto segmentos com o Localiza, meu, do para os indivíduos, para pessoa física, como é que vocês incentivam ou não, esse produto recentemente?
Mas a pergunta é mais, é geral assim, o quão confortáveis vocês estão em relação ao seu portfólio hoje, dado que nós temos menos visibilidade porque tem um perfil de mais longo prazo. Bom eu gosto muito da qualidade em que investimos hoje então desde 2024 fomos mais conservadores de como nós alocamos o nosso capital e começamos a mudar o portfólio, na época tínhamos 50.000 de uso Severo e agora temos menos de 14.000. Mas quando eu vejo a qualidade do portfólio, eu vejo o retorno subindo a cada mês. Então, as premissas que incluímos quando investimos esse dinheiro estão se provando como corretas e a qualidade de dinheiro que esperamos desse portfólio, são muito robustas em relação à lucratividade, hoje, tem uma grande diferença entre o meu e a frota corporativa então em ambos temos forte disciplina na precificação e alocação, mas se tem uma área em que estamos bem confortáveis e gostamos da qualidade do investimentos que fizemos nos últimos dois anos, é gestão de frotas. Perfeito muito obrigado.
Para o fechamento vou passar a palavra ao Rodrigo Tavares. Muito obrigado a todos por participarem, nossa equipe de r I está à disposição.
Obrigado.
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