Bom dia senhoras e senhores. Sejam bem-vindos à videoconferência da VAMO, para a discussão dos resultados referentes ao segundo trimestre de 2026. Estão presentes nessa videoconferência o senhor Christian Han, CEO, o senhor José Cesário, CFO e DRI, e o senhor Rodrigo Faria, atual diretor de RI não estatutário, e a partir do próximo dia dezessete, novo CFO e DRI interino da VAMO's. Esta videoconferência está sendo gravada, e o replay poderá ser acessado no site da companhia, R I ponto grupo vamos ponto com ponto b r. A apresentação já está disponível para download nas versões português e inglês.
Informamos que todos os participantes estarão apenas assistindo à videoconferência durante a apresentação, e em seguida, iniciaremos a sessão de perguntas e respostas quando mais instruções serão fornecidas. Antes de prosseguir, aproveitamos para esclarecer que eventuais declarações que possam ser feitas durante esta esta esta teleconferência, relativas às perspectivas de negócios da companhia, projeções e metas operacionais e financeiras, constituem-se em crenças e premissas da diretoria da VAMO, bem como em informações atualmente disponíveis para a companhia. Considerações futuras não são garantias de desempenho. Envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos futuros e portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer. As condições econômicas gerais, condições da indústria e outros fatores operacionais podem afetar os resultados futuros da empresa e podem conduzir a resultados que diferem materialmente daqueles expressos em tais considerações futuras.
Gostaria agora de passar a palavra ao senhor Christian Han, que dará início à apresentação. Por favor senhor Christian, pode prosseguir.
Apresentação
CHChristian HahnCEO, o senhor José Cesário, CFO
Bom dia a todos, e sejam bem-vindos à nossa teleconferência de resultados do segundo tri de 2026. Gostaria de agradecer ao conselho de administração da Vamos e a todos os nossos colaboradores. É uma grande felicidade estar à frente da Vamos. Tenho mais de vinte e cinco anos de experiência no segmento de pesados, incluindo caminhões, ônibus, máquinas e equipamentos. Sendo oito deles na Simpar, onde comecei como diretor executivo das concessionárias de caminhões da Vamos.
Fui responsável por expandir e desenvolver a maior rede de ativos seminovos pesados do país. No último ano, estava na Automob responsável por todas as concessionárias de pesados. Assumo a presidência da VAMO's, com a missão de executar, e fazer o simples com excelência, dando continuidade à expansão, e desenvolvimento do nosso negócio, e avançando nas oportunidades de geração de valor, através do crescimento sustentável, sempre com integridade, transparência e compromisso com nossos clientes, investidores e parceiros. Tenho aqui ao meu lado, o Rodrigo Faria, que assume interinamente como CFO da companhia, e que muitos de vocês já conhecem de anos envolvido com o nosso setor. Começando a nossa apresentação no slide 2, gostaria de destacar alguns pontos sobre o momento atual da vamos.
Temos lideranças experientes, reorganizamos as diretorias, com foco nas equipes comerciais, de operações e seminovos. Temos demanda resiliente por locação de ativos novos e diversificação de ativos. Oportunidade crescente na locação de ativos usados, com o produto sempre novo, oferecendo preço competitivo e opção de locação com prazos menores. Expansão do mercado de locação de empilhadeiras, com alta demanda dos clientes por garantia de disponibilidade, previsibilidade de custo, e serviços de manutenção. Extensão de contratos como solução, e melhor custo-benefício para os clientes.
Área de operações, com preparação e manutenção, que recuperam e alongam a vida útil dos ativos para novos ciclos de locação. Estrutura nacional de seminovos, em expansão, e atuante também como canal de venda de locação. E crescimento sustentado pela própria geração de caixa operacional, com crescente contribuição das vendas de ativos e expansão de EBITDA de locação. Sobre o resultado consolidado do trimestre, o nosso lucro líquido, que depois de quatro trimestres, voltou a alcançar um montante de três dígitos, totalizando R$ 101 milhões, e com crescimentos sequenciais quando comparado ao terceiro TRID vinte e cinco, resultando em um aumento de 100% nesse período. Seguimos reduzindo nossos estoque de ativos, tanto novo como usado, e nos últimos doze meses, desempenhamos uma redução de expressivos 30%.
Junto à melhora operacional, e recuperação da nossa lucratividade, reduzimos organicamente a nossa dívida em 436 milhões, excluindo o pagamento de dividendos e o aumento de capital privado de 600 milhões concluído no final de maio. Nossa alavancagem, para fins de covenants, também segue em queda, beneficiada pelo aumento do EBITDA, dos últimos doze meses, com reduções de zero vírgula quatro vezes em relação a junho de 2025, e de zero vírgula dois vezes em relação a março deste ano, totalizando três vezes em junho de 2026. Patamar inicialmente esperado para alcançarmos organicamente apenas em dezembro de 2026, conforme divulgado em nosso guidance. Sobre as nossas taxas de retorno, quando analisamos o segundo de vinte e seis, chegamos a patamares maiores do que os performados nos últimos doze meses para o ROIC, o ROIC spread e o ROE, demonstrando que o movimento de inflexão para esses indicadores já está em andamento. Passando para o slide 3, na locação, entre as diversas melhorias de indicadores, destaco, a ocupação da frota em 89%, crescendo 5,1 p.p. em doze meses, o robusto Capex contratado de um vírgula seis bi de reais, aumento anual de 60%, forte queda de 37% na inadimplência, e de 48% no volume de ativos retomados ou devolvidos antecipadamente, comprovando que estamos conseguindo melhorar a qualidade da nossa base de clientes.
Um crescimento de 11% do nosso EBITDA, perfazendo uma margem de 88%, 1,9 p.p. maior do que o desempenhado no segundo triad vinte e cinco. Em seminovos, crescemos em 30% o volume de vendas em quantidade de ativos, com resultado direto na redução de nossos estoque de ativos usados, em 23%. E de 55% do total de implementos rodoviários. Ativos esses com grande concentração proveniente do setor de transporte de grãos, responsável pela grande maioria das retomadas dos ativos dos últimos anos. Também entregamos mais um trimestre com margens positivas, e até um pouco maior que nos últimos trimestres.
E abrimos mais uma loja própria de seminovos na cidade de Serra, no estado do Espírito Santo, totalizando vinte e três lojas distribuídas pelo Brasil. Indo para o slide 5, apresento a evolução da nossa frota, tanto em valor de imobilizado bruto como em quantidade de ativos. Como já percebido há alguns trimestres, a expansão da frota tem sido reduzida devido à menor necessidade de compra de ativos novos, dadas as oportunidades que a locação de ativos usados tem nos proporcionado para a maior extração de valor da frota existente. Com isso, nosso mobilizado bruto apresentou um crescimento de 1,8%, na comparação do segundo tri de vinte e seis versus o segundo tri de vinte e cinco, enquanto que em unidades a frota apresentou uma redução de 2,5%. Seguindo por ordem de maior proporção, nossa frota de caminhões, que inclui também cavalos mecânicos e implementos, tem sido a classe de ativos que mais têm sido reduzida em quantidade através da venda de seminovos.
Em paralelo, essa mesma classe, foi a que apresentou aumento de preços nos últimos anos, devido à migração tecnológica de euro cinco para euro seis. Os ativos da linha amarela e verde por sua vez, apresentam quedas em ambas as comparações devido ao momento atual do ciclo do agronegócio, e a redução da nossa exposição ao segmento sucroalcooleiro. Por fim, quero chamar a atenção de vocês, para a forte performance do segmento de empilhadeiras, com crescimento de dois dígitos em quantidade, e em valor do mobilizado bruto. Isso se deve, à demanda crescente por esse tipo de ativo proveniente de operações de intralogística no país. Outro detalhe importante, é que temos aumentado ainda mais nossa exposição à empilhadeiras elétricas, que possuem um preço médio de compra de cerca de 20% a 25% maior do que as empilhadeiras de combustão, mas que em compensação, geram menores custos de manutenção e de abastecimento, compensando muitas vezes a preferência de nossos clientes por elas.
Indo para o próximo slide, e ainda falando do quanto a locação de empilhadeiras tem se mostrado positivo, destaco que a Vamos é líder nesse mercado, com 6.600 ativos, representando um investimento de um vírgula três bi. Este é um ativo que comumente tem prazos de locações mais longos, com médias acima de cinco anos, podendo ser estendido até dez anos, o que minimiza a relevância dos resultados de venda do ativo na TIR. Essa particularidade implica que os contratos de locação desses ativos demandem maior contratação de serviços de manutenção, implicando em yields maiores. Atualmente, a receita de locação de empilhadeiras tem apresentado crescimento acima da locação da companhia, o que resulta em ganho de representatividade, e consequentemente, de diversificação da receita de locação. Seguindo para o slide 7, apresentamos o Capex contratado, que no segundo trid vinte e seis totalizou um vírgula seis bi, com crescimento de 59,6% em relação ao segundo tri de vinte e cinco, fazendo com que no acumulado dos seis primeiros meses do ano, invertêssemos a queda anual apresentada no primeiro tri, para um crescimento de 13,4%.
Conforme descrito em nosso guidance para o ano de 2026, a menor demanda do setor sucro coleiro este ano será mais que compensada pela demanda diversificada de outros setores que possuem sazonalidade diferente, o que de fato ocorreu no segundo TED vinte e seis, marcado pela forte demanda do setor de e-commerce, proveniente de um cliente que é um dos líderes no segmento. Excluindo esse setor, a demanda foi bem diversificada setorialmente. Com relação à redução do TIR, do Capex contratado no segundo TED vinte e seis, ela é basicamente explicada pela maior concentração de clientes contratantes e menores prazos. Por sua vez, o produto sempre novo, segue com demanda aquecida, beneficiado pela maior diversificação dos ativos usados disponíveis para locação, apresentando volume de contratação estável ao recorde desempenhado no primeiro tri de vinte e seis. A combinação da contratação deste produto, somado às extensões de contratos, fez com que a representatividade de ativos usados no CAPS contratado do segundo trid vinte e seis, chegasse a 27%, abaixo do maior patamar já registrado de 44% no primeiro trid vinte e seis.
Isso se deve, exclusivamente, ao perfil de contratação de ativos novos do setor de varejo e e-commerce, percebida nesse trimestre. Excluindo esse setor, a representatividade de contratação de ativos usados teria sido de 42%. Já o Capex implantado do segundo tri vinte e seis, totalizou 975 milhões, crescimento de 4,7% em relação ao segundo tri de vinte e cinco. No acumulado do semestre, o total implantado foi de dois bi, 10,1% menor em relação ao mesmo período de 2025, devido ao ano de 2026 ter apresentado maior contratação no segundo tri, enquanto que em 2025 isso ocorreu no primeiro tri. Adicionalmente, a maior contratação de ativos novos demanda naturalmente de maiores prazos de implantação, e por isso podemos afirmar que o Capex implantado apresentará aceleração nos próximos trimestres à medida que recebamos os ativos das montadoras.
Agora no slide 8, apresentamos a evolução das retomadas e devoluções antecipadas de ativos. Este trimestre apresentou fortes quedas dos volumes de ativos retomados, de 48,1% em relação ao segundo tri de vinte e cinco, e de 13,7% em relação ao volume ajustado do primeiro tri de vinte e seis. Perfazendo o melhor patamar desde o terceiro tri de vinte e três. O seu montante analisado representou 4,1% da média do imobilizado bruto da frota, o menor nível desde o primeiro tri de vinte e três, e acumulando já três trimestres consecutivos abaixo do patamar de 5,5% desempenhado no ano de 2025. Adicionalmente, a diversificação de ativos retomados, segue melhorando, quando comparado ao histórico da companhia desde 2023.
Esse aspecto é importante na contribuição de um melhor mix de ativos usados, que serão disponibilizados para a locação do produto sempre novo, e para a venda de seminovos. Sobre a concentração um pouco maior no setor de transportes de carga geral, antecipamos que os ativos que atendem este setor, costumam ser mais padronizados, o que também contribui para a liquidez tanto na locação como na venda. Indo agora para o último gráfico desse slide, mostramos que a companhia segue reduzindo seu nível de inadimplência, com quedas de 37% em relação ao segundo tridente e cinco, e de 12,2% em relação ao primeiro tridente e seis, E alcançando uma representatividade de 2,1% da receita líquida de locação. A companhia, vem endurecendo as tratativas com clientes em inadimplência, tendo mais rigor e agilidade na retomada dos ativos, algo somente possível com a evolução da nossa estrutura de seminovos, e o desenvolvimento do produto sempre novo. Isso vem nos permitindo limpar a base de clientes em adição à conquista de novos contratos, que são aprovados com o maior nível de diligência do nosso departamento de crédito.
Agora no slide 9, mostramos que também seguimos reduzindo nossos estoques de ativos ociosos, sejam novos ou usados. Esse ganho de eficiência tem sido entregue tanto pela locação como pela venda de ativos. Na locação, consumimos 739 milhões de estoques ao implantarmos três vírgula dois bi, ao passo que compramos apenas dois vírgula cinco bi. Resultado direto dos importantes avanços na locação de ativos usados, e menor necessidade de compra de ativos novos. Na venda de ativos, consumimos um bi dos estoques ao vendermos dois bi através do aumento de nossa estrutura de seminovos.
Enquanto recebemos apenas 951 milhões provenientes do término dos contratos. Beneficiado pelo alto volume de extensões de contratos. Com isso, o consumo dos estoques, através de locação e venda, foi de um vírgula oito bi em doze meses, o equivalente a 59% do saldo de junho de 2025, e suficiente para zerar o estoque de sempre novo, que era de um vírgula seis bi. Por fim, as retomadas e devoluções antecipadas de ativos adicionaram 871 milhões aos estoques, mas conforme já antecipamos, este número vem reduzindo aos poucos. Como resultado desse fluxo, o saldo total de nossos estoques é de dois vírgula um bi, em junho de 2026.
O menor nível, desde o quarto tri de vinte e dois, e 30% menor quando comparado a junho de 2025, com destaque para a queda de 32% dos estoques de produto sempre novo. No slide 10, mostramos a redução dos estoques de ativos novos e seminovos, e seus respectivos prazos médios de giro. Analisando apenas o estoque de ativos novos no gráfico superior, alcançamos o montante de 327 milhões em junho de 2026, o menor nível desde 2020, e com o menor prazo médio de giro de estoque da história, um vírgula seis mês. Considerando apenas ativos usados em estoque no gráfico logo abaixo, houve redução para um saldo de um vírgula oito bi, ou menor desde o terceiro tri de vinte e quatro, e contribuindo para a maior otimização dos prazos dos estoques para oito meses, quando consideramos os volumes de implantação de sempre novo e de venda de ativos desempenhados no segundo trid vinte e seis.
Na próxima página, estamos trazendo para vocês uma abertura dos estoques de ativos usados por tipo de ativo.
Começo destacando o tamanho do estoque em quantidade de ativos, que em junho de 2025, atingiu o pico de 8.492 ativos, dos quais havia uma elevada concentração de implementos, sendo 44,1%, passando para 24,7% da frota em um ano. Quando agrupamos os tipos de ativos em dois grupos, que são caminhões, cavalos e implementos, e outro grupo, máquinas e equipamentos, percebemos a elevada discrepância que havia entre o mix do estoque de ativos usados em junho de 2025, e que foi ajustado para um mix mais adequado à nossa frota total. O mesmo ocorre quando fazemos análise considerando o valor do imobilizado bruto desses estoques na parte de baixo do slide. No slide 12, apresentamos as evoluções da taxa de ocupação da frota e do ativo imobilizado locado. Encerramos o segundo TRID vinte e seis, com 89% de ocupação, o melhor nível desde 2020, e sendo este, o quarto trimestre consecutivo de aumento da ocupação, com ganho acumulado de 5% no período.
Isso deixa a companhia bem encaminhada para atingir o seu guidance de 90% em dezembro, dado que ainda restam seis meses para o fim do ano para conquistarmos 1 p.p. de ocupação. Por sua vez, o imobilizado bruto locado cresceu oito vírgula um versus o segundo tri de vinte e cinco, acima do crescimento de 2% do imobilizado bruto total. Na página 13, reforçamos a diversificação da receita de locação, e sua menor concentração nos maiores clientes. Do ponto de vista setorial, seguimos tendo demanda bem distribuída de diversos setores da economia, e que têm contribuído positivamente para a contínua diluição de setores os quais temos maior exposição, como por exemplo, de açúcar e álcool. Ao olharmos para as tabelas do meio desse slide, especificamente na comparação entre junho de 2026 e junho de 2025, vemos diversos setores ganhando participação na receita da companhia, como logística, serviços, transporte de combustíveis, varejo e e-commerce, limpeza urbana, entre outros.
Em paralelo, ao analisarmos o gráfico, no canto direito do slide, vemos que os nossos cem maiores clientes também estão perdendo representatividade à medida que novos clientes são conquistados todos os dias, contribuindo diretamente para o crescimento diversificado da receita para o patamar recorde de um vírgula um bi. Indo para o slide 14, falamos dos resultados financeiros de locação. No segundo TRID26, a receita líquida de serviços foi de um vírgula um bi, novo recorde, e 8,6% superior ao segundo TRID vinte e cinco, e sustentada pela maior taxa de ocupação, recorde de frota alugada, aumento dos yields marginais e reajuste de preços dos contratos. O EBITDA de serviço de locação somou 957 milhões, alta de 11% em relação ao segundo tridente e cinco, explicada pelo aumento da receita, controle de custos e despesas. Olhando agora para a margem EBITDA de serviço de locação.
Os 88% do segundo vinte e seis apresentou expansão de 1,9 p.p. em relação ao segundo triad vinte e cinco, e estável em relação ao primeiro tri de vinte e seis. Na comparação sequencial, a margem EBITDA poderia ter sido maior, não fosse o menor reconhecimento de créditos de PIS Cofins por conta do menor volume de compra de ativos no segundo TRID vinte e seis. Falando agora da depreciação da frota, no gráfico inferior à esquerda, houve estabilidade nos níveis de depreciação tanto para caminhões quanto para máquinas e equipamentos, deixando inalterada a taxa de depreciação implícita consolidada no segundo tri de vinte e seis, em relação ao primeiro tri de vinte e seis, em 6,2% imobilizado bruto. Destaco que ao analisarmos a depreciação do segundo triad de vinte e seis, incluindo também as despesas, nos encontramos dentro do nosso guidance para o ano. Já o EBITDA de serviços foi de 666 milhões no segundo tri de vinte e seis, com crescimento de 8,8% versus segundo tri de vinte e cinco, e com margem EBIT de 61,2%.
Passando agora para o slide 15, gostaria de destacar os nossos crescimentos de dois dígitos, tanto na quantidade de ativos vendidos, quanto na receita de venda de seminovos. Em relação à quantidade vendida, ela cresceu 30% em relação à Segundo Trid vinte e cinco, desempenho superior ao apresentado pelo mercado brasileiro de venda de caminhões, ônibus e implementos novos, segundo dados públicos da FENABRAV e ANFIR, e pelo Mercado Brasileiro de Venda de Ativos Usados de Caminhões e Ônibus, de acordo com a Fenauto, para o mesmo período analisado. Em relação à receita, totalizou-se 358 milhões, um incremento de 10,6% em relação ao segundo tri de vinte e cinco. Já o primeiro semestre acumulou uma receita de 684 milhões. Em paralelo, houve outro fator, neste caso positivo, que limitou o potencial de aceleração de venda de seminovos que foi a demanda aquecida pela locação de ativos usados, tanto pelo produto sempre novo, como pela maior ocorrência de extensão de contratos pelos nossos clientes.
Esses aspectos, aliados à melhor ocorrência de retomada e devolução antecipada de ativos, reduzem o tamanho esperado de estoques de ativos usados, e a necessidade de maiores crescimentos de venda. No final das contas, a companhia está focada em melhorar a ocupação da sua frota, seja por locação ou venda. Sobre a margem, das vendas, e conforme já falado, seguimos com margens positivas, e baixa volatilidade, o que nos deixa confortável com o atual ritmo de depreciação. No último gráfico inferior à direita, abrimos o mix de venda de seminovos. Aqui quero destacar que se somarmos a quantidade de implementos e cavalos mecânicos, chegamos a uma representatividade de 50% das nossas vendas no segundo tri de vinte e seis.
Um aumento de 9 p.p. em relação ao segundo tri de vinte e cinco. Passo agora a palavra para o nosso CFO, Rodrigo Faria, para apresentar mais detalhes dos resultados financeiros consolidados.
RFRodrigo Faria
Bom dia a todos.
PParticipante 4
Muito obrigado, Christian, bem-vindo de volta à sua casa. Te desejo muito êxito e sucesso em seu novo desafio. Indo agora para o slide 17, falaremos dos resultados financeiros consolidados. A receita líquida consolidada, cresceu 10,8%, em relação ao dois t vinte e cinco, com as contribuições dos crescimentos, de todos os segmentos conforme já apresentado. Sobre o segmento da indústria, o ano de 2026, tem apresentado crescimento dos volumes tanto da venda de implementos da Truque VAM, como de projetos de customização da BMB.
O EBITDA consolidado do, dois t vinte e seis, de 982 milhões, foi recorde, e cresceu 8,4% em relação ao dois T vinte e cinco. Enquanto o EBITDA totalizou 676 milhões, e aumento de 5,7% no mesmo período. No dois T vinte e seis, a despesa financeira líquida foi de 547 milhões. 3% e 1,1% maior em relação ao dos T25 e ao um T26 respectivamente, devido à maior despesa associada ao Finame. Essa linha é indexada à taxa de longo prazo usada pelo BNDS, composta pela variação do IPCA, somada a uma taxa de juros real fixa, baseada nos títulos públicos NTNB de cinco anos.
E que no dois t vinte e seis apresentou variação acima do IPCA. Essa maior despesa, mas que compensou os efeitos positivos nas reduções da dívida líquida, e da alavancagem, e também da taxa básica de juros em vinte e cinco BIPS. Como resultado, do crescimento do EBIT acima das despesas financeiras líquidas, o lucro líquido do dois t vinte e seis apresentou um crescimento de 22% em relação ao dois t vinte e cinco, totalizando 101 milhões, o dobro do reportado no três t vinte e cinco, período que marcou o ponto de inflexão de nosso lucro, Passando a apresentar crescimentos sequenciais de dois dígitos por três trimestres consecutivos. Por fim, destaco também, que o montante de 101 milhões já praticamente se equivale ao lucro de um t vinte e cinco, mesmo com o CDI médio 1,4 p.p. maior, demonstrando que a companhia consegue crescer seu lucro sem depender de quedas nas taxas de juros. No slide 18, falaremos das taxas de retorno.
O ROIC realizado nos últimos doze meses em junho de 2026, foi de 13,9%. Enquanto o custo da dívida, após impostos ficou em 10,4%, resultando no ROIC spread de 3,5 p.p. Já o ROE, foi de 10,7%. Quando analisado o dois t vinte e seis, trimestre com melhor ocupação dos últimos doze meses, esses retornos mostram que suas respectivas inflexões para cima já se iniciaram, totalizando 14,4% de ROIC, 4 p.p. positivos de ROIC spread, e 13,7% de ROE. Isso considerando as margens de seminovos já normalizadas, ocupação ainda em processos de otimização, e CDI médio elevado em catorze e meio por cento.
Agora no slide 19, apresentamos a geração de caixa, e a movimentação da dívida líquida. Como podemos ver, a companhia gerou 436 milhões de caixa operacional, à medida que aumentou sua ocupação de frota, controlou seus custos e despesas, desempenhou robusto volume de venda de seminovos, realizou baixo volume de compra de ativos, e reduziu sua alavancagem de forma orgânica. No entanto, é importante ressaltar que com o aumento de compra de ativos novos previstos, para atender o CAPEX contratado maior no segundo trimestre de vinte e seis, haverá aumento do pagamento de compra de veículos nos próximos trimestres, mas que esses investimentos também trarão geração de caixa maior de locação assim que forem implantados. Adicionalmente, a companhia vem realizando gradualmente a redução de seus saldos de cessão de recebíveis, que foi ainda mais intensificado com aumento de capital privado de 598,6 milhões. Indo agora para o slide 20, começando pelo primeiro gráfico, informo que seguimos realizando novas captações e pré-pagamentos de dívidas, com o intuito de otimizar nosso cronograma de amortização de dívida.
Estamos atentos, a oportunidades do mercado, que nos permitam melhorar as torres de vencimento de dívida em vinte e sete e vinte e oito. Sobre alavancagem, seguimos reduzindo-a de forma constante, à medida que a dívida líquida apresente redução como ocorrido neste trimestre, e aumentemos o EBITDA, consistentemente. Nossa alavancagem para fins de covenant foi de três vírgula zero vezes em junho de vinte e seis. Menor patamar desde 2021, e em linha com a nossa estratégia de desalavancagem gradual e orgânica, combinada com o crescimento sustentável do nosso negócio.
RFRodrigo Faria
Destacamos que com o foco na redução da cessão de recebíveis,
PParticipante 4
este saldo já apresenta uma redução de 38%, em relação ao seu pico em setembro de 2025, e combinada à redução da dívida líquida covenant, ajudou a reduzir o índice de alavancagem abrangente, de três vírgula sessenta e sete vezes para treze vírgula vinte e quatro vezes no mesmo período. Por último, destaco que a relação de cobertura do valor da frota versus a dívida líquida está em um vírgula trinta e quatro vezes, melhor do que nos últimos trimestres. Com isso, finalizo aqui a minha apresentação, e devolvo a palavra ao Cris para as considerações finais.
PParticipante 2
Seguindo para o último slide, gostaria de reforçar o que temos informado já há alguns trimestres. Nossa geração de lucro e desalavancagem depende principalmente das nossas entregas e eficiência operacional. Sendo eficiente na ocupação da frota, aumentando a receita por ativo, controlando custos e despesas, aumentando a venda de seminovos e desenvolvendo novos produtos, contribuindo para uma menor necessidade de capex líquido e se desalavancar de forma natural. Estamos confiantes que chegamos ao segundo semestre operacionalmente ainda melhor do que o começo do ano, e por isso estamos, mais uma vez, reiterando nosso guidance. Temos ainda muito a extrair de valor dos nossos ativos, e isso é prioridade número um de todos nós aqui.
Obrigado, e passamos agora à seção de perguntas e respostas. Podemos começar.
Perguntas e respostas
Pergunta 1Guilherme Mendes, JP Morgan
OPOperador
Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas para investidores e analistas. Caso queira fazer alguma pergunta, por favor pressione o botão reação, e em seguida clique em levantar a mão. Se a sua pergunta for respondida, você pode sair da fila clicando em abaixar a mão. Caso queira fazer uma pergunta por escrito, por favor digite a sua pergunta no campo q n a seguido de seu nome e sua companhia. A primeira pergunta vem de Guilherme Mendes, da JP Morgan.
RFRodrigo Faria
Oi, pessoal. Obrigado pelo espaço, que bom dia. Seu primeiro colo com a nova gestão da companhia, não é? Primeiramente queria desejar boa sorte aí tanto para o Cris, para o Rodrigo nos novos cargos e também para o Cesário nos novos desafios. E, e queria entender com vocês as prioridades aí da nova gestão, se alguma coisa muda na estratégia ou seria mais uma visão de continuidade.
E, e um segundo ponto sobre as retomadas, a gente viu uma melhora importante aí nos últimos três, sequencialmente. Se Se puderem dar uma cor de como tem vindo o ritmo de retomadas agora nessa primeira metade do três q ajudaria bastante. Obrigado.
PParticipante 2
Obrigado, Guilherme, pela pergunta, Prazer falar contigo. Bom, a empresa já vinha em um ritmo muito interessante, e a ideia do nosso trabalho é dar continuidade a tudo que foi muito bem feito na companhia, fazendo mais e melhor com eficiência operacional. Cuidamos bastante sempre do custo da companhia, da gestão do nossos ativos, não é? Do giro dos nossos estoques, não é? E acelerando entregas, sempre ela vendendo ou alugando, não é?
Isso vai ajudar a aumentar a nossa taxa de ocupação, além de trazer inovações que também é um dos nossos intuito daqui para frente, não é? Seja em forma de venda diferente, seja na locação de curto prazo, que a gente já tem feito, não é, prazos aí de doze, vinte e quatro meses, e por que não prazos menores ainda, seis meses, um mês, diárias de locação, é coisa que a gente vai trazer logo na sequência. E tornar nossos pontos de lojas, que a gente já tem hoje vinte e três espalhados pelo Brasil, como pontos de entrega e devolução de ativos alugados também, também seria uma novidade aí para frente. Então, missão é executar bastante o que nós temos aqui de planejamento, aumentando essa taxa nossa de ocupação, que aí é a principal métrica nossa hoje para construir receita e desalavancar a companhia.
PParticipante 4
Oi Gui, obrigado aí, bom dia. Bom, da da parte de retomada, a gente não tem visto nada diferente do que foi, está sendo visto no segundo tri, está? Sem atualizações aqui para trazer para trazer para o mercado nesse momento, está cedo, a gente está ainda entrando agora no mês de agosto. Temos um segundo semestre que ainda vai passar por juros altos não é, que pode ser algum desafio para economia, mas a gente não tem visto planejamento na nossa carteira, nenhum problema aqui de piora de de score, de cliente, nada que valha a pena trazer para mercado agora, está?
RFRodrigo Faria
Legal, pessoal. Bastante claro. Obrigado, bom dia.
Pergunta 2Filipe Nilsen, Citi
OPOperador
Próxima pergunta vem de Filipe Nilsen, do City.
FNFilipe NilsenCiti
Oi pessoal. Bom dia, obrigado pelo espaço, e queria também desejar boa sorte aos, à nova gestão. As minhas perguntas acho que são mais focadas em seminovos, eu queria entender um pouquinho essa, como que essa cabeça de de alocação para para vocês chegarem na utilização no final do ano entre venda de ativos e e e alocação em em em aluguel de usados não é, como que isso evolui no segundo semestre, se é é uma questão de um seminovos que não está evoluindo tão tanto por conta do move Brasil como vocês trouxeram no release ou se é mais uma questão de, vocês vendo o melhor retorno no no aluguel do usado e preferindo não vender tanto nesse momento. E aí já trazendo também para o ponto de condição de venda não é, como que isso tem evoluído, e e acho que também é interessante o primeiro call com com o Cristian, dado a experiência dele, o que que ele já tem visto na empresa, nesse nesse segmento, como que ele pode, como que você pode melhorar, ajudar, trazer coisas novas e e acelerar essa essa avenida do dos seminovos na na VAMO.
PParticipante 5
Obrigado.
PParticipante 2
Obrigado, Felipe, prazer falar contigo. Felipe, começando pela segunda pergunta final, não é? A gente sempre reforça que nós estamos aqui em um país aí totalmente não é, o principal meio de transporte aí rodoviário, então é uma relevância muito grande dentro do nosso país, não é? Isso traz muitas oportunidades para o negócio que nós estamos inseridos. Hoje, o a penetração dos produtos, seja a nossa locadora ou as demais, ainda é muito pequena frente ao que se vende de caminhões novos no país não é, cerca de 6% a 7% aí do que é vendido no país atualmente por ano, é destinado à locação, isso em mercados maduros aí chega a ser vinte e cinco, trinta por cento.
Se eu falar de usados, não é, a gente tem os dados aqui de transferência de veículos, que é como a gente tenta medir aqui o mercado de usados, são próximos a 300.000 veículos aí anuais comercializados seminovos, com uma penetração baixíssima também no volume de de locação. Então, a gente vê uma grande avenida de fato
PParticipante 3
para
PParticipante 2
esse tipo de produto. Já entrando na tua primeira pergunta. Então essa oportunidade que a gente vê do ativo usado também ser locado, ele tem um preço competitivo, dá para fazer no menor prazo, não é? E ele pode ser utilizado tanto em uma locação nova, como em uma extensão de contrato, não é? Em em determinados países também tem ativos que são utilizados já há dez anos, é?
Aqui a gente tem a, ainda costuma utilizar cinco, seis anos de já renovar a frota, não é? E tem ativos que têm essa durabilidade de estender o prazo com qualidade, não é? Isso não quer dizer que a gente diminui, por conta disso, a questão da venda dos ativos nas lojas. Nós temos lojas hoje com vinte e três pontos, com mais quatro para serem inaugurados aí dentro do ano, não é? E lojas que ainda não chegaram no seu amadurecimento total.
Então tem muito a crescer e explorar nesse mercado geograficamente no país, além da diversificação que a gente tem hoje dos nossos ativos, não é? Não são só caminhões e carretas, não Temos também a linha agro, linha amarela, a entrelogística tem sido muito importante. Então, seminovo nós vamos explorar ele sempre dessas duas maneiras, ou na venda, ou na locação, ou na extensão. Então, vamos aproveitar todas essas avenidas e com diferentes prazos, está? Então, é nesse formato que a gente trabalha forte aí no semi novo.
PParticipante 4
Só complementando aqui o Cris, o Felipe, o nosso foco é ocupação, não é? Como é que como é que gente, por que ocupação, não é? Porque ocupação resume de tudo. Ou eu vou gerar caixa alugando um ativo, que hoje se ele está ocioso, eu tenho o custo financeiro dele sem a entrada de caixa, e aí eu vou passar a cobrir essa despesa financeira com o caixa da locação, ou eu vou vender, eu vou pagar a dívida equivalente à conta desse veículo com com com o caixa da venda do ativo não é? Quando você olha para seminovos, é importante ver o que se tem estoque para vender.
E, seguindo essa linha de raciocínio, se você olhar para o que a gente entregou no primeiro semestre, tanto do sempre novo quanto nas extensões, e você analisar o primeiro semestre, seja no CAPEX contratado, seja no CAPEX implantado, você vai ver que a gente está até acima do que está no Gaimez, o que mostra que a gente está recebendo menos ativos nos términos contratos do que era esperado, e eu estou alugando mais os ativos que estão usados, ou seja, a destinação desse veículo do do da frota que eu tinha que eu poderia ir para venda, ele está sendo alugado de alguma forma, e aí reduz o tamanho de frota para ser vendida no seminovo. Então, se a gente tivesse algum problema de ocupação, talvez seria uma um ponto de discussão, mas na verdade não, então a ocupação está até melhor do que a gente poderia imaginar para para junho, a gente falta aí apenas 1 p.p. para gente atingir o ponto médio do GAITES de 90%, faltam seis meses para alcançar isso, a gente já está aí há quatro, cinco trimestres adicionando ocupação de quase 1 p.p. por tri.
Está em uma trajetória boa aqui, aqui semi novos vai contribuir, mas a gente tem outras avenidas para contribuir, isso que é o que o Cris falou, está?
Vamos olhar todas as frentes aqui juntas, e o que importa de fato é a ocupação, está bom?
FNFilipe NilsenCiti
Perfeito, muito obrigado, pessoal.
Pergunta 3André Ferreira, Bradesco BBI
OPOperador
A próxima pergunta vem de André Ferreira, do Bradesco BBI.
RFRodrigo Faria
Oi, bom dia pessoal. Obrigado pelo espaço, parabéns pelo resultado. Queria, primeiro de tudo dar boas-vindas ao Christian, agradecer também a parceira do Cesário aí nos últimos anos e desejar sucesso nos novos desafios para o para o tanto para o Cesário quanto para o Rodrigo, não Mas é assim, duas duas perguntas aqui do meu lado, primeiro um um follow-up de de seminovos, se o o o ritmo a partir de julho acelerou versus o segundo tri, passado o nove Brasil, e e também ainda em seminovos na margem com com caminhões com margem de 9%, se uma normalização do mix, não é que nem vocês mostraram ali no slide que tem tem melhorado, tenderia a trazer a margem de seminovos para para cima no consolidado. E o segundo ponto sobre o o o contrato de e-commerce, só só confirmando que ali no no percentual da receita esse segmento tem, é menos de 5% do do consolidado então assim, teve uma concentração na na na contratação mas não tem uma concentração relevante na receita, é correto?
PParticipante 3
Obrigado.
PParticipante 2
Bom primeiramente André, muito obrigado pela pergunta. Bom, o ritmo de julho na venda do Seminovos foi bom, está? Ele vem um pouquinho acima aí do que vinha vindo nos últimos meses, está, e com tendência de subida, não é? A gente viu o efeito move Brasil aí nos últimos meses, porém foi uma taxa, um programa muito utilizado por veículos novos. Os próprios bancos não é, ofereceram muito para clientes frotistas, e essa taxa, essa e esse valor foi rapidamente ocupado, principalmente para demandas de veículos novos, gente viu isso muito pouco afetar na liberação de crédito para usados, está?
E também a verba esgotou rápido, não é? Então, na parte de seminovos, já não se fala muito mais nessa questão da taxa oferecida aí pelo imóvel, até pelo término praticamente da do do recurso do programa, está? Então a gente imagina um ritmo melhor, não é? Sazonalmente, não é, o terceiro tri é um trimestre sempre muito forte para seminovos, e estamos aí com bastante produto, diversificação, igual você comentou, nos produtos que a gente vende, está? Falando de margem também que você perguntou um pouquinho, não é, a margem não é um negócio que a gente tende a crescer e a aumentar, não é, a gente quer depreciar o produto para locação no valor correto, para ser vendido depois, no final encerrar o ciclo dele ou estender o contrato igual a gente tem feito em alguns casos aqui.
Então não é uma preocupação em subir a margem, voltar a patamares que eram aí há três, quatro anos atrás, que eu acho que estava um pouquinho fora, a nossa ideia de fato é depreciar ele e utilizar ele da melhor maneira.
PParticipante 4
Só complementando aqui o o Cris, André, e aliás, obrigado pela pela mensagem no começo da pergunta. Se você for reparar, a gente abriu no, confirma-se aqui o slide 11 da apresentação, você vai ver que a frota caiu, o estoque não é de ativos usados caiu 23%, mas o o o estoque de implementos caiu 55%. E o implemento ele tem um tíquete médio menor, e você não pode esperar margens tão boas quanto a gente está tendo de venda para caminhão, por exemplo, um dos motivos, o euro seis pegou só caminhão, não é, caminhão e cavalo. Então não não existiu euro seis para para para para implemento, o que faz com que normalização de margens desses ativos se dê mais rápido do que caminhão, está? E o mercado de implemento, por exemplo, está difícil, você vê dados da ANFIR, dados dos fabricante, a gente está conseguindo aqui reduzir quase pela metade desse estoque em doze meses, que é um estoque considerado crítico, porque ele veio quase que na totalidade desse estoque que você vê aqui, ele veio do transporte do grão, onde tem granelio basculante, e esse tipo de ativo estava caindo aí até pouco tempo atrás, 40% ano contra ano, até final do ano passado, começou a melhorar um pouquinho esse ano, porque a safra veio um pouquinho melhor, Mas a gente tem, isso isso é um dos fatores que explicam, é, na, não na totalidade dele, que que é movimentação de margem.
A gente não tem visto também uma questão de preocupação com depreciação em margem, que a gente possa fazer algum movimento, até inclusive a depreciação desse segundo trimestre, ele vem muito parecido com o primeiro tri, e isso pode ter alguma volatilidade de acordo com os ativos que vão entrar, vão sair, vão ser vendidos, então a gente não está preocupado com isso está? Do move Brasil, é importante destacar um ponto está? A gente já teve algumas com o mercado onde o pessoal entendeu que o móvel Brasil poderia canibalizar a venda do seminovo por uma venda de zero quilômetro. Não acho que é isso, está? O o público do seminovo com zero, são perfis diferentes, usos diferentes, créditos diferentes, está?
O que a gente sentiu mais do móvel Brasil foi uma predisposição do potencial comprador em esperar mais tempo para executar a compra, tomar a decisão da compra, porque ele quis esperar para saber se ele seria contemplado pelo programa, e não foi, é? Alguns dados não oficiais que a gente consegue aqui pela imprensa, mostra que foi algo como noventa e oito, noventa e nove por cento consumido para compra de zero quilômetro. Então quem esperou para comprar um usado pelo Move Brasil, esperou, o Move Brasil acabou, tiveram duas fases dele, e essa pessoa não conseguiu o crédito. Então ele volta para mesa agora para comprar o seminovo sem imóvel Brasil. Isso acabou impactando a gente ali um pouco nas vendas de maio, um pouco mais forte no no mês de junho.
Abril foi o melhor mês de vendas do ano até agora, a gente já vê julho começando a melhorar, como a gente descreveu nos materiais até o momento. E eu acho que é importante destacar que no ano passado, o terceiro trimestre de vinte e cinco respondeu por 30% das vendas do ano. Então, a gente tem, para gente descobrir que que vai ser o ano de vinte e seis, a gente vai ter que esperar o terceiro tri para ter certeza do do do que vai acontecer, está?
RFRodrigo Faria
Está ótimo, pessoal. Obrigado, Pedro. E só rapidinho da da concentração ali, o e-commerce da receita hoje é, não passa de 5%, é isso? É, o e-commerce isso, a gente abriu essa informação aqui
PParticipante 4
na página da apresentação na parte da receita, é a página 13. É que aqui ele está, vamos lá, varejo e-commerce é aquele ele está como o nono maior setor, ele é responsável hoje por 4,8% da nossa receita. O os 37% que a gente anunciou é apenas do Capex contratado do segundo trimestre, então no ano ele é diluído, mas o o e-commerce ele vem para contribuir porque com certeza ele vai conseguir puxar esse quatro vírgula oito para cima, quando você ver nesse mesmo slide na tabela do meio, você tem setores aqui que estão puxando um pouco mais, eles crescem mais que a receita da companhia, não é? Logística primeiro, serviço segundo, transporte de combustível terceiro, e varejo e e-commerce como quarto, está? E aqui há doze meses.
Então, varejo e-commerce ele está crescendo 1,3 p.p. em representatividade da receita da da companhia. Isso vai fazer com que outros setores, esses setores que eu falei, quatro primeiros, eles vão diluir outros setores, e esses outros setores que estão sendo diluídos, não necessariamente eles estão caindo a receita, eles só estão crescendo menos que a receita, dado que a minha receita está crescendo mais que a economia, está crescendo mais que a inflação, eu estou tendo muita adição de cliente novo, eu estou diluindo cem maiores clientes. Então a gente está tendo demanda realmente de tudo que é lado, para qualquer tipo de ativo, seja ele novo, seja ele usado, e se esse potencial cliente se enquadrar naquilo que a gente entende como crédito, risco do do do crédito, tira adequada, preço, liquidez do ativo, que a gente quer, quer trabalhar, obviamente a gente vai vai trazer para dentro, porque vai ser benéfico para para todo o resultado futuro, está?
RFRodrigo Faria
Obrigado pessoal, bom dia.
Pergunta 4Alberto Valério, UBS
OPOperador
A próxima pergunta vem de Alberto Valério da UBS.
RFRodrigo Faria
Bom dia, Cristian, Rodrigo, obrigado pela oportunidade e parabéns aí pelo, pela nova posição aí, boa sorte para vocês. Também agradecer ao Cesário aí pelas interações que tivemos, ao longo desses anos. Eu queria fazer uma uma pergunta aqui sobre o o que eu acho que ainda preocupa um pouco os investidores, mas antes da pergunta, a gente parece que passou pelo pior, não é? A gente vê aí um uma Capex contratado subindo, não é? A gente vê retomadas caindo, o o balanço da empresa melhorou com a injeção de capital, parece que o pior já passou, a gente está no ponto de inflexão.
Dois pontos ainda eu acho que preocupam, Raquel, a turma. Primeiro de de depreciação, não é, a gente vê aí, eu eu pego lá do I t r de vocês o o ativo que vocês venderam, o depreciado e comparo pelo valor que vocês venderam, não é? E a gente vê esse esse spread aumentando ou o desconto aumentando, não é? É de vinte para vinte e quatro, foi 7% o ano passado. Onde que a gente deve parar e que velocidade que a gente deve parar?
Essa é minha primeira pergunta. A segunda pergunta, seria sobre custo de refinanciamento. Como que vocês estão vendo aí o pipe da da VAMO's até o final do ano, o ano que vem? A gente tem visto algumas empresas vim a mercado, e o spread para o c d I aumentando, não é, mais recentemente. Queria ver como é que vocês estão vendo isso, se chegaram a sondar, o custo aumentaria um pouco, não aumentaria, e qual que é a necessidade de financiamento aí.
Obrigado pela oportunidade mais uma vez.
PParticipante 4
Roberto, obrigado aí pela pela pela mensagem. E aqui respondendo, vou vou pegar as as duas perguntas, está? Depreciação, se você for for acompanhar o nosso gráfico lá de depreciação implícita na página 14 da apresentação, você vai ver que já está aí há quase cinco trimestres na parte de máquinas e equipamentos com uma depreciação que não está mais mudando tanto, está ali entre dez e dez e meio por cento e onze e meio por cento. Vai flutuar aqui, vai depender do mix que eu vou ter dentro da máquina, e e e equipamentos, lembrando que aqui eu tenho empilhadeira, tenho linha verde, tenho linha amarela, então os preços são muito voláteis, dependendo de que que eu posso mudar o mix da frota está? No caminhão, a gente ainda está em processo de normalização dessa taxa de depreciação, você vê que nessa nesse range que a gente coloca nesse gráfico, a gente sai de 2,8% analisado no primeiro tri de vinte e quatro para 4,8%, então praticamente dobrando aqui em em em dois anos não é?
Isso aqui vai continuar subindo. Hoje a gente precifica os novos contratos depreciando caminhão na faixa ali de 7%, está? Não necessariamente se é a depreciação econômica, se é uma depreciação contábil que a gente tenta botar uma gordura de margem de seminovos para o futuro, mas ela poderia chegar a 7% sim. E com os 11% aqui de máquinas, pegando uma proporção de 20% máquina e 80% caminhão, você deveria pegar essa taxa implícita combinada de 6,2%, ela em algum momento vai chegar ali em sete e meio, algo por volta disso, está? Quando isso vai acontecer?
Não sabemos. Depende na velocidade que a gente vai renovar a frota não é, comprando novos ativos e vendendo os antigos, e e eu deveria esperar uma normalização quando eu tivesse talvez 100% dos meus caminhões já euro seis, eu também não sei quando vai acontecer está? Essa outra pergunta era de a captação, não é?
RFRodrigo Faria
Perfeito. A, o o, se você
PParticipante 4
for olhar das novas debentures, a gente coloca isso no material na verdade do release, tem uma tabela lá que a gente coloca as novas captações, está? Todas as captações que a gente tem. Se você for olhar por exemplo a décima quinta debênture, que foi a última debênture que a gente emitiu, que foi em vinte e três de março de 2026, nós captamos a CDI mais dois e dezessete, está? Pouco tempo antes, na décima terceira, fizemos CDI mais dois e vinte e cinco, décima primeira CDI mais dois e trinta e cinco, mas já são emissões um pouco mais antigas, está? Hoje a gente tem oportunidade de refinanciamento de dívidas já existentes, onde eu vou rolar a dívida com o mesmo com o mesmo credor não é, geralmente tem sido uma conversa mais constante em bilaterais.
A gente também tem na mesa a capacidade de absorver mais finame, quando isso vai acontecer, qual o tamanho, eu não posso te falar hoje, porque eu não tenho essa informação. E a gente tem, não tem visto aqui, marginalmente, risco de aumentar o custo médio ponderado da nossa dívida que está rodando aí em CDI mais um ponto sete, na média está? O Finame traz isso para baixo, umas debêntures bilaterais puxa mais para média. Então assim, eu não estou vendo nenhum tipo de pressão com relação a isso. E aproveitando aqui, a gente teve a recentemente a atualização dos nossos ratings pelas principais agências de risco, eles reiteraram os nossos rating nosso e do grupo inteiro, mantendo perspectiva estável, está?
E a gente está em um caminho aqui de desalavancagem, geração de caixa que você está vendo, isso pode contribuir lá na frente, mas a gente não conta com isso não, está?
RFRodrigo Faria
Perfeito, ficou bem claro, Rodrigão. Boa sorte aí, um abraço.
PParticipante 4
Obrigado, abraço.
Pergunta 5Rogério Araújo, Bank of America
OPOperador
A próxima pergunta vem de Rogério Araújo, do Bank of America. Rogério, seu microfone está liberado.
RFRodrigo Faria
Alô, vocês me escutam? Alô?
PParticipante 4
Oi Rogério, agora a gente te escuta, pode seguir por favor. Alô?
RFRodrigo Faria
Rodrigo, Cristian, vocês me escutam?
PParticipante 4
Sim, sim.
PParticipante 3
Alô?
PParticipante 4
Oi Rogério, a gente está te ouvindo.
RFRodrigo Faria
Opa, beleza, obrigado. Minha pergunta é para o Christian, se vocês não ouviram, desculpe, desejar boa sorte aqui para, para o Rodrigo e para o Christian, nos desafios. Minha pergunta está, vai para o Christian. Você está chegando agora, Christian, com uma bagagem bem relevante aí no mercado de caminhões. A gente gostaria de ouvir sua leitura sobre esse ciclo de preços de caminhões no Brasil, nos últimos cinco anos o preço de caminhão subiu mais de 120%, e esse movimento chegou a permitir venda de seminovos aí bem acima de preço pago, não é com margens elevadas aí, uma realidade até na VAMO até um ano atrás, só que mais recentemente essa margem ela se aproximou de zero.
Nossa expectativa é uma normalização gradual do ciclo de preço de caminhão ao longo do ano que vem. Nesse contexto, se você puder compartilhar com a gente três pontos aqui, primeiro como é que você enxerga essa acomodação de margem de seminovos da Vamos, já em vinte e seis, não é? É algo mais pontual, ligado à concentração aí de determinados ativos, ou é uma tendência mais abrangente? O segundo, o seu grau de confiança nos preços de vendas estimados aí para frota, é, desse desses caminhões ao longo de vinte e seis, vinte e sete. E o terceiro, se você avalia o nível atual de depreciação dos ativos na frota, eles estão alinhados aí para essa margem continuar sendo próxima de zero, frente essa expectativa de normalização.
É isso. Muito obrigado.
PParticipante 2
Obrigado, Rogério, pela pergunta. Rogério, vamos lá. Se a gente pegar o histórico, não é, do mercado de caminhões, e ele linca muito com a história da vamos na chegada do mercado, não é, quando começou a ficar mais forte em 2019, 2020, e veio o efeito da pandemia, não é? E lá atrás então começou a disparada do preço no mercado de caminhões, não é? A Vamos teve um benefício, naquele primeiro momento que ela comprou produtos ali em 2019, 2020, e aquele boom de produtos que a Vamos, ela conseguiu locar naquele momento, não é, quando ele voltou para venda do seminovo, ele voltou naquela condição de compra lá atrás, com o preço defasado e gerou margens aí próximos a vinte e seis, trinta por cento no período aí de vinte e dois, vinte e três, no nosso, na nossas vendas de de seminovos.
Depois, veio as, além da subida de preço, não é, e da falta de produto pela virada do euro, do euro cinco para o euro seis, não é, o preço também ele deu uma uma disparada de fato. E que nos últimos anos, não é, ele deu uma estabilizada, ele subiu, teve o reajuste pontual ali ao longo do ano, mas não tão drástico quanto nos anos anteriores, e eu acredito sim em uma acomodação dos preços ao longo desse ano, está? Com relação à confiança no nosso preço de venda sim, a gente tem a confiança no preço de venda dos nossos ativos seminovos, uma depreciação justa que o Rodrigo já comentou também na pergunta anterior. Então a gente entende que a gente tem depreciado da maneira mais próxima correta do mercado para dar a margem ali na hora da venda de zero, um por cento igual está no momento atual. Não é o nosso interesse em voltar a ter margens muito grandes aí no seminovo visto o momento atual do mercado.
PParticipante 3
Além
PParticipante 2
disso, teve também a questão que faz, ajuda a manter um pouco a margem, a questão da diversificação dos nossos ativos, não é? A gente teve uma uma concentração muito grande, não é, de implementos rodoviários, não é? Muito muito coisa que retornou aí do agro, isso atrapalhou um pouquinho a margem, mas caminhão e cavalo mecânico sempre ajudou a equilibrar essa margem, não é? Então isso que a gente vê aqui no cenário atual do nosso mercado que a gente entende aí hoje não é, a queda no mercado de caminhões aí está próximo a 9%, a gente que deve que possa melhorar um pouquinho, mas vai ficar muito próximo disso, é um mercado que está está passando por um momento de reajuste não é, As montadoras até com uma certa dificuldade já de entrega de equipamentos, então, a gente acredita que o mercado também vai ficar estável na questão de preço e quantidade de mercado hoje.
RFRodrigo Faria
Está bem claro, Cristian, muito obrigado.
PParticipante 2
Eu que agradeço, Rogério.
Pergunta 6Pedro Tineo, Itaú BBA
OPOperador
A próxima pergunta vem de Pedro Tinel, do Itaú BBA.
PTPedro TineoItaú BBA
Bom dia pessoal. Primeiramente queria desejar aqui também sucesso nessa nova jornada, Cris, Rodrigo. E aí duas perguntas aqui do nosso lado, acho que primeiramente, eu queria só entender aqui a aceitação está desse sempre novo, a gente tem notado não que ele tem melhorado aqui a tendência. Só ver se vocês conseguem fazer um recap, não é, do que que mudou de fato de lá para trás para agora, que que esse segmento não performava como a gente tem visto, e se vocês esperam que talvez ele performe ainda melhor, conforme a gente tem aqui uma diversificação ainda maior desses ativos retomados. E aí acho que o segundo ponto que eu queria pegar aqui com vocês também, vocês comentaram aqui um pouquinho sobre a geração de caixa também parcialmente ali focando em redução à antecipação de recebível?
Só para eu pegar o que que vocês estão vendo de oportunidade nisso para frente e ver também o que que a gente pode esperar para o final do ano. Obrigado, viu, pessoal?
PParticipante 2
Pedro, obrigado pela pergunta. Vamos lá, vou explorar aqui a questão da aceitação do Sempre Novo. É um produto que a gente acredita muito, e que já está funcionando muito bem, e a tendência de aumentar muito mais a participação do Sempre Novo na nossa receita. É um foco, é uma missão que nós temos aqui muito grande, e é o que tem ajudado muito a melhorar a nossa taxa de ocupação. O produto sempre novo, ele é um conceito novo, não é então ele é um ativo seminovo, que volta para uma locação normalmente em um prazo mais curto.
Isso dá possibilidades para o cliente, é uma opção a mais. Imagina não é que antigamente você tinha ali uma locação no mínimo de sessenta meses era o normal do mercado,
RFRodrigo Faria
não é? Hoje a gente consegue
PParticipante 2
fazer isso em doze, em vinte e quatro meses, e com custo acessível, porque aquele produto já foi utilizado quatro, cinco anos, não é? E um outro trabalho que a gente tem feito é a preparação desse ativo. Não então esse ativo ele volta para dentro de casa, nós temos um time dedicado, temos uma central hoje em Guarulhos que prepara esse ativo, dá uma manutenção e dá uma sobrevida muito boa para o cliente ter a segurança também em locar esse produto e ter disponibilidade no seu trabalho no dia a dia, está? Então esse é um mercado que a gente está trabalhando muito bem, tem um nicho de cliente muito interessante que utiliza esse produto, estamos abrindo isso para diversificação, não só para o caminhão, mas assim como também o implemento que vai junto, o próprio cavalo mecânico, uma máquina de linha amarela, um produto no agro também que consegue ter mais uma vida de trabalho. Então assim, é um um produto aí que estamos confiando bastante, já está sendo bem aceito pelo mercado, com tendência de melhorar muito ainda ao longo desse ano, não é?
E isso em uma locação nova e também em uma própria extensão de contrato, não é? Extensão de contrato, então o cliente fica cinco anos, depois pode ficar mais doze meses ou mais vinte e quatro, até porque o cliente conhece a vida daquele ativo não é, o cliente estava com ele, e aí ele tem a opção de estender um pouquinho mais. Outra coisa, em um em uma questão como de uma intralordística também, um produto que tem uma durabilidade muito grande, não é? Então, a o o o aluguel médio desse produto é acima de cinco anos já de média, mas tem produtos de oito, nove, dez anos que costumam ter vida útil de trabalho, está? Então, o sempre novo é um negócio que a gente vai continuar falando sempre e vai continuar sendo um produto cada vez mais de destaque dentro da companhia.
PParticipante 3
Oi,
PParticipante 4
Pedro, tudo bom? Obrigado aí pelas perguntas, da da parte da da gestão de caixa, não é? A gente vai continuar fazendo, o a a ideia aqui para para para dívida é um habeasment management que envolve não só melhorar o prazo, mas também mudar um pouco o mix da dívida que a gente tem hoje, e isso envolve redução de sessão, a gente, você pode esperar aí nos próximos trimestres que a gente vai continuar reduzindo a sessão pela não renovação daquilo que está vencendo, está? Temos outras oportunidades, a gente está atento ao que o mercado secundário de dívida pode nos oferecer, depende de liquidez, a gente infelizmente não consegue comprar tudo o que a gente quer pela falta de oferta, às vezes, mas a gente está está atento sim, porque a gente quer endereçar principalmente as torres de 2027 e vinte e oito, que a gente tem pela frente. A gente teve o caixa aí do aumento de capital, que já foi colocado em serviço, como a gente, você pode ver na na divulgação de resultado, e a gente tem melhorado o caixa da companhia pela locação e pela venda dos ativos, está?
Eu acho que é importante só ressaltar que essa geração de caixa que a gente teve no segundo trimestre, ela também ainda foi um pouco beneficiada porque a gente ainda até junho estava estava comprando pouco ativo zero quilômetro, não é? A gente deve acelerar um pouco mais essas compras até o final do ano, até pelo CATAS contratado e pelo perfil de contratação do zero um pouco maior, e isso vai fazer com que a gente tenha um pouco mais ali de de compra no fluxo de caixa de ativos até o final do ano. E é importante ressaltar que nos últimos anos, o Capex contratado ele era mais concentrado no primeiro tri. Esse ano ele vai ser um pouco diferente do que você tem de histórico da companhia desde que ela foi listada. Ele foi mais forte no segundo.
Então o movimento que você vai ver de consumo de caixa, que geralmente no final do ano já é um pouquinho menor, esse ano já vai ser um pouquinho diferente está? Mas é só uma questão de cronograma, nada nada além disso está? E mesmo assim a gente vê com tranquilidade alavancagem, o ano ficando, bem aí o que gente tem falado de carência para o para o resto da do até dezembro.
PParticipante 6
Perfeito, pessoal.
PParticipante 3
Obrigado, viu?
Pergunta 7
OPOperador
A próxima pergunta vem de Afonso Pereira da Sicredi Assets.
RFRodrigo Faria
Oi pessoal, bom dia. Obrigado por pegar a minha pergunta e sucesso aí para, para nova gestão. Queria ouvir de vocês como está se comportando a taxa de ocupação por categoria de ativos. Vocês comentaram que que a empilhadeira assim perfumando bem. Então qual que a diferença entre pontos percentuais?
Delas para os caminhões, cavalos, elementos enfim, essa é a primeira. É e a segunda é só um follow-up do impacto do móvel Brasil, se puderem comentar o que notaram na locação. É é isso, obrigado.
PParticipante 4
Opa, boa, bom dia. A taxa de ocupação a gente não abre está? Por tipo de ativo. Então assim eu fico limitado a te responder essa pergunta.
RFRodrigo Faria
Do do impacto do move em locação?
PParticipante 4
O o o MOV ele não teve impacto na locação, O que o MOV trouxe para gente foi impacto mais na postergação de venda. Dados importantes para para se ter em mente, para para comprovar um pouco do que a gente está falando está? O Mobi Brasil na primeira fase foram 10 bilhões, na segunda fase foram 21 bilhões, só que desses 21 bilhões, 1 bilhão era destinado para autônomos, não é? Então vamos botar aqui 20 bilhões na conta. Total de R$ 30 bilhões.
Ano passado, foram vendidos 122.000 caminhões no Brasil. Se você considerar que o tíquete médio de compra de um caminhão no Brasil fica volta de oitocentos mil, novecentos mil reais hoje em dia, multiplicando por 122.000 unidades, você chegaria algo na faixa de noventa e sete a 100 bilhões de receita de venda de caminhões zero quilômetro no Brasil. 30 bilhões equivale 30%, está? Então 30% deveria ser algo na faixa de vendas de quatro meses do ano. Então o Mobi Brasil foi consumido, mas ele não aumentou a demanda de compra do zero, ele facilitou o crédito e permitiu com que a venda do zero quilômetro fosse consumida com uma naturalidade.
Tanto que se você olhar os dados da FENABRABE que a gente traz nos nossos materiais, os emplacamentos de caminhões zero quilômetro estão exatamente iguais do ano passado. Então, o móvel Brasil ele não fez crescer o zero, o que poderia gerar uma competição em relação à locação. Ele basicamente ele cumpriu o seu objetivo de facilitar o acesso a a e baratear o financiamento da compra do zero daquilo que já deveria ser esperado tendo em comparação ao que foi no ano passado, está?
PParticipante 7
Nota vinte provavelmente.
RFRodrigo Faria
Está certo, bem claro. Obrigado, Rodrigo, e sucesso. Você já está repicando, é?
PParticipante 4
Obrigado.
RFRodrigo Faria
Pessoal, a gente tem,
PParticipante 4
a gente tem várias perguntas aqui na na lista de de por por pergunta, dos analistas no por por voz, pelo pelo telefone não é? Já acabaram, mas gente tem algumas, tem várias perguntas aqui no no chat, eu vou só pegar uma, que é do Lucas Barbosa, nosso analista de transportes lá do Santander. Lucas, obrigado pela pergunta. Ele fala assim, bom dia Cris e Rodrigo, parabéns pelos resultados e obrigado pela oportunidade. Eu tenho uma dúvida sobre o Seminovos futuro.
Em um cenário de agri desafiador nos próximos doze, dezoito meses, quanto vocês poderiam ser afetados no seminovos? A frota disponível para venda e frota que será desmobilizada possui uma parcela relevante de caminhões pesados e extras pesados? Setores que poderiam ser impactados por um agri pressionado?
PParticipante 2
Lucas, respondendo a sua pergunta, o agro vem aí já há uns três anos, não é, passando por uma dificuldade muito grande, que a gente não tem dúvida que vai voltar, não é? O agro, pelo país que a gente está, as regiões que a gente conhece do Brasil como celeiro aí do mundo, ela vai voltar. Está demorando um pouquinho de fato, mas ela vai voltar. As principais não é, demandas que a gente tinha desse segmento elas retornaram, a gente teve uma forte devolução disso em vinte e três, vinte e quatro, produtos que no seminove a gente endereçou muito bem. Quando a gente vê ali, principalmente, e eu citei em uma em um em um slide anterior, no início da apresentação, os produtos que voltaram ali de transporte de grãos, que foram para o centro-oeste, não é?
Então, muito cavalo mecânico seis por quatro, muita carreta graneleira, e muito disso já foi vendido, não é? Então, hoje nós temos contratos pontuais, não é, quando a gente fala do agro, nem tanto focado no agro, mas muito focado às vezes no mercado de suco ou coleira, não é? Então, um negócio que gente já tem uma expertise também em trabalhar, está? Então, a gente entende que boa parte desses ativos já tiveram uma uma demanda, já tiveram uma venda na Seminova, tiveram uma uma nova realocação, está? E não é, não, a gente não teve novos grandes contrastes nesse segmento aí, pelo menos nos últimos dezoito meses.
PParticipante 4
E só só complementar aqui o o Cris. Agro envolve vários setores, não é? A companhia nos últimos anos ficou um pouco marcada pelo agro, mas o agro que a gente teve problema foi transporte de grãos, que hoje tem uma participação bem pequena de relevância para companhia. E eu quero destacar que se fala muito do sulco, mas o sulco teve contratação de Capex no primeiro tri e no segundo tri, inclusive no segundo tri ele foi o segundo setor que mais contratou e no primeiro tri foi o setor que mais contratou. Então a gente está tendo demanda aí sim do agro, o agro não parou, ele pode ter alguma volatilidade aqui, mas a gente, por enquanto não tem sentido nada está?
Encerramento
OPOperador
Informamos que as demais perguntas por escrito, o time de r I vai endereçar após o call, e agora eu encerro a sessão de perguntas e respostas, e passo a palavra para o senhor Christian Han, para que faça as considerações finais da companhia.
CHChristian HahnCEO, o senhor José Cesário, CFO
Primeiro agradeço a todos que participaram da nossa teleconferência, minha primeira, muito feliz com tudo o que apresentamos, mas também ciente que teremos aí pela frente muito trabalho. Não vai faltar dedicação e muita vontade de fazer os nossos compromissos. Focado muito na nossa eficiência operacional, nossa gestão de custo, gestão dos nossos ativos, os giros dos nossos estoques, ampliar a geração do nosso caixa, e muita responsabilidade na governança da empresa. Com foco muito grande em acelerar a nossas entregas, seja vendendo, seja alugando, fazendo aí receita com o nosso estoque e trazendo produtos novos. Cada vez mais trazendo produtos novos, também voltado para locação, modalidades novas de vendas na nossas lojas de seminovos, e seguindo muito forte aí, diversificando nossa receita, não só em caminhões e implementos, mas também nos diversos mercados de pesados que a gente tem oportunidade, seja ele no agro, no sulcooleiro, no florestal, logística de transporte, na parte de intralogística ou empilhadeiras, centro de de distribuições crescendo nas regiões metropolitanas trazem muitas oportunidades, não é?
Lembrando que reforçamos o nosso time comercial, seja nas diretorias de locação, como na nossas diretorias de seminovos, que também é um foco muito grande que nós vamos dar para frente, sempre focado em melhorar a nossa taxa de ocupação. Meu muito obrigado a todos, uma boa tarde.
OPOperador
A videoconferência da VAMO está encerrada. Agradecemos a participação de todos e tenham uma boa tarde.
VAMVAMO3 · 2T26Teleconferência de resultados
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Transcrição automática · Atlas (Deepgram nova-3, pt-BR, revisão 1), gerada a partir do áudio da companhia; pode conter erros, confira no áudio. Números falados não viram dado do Atlas. 11.840 palavras. Site de RI
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